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Archive for the ‘ Notícias regionais ’ Category

Tráfico toma lugar da polícia e ‘protege’ morador em São José dos Campos

Em troca de silêncio da população e liberdade para o comércio de drogas, traficantes afugentam ladrões e criam as próprias ‘leis’ na zona leste; problema aflige moradores de pelo menos seis bairros periféricos

Filipe Rodrigues
São José dos Campos

Assustados com a escalada da violência, moradores da zona leste de São José são obrigados a aceitar a ajuda do tráfico para garantir ‘segurança’ nos bairros afastados.

Em troca de liberdade para a venda de drogas, eles afugentam os ladrões e ‘caçam’ aqueles que ousam invadir ‘seu território’.

O problema aflige moradores de pelo menos seis bairros da zona leste –Campos de São José, Conjunto Frei Galvão, Jardim Americano, Santa Hermínia e Jardim Mariana 1 e 2. Neles, traficantes atuam como ‘seguranças’ da população. Evitam roubos e furtos e afastam os olhares das forças policiais.

“A ação de ladrões em áreas de boca de fumo atrai a polícia, o que não é interessante para o traficante”, disse José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública e ex-comandante da PM no Vale.

Em 2011, São José teve alta em quase todos os índices criminais, incluindo roubos, furtos e homicídios.

Bairro sitiado
No Campos de São José, um morador que pede para não ser identificado relata que a convivência com traficantes virou rotina. “O tráfico está ali e todo mundo vê. São moradores do bairro que todos conhecem. Eles nos respeitam e mantém a ordem desde que a gente colabore”, disse.

Em uma das praças do bairro, os traficantes usam um banco de concreto como base de vigilância. “É ali onde fica a torre. Eles vigiam para ver se a polícia está chegando”, disse o morador.

No Jardim Americano, um policial civil conta que o crime diminuiu com a ‘segurança’ do tráfico. “Claro que a gente sente medo. Mas nunca nos fizeram mal.”

Opinião
O delegado Darci Ribeiro, da Dise (Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes), disse não acreditar na prática. “Isso é história para que o povo não denuncie. As denúncias são anônimas e a principal ferramenta de investigação.”

População não tem muita confiança na Polícia Militar
São José dos Campos

O baixo efetivo de policiais militares, além de poucas bases fixas da PM em São José, reduzem a confiança que a população de bairros mais afastados sente na corporação.

Na zona leste, por exemplo, existe apenas uma base fixa para um universo de 114 bairros legais e regularizados. Segundo a prefeitura, 136.180 pessoas moram na região.

No Santa Hermínia 1, por exemplo, a população diz que raramente viaturas passam no local. O contato é pouco.

“Há pontos de tráfico. Mas por causa disso, não existem roubos. Policiais, vemos uma vez por semana. Quando havia roubo e acionávamos a PM, demorava para que eles chegassem”, diz um comerciante.

Aproximação
A Polícia Militar afirma que baseia o policiamento no que é debatido em reuniões dos Conseg’s (Conselho de Segurança) e nas estatísticas dos índices criminais.

“Fazemos reuniões mensais com a população para saber as principais necessidades. A PM quer se aproximar da comunidade como forma de garantir segurança”, diz o tenente Pedro Henrique Mombergue, chefe de comunicação da PM.

Em alguns bairros, a polícia instalou as UAPC (Unidade Avançada de Polícia Cidadã), que tem como principal objetivo reforçar a relação entre população e polícia.

“A Polícia Militar quer estreitar os laços com o povo. Quando a pessoa não quiser se arriscar, pode fazer denúncia anônima que ela será apurada”, disse o comandante geral da PM, Álvaro Camilo em visita a São José dos Campos.

Segundo o tenente Mombergue, quando há denúncias de tráfico, a PM vai até o local em viaturas descaracterizadas para apurar as acusações.

“Temos nosso policiamento velado. A intenção é percorrer toda a cidade para ver onde os problemas estão.”

Câmeras de vigilância são enfeites em Mauá

Seis câmeras de vigilância anunciadas como reforço no sistema de segurança pública de Mauá em 2003, funcionam hoje apenas como enfeites na região central. A Prefeitura justificou que os equipamentos foram desativados entre 2005 e 2008 e que estão obsoletos diante dos atuais sistemas tecnológicos.

A recuperação das câmeras representaria alto custo em relação ao benefício limitado, segundo a administração. Porém, não houve a mínima preocupação em retirar os equipamentos das vias públicas, uma vez que estão fora de operação. Muitos dos equipamentos, enferrujados, estão envoltos com folhas e galhos de árvores – como o que está no cruzamento entre as avenidas Barão de Mauá e Castello Branco.

A Prefeitura não informou o quanto foi investido, na época, na compra do sistema de videomonitoramento.

Um guarda-civil municipal, que pediu para não ser identificado, afirmou que, de verdade, as câmeras “nunca” funcionaram.

Em junho de 2001, a Prefeitura de Mauá instalou 64 câmeras de vídeo para vigiar praças, ruas e avenidas no Centro do município. Logo no início da implementação do sistema, cinco não foram utilizadas, conforme reportagem do Diário de 14 de abril de 2002. O investimento foi de R$ 160 mil – valor dividido igualmente entre a Prefeitura e a Aciam (Associação Comercial e Industrial de Mauá). Indagado sobre o destino das 64 câmeras, o governo não respondeu.

Projeto
Sem nenhum equipamento de segurança instalado na cidade, a Prefeitura pretende implementar novo sistema de videomonitoramento. Desta vez, avaliado em R$ 1 milhão e com recursos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, ligado ao Ministério da Justiça.

Pelo projeto, inicialmente, seriam instaladas 30 câmeras em pontos estratégicos. A base seriam os dados de violência e criminalidade do Observatório Municipal de Segurança – o Centro e os principais eixos de acesso. A primeira fase seria implementada até março de 2012.

Uma segunda etapa poderá atingir até 45 equipamentos, distribuídos em todo o município. O projeto aguarda análise da Secretaria Nacional de Segurança Pública. A contrapartida de Mauá seria de apenas 2%. O Ministério da Justiça não respondeu aos questionamentos do Diário, inclusive sobre a confirmação e detalhes do projeto para instalação da central de videomonitoramento da Prefeitura de Mauá.

(Jornal Diário do Grande ABC/SP)

Operação da PM aumenta efetivo em 30% em todo o Vale

Claudio Capucho
Objetivo é inibir ações criminosas nas áreas com maiores índices de violência

Filipe Rodrigues – O Vale
São José dos Campos

A Polícia Militar iniciou ontem uma megaoperação contra o crime que irá durar uma semana em todas cidades do Vale do Paraíba.

Durante o período, o número de policiais em patrulhamento irá aumentar 30%. O reforço será em áreas com grande circulação de pessoas e regiões com índices criminais elevados.

Ontem, foram feitos bloqueios nos acessos às cidades e intensificadas as abordagens a pedestres, motoristas e motociclistas.

Em São José, na região central e nas zonas norte e oeste, até às 18h de ontem, cinco pessoas tinham sido presas e um menor de idade apreendido.

Em Taubaté, o foco da ação foram roubos e furtos de veículos. 136 veículos e 183 pessoas foram revistadas. Quatro motos foram apreendidas.

Operação
O efetivo foi reforçado nas áreas com mais crimes e horários com mais ocorrências. A operação “Visibilidade Estratégica” aconteceu das 11h às 23h.

“De manhã, houve saturação de policiais no centro das cidades. À tarde, foram pontos de bloqueio”, diz a capitã Sonia Paula Hamad.

Para garantir o reforço, foram canceladas todas as folgas de policiais e PMs do setor administrativo também atuaram no patrulhamento.

“A intenção é reduzir os índices criminais e garantir sensação de segurança. Também queremos nos aproximar da população”, diz a capitã.

São José
Na cidade, a operação começou às 7h30 e seguiu até às 23h. Até as 11h, um efetivo menor foi empregado para fazer rondas em regiões com maior incidência de roubos e furtos na cidade.

Após as 11h, cerca de 35 viaturas reforçaram a segurança na região central. Às 16h, o alvo foi o trânsito, com blitze nas vias mais movimentadas.

O resultado parcial nas regiões central, norte e oeste apontava para 947 pessoas e 635 veículos revistados.

Sete carros foram apreendidos por falta de documentação e duas armas apreendidas.

Ocorrências
A primeira ocorrência em São José aconteceu às 8h. Durante uma abordagem a cinco homens no bairro Por do Sol, zona oeste, quatro fugiram correndo e um dos rapazes foi preso na hora.

Houve perseguição, um dos fugitivos foi preso e, com ele, foi encontrado um revólver calibre 38. Os outros três rapazes continuam foragidos. Ao questionar os homens sobre a fuga, eles disseram estar de posse de três carros roubados, que foram recuperados.

Também foram cumpridos mandados de prisão. Um dos homens presos foi o médico C.L.W, 50 anos, condenado a sete meses de prisão por dirigir embriagado.

Vândalos invadem e furtam escola em Sorocaba

Estragos foram constatados na manhã desta segunda (19).
Duas janelas foram arrombadas; portão de ferro foi levado.

Da Agência Estado

Depois de ter o muro derrubado por um carro, a Escola Municipal Professor Norma Justa Dall’ara, no Parque Vitória Régia I, Zona Norte de Sorocaba, cidade do interior de São Paulo, foi invadida e depredada por vândalos neste final de semana. O problema só foi constatado na manhã desta segunda-feira (19), com a chegada dos funcionários.

Duas janelas e uma porta foram arrombadas, um portão de ferro foi levado e vários pacotes de alimentos usados para a merenda escolar foram espalhados na área externa da escola.

Segundo informações da diretora da escola, Leila Prado Alves da Silva, o alarme existente no local não chegou a ser acionado. O equipamento de segurança é controlado pela Guarda Civil Municipal, que, em situações semelhantes, envia carros até os prédios públicos municipais imediatamente após o alerta.

A invasão pode ter ocorrido pelos fundos da escola, onde um muro foi derrubado ao ser atingido por um carro, durante a madrugada de sábado (17). Para os guardas-civis que estiveram no local, a queda do muro não tem relação com o vandalismo praticado na escola.

“Alguém bateu o carro no muro por razões desconhecidas, facilitando a entrada dos responsáveis pelos prejuízos”, diz a diretora da escola. O causador do acidente não foi identificado. Apesar dos estragos, as aulas para os quase 1.500 alunos que frequentam o estabelecimento não foram suspensas.

Pedestres e motoristas cobram mais policiamento no túnel da Vila Zilda

TV Tribuna

Nem mesmo com a retirada da lombada que havia na Avenida Lídio Martins Corrêa, próximo ao túnel da Vila Zilda, em Guarujá, a ação dos bandidos tem sido inibida. Os equipamentos foram removidos por facilitar a ação dos marginais, mas no local, radares de velocidade foram implantados e os casos de assalto no local continuam rotineiros.

Na última sexta-feira, um casal que vinha de São Paulo foi abordado por uma dupla na entrada do túnel. Os bandidos levaram celular e dinheiro das vítimas.

Quem costuma passar pelo local conhece alguém ou já viveu uma situação como essa. Mas agora a falta de segurança também tem se tornado um risco à vida dos pedestres, já que os motoristas criaram o costume de acelerar mesmo com o radar instalado pela Prefeitura. Muitos têm medo até de atravessar a rua.

“Aqui é assalto atrás de assalto. E eles têm que passar correndo porque ficam com medo. Mas isto está errado também porque tinha uma lombada ali e tiraram”, afirmou a dona de casa Maria do Socorro Silva.

”A gente não tem uma calçada para andar porque as calçadas estão lotadas de manequins, colocam bicicletas. A gente precisa andar pelo meio da rua. Os carros vem e não querem saber”, contou a dona de casa Juliana Santos Silva.

Segundo o autônomo Edgar dos Santos, à noite é mais perigoso trafegar pelo local. “Na parte do túnel então fica muita molecada próxima à saída e depois da entrada. É um lado perigoso. É preciso precaução”.

”A gente tem que se prevenir, independente da situação da rua, do local, a gente tem que usar deste artifício”, relatou Gabriel Elias, engenheiro agrônomo.

Em nota a PM informou que perto do túnel tem uma base comunitária que atua junto com a Rádio Patrulha e a Força Tática e que o policiamento é reforçado nos fins de semana e feriado.

De acordo com o secretário de governo Ricardo Joaquim Augusto de Oliveira, em virtude dessas ocorrências, a Polícia Militar solicitou à Prefeitura a retirada da lombada. Apesar dos riscos foi ponderado que era necessário um controle de velocidade para garantir a segurança dos pedestres.

“Foi oferecido um estudo de 50 km/h, que seria uma velocidade que garantiria um percurso tranquilo aos motoristas e também seguro aos pedestres. O túnel também foi totalmente reformado, com nova iluminação. Ou seja, todas as condições primárias de segurança, a Prefeitura fez a intervenção como prometido e entregou. Agora é uma questão pertinente ao planejamento da Polícia Militar do Governo do Estado. Não cabe mais a Prefeitura. Tudo aquilo que a Administração podia fazer, foi feito. Tudo foi entregue e está pronto para funcionar”.

Lojistas sofrem com onda de roubos e ameaças na zona sul

Filipe Rodrigues
O Vale – São José dos Campos

Os comerciantes do Jardim Colonial, zona sul de São José dos Campos sofrem há seis meses com assaltos constantes.

Eles afirmam que nesse período já ocorreram pelo menos 20 casos. A forma de abordagem dos ladrões é o que mais assusta os lojistas.

As vítimas são rendidas enquanto saem de casa ou no trânsito. Algumas delas chegam, inclusive, a ser torturadas pelos bandidos.

Nenhum dos assaltos foi denunciado à polícia até agora. Os empresários afirmam que são ameaçados de morte e, por isso, preferem não relatar os casos.

Segundo a Polícia Militar, o último crime registrado no bairro foi no dia 2 de agosto. Mesmo assim, a corporação irá reforçar o policiamento.

O delegado José Henrique de Paula Ramos, do 3º Distrito Policial, diz que a população deve denunciar e não temer represálias por parte dos criminosos.

Casos
Foram pelo menos 20 ocorrências, segundo comerciantes. Um deles disse que já foi vítima cinco vezes.

“Primeiro, entraram um dia que estava fechado aqui e levaram dinheiro. Das outras vezes, foi pior. Uma vez me renderam no trânsito e me levaram à loja e, da outra, renderam minha mulher na porta da minha casa”, diz ele.

Os crimes vêm ficando mais ousados. Em agosto, uma loja foi arrombada com uma picape durante a madrugada.

“Devia ser um carro roubado. Deram ré com ele e arrombaram o portão. Levaram todo o dinheiro, além das mercadorias”, diz outro lojista.

Tortura
Na última segunda-feira, aconteceu o caso mais grave, segundo os proprietários dos estabelecimentos.

O dono de uma loja foi rendido enquanto saía de sua casa. Ele foi levado para o interior da residência e todo o dinheiro, além de eletrodomésticos foram roubados. Como não encontraram o cofre do imóvel, torturaram a vítima.

“Eles esquentaram uma faca e foram marcando o braço dele. De cara limpa, os ladrões não têm nenhum medo de serem identificados.”

Assustado, o comerciante, que teria sofrido a tortura, preferiu não se pronunciar sobre o caso.

PM vai investigar as denúncias
São José dos Campos

A Polícia Militar afirma que a população pode denunciar crimes de maneira anônima pelo telefone 190.

Segundo o tenente Rodrigo Barra Dias, subcomandante da PM na área do Jardim Colonial, os policiais vão procurar os comerciantes para saber como reforçar o policiamento.

“Trabalhamos com dados estatísticos. Como a área é grande e populosa, vamos sempre direcionar nosso policiamento para onde seríamos mais úteis”, diz o tenente.

Segundo o delegado José Henrique de Paula Ramos, titular do 3º Distrito Policial, a população deve denunciar os crimes e não devem temer represálias, que são ‘incomuns’.

“Precisamos do mínimo de informação. Quem são? Quantos são? É importante que esses comerciantes denunciem. Se for o caso, há como fazer uma declaração sigilosa.”

Bandidos tentam furtar banco, mas não conseguem

Notícia publicada na edição de 09/09/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul

Uma quadrilha tentou furtar a agência da Caixa Econômica Federal da Avenida Independência, 496, no bairro do Éden em Sorocaba. Os criminosos invadiram o banco, mas o alarme disparou e fugiram sem nada levar. A tentativa de furto aconteceu ontem de madrugada. Para entrar, o bando retirou a grade e empurrou o aparelho de ar condicionado para dentro.

O vigilante da empresa de segurança compareceu na agência, assim como policiais militares. Foi feita uma varredura em todo o interior do banco. Os criminosos tentaram desligar o alarme, cortaram vários fios mas, não conseguiram.

Prefeitura de Santos instala nove câmeras de monitoramento em centros comerciais


Secretaria de Comunicação de Santos / Foto: Tadeu Nascimento

A Prefeitura de Santos firmou nesta segunda-feira (5) parceria para instalar mais nove câmeras de segurança do SIM (Sistema Integrado de Monitoramento) no Gonzaga e na Avenida Pedro Lessa. Além destas, há cerca de uma semana está em operação uma câmera na entrada de Santos (Av. Nossa Senhora de Fátima com Av. Martins Fontes).

Os mais recentes investimentos foram anunciados pelo prefeito João Paulo Tavares Papa durante reunião com representantes do comércio, supermercados e bancos e vereadores, no salão nobre. Serão seis câmeras no Gonzaga, compradas com recursos do CDL Gonzaga e Shopping Miramar, e por meio de emenda parlamentar.

As câmeras serão instaladas nos seguintes trechos: Av. Ana Costa com a Praça da Independência, com Rua Otton Feliciano e com a Av. Francisco Glicério; nos cruzamentos da Av. Floriano Peixoto com R. Pereira Barreto; R. Marcílio Dias com R. Otton Feliciano e R. Galeão Carvalhal com R. Carlos Afonseca.

Já os três equipamentos da Av. Pedro Lessa, adquiridos com emenda parlamentar, serão colocados nas esquinas com a Av. Senador Dantas, canal 5 e Rua Lacerda Franco.

Somadas a outras 18 câmeras que serão subsidiadas pela Petrobras no Valongo, Vila Mathias, Paquetá, Vila Nova (área do Mercado Municipal) e Centro Histórico, por meio de convênio já formalizado com a prefeitura, Santos praticamente dobrará o número de câmeras de monitoramento. Hoje, estão em operação 30 distribuídas na orla da praia, Alemoa, Centro e uma móvel.

“Já temos um dos mais modernos sistemas de monitoramento do país e bons índices de segurança, que podem avançar e melhorar. Esse investimento deve ser expandido através de parcerias para proporcionar à população o melhor em termos de segurança”, diz Papa.

Segundo ele, o grande investimento de implantação foi feito pela Prefeitura, que também promove a manutenção do SIM. Sua operação é compartilhada entre Administração Municipal, CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e polícias Civil e Militar. “O desafio agora é ampliar a rede de monitoramento, por meio de parcerias com a iniciativa privada”.

Cada câmera custa aproximadamente R$ 40 mil. O presidente do CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) Santos-Praia, Nicolau Obeidi, aprovou as medidas: “Elas darão mais tranquilidade ao centro comercial do Gonzaga e à cidade inteira, além de propiciar maior sensação de segurança à população”.

Equipamento
O sistema de monitoramento santista opera 24 horas e tem grande alcance, pois conta com câmeras blindadas e de boa captação noturna. Elas possuem capacidade de rotação e até 800 metros de zoom, incluindo raio de 1.600 metros.

O monitoramento permite também melhor controle do trânsito pela CET e mais rapidez de atuação em casos de acidentes, congestionamentos e outras ocorrências.

Desde sua implantação, em 2006, contribuiu na redução de até 70% da incidência de roubo nos locais servidos por câmeras. As imagens gravadas também servem de subsídio para investigações e como provas para a justiça e polícia.

Fonte: Jornal da Orla

Bairro cria rede de vizinhos para aumentar a segurança

Moradores do Bosque dos Ipês fazem parte de um grupo de proteção coletiva, onde cada um ajuda quem está perto

Marco Antonio Gonçalves
Especial para OVALE

Uma rede de solidariedade, onde vizinhos funcionam como ‘câmeras vivas’ para melhorar a segurança do grupo foi adotada em São José. A criação da rede foi orientada pela Polícia Militar.

O projeto chamado “Rede de Vizinho Protegidos” foi implantado no bairro Bosque dos Ipês, na região sul da cidade, mas outros bairros também devem adotar a iniciativa pioneira.

O projeto faz parte da estratégia da atual gestão da PM que visa a aproximação com a comunidade.

O programa é uma forma de unir vizinhos para que um ajude o outro na segurança de suas residências. Os vizinhos mais próximos devem trocar telefones entre si, procurar saber o horário de saída e chegada de cada vizinho, quais os carros dos familiares e parentes que frequentam a residência, como as luzes costumam ficar durante a noite, saber todos os detalhes para que seja possível identificar qualquer anormalidade.

Cuidados
A Polícia Militar ressalta que é extremamente importante que haja boa relação entre esses vizinhos. Apesar disso, eles são aconselhados a, de maneira alguma, abordar alguém que seja considerado suspeito.

“Vivemos em um período de falta de segurança e também em que as relações estão muito distantes. Essa rede de proteção ajuda na segurança da região, mas também ajuda na relação interpessoal com as pessoas que moram perto umas das outras”, disse o engenheiro Marcos Ribeiro Alves, de 42 anos, que é morador do bairro.

A rede começou no Bosque dos Ipês com uma reunião dos moradores com a Polícia Militar. A partir daí foi estabelecida uma comissão de representantes do bairro que se reúne para discutir o tema da segurança no bairro e para propor melhorias.

Sinais
Uma forma bastante eficiente da ação da rede é a utilização de apitos ou sirenes pelos vizinhos. Quando um vizinho detecta qualquer atitude suspeita aciona o apito. Se o vizinho ouvir o som também apita e assim diversos vizinhos, fazendo assim que o suspeito note que está sendo observado e vá embora.

“É uma ação bastante útil. Acho que com isso, a segurança vai aumentar bastante”, disse a dona-de-casa Maria Tereza Alves, de 53 anos.

A Polícia informou que o programa é bem eficiente para prevenir crimes de menor potencial ofensivo como os furtos, que incomodam muito a população. Uma das maiores recomendações, entretanto, é sempre acionar a PM em caso de se detectar alguma atitude suspeita.

SAIBA MAIS
Rede
A Rede de Vizinhos Protegidos é o conjunto de moradores de um determinado bairro, agrupados em até cinco residências próximas

Objetivos
O principal objetivo é a integração de todos os componentes para a atuação de forma mútua e comprometida a favor da segurança

São José
A Polícia Militar, em sua política de aproximação da comunidade, implantou este programa no Bosque dos Ipês. Outros bairros também estão interessados na rede

Homem é dopado e assaltado no interior de São Paulo

As imagens mostram exatamente como é aplicado o chamado golpe Boa Noite Cinderela. Prostitutas colocam o sonífero na bebida de um homem e, depois que ele adormece, o assaltam. A ação foi registrada pelas câmeras da prefeitura de São José dos Campos.

Fonte: G1