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Archive for the ‘ Dica ’ Category

Dicas de Segurança em Restaurantes

 

A Sekron Alarmes ouviu o consultor Heitor Coronado, que dá dicas de como não ser a próxima vítima de um arrastão em restaurante. Ou sair ileso quando ele for inevitável.

São elas: 

- Prefira locais amplos, envidraçados, bem iluminados, com mesas na calçada. Eles têm menos chance de ser alvo que bistrozinhos discretos em ruas desertas, onde ninguém enxerga o que se passa lá dentro. 

- Evite o final do expediente dos restaurantes, quando o caixa se torna mais atrativo e o pouco movimento nas ruas facilita a fuga.  

- Minimize as perdas: leve a carteira enxuta. Nada de andar com todos os talões de cheque, cartões de crédito e documentos ou você terá mais trabalho para recuperá-los.  

- Não deixe celulares a mostra, em cima da mesa. Se ele já estiver ali quando o assalto começar, não esconda assim você evita que o ladrão se sinta contrariado e o ajuda a sair o mais rápido possível. 

- Escolha entre levar o rádio ou o smartphone. Não ande com ambos. Certifique-se de que as informações contidas no celular podem ser protegidas (com senhas, por exemplo) e faça cópias de segurança de sua agenda regularmente.  

- Jamais tente negociar, por exemplo, pedindo que não levem seus documentos. Lembre-se de que eles estão tensos e, quanto menos atrito, melhor.  

- Cumpra o que ele pede: mãos para cima, olhe para baixo, deite no chão…  

- Nada de heroísmo. Não acene para pedestres ou tente telefonar para alguém. Nunca tente fugir ou reagir.  

- Ao observar uma pessoa parada do outro lado da rua há muito tempo, ligue para o 190 e peça uma viatura.  

- Registre a ocorrência. Só assim os criminosos serão reconhecidos.

Preço ou qualidade?

“Assim que encontrarmos o melhor preço vamos instalar as câmeras de segurança”, diz ….., dono do Bar ……… , alvo de dois roubos e uma tentativa de arrombamento, em 2000 e há um ano e meio. Além disso, ele decidiu encerrar as atividades mais cedo.

“Antes fechávamos às 19 horas e, agora, quando começa a escurecer, vamos embora. E os garçons ficam espertos com a rua. Se percebem alguma movimentação estranha, pedimos para o cliente não sair ou chamamos a polícia”, diz.

Esse comentário , em matéria publicada no noticiário de hoje,  coloca com precisão o  modo que os  consumidores  de segurança eletrônica estão avaliando a sua decisão  de compra.

Como  explicar ao consumidor que empresas e equipamentos de segurança também tem seus diferenciais de qualidade ?

E como expor aos clientes,  com clareza e honestidade as várias tecnologias que existem,  e como auxiliá-lo a dimensionar o grau de qualidade que ele necessita  ou exige ?

Todo mundo sabe  as diferenças de um Porshe e de um Celta . Também sabem o que querem quando compram uma TV Sony e uma CCE .

Não desmerecendo as marcas,  ambas são boas e honestas, mas destinam-se a públicos   diferentes com  necessidades específicas.

E a regra é mesma de todos produtos: mais qualidade , maior o preço.  Não há milagres.

Segurança eletrônica  é exatamente a mesma coisa, com alguma dificuldade a mais , pois , associados aos equipamentos há uma prestação de serviço essencial,  como  projeto, instalação,monitoramento .

E como tudo no mundo atual , existem empresas e equipamentos para cada necessidade de cliente.  A necessidade de uma joalheria não é mesma de um escritório de advocacia  que não é a mesma de uma residência de praia.

Mas existe dificuldade dos empresários da área transmitirem com clareza ao consumidor  os seus   principais diferenciais.   E não há muito interesse do consumidor em correr atrás da informação.

As pessoas, via de regra, procuram informações  sobre equipamentos “objetos de consumo” .  Quem não gosta de  folhear revista de carros? Ou saber os última tecnologia de telefonia celular?  Somos movidos pelo desejo e não pela necessidade.

Afinal, ninguém vai passar o seu fim de semana vasculhando sites de  segurança …

Portanto  cabe a nós , profissionais  de segurança  e também às entidades associativas de classe,  explicar com clareza aos nossos clientes quem somos nós  e  que produtos e serviços dispomos para  colaborar com a segurança do seu patrimônio .

Contrate com segurança

Face aos riscos e resultados nocivos, e pela temeridade e desinformação, com que muitas empresas tomadoras de serviços vêm se deparando ao contratar serviços de segurança através de empresas “clandestinas”, ou sem qualquer habilitação técnica e legal, é imprescindível esta campanha de advertência e conscientização ao mercado e ao público em geral:

LEGISLAÇÃO QUE NORMATIZA E REGULAMENTA A ATIVIDADE DE SEGURANÇA PRIVADA:

O exercício da atividade de vigilância e segurança privada, é regido por legislação federal específica: Lei n.º 7.102/83 que estabelece normas para a constituição e funcionamento das empresas que exploram serviços de segurança, regulamentado pelo Decreto n.º 89.056/83 e Portaria n.º 992/95 que estabelece normas para o exercício da atividade de segurança privada no País.

O QUE SÃO EMPRESAS CLANDESTINAS?

São empresas que atuam no mercado, prestando serviços de vigilância e segurança sem estarem em condições legais e técnicas para fazê-lo, e provocam verdadeira desordem, prejudicando sobremaneira as empresas legalmente constituídas. Trabalham em total desobediência à Lei, provocando inúmeros problemas onde, infelizmente, alguns muito trágicos, veiculados quase que diariamente na imprensa.

COMO AS EMPRESAS “CLANDESTINAS” CONTRATAM SEUS FUNCIONÁRIOS:

* Admissão de pessoas não habilitadas (sem curso de formação em escola credenciada pela Polícia Federal);
* Sem verificação de antecedentes criminais;
* Sem exames de saúde física e mental;
* Porte de arma em nome de pessoa física;
* Sem critério do mínimo indispensável de escolaridade;
* Não respeita o piso salarial determinado pela categoria;
* Seu funcionário não tem seguro de vida;
* Não recolhe os encargos sociais;
* Não arca com as responsabilidades civil e criminal.

Invariavelmente, por ocasião da proposta de serviços, essas empresas informam ao tomador de serviços, que não existem problemas; que as exigências da lei só são aplicadas ao vigilante que trabalha armado. Isto não é verdade! A legislação é muito clara e específica. Determina que toda empresa que exercer a prestação de serviços de Vigilância/Segurança (no caso inibir ou coibir a ação criminosa), armada ou desarmada, deverá possuir a Autorização de Funcionamento (documento hábil expedido pelo Departamento de Polícia Federal e renovado anualmente), que permite a empresa explorar este ramo de atividade.

HABILITAÇÃO TÉCNICA DAS EMPRESAS REGULARIZADAS:

Todo o serviço de vigilância/segurança, seja ele prestado em Indústrias, Comércio, Residências, Condomínios, Eventos, etc., deve ser efetuado por empresa regularizada e apta tecnicamente, a atuar na atividade. Uma empresa de segurança privada, para exercer sua atividade – ARMADA ou DESARMADA, necessita ter competência técnica e habilitação legal, comprovada através dos seguintes documentos, renovados anualmente:
CERTIFICADO DE SEGURANÇA – emitido pelo Departamento de Polícia Federal, certificando que a empresa foi fiscalizada e está em condições técnicas de prestar serviços.
AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO – emitida pelo Ministério da Justiça, com publicação no D.O.U. (Diário Oficial da União) permitindo que a empresa possa atuar nesse segmento econômico.

SEGURANÇA ORGÂNICA:

A mesma legislação, determina que os Serviços Orgânicos de Segurança (ou Segurança Própria como é comumente chamada) – são autorizados, controlados e fiscalizados pelo Departamento de Polícia Federal. Assim, uma empresa que tenha objeto econômico diverso da vigilância ostensiva e do transporte de valores, e que utilize pessoal de quadro funcional próprio para a execução de sua segurança – armada ou desarmada – deverá, também, se adaptar à legislação, requerendo a Autorização de Funcionamento junto à Delegacia de Polícia Federal, para atuar como empresa Orgânica.

Caso a empresa não possua os documentos citados, é considerada irregular – ou clandestina –, podendo acarretar inúmeros transtornos ao tomador de serviços, que se responsabilizará civil e penalmente, na ocorrência de qualquer evento danoso provocado pela empresa clandestina e/ou seu funcionário.

“VIGILANTE AUTÔNOMO”: NÃO EXISTE essa função, uma vez que o profissional de segurança deve estar registrado numa empresa especializada e possuir o Certificado de Conclusão do curso de formação para Vigilantes, devidamente registrado na Polícia Federal e, também, ser registrado na D.R.T. (Delegacia Regional do Trabalho) e possuir a Carteira Nacional do Vigilante para exercer a atividade.

“SEGURANÇA EFETUADA POR POLICIAIS CIVIS E MILITARES”: É, também, PROIBIDA a prestação de serviços de vigilância/segurança efetuada por Policiais Civis e/ou Militares.

CUIDADOS BÁSICOS A SEREM TOMADOS, ANTES DE CONTRATAR SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA/SEGURANÇA, PARA VOCÊ OU PARA SUA EMPRESA:

Conheça a empresa que pretende contratar e os métodos de treinamento dos seus seguranças, visitando a empresa e a academia de formação de seus funcionários;
Peça um plano de segurança à empresa que pretende contratar, onde deverá estar especificado o número adequado de vigilantes a ser utilizado; o sistema de alarme adequado e/ou outros dispositivos de segurança a serem utilizados, de forma que seja garantida a incolumidade física de pessoas ou do local onde serão prestados os serviços.

Exija o Alvará de Funcionamento e o Certificado de Segurança devidamente renovados (sem esses documentos, a empresa não pode funcionar).
Para se certificar da legalidade da prestação de serviços das empresas do setor, ou da empresa que pretende contratar, ligue para o SESVESP – Telefone: (011) 3858-7360.

Peça informações na DELESP – Delegacia de Segurança Privada de São Paulo, ou nas Comissões de Vistoria;

Fonte: www.sesvesp.com.br

Dicas nas viagens

Com base nos sinistros mais comuns, no litoral ou no campo, segue  uma série de dicas que auxiliam a evitar roubos e furtos durante a viagem.

Confira abaixo algumas dicas de como proceder e saiba também como os ladrões costumam agir.

MÉTODOS DOS LADRÕES:

• Os assaltantes costumam utilizar mulheres e crianças para observar os moradores, em especial, os turistas em suas casas. Para disfarçar, esses “olheiros” geralmente pedem alguma coisa para o morador e vão embora. Eles transmitem tudo o que observaram para os ladrões, como o número de hospedes, o modelo do veículo, se a família mantém o portão aberto, e se tem o costume de ficar conversando na calçada.

• Os furtos geralmente são praticados por assaltantes de bicicletas, motos ou a pé, sempre acompanhados.

• Nos assaltos as residências, durante o dia ou a noite, os ladrões armados costumam surpreender os turistas ao pular o muro ou abordar a vítima na chegada ou saída da residência. Em seguida, após recolherem os pertences de maior valor, utilizam o veículo da família para fuga.

• Preferem furtar ou roubar eletrodomésticos, armas, DVDs, vídeo games, cheques, dinheiro e aparelhos telefônicos.

AO CHEGAR DE VIAGEM

• Nunca tire seus pertences na rua. Procure descarregar seu veículo dentro da garagem para evitar que pessoas estranhas saibam o que você trouxe.

• Não deixe objetos (bolsas, sacolas, óculos, celular) sobre os bancos.

• Se possível, mantenha o alarme sempre acionado.

• Não deixe o carro e vidros abertos, mesmo que o afastamento seja por pouco tempo e de pequena distância

NA CASA DE VERANEIO

• Não deixe portões abertos e objetos (bicicleta, brinquedos e bolsas) em locais de fácil acesso.

• Evite ficar conversando na porta, mesmo que esteja em grupo.

• Se possível, quando for à praia ou se ausentar da casa de campo, deixe alguém em casa, ou comunique sua ausência a um vizinho de confiança, deixando seus contatos, como telefone celular.

• Evite deixar que as janelas da casa sejam “vitrine” para os objetos de valor no interior da casa.

• Não deixe jóias e dinheiro dentro da casa, mesmo que seja em um cofre. No período da viagem, utilize cofres de bancos ou empresas privadas.

• Ao chegar na residência tenha atenção e entre rapidamente. Caso haja algum suspeito, não entre. Dê algumas voltas e ligue para a Policia Militar no telefone 190.

• Feche bem as portas e janelas, mesmo que tenha que sair por pouco tempo. Se for possível, reforce as portas com fechaduras auxiliares.

• Mantenha uma luz externa ligada durante a noite. Se notar a presença de pessoas suspeitas, ligue imediatamente para o telefone 190.

• Lembre-se de que os “ladrões de ocasião” optam por residências cujo acesso é mais fácil, com menos itens de segurança.

• Em hipótese alguma reaja a um assalto.

Fonte: Allianz Seguros

A CET montou armadilha para assaltos.

Vítimas são atacadas dentro do carro quando reduzem velocidade ao passar por lombada eletrônica. Moradores pedem mão única no local, mas CET alega “inviabilidade técnica” para a mudança.

Fabio Pagotto
DIÁRIO SP

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) criou uma armadilha para os motoristas na Rua Doutor Flávio Américo Maurano, no Morumbi, Zona Oeste da capital. Movimentada, junto com sua continuação, a Rua Doutor Francisco Tomás, ela serve de ligação entre duas artérias do bairro, a Avenida Giovanni Gronchi e a Avenida Morumbi. Assaltantes se aproveitam de duas lombadas no asfalto e de uma lombada eletrônica para realizar roubos a veículos. “Fui assaltado com quatro amigas quando voltava de uma festa. Diminuí para passar na lombada eletrônica e oito assaltantes surgiram de um buraco no muro ao lado”, disse o médico A. S., que pediu para não ser identificado. “Estavam armados e ficaram na frente do carro. Tive que parar. Levaram jóias, relógios, celulares e dinheiro”, afirmou. “Não deveria haver algo que forçasse diminuir a marcha ali, no meio da Favela de Paraisópolis”, falou A.S.

O comerciante Mauro Jesus dos Santos, de 49 anos, trabalha em uma loja próxima ao local dos assaltos. “De dia, menores aproveitam o tráfego lento para estourar vidros e roubar bolsas. De noite, piora porque aí são assaltantes armados”, falou. O médico A.S. relata ainda que o filho de uma amiga foi baleado no local há alguns meses, quando a mãe acelerou o veículo para fugir dos bandidos.

De acordo com Silvana Françolin, a delegada titular do 89º Distrito Policial, responsável pela área, desde janeiro apenas uma ocorrência foi registrada onde foi estabelecida uma relação direta com a lombada eletrônica e o assalto, mas o local é palco de diversos roubos. “Eventualmente essa relação não é estabelecida, mas sabemos da ocorrência de crimes ali. Muitos não são relatados, apesar da orientação da polícia de que sempre seja feito o boletim de ocorrência”, afirmou.

O presidente do Conselho de Segurança (Conseg) do Portal do Morumbi, Celso Cavallini, confirma a violência no local.

“Se não houver um carro de polícia vigiando constantemente, ocorrem pelo menos três assaltos por dia”, falou. Porém, para Celso, o maior problema é o congestionamento gerado pelo farol da esquina com a Avenida Giovanni Gronchi. “Já pedimos à CET para tornar a Doutor Flávio Américo Murano mão única. O próprio comandante do batalhão de Polícia Militar pediu, mas eles não atenderam”, afirmou.

A CET disse em nota que, após estudo, “seria tecnicamente inviável a implantação de sentido único de circulação na via” porque isso aumentaria o trânsito na região.

ARAPUCA: bandidos aproveitam a redução de velocidade forçada pelo aparelho e atacam automóveis na Rua Doutor Flávio Américo Maurano, no Morumbi

Não é só no Morumbi que os bandidos se aproveitam da redução da velocidade dos motoristas para assaltá-los. Esse crime ocorre também em outros pontos da cidade, inclusive em semáforos de grandes avenidas como na  Rua da Mooca com Avenida Paes de Barros e Avenida Aricanduva com Avenida Afonso de Sampaio e Souza.

Como agir num assalto

Confira as dicas de Heitor Coronado, consultor em segurança.

1 Jamais reagir

“Números da Polícia Militar mostram que 80% das pessoas que reagem ao assalto são baleadas”, afirmou Heitor.

2 Ouça o ladrão

Obedeça sem questionar o que o assaltante determinar. Entregue joias, carteira, relógio, celular e o carro, se for requisitado.

3 Não negocie

Por mais valiosos que sejam os objetos que estão sendo roubados, entregue-os sem pestanejar. Não peça para manter ou para que o assaltante devolva seus documentos.

4 Tente manter-se  calmo

Fale o menos possível e sempre em tom calmo. “Muitos assaltantes estão sob efeito de drogas e estão prontos para o tudo ou nada”, falou o consultor.

5 Mexa-se pouco

Evite movimentos bruscos. De preferência, avise dos movimentos que fará, como “estou tirando o cinto”, “vou apanhar minha bolsa”.

6 Não encare o assaltante

Não olhe para o rosto do bandido e evite contato com os olhos. Ele pode pensar que você está estudando a fisionomia dele para quando for à polícia.

7 Faça BO

Além de fornecer estatísticas e melhorar o combate ao crime, o BO prova roubo de documentos.

O que fazer quando um parente desaparece?

Retirado do bom dia Brasil 2009

A procura por um parente é muitas vezes solitária e, quase sempre, marcada
pela desilusão.

“Gabriel, se você estiver ouvindo, volta para casa. Seu pai está triste, está chateado. Seu pai não dorme direito, não come, não trabalha mais. Onde você estiver no mundo, se estiver vendo o pai, volta para casa”, pede um pai.

O desaparecimento deixa um rastro. Uma família inteira em pedaços. A dor insuportável da perda misturada com a tortura da esperança. É a lágrima que não seca, a lágrima sem resposta.

“O meu filho, sem eu saber onde está, se está com fome, se está passando frio, se está sendo judiado, maltratado, Eu quero uma resposta. Uma pessoa não pode sumir assim, no ar, como se fosse fumaça”, aponta a mãe de desaparecido.

Infelizmente, pode. Samantha desapareceu no dia 3 de abril deste ano. A mãe, Maria do Socorro, morava com as duas filhas em um casebre, na comunidade de Santa Margarida, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Ela conta que a menina, de 14 anos, todo dia atravessava o túnel por baixo da linha do trem para comprar copinhos. Neste dia, ela seguiu a mesma rotina. Atravessou o calçadão. Chegou até a loja. Comprou os copos, mas nunca voltou. Deixou uma mãe suplicando, implorando pelo fim dessa agonia.

“Samantha, volta, minha filha, volta, não estou mais aguentando, minha filha, volta, não estou mais aguentando de tanta solidão. Venha, minha filha, eu quero pegar você no meu braço, me dê esse presente. Onde você estiver, minha filha, volta logo”, pede a mãe da Samantha, Maria do Socorro.

Esses casos de desaparecimento são chamados pelos especialistas de enigmáticos. É quando uma pessoa some sem deixar qualquer vestígio. Ela pode ter sido levada, pode ter sido vítima de alguma violência, ou mesmo ter decidido fugir. Desaparecer tem várias causas. Sumir na multidão, por exemplo, em uma cidade como São Paulo, é muito fácil.

E o que fazer? Começa aí o choque de ver que no contato com as autoridades o que se encontra é muita indiferença. Por lei, logo que a família faz o registro do desaparecimento na delegacia, a polícia deve notificar rodoviárias, aeroportos e fazer uma busca. Mas ainda há muito preconceito e despreparo dentro da própria corporação na hora de investigar os casos.

Robson Fontenele trabalha na seção de descoberta de paradeiros da delegacia de homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele pede mais investimento no treinamento dos policiais.

“O trabalho de desaparecimento é um trabalho social. A Polícia Civil é tida como um trabalho operacional. Não existe só trabalho operacional. O atendimento a uma família de pessoa desaparecida precisa ter uma especialidade”, comenta o inspetor da delegacia de homicídios/RJ Robson Fontenele.

Porque nessa hora o policial tem que ser um ombro amigo, misturar compaixão e compreensão. O que, convenhamos, não é o perfil típico do policial que vive às voltas com outros tipos de crimes. Para a maioria dos policiais, o desaparecimento pode ser um problema de família e essa explicação varre para debaixo do tapete todas as outras.

“A pessoa desapareceu porque não foi mais vista. Essa pessoa está morta?
Está hospitalizada? Foi lesionada? Isso a polícia tem que ir atrás. As pessoas, muitas vezes, para desonerar alguma outra pessoa, outra culpa, registram como que desaparecido”, afirma o secretário de segurança/RJ José Mariano Beltrame.

Enquanto a polícia procura, quando procura, a família vai desmoronando. O tempo passa. A dor não.

“Eu não estou conseguindo trabalhar mais. Em todo lugar, ando para procurar por ela. Se vejo uma menina parecida com ela, paro para olhar”, conta uma mãe, chorando.

Sete lições que o profissional de segurança precisa aprender

Artigo original – Computerworld

Elas o ajudam a passar a ser visto como um facilitador e deixar para trás a fama de repressor.

Todos já ouviram a frase “a falha é a chave para o sucesso”. Mas os profissionais de segurança estão realmente aprendendo com seus erros? A medida que os roubos de identidade e os riscos de segurança continuam crescendo, a indústria está respondendo a altura? Ou repete falhas do passado? Enquanto as tecnologias para segurança se aprimoram, os criminosos também ganham acesso a ferramentas melhores. Eles é que estão ficando mais espertos?

A sabedoria tradicional diz que é necessário mais equipe com treinamento e certificações de segurança. Outros dizem que salários mais altos, um melhor entendimento dos criminosos ou mais executivos top de linha são necessários. Tudo isso ajuda, mas algumas equipes têm tudo isso e mesmo assim falham. Caem sistematicamente em armadilhas parecidas.

Com base em experiências reais, confira as sete lições que qualquer profissional de segurança precisa aprender para ter sucesso:

1 – Segurança costuma ser vista como um problema
Geralmente,  profissionais de segurança são vistos como estraga prazeres, que trazem mais problemas que soluções. No mundo da computação em nuvem, por exemplo, milhares de artigos positivos são escritos por quem fala da tecnologia, mas os artigos da área de segurança só sabem falar quão ruim a nuvem é para segurança da informação.

A dica para superar isso é se esforçar para se tornar um facilitador. Pare de dizer não para os clientes e ofereça soluções seguras para as propostas apresentadas. Diga como garantir que o projeto seja entregue no prazo, no orçamento e com um nível de segurança adequado. Enquanto isso, vá analisando se e como a área de negócios enxerga valor nas suas abordagens.

2 – Segurança é encarada como uma solução única
Outro erro comum dos profissionais de segurança é achar que um tipo de solução pode resolver os problemas de cibersegurança de todos os tipos e tamanhos de empresa. Essa abordagem é errada porque erros de dimensionamento podem colocar uma empresa maior sob risco ou fazer uma empresa menor gastar desnecessariamente em uma solução muito abrangente.

A solução é oferecer aos clientes diferentes níveis de solução para as empresas. Estudar o mercado, acompanhar avaliações de consultorias como Gartner e Forrester, ficar em contato constante com associações de segurança, tudo isso ajuda a bolar o melhor pacote de soluções para cada caso e auxiliar as áreas de negócios a entenderem os riscos e benefícios associados com cada opção.

3 – Um pouco mais de humildade ajudaria
Não há dúvida que todos os clientes do mundo gostam de trabalhar com pessoas positivas, amigáveis, humildes e com atitudes pacientes. Essa descrição, infelizmente, não cabe à maioria dos profissionais de segurança. A conseqüência é que eles tendem a desprezar processos e trabalhar somente nas demandas que parecem mais ameaçadoras. O profissional de segurança adora combater inimigos e acaba se esquecendo a razão da segurança e da existência do seu time.

Para driblar esse problema, é necessário mostrar humildade genuína aliada à excelência profissional. Admitir que os criminosos estão cada vez melhores e trabalhando mais duro para derrotar o que você está fazendo é uma atitude interessante. Pensar assim fará o profissional de segurança pensar em ter  mais planejamento, colaboração e trabalhar em processos com ciclo me vida projetada. Paralelamente, uma boa atitude do profissional é se engajar em atividade sociais da companhia e mostrar que faz parte do time.

4 – Profissionais tendem a achar que o cliente não sabe nada da área
Alguns profissionais de segurança veem clientes como agentes irritantes, que não sabem do que estão falando quando o assunto é segurança. Combinada com a falta de paciência em realizar explicações claras, essa atitude leva o profissional a concluir que o cliente nunca entenderá o real problema. Um grande erro.

Ocorre que 90% das questões mal compreendidas, segundo especialistas, são erros relacionados às pessoas e a relacionamentos ruins. Os profissionais precisam entender que as pessoas que surgem com demandas não têm, como missão, irritá-los: elas têm família, torcem para times, praticam seus hobbies.  Relacione-se, conheça melhor cada pessoa, construa confiança e constate que cada um tem seus conhecimentos e que vale a pena um esforço para compartilhá-los.

5 – Cyber-ética: você é uma ameaça interna?
Muitos profissionais de segurança costumam se ver como hackers do bem que não devem seguir políticas que os outros funcionários seguem. No entanto, quanto mais o profissional aprende e se torna “hacker do bem”, mais a tentação cresce. As informações com as quais vai se deparar testará a ética e a honestidade do profissional o tempo todo.

O ideal é não ter essa atitude. Respeitar as políticas da empresa, mesmo que tenha o poder de desrespeitá-lo, é a melhor forma de manter o emprego, reputação e ainda dar um bom exemplo. É bom nunca subestimar o risco aos quais se expõe, pois ninguém age sem deixar rastros.

6 – Esgotamento mental na carreira
Muitos profissionais de segurança sentem sintomas de esgotamento em algum ponto da carreira. Pesquisas indicam que a área de segurança é onde se encontra a maioria desses profissionais. Eles acham que todos os dias são ruins, levam para casa o que têm de negativo no trabalho, sentem-se exaustos o tempo todo, acham que todas as tarefas são tediosas e acham que nada do que fazem é valorizado.

Superar isso é difícil, mas requer uma boa dose de perseverança e equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. A melhor coisa na carreira é antecipar possíveis estresses e trabalhar em cima de sinais que podem levar ao esgotamento. Em segundo lugar, o profissional deve analisar sua situação pelo menos uma vez por ano para avaliar o que está bom, o que está ruim e o que poderia causar um problema. Não seria hora de planejar folgas, férias, buscar alguma realização pessoal?

Reconhecer a carreira como uma maratona, e não um sprint final, é uma boa atitude também. O profissional não vai ser usado, esgotado e descartado, como um ciclo único. A carreira é repleta de ciclos.

7 – Perspectivas ruins e sensação de estagnação
Muitos profissionais de segurança se esquecem de características comportamentais, como atitude, relacionamento, liderança, entre outros, para se concentrar só nas técnicas. Isso quase sempre leva à sensação de estagnação vivida pela maioria.

Para evitar que isso ocorra, a melhor forma é desenvolver estratégicas práticas, como respeitar sua própria posição como um papel importante na empresa, se voluntariar para comitês ou equipes de atividades paralelas na empresa e tentar gerar boas ideias para a organização, participando de discussões sobre problemas e eventuais soluções. Essas atitudes práticas auxiliam o desenvolvimento de características pessoais e melhoram as perspectivas de crescimento e as chances de avanço na carreira.

Dicas de atenção

1° Os três motivos pelos quais as mulheres são alvos fáceis para atos de violência são:  

  • Falta de atenção. Você tem que estar consciente de onde você está e do que está acontecendo em volta de você.  
  • Linguagem do corpo. Mantenha sua cabeça erguida, e permaneça em posição ereta, jamais tenha uma postura “frágil”.  
  • Lugar errado, hora errada. Não ande sozinha em ruas estreitas, nem dirija em bairros mal-afamados à noite.  

2° Ao entrar em seu carro num estacionamento ou numa garagem de estacionamento:

  • Esteja consciente: olhe ao redor, olhe dentro de seu carro, olhe no chão dianteiro e traseiro de seu carro, olhe no chão do lado do passageiro, e no banco de trás.  
  • Se ao lado da porta do motorista do seu carro, estiver estacionada uma Van grande, entre em seu carro pela porta do passageiro.  

IMPORTANTE: A maioria dos assassinos que matam em sequência atacam suas vítimas empurrando-as ou puxando-as para dentro de suas Vans, na hora em que as mulheres estão tentando entrar em seus carros.  

3° Nunca deixe para procurar as chaves do seu carro, quando estiver parada em frente a porta dele:

  • Dirija-se ao veículo com a chave em punho, pronta para abrir a porta e dar a partida. Observe os carros ao lado do seu.  
  • Se uma pessoa do sexo masculino estiver sentado sozinho no assento do carona do carro dele que fica mais próximo do seu carro, você fará bem  em voltar para o shopping, ou para o local de trabalho, e pedir a  um  segurança ou policial para acompanhar você até seu carro.  

4° É sempre melhor estar a salvo do que estar arrependido, não tenha vergonha de pedir ajuda:

  • Use sempre o elevador ao invés das escadas. (Escadarias são lugares horríveis para se estar só, são lugares perfeitos para um crime).  

5° Nunca faça:

  • As mulheres têm a tendência de entrar em seus carros depois de fazerem compras, refeições, e sentarem-se no carro (fazendo anotações em seus talões de cheques, ou escrevendo em alguma lista, ou ainda conferindo o ticket de compra).
  • O bandido sempre estará observando você. Essa é a oportunidade perfeita para ele entrar pelo lado do passageiro, colocar uma arma na sua cabeça, e dizer a você onde ir.  
  • No momento em que você entrar em seu carro trave as portas e vá embora, não fique ajeitando o cabelo, ou passando batom.

50 vagas de agentes de segurança temporários

A Prefeitura de Itanhaém abre nesta segunda-feira (22/11/2010) inscrições para o processo seletivo que visa a contratação de 50 agentes de segurança temporários, sendo 40 homens e 10 mulheres. Os interessados devem comparecer até terça-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 16 horas, na Secretaria de Trânsito e Segurança.

 A contratação é por tempo determinado de 90 dias, com carga horária de 44 horas semanais, e salário R$ 510,00. Os candidatos devem ser maiores de 18 anos, ter Ensino Médio completo e não possuir antecedentes criminais. A seleção será feita por meio de prova objetiva e teste de aptidão física.

Os novos agentes vão auxiliar as bases da Guarda Civil Municipal, enquanto que a equipe efetiva estará nas ruas fazendo patrulhamento da Cidade durante a temporada de verão. Os bairros prioritários são Suarão, Centro, Belas Artes e Gaivota.

A Secretaria de Trânsito e Segurança fica na rua Capitão Mendes, 52, no Centro. O edital completo pode ser conferido no site da Prefeitura, no endereço www.itanhaem.sp.gov.br.

A Tribuna On-line

Dicas de segurança

  • Ao chegar ou sair da garagem, observe se não há estranhos ou suspeitos por perto.
  • Não abra a porta do apartamento se a visita não foi anunciada pelo interfone.
  • No caso de entrega de encomenda, o morador deve comparecer à portaria.
  • Cheque as referências de todos os funcionários contratados.
  • O morador sempre deve ser consultado, para permitir a entrada de visitantes.
  • Antes de abrir o portão da garagem, deve-se identificar quem está no veículo.
  • Ofereça treinamento aos porteiros, principalmente em relação ao manejo e funcionamento dos equipamentos de segurança.
  • Instrua os funcionários a não comentar sobre a rotina do prédio e dos moradores.
  • Ao fazer reformas ou mudanças, certifique-se de que nenhum dos componentes do sistema de alarme foi afetado.
  • Quando comprar ou alugar uma casa ou apartamento, troque as fechaduras.
  • Tenha sempre em mãos os números telefônicos dos serviços de emergência.
  • Não entregue dados pessoais por telefone e interfone.
  • Não guarde documentos assinados em seu talonário de cheques.
  • Ensine ao (s) seu (s) filho (s) dados de identidade básicos que lhes serão de utilidade ante qualquer emergência (nome, sobrenome, domicilio, telefone).
  • Não se esqueça de advertir-lhes que não abram a porta nem entreguem informações a estranhos.
  •  Ensine-lhes a importância de nunca informar quando os pais não estejam em casa.
  • Suspenda o envio de jornais e/ou revistas. O acumulo destes periódico em sua porta pode ser um considerado um sinal de ausência.
  • Não deixe mensagens na porta advertindo sobre sua ausência, nem chaves ocultas.
  • Instalar equipamentos de segurança é um investimento necessário contra a violência. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), devem ser levados em conta os recursos técnicos a serem utilizados (alarmes, circuito fechado de TV, controles de acesso) e a infra-estrutura do local .