Clientes Sekron
  Esqueci a Senha
Conheça nosso site Institucional ›

Archive for the ‘ Utilidade Pública ’ Category

Férias de Julho: Em Sorocaba programa permite que viajantes avisem policiais militares sobre temporada longe de casa

Esta é uma tentativa de combater a criminalidade no mês de julho. Além de avisar aos vizinhos, é importante não esquecer de apagar as luzes. Segundo a Polícia Militar, deixar as luzes acesas acaba chamando a atenção dos bandidos.

Fonte: Bom Dia São Paulo (30/06/2011)

“Diga Não” e ajude a polícia a combater a criminalidade

Cartilhas foram produzidas pela Polícia Civil (Reprodução)

Cartilhas foram produzidas pela Polícia Civil (Reprodução)

Para fortalecer o combate à pedofilia, a exploração sexual, a violência doméstica e o tráfico de pessoas, policiais civis do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 1 (Deinter 1), distribui a cartilha “Diga Não” durante a Operação Inverno 2011, em toda a região de São José dos Campos. O material, editado pela própria polícia, visa orientar a população e prevenir vários tipos de crimes, inclusive aqueles praticados pela internet.

A cartilha traz cuidados que devem ser tomados e atitudes a serem adotadas pela população em várias situações, e descreve com clareza a forma como criminosos atuam para obter êxito em suas investidas.

Ressalta, ainda, a importância da conscientização e colaboração da sociedade para combater a criminalidade.

“Diga Não” mostra medidas protetivas e informações sobre a Lei Maria da Penha que trata especificamente da violência doméstica e familiar, e dá exemplos de situações nas quais as pessoas devem procurar a polícia.

Além disso, fornece os endereços e telefones das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) do Deinter 1, e dicas para combater o tráfico de seres humanos e a exploração sexual.

As cartilhas, inicialmente três mil exemplares, podem ser adquiridas nas unidades da Polícia Civil do Deinter 1, que atende 39 municípios: Aparecida, Ilha Bela, Redenção da Serra, Arapeí, Jacareí, Roseira, Areias, Jambeiro, Santa Branca, Bananal, Lagoinha, Santo Antônio do Pinhal, Caçapava, Lavrinhas, São Bento do Sapucaí, Cachoeira Paulista, Lorena, São José do Barreiro, Campos do Jordão, Monteiro Lobato, São José dos Campos, Canas, Natividade da Serra, São Luís do Paraitinga, Caraguatatuba, Paraibuna, São Sebastião, Cruzeiro, Pindamonhangaba, Silveiras, Cunha, Piquete, Taubaté, Guaratinguetá, Potim, Tremembé, Igaratá, Queluz e Ubatuba.

A distribuição faz parte da Operação Inverno e o material foi elaborado em parceria entre o Governo do Estado, Polícia Civil e uma corretora de imóveis da região.

Denis Bonelli – Notícias SSP/SP

Cidadão poderá reclamar de atendimento em DP

LUÍSA ALCALDE – Jornal da Tarde

O paulistano que tiver queixa do atendimento nas delegacias da capital terá, a partir de julho, como reclamar no Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), órgão responsável pelos distritos policiais da região.

A criação de um Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) faz parte do projeto que reformula totalmente o atendimento da Polícia Civil na cidade. A pessoa não precisará se identificar e poderá fazer a queixa por e-mail, fax ou telefone.

Portaria detalhando “o novo modelo de gestão do Decap” está prevista para ser publicada no Diário Oficial do Estado. Entre as determinações está a de que o registro de boletins de ocorrência (BOs) seja feito em no máximo 20 minutos.

“Se houver demora e a pessoa ligar do celular ainda da delegacia, o caso será resolvido imediatamente”, garante o diretor do Decap, delegado Carlos Paschoal de Toledo. Os chamados serão encaminhados pela atendente do serviço a um delegado supervisor, encarregado de analisá-los.

Os números e o endereço eletrônico do SAC do Decap estarão disponíveis em julho. Placas com essas informações serão afixadas nas delegacias. “Acredito que em um mês o serviço esteja totalmente ativo”, diz Toledo.

Outra mudança é que a pessoa que for furtada ou assaltada poderá fazer queixa na delegacia mais perto de onde mora ou trabalha sem ter de ir até o distrito da região onde o fato aconteceu, como é hoje.

Atendimento 24 horas
Todos os 93 distritos da capital funcionarão 24 horas para registro de BOs. Atualmente, 26 delegacias da cidade fecham à noite. Flagrantes, investigações e condução de inquéritos policiais serão feitos por centrais policiais específicas.

Policiais também não vão poder mais se negar a registrar BOs sob o pretexto de que o caso não é policial, como costuma ocorrer, por exemplo, quando a pessoa encontra o bicho de estimação morto, explicou o diretor do Decap.

As mudanças começam a valer no dia 4, em delegacias de quatro seccionais: 4.ª (Norte), 5.ª (Leste), 7.ª (Itaquera) e 8.ª (São Mateus). A partir de 1º de agosto, a metodologia começa a valer em toda a capital (mais quatro seccionais).

Delegacias com maior movimento terão mais funcionários. Hoje, existe um escrivão por plantão. “Serão três, o que deve aumentar em até sete vezes a rapidez no atendimento”, explica o delegado Pablo Rodrigues França, um dos autores do projeto juntamente com Toledo.

E haverá ainda funcionários adicionais que reforçarão o atendimento em horários de pico ou anormalidades. Esse grupo trabalhará entre as 11h e as 19h, nos dias úteis.

“Vamos errar, mas serão erros novos. Faremos ajustes e acomodações”, diz Toledo. Segundo ele, não serão admitidos, sob pena de responsabilidade dos policiais, delegacias fechadas, com portas trancadas e luzes apagadas, negativas de atendimento sob qualquer argumento, transferência de atendimento entre os horários das equipes (a vítima deve ser atendida pela mesma equipe desde que chegar) e falta de cortesia.

A presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, Marilda Pinheiro, afirmou que não poderia opinar sobre as mudanças. Alegou não ter tido acesso às informações do novo sistema. Procuradas, as associações dos Escrivães de Polícia e dos Investigadores de Polícia não retornaram às ligações.

Colaborou Elvis Pereira

Sobreviventes da violência: a dor solitária que nunca acaba

Famílias afetadas pela morte violenta de um parente relatam como enfrentam o sofrimento devastador; psicóloga que teve dois filhos mortos em assalto cria grupo de ajuda para quem vive esse mesmo drama

Filipe Rodrigues
São José dos Campos

“Fico parada e olho para a porta o dia todo. Minha esperança é que meu filho entre dizendo que tudo é mentira. Que nada aconteceu”.

O filho de 16 anos de Valquíria Maria da Silva Mack, 49 anos, é mais uma vítima direta da violência urbana. Ele foi baleado por um policial militar no dia 30 de maio e após receber alta do hospital foi escondido pelos pais em outra cidade.

No Vale do Paraíba, 144 pessoas sofreram tentativa de homicídio e outras 126 foram assassinadas até abril de 2011, segundo a Secretaria de Segurança Pública.

O trauma causado por esta violência não afeta apenas quem a sofreu. Parentes e pessoas próximas também são consideradas vítimas e carregam marcas deste trauma para o resto da vida.

Embora uma lei federal determine o auxílio “aos herdeiros e dependentes carentes de pessoas vitimadas por crime doloso”, a falta de políticas públicas dificulta a recuperação destas pessoas.

Superação
A cada dia, o número de vítimas da violência cresce mais. Sem apoio, elas criam as próprias receitas para superar a dor.

A família do pastor Nério dos Reis, 47 anos, morto na última terça-feira enquanto chegava em casa, no Parque Industrial, zona sul de São José, aposta na união para seguir a vida após a perda.

“Ele era nossa espinha dorsal. Vamos nos unir para voltarmos a ser uma família feliz”, diz Lilian dos Reis, 22 anos, filha do pastor.

União
Em Lorena, a psicóloga Alda Patrícia Fernandes Nunes Rangel, 63 anos, criou o grupo ‘Amor Infinito’ após perder os dois filhos, de 18 e 15 anos, assassinados durante um assalto em 1991.

“Luto compartilhado é luto amenizado. Se a vítima conhecer pessoas na mesma situação, divide a dor”.

O grupo se reúne a cada 15 dias no consultório de Alda, no Jardim Margarida. Mais informações no telefone (12) 3152-1688.

Órgão que dá apoio só atua em São Paulo
São José dos Campos

O governo do Estado de São Paulo criou em 1998 o Cravi (Centro de Referência e Apoio à Vítima), ligado à Secretaria de Justiça, para ajudar pessoas que sofrem direta ou indiretamente com a violência.

Segundo Shigueo Kuwahara, coordenador do programa, hoje o atendimento é voltado para moradores da capital e da grande São Paulo, mas um projeto pretende ampliar o atendimento para todo o Estado.

“Para viabilizar isso é necessário uma grande parceria institucional, com órgãos como OAB, prefeitura, judiciário e representantes da sociedade. O objetivo do trabalho do Cravi é dar voz e visibilidade às vítimas e suas demandas, não só assistenciais”.

O coordenador reforça que para que a iniciativa seja levada a outras cidades é necessário que as prefeituras procurem o Cravi com uma proposta para que a instituição possa ser criada no município.

Lei
O atendimento do Cravi é baseado no artigo 245 da Constituição Federal e no Decreto n.º 42.209/97, no Programa Estadual de Direitos Humanos. Ambas as leis obrigam o poder público a dar assistência a vítimas de crime doloso.

Kuwahara explica que a estrutura do Cravi é formada por 10 pessoas: cinco defensores públicos, três psicólogos e dois assistentes sociais. Para 2011, a expectativa é que 300 pessoas sejam atendidas.

“Nós não vamos até a vítima pois a busca ativa pode assustar a pessoa. Ela nos traz seu relato e a encaminhamos para receber o apoio de uma rede própria”, diz Shigueo.

O coordenador afirma que o órgão trabalha principalmente com a orientação jurídica e psicológica das vítimas.

“Nossa maior preocupação está em não permitir que a vítima entre em processo de autodestruição, o que não é incomum de acontecer”.

Fonte: O Vale

Domingos de Morais é campeã de furtos e roubos

Mapa da criminalidade na Vila Mariana mostra que Rua Vergueiro ocupa segundo lugar no ranking; dados são do 1º trimestre do ano

13 de junho de 2011 | 0h 00
Luísa Alcalde, do Jornal da Tarde – O Estado de S.Paulo

O mapa do crime da Vila Mariana, na zona sul, aponta que 38 áreas registraram mais furtos e roubos no primeiro trimestre deste ano. De janeiro a março, foram 711 furtos (subtração de objeto sem emprego de violência) e 289 roubos (com ameaça ou violência). Foram levados celulares, carteiras, documentos, bolsas, além de objetos pessoais como laptops e GPSs.

Veja também:
Geografia do crime: os números da violência no 1º trimestre

Os ataques aconteceram principalmente nas proximidades de estações do metrô, como Brigadeiro, Paraíso, Vila Mariana e Ana Rosa, onde bandidos costumam se infiltrar entre moradores de rua para praticar pequenos assaltos, segundo a Polícia Militar.

Outra parte aconteceu quando motoristas estavam parados no trânsito. Também foram registrados ataques a residências e estabelecimentos comerciais. Estão fora dessa conta os furtos e roubos de veículos, de bancos e de cargas.

Com base em dados do Infocrim (Sistema de Informações Criminais), a reportagem levantou que os oito pontos de maior incidência de crimes estão distribuídos entre as Ruas Domingos de Morais, Sena Madureira e Vergueiro e Avenida Paulista – já quase na divisa com a Bela Vista -, República do Líbano, Brigadeiro Luís Antônio – ao lado do Parque do Ibirapuera -, 23 de Maio e proximidades do Complexo Viário João Jorge Saad, o Cebolinha. Crimes ocorridos dentro do parque ficaram de fora.

Ocorrências
Os roubos foram praticados na grande maioria (53%) em noite de quarta-feira. Já os furtos, principalmente do fim de tarde para a noite de quinta-feira.

A Rua Domingos de Morais figura como a campeã de ocorrências de furtos no período entre as dez ruas ou avenidas com maior incidência, com 32 registros desse tipo de delito. Em segundo lugar, aparece a Rua Vergueiro, com 27 furtos, seguida pela Avenida Pedro Álvares Cabral, em terceiro, com 13. Somadas, as três vias representam quase 30% de todas as ocorrências do tipo no período.

A Domingos de Morais também figura como a número um no ranking de roubos no bairro, com 29 ocorrências. A Vergueiro repete a segunda colocação também nesse quesito, com 25 boletins de ocorrência, seguida da Avenida 23 de Maio, na terceira colocação, com 16 queixas.

Cliente que sacar nota manchada não precisa apresentar extrato

Norma do Banco Central foi publicada nesta quinta-feira; bancos já têm registro de movimentação bancária

09 de junho de 2011 | 13h 12
Fabio Graner – O Estado de S. Paulo

BRASÍLIA – O Banco Central informou nesta quinta-feira, 9, que os correntistas que sacarem notas manchadas por dispositivo antifurto não precisarão apresentar ao banco o extrato comprovando o saque da cédula. O BC explicou que as instituições financeiras já têm em seus sistemas os registros das operações dos clientes, portanto não é necessário que o correntista comprove a operação. Segundo a norma do BC publicada nesta quinta, em caso de saques de notas manchadas por tais dispositivos, os correntistas devem levar a cédula ao banco e serão “imediatamente” ressarcidos pela instituição, sem necessidade de fazer boletim de ocorrência ou apresentar extratos.

O BC não definiu um prazo entre o saque e a apresentação da nota para ressarcimento, ou seja, a devolução tem que ocorrer no momento em que a cédula supostamente proveniente de saque é apresentada, mesmo que tenham se passado dias entre a retirada do dinheiro e sua apresentação ao banco para troca.

Para os casos em que o cidadão recebe a cédula de terceiros (e não em situação de saques em caixas eletrônicos, agências bancárias ou correspondentes), o procedimento não mudou. A nota manchada deve ser apresentada ao banco, que a encaminhará para análise. Se a marca for decorrente de dispositivo antifurto, o cidadão não será ressarcido.

Projeto tenta acelerar sistema para busca de desaparecidos

Proposta de lei estadual prevê a criação de banco de dados entre todos os órgãos envolvidos para unificar informações

Ana Cláudia Mattos
São José dos Campos

A Assembleia Legislativa sedia, no próximo dia 27, às 16h, na capital paulista, uma audiência pública para discutir o sistema de busca de pessoas desaparecidas. De janeiro a 30 de abril deste ano, 7.924 pessoas desapareceram no Estado.

O tema faz parte de um projeto de lei do deputado Hamilton Pereira (PT), que está tramitando no Legislativo. “É preciso aprimorar o sistema e melhorar a forma de tratamento dos órgãos policiais em relação a essas pessoas que buscam entes queridos desaparecidos. Muitas vezes passam anos de angústia”, disse o deputado.

No último dia 25 de maio, Dia Internacional da Criança Desaparecida, a data foi celebrada em todo o país. Uma das principais reivindicações foi a criação de um cadastro nacional unificado com informações e dados sobre as pessoas desaparecidos.

No âmbito estadual, o projeto de lei que está em avaliação pretende integrar as informações de todos os setores que possam estar relacionados às pessoas desaparecidas –desde hospitais, clínicas, albergues, entidades religiosas, polícias, Ministério Público e outras instituições.

“Isso sob a pena de responsabilização criminal de seus dirigentes, caso haja o ingresso e o cadastro de pessoas sem a devida identificação em suas dependências”, afirmou o deputado.

O projeto prevê ainda que nenhum corpo encontrado seja sepultado como indigente sem antes acontecer o cruzamento de dados.

Caso Sulamita
Só o fato de saber que nenhum ente querido corre o risco de passar por indigente e nunca mais ter sequer o corpo encontrado já seria um alívio para familiares dessas pessoas.

Isso é o que vem vivenciando o sociólogo aposentado Moacyr Pinto da Silva, 62 anos, de São José dos Campos. “A falta de ação em rede, no caso da milha filha, ficou evidenciada no absurdo fato de ter sido encontrado um corpo de mulher muito semelhante ao seu, menos de 20 dias depois do desaparecimento e a pouco mais de 50 quilômetros de distância, e a pessoa ter sido enterrada como indigente.”

Silva é pai da esteticista Sulamita Scaquetti Pinto, 33 anos, que desapareceu na noite de 16 de setembro do ano passado, em São Bernardo do Campo, São Paulo. Ela é separada e tem um filho de 9 anos. “Sulamita desapareceu depois de ter um surto depressivo”, afirmou Silva, que ajudou na elaboração do projeto de lei estadual.

Desde então, familiares e amigos de Sulamita seguem em busca de seu paradeiro por meio de “redes” próprias. “Quando uma pessoa desaparece, na maioria esmagadora das vezes, fica por conta das famílias e amigos a continuidade da busca”, disse.

Sem interrupção
É exatamente por isso que o projeto determina ainda que as buscas só serão interrompidas após o encontro da pessoa desaparecida. Além disso, prevê que autoridades sejam responsabilizadas em casos de omissão.

“As descobertas em relação às pessoas desaparecidas, via de regra, são feitas pelos familiares das mesmas. Muitas delas, particularmente aquelas que não são encontradas rapidamente, acabam aparecendo por acaso ou por um ato de caridade humana”, afirmou o pai de Sulamita.

Silva, assim como milhares de famílias que sofrem a angústia de não encontrar um ente querido, conta com o apoio da população para a aprovação do projeto de lei que vai agilizar as buscas por essas e outras pessoas que desaparecem a cada dia.

Somente em 2010, 20.253 pessoas desaparecem no Estado. Adolescentes atrás de um grande amor lideram a lista.

Amor, uma das causas de desaparecimento
São José dos Campos

Adolescentes que somem motivadas por um grande amor. Esse é o perfil do grupo que lidera a lista de registros na Delegacia de Pessoas Desaparecidas de São Paulo, ligada à Secretaria de Segurança Pública do Estado.

De acordo com o delegado Arlindo José Negrão Vaz, 2.458 jovens entre 13 a 18 anos de idade desapareceram de janeiro a abril deste ano –destes, 1.492 meninas e 966 meninos. “Em primeiro lugar vem as adolescentes que acabam sumindo motivadas por um grande amor, seguido de repressão familiar e maus tratos. É importante que os pais saibam o que os filhos fazem.”

Segundo o delegado, foram registrados 7.924 casos de desaparecimento desde o início do ano, contra 4.668 pessoas encontradas. Em 2010, o balanço foi de 20.253 desaparecidos e 15.142 encontrados.

Para o delegado, o sistema trabalha com tecnologia mas pode ser aprimorado.

Problema
O cadastro nacional não funciona na prática e instituições, como hospitais, nem sempre comunicam às autoridades sobre o aparecimento de uma pessoa.

SAIBA MAIS:

DELEGACIA
A Delegacia de Pessoas Desaparecidas e Identificação de Cadáveres de São Paulo funciona rua Brigadeiro Tobias, número 527, na Luz. Informações (11) 3311-3548 ou pelo site www.ssp.sp.gov.br, da Secretaria de Segurança Pública

CAMINHO DE VOLTA
O projeto Caminho de Volta é uma parceria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo com a SSP, formando um banco de DNA cedido pelos familiares. Informações pelo telefone (11) 3061-7589

Fonte: O Vale

Childhood pela proteção da infância

A Sekron Alarmes apóia a divulgação de projetos e instituições que colaboram com a Paz Mundial e indica o site da organização Childhood Brasil.
A Childhood Brasil é um braço da World Childhood Foundation (Childhood), organização criada em 1999, por S. M. Rainha Silvia da Suécia, para defender os direitos da infância e promover melhores condições de vida para crianças em situação de vulnerabilidade em todo o mundo.
Além do Brasil, a Childhood também possui escritórios na Suécia, Estados Unidos e Alemanha, tendo apoiado mais de 500 projetos em 16 países.
A Childhood Brasil trabalha pela proteção da infância contra o abuso e a exploração sexual. Com esse foco, a organização desenvolve programas próprios de abrangência regional ou nacional e apóia projetos em diferentes localidades.

Saiba mais sobre a Childhood Brasil: http://www.childhood.org.br

Unifesp oferece atendimento gratuito às vítimas de violência sexual

 

Serviço também inclui apoio jurídico por meio da Organização Pró-Bono

28 de abril de 2011 | 10h 10

Central de Notícias

São Paulo, 28 – A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por meio da Unidade “Casa de Saúde da Mulher”, oferece atendimento diferenciado às mulheres e adolescentes vítimas de violência sexual desde 1998.

O serviço conta com profissionais da área de enfermagem, médicos, psicólogos, assistentes sociais e ultrassonografistas, além de oferecer apoio jurídico por meio da Organização Pró-Bono, na qual uma advogada se disponibiliza, gratuitamente, a orientar, acompanhar e facilitar o acesso das pacientes aos encaminhamentos jurídicos eventualmente necessários, caso a paciente assim o desejar.

O atendimento multiprofissional é necessário para que se realize a prevenção, não só de uma possível gravidez decorrente da violência, bem como das doenças sexualmente transmitidas como: sífilis, hepatites, AIDS entre outras; das complicações sociais como acesso a medicações, escolas, empresas, etc.; traumas psicológicos resultantes da violência (Transtorno de Estresse Pós- Traumático).

Serviço 

Casa de Saúde da Mulher

Os atendimentos de emergência (imediatamente após a agressão sexual) são realizados no Pronto-Socorro do Hospital São Paulo, por equipe treinada neste tipo de violência. Logo após, as vítimas são encaminhadas para a “Casa de Saúde”, para o devido acompanhamento ambulatorial pela equipe especializada multiprofissional.

End.: Rua Borges Lagoa, 418 – Vila Mariana – São Paulo – SP
Informações e marcação de consultas: tel. (11) 5084 4987
Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas

Utilidade Pública: Veja o que abre e o que fecha no feriado prolongado de Páscoa em SP

Bancos e postos fixos do Poupatempo fecham na quinta e na sexta-feira.
Maior parte dos mercados municipais e sacolões funcionará.

Do G1 SP

20/04/2011 07h06 – Atualizado em 20/04/2011 07h13

Maior parte das lojas dos shoppings deve abrir até às 20h na quinta, na sexta e no domingo (Foto: Divulgação/Shopping Plaza Sul)

Por conta do feriado de Tiradentes e da Páscoa nesta semana, órgãos públicos e privados terão horários especiais a partir da quinta-feira (21) na cidade de São Paulo.

As agências bancárias devem fechar na quinta e apenas retomar o expediente na segunda-feira (25), bem como os postos fixos do Poupatempo.Os parques municipais estarão abertos todos os dias, assim como a maior parte dos mercados municipais e dos sacolões.

Confira abaixo os principais serviços:

Bancos
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as agências bancárias da cidade de São Paulo estarão fechadas na quinta-feira (21) e na sexta-feira (22). O expediente é retomado no dia 25 de abril no horário normal.

Ônibus
Nos dias 21 e 22, a frota municipal do transporte coletivo circulará com 50% de sua capacidade; no sábado (23), com 70%, e no domingo (24), com 50%.

Metrô
Já a partir desta quarta-feira (20) o Metrô terá um esquema especial de operação para atender aos usuários que estiverem deixando a cidade pelos terminais rodoviários do Jabaquara, Tietê e Barra Funda. Será reforçada a oferta de viagens no período da noite nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha. Na Linha 1-Azul, foram programadas 1.170 viagens, dez a mais que a oferta de um dia útil típico. Já na Linha 3-Vermelha, a oferta será de 1.249 viagens, oito a mais que o habitual.

Nos feriados de quinta e sexta-feira, com previsão de demanda menor, a frota de trens em operação em todas as linhas será semelhante à que circula em um domingo. No sábado e no domingo, a programação de viagens também não sofrerá alterações, devendo permanecer a mesma dos finais de semana.

Na segunda-feira (25), o Metrô antecipará o horário de abertura das estações nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. Nas linhas 1 e 3, as composições começarão a circular às 4h e na Linha 2, às 4h30. Na Linha 5-Lilás, as estações serão abertas para embarque às 4h40.

CPTM
Na quinta e sexta-feiras, os trens irão circular a exemplo de um domingo típico. Já no sábado e domingo, a operação será feita normalmente, com intervalos habituais para esses dias.

EMTU
No feriado de Tiradentes e na Sexta-feira da Paixão, o sistema de ônibus metropolitano vai oferecer o mesmo número de viagens programadas para os domingos. No dia 23, a programação de viagens será a normal dos sábados.

Correios
Todas as agências dos Correios estarão fechadas nos dias 21, 22 e 24, com exceção da agência do Aeroporto Internacional de Guarulhos, que funcionará das 9h às 17h. Já no dia 23, o expediente será até as 12h em cerca de 30 unidades, como as agências Vila Mariana, Santana, Adolfina de Pinheiros, Aeroporto de Congonhas, Osasco e São Caetano do Sul. A Agência Central de São Paulo, situada no Vale do Anhangabaú, terá expediente das 8h às 14h.

Subprefeituras
As Praças de Atendimento permanecerão fechadas durante todo o feriado e só reabrem na segunda-feira (25).

Abastecimento
Na quinta-feira, os mercados municipais funcionarão durante o dia, com o horário variando a depender do local. Apenas o mercado municipal de Tucuruvi estará fechado. Todos abrem nos dias 22 e 23. Já no dia 24, o funcionamento é normal com exceção dos mercados de Kinjo Yamato, Lapa, Paulistano, Pinheiros, Santo Amaro e São Miguel.

Os sacolões também funcionarão durante os dias 21, 22 e 23, com o horário variando a depender do estabelecimento. O sacolão do Jaçanã estará fechado nos três dias. No dia 24, além do Jaçanã, estarão fechados os sacolões de Estrada do Sabão, Santo Amaro e São Miguel.

Saúde
Nos dias 21, 22 e 23 de abril, os hospitais, prontos-socorros e os serviços de Assistência Médica Ambulatorial (AMA) funcionarão ininterruptamente. As AMAs abrem de segunda-feira a sábado, inclusive nos dias 21, 22 e 23, das 7h às 19h. As unidades que atendem 24 horas abrem todos os dias, sem interrupção.

As AMAs Especialidades fecham nos dias 21 e 22; no sábado (23) funcionam normalmente. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e os Ambulatórios de Especialidades fecham no dia 20, voltando a atender na segunda-feira.

Assistência Social
Os serviços de emergência e acolhida atenderão 24 horas, ininterruptamente, todos os dias. São eles: Abrigos/Casas de Acolhida, Central de Atendimento Permanente e de Emergência, Centros de Referência da Criança e do Adolescente e Centros de Acolhida (antigos albergues). O Centro de Referência de Cidadania do Idoso, a Loja Social, o Restaurante-Escola, os Centros para Criança e Adolescente, o Centro de Referência de Assistência Social, a Coordenadoria de Assistência Social e o Conselho Municipal de Assistência Social permanecerão fechados.

Cultura
As bibliotecas de bairro abrirão apenas no dia 23 e a Biblioteca Pública Circulante Mário de Andrade permanecerá fechada todos os dias. Os Bosques da Leitura também atenderão somente no dia 23.

O Centro Cultural São Paulo abrirá todos os dias, mas a biblioteca fechará nos dias 22, 23 e 24. O Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso abrirá nos dias 21 e 22, das 10 às 18h, e no dia 23, das 10h às 20h. No dia 24 ficará fechado.

Os teatros Artur Azevedo, Cacilda Becker, Décio de Almeida Prado, João Caetano, Paulo Eiró e Zanoni Ferrite fecharão apenas no dia 21; nos demais dias terão programação normal. Estão fechados para reforma os teatros Municipal, Alfredo Mesquita, Flávio Império e Martins Penna.

Parques
Os parques municipais abrirão normalmente todos os dias.

Educação
Nos dias 21 e 22 de abril, não haverá aulas em todas as escolas da Rede Municipal de Ensino. Os CEUs abrirão em todos os dias para atividades culturais e esportivas nos horários habituais.

Poupatempo
Os postos fixos do Poupatempo na capital (Sé, Luz, Santo Amaro, Itaquera e Cidade Ademar) e o atendimento por telefone não vão funcionar nos dias 21 e 22. No sábado (23), apenas o teleatendimento estará disponível das 6h30 às 15h. Na segunda, o horário de atendimento é normal nos postos, com exceção do Poupatempo Taubaté, que permanecerá fechado em função do feriado municipal em comemoração ao Dia de São Benedito.

Procon
Os postos de atendimento pessoal da Fundação Procon-SP localizam-se dentro do Poupatempo Sé, Poupatempo Santo Amaro e Poupatempo Itaquera. . Por isso, o horário de funcionamento é o mesmo do Poupatempo.

Esportes
Os Clubes Municipais abrirão todos os dias, mas apenas para as atividades de esporte e lazer, nos horários habituais.

Trabalho
As unidades do Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) não funcionarão nos dias 21 e 22. No sábado, as instalações do CAT Luz, Itaquera, São Mateus, Santana, Interlagos e Lapa abrirão normalmente, das 7h às 13h. Já as agências do banco de microcrédito São Paulo Confia suspendem o atendimento na tarde de quarta-feira (20) e reabrem na segunda-feira (25).

Shopping
A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) informa que os shoppings de São Paulo devem ficar abertos entre as 11h e as 22h (praças de alimentação e áreas de lazer) e entre as 14h e às 20h (lojas) na quinta, sexta e domingo. No sábado, o horário de funcionamento para praça de alimentação e lojas é das 10h às 22h. Segundo a associação, o horário é facultativo para as lojas e pode variar dependendo do shopping.