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Archive for the ‘ Brasil ’ Category

SP triplica número de policiais nas estradas durante o Carnaval

Objetivo é evitar acidentes. No último carnaval, houve aumento de 37% no número de mortos nas rodovias do Estado. Agência Estado


Após registrar aumento de 37% no número de mortos em acidentes no último carnaval, o governo do Estado vai triplicar o número de policiais nas principais rodovias de São Paulo neste ano. Durante o Carnaval, os 22 mil km de rodovias estaduais serão fiscalizados por cerca de 3.800 agentes da Polícia Rodoviária Estadual e do GPRAe (Grupamento de Radiopatrulha Aérea) — ante 1.300 em 2014. Os policiais terão o auxílio de binóculos, câmeras e sistemas de monitoramento para coibir as infrações de trânsito.

A operação especial começa nesta sexta-feira (13), a partir das 18h, e vai até o meio-dia da quarta-feira de cinzas. Até policiais militares que estariam de folga ou do serviço administrativo serão deslocados para fazer fiscalização nas estradas que vai contar, ainda, com motocicletas e helicóptero, além das viaturas. Também serão empregados, ao todo, 125 radares móveis e 93 fixos.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) falou na manhã desta quinta-feira (12) sobre a operação.

— Acidente está ligado com alta velocidade, cansaço e álcool. Tomando todos esses cuidados, nós vamos, se Deus quiser, ter um Carnaval com menos acidentes, preservando a segurança da população.

De acordo com o governador, as operações realizadas no último réveillon reduziram em 21,6% o número de mortes em comparação ao mesmo período em 2014.

— Todo esforço é para reduzir ainda mais.

Mortes

O Carnaval do ano passado foi o mais violento desde 2010, quando 41 pessoas foram vítimas de acidentes fatais. No total, 37 pessoas morreram no feriadão de 2014, contra 27 ocorrências no ano anterior. O resultado negativo aconteceu depois de uma redução de 69% no número de blitze da lei seca feitas pela Polícia Militar. Neste ano, a fiscalização deve ser intensificada e os policiais vão contar com 349 bafômetros.

O secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, afirmou que a ingestão de bebida alcoólica é a principal causa das mortes por acidente de trânsito, principalmente nas estradas. Para ele, no entanto, o atual panorama indica que o consumo de álcool antes de assumir o volante vem diminuindo.

— No ano passado, aumentou em 89% o número de motoristas que aceitaram realizar o teste de bafômetro imediatamente, sem precisar ir para a delegacia. Significa que menos motoristas estão bebendo para dirigir.

Ainda de acordo com o secretário, a região do Sambódromo, na zona norte, vai receber fiscalização intensificada, mas as “grandes blitze” da Polícia Militar só deverão ser feitas “extraordinariamente”. O motivo, segundo Alexandre de Moraes afirma, é que aplicativos de trânsito, como o Waze, faz com que os motoristas evitem a fiscalização.

— Nós temos que agir com inteligência contra o mau uso da tecnologia.

Rio-Santos

Uma das novidades anunciadas pelo governador Geraldo Alckmin para o Carnaval deste ano foi a liberação da pista dupla da rodovia Rio-Santos, no trecho entre as praias de Toque-Toque Grande e Toque-Toque Pequeno, em São Sebastião, no litoral norte. O trecho estava interditado desde dezembro, quando as fortes chuvas danificaram a pista.

Vigilância eletrônica da USP é ‘sucateada e insuficiente’, diz relatório interno

Paulo Saldanha – Blogs Estadão

Relatório da Superintendência de Segurança da USP revela a necessidade de criação de monitoramento eletrônico na universidade, citando que o existe “em praticamente todas as áreas comuns dos campi está sucateado, é insuficiente e ultrapassado”. Também prevê a criação de estatísticas georreferenciadas de ocorrências e revisão dos contratos de segurança terceirizada.

Foto: Nilton Fukuda

O documento, ao qual o blog Nossa Educação teve acesso, foi entregue à reitoria e a membros da universidade pela ex-superintendente de Segurança da USP Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer. Ele foi produzido a partir das reuniões do Grupo de Trabalho Segurança, criado pela reitoria em maio do ano passado. Com saída repentina de Ana Lúcia – ela foi comunicada que teria de deixar o cargo no dia em que voltou de férias -, a professora finalizou o documento e encaminhou para a reitoria, representantes estudantis e funcionários.

A professora e antropóloga Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer foi retirada do cargo após nove meses à frente da Superintendente de Segurança da universidade. No seu lugar, assumiu o professor José Antonio Visintin, do departamento de medicina veterinária. Ana Lúcia disse que foi pega de surpresa com a decisão.

O relatório tem 19 páginas e faz uma análise e avaliação da atual situação da segurança da universidade, além de elencar as propostas para cada ponto. A centralização do aparato de segurança da universidade é um dos pontos mais citados. “Algo tão valioso precisa estar sob o gerenciamento da própria Universidade, cabendo a um quadro funcional próprio, valorizado, capacitado e bem articulado interna e externamente, a condução e contínua avaliação desse desafio”, cita o documento.

O relatório prevê a revisão dos contratos de terceirização na área de segurança. Apesar de não indicar o fim da terceirização no setor, o documento fala em diminuição dessa mão de obra. A USP conta com 110 servidores da Guarda Universitária, ficando a cargo de empresas terceirizadas a maior parte do serviço nas unidades. Só no câmpus do Butantã existem 1,8 mil terceirizados.

“Este documento se norteia pelo pressuposto de que uma nova política de segurança para a USP não deve facilmente se deixar seduzir nem por ganhos econômicos imediatos do processo de terceirização nem pela ilusão de que corporações policiais estão preparadas e disponíveis para efetuar, por conta própria, trabalhos preventivos e repressivos de qualidade no interior dos campi”, diz o documento assinado por Ana Lucia.

A falta de articulação dessas guardas privadas com a Superintendência de Segurança da universidade não agradavam a ex-chefe do setor, como ela já confirmou em entrevista ao Estado citando o exemplo da Faculdade de Medicina. A unidade foi palco de denúncias de estupro e uma CPI na Assembleia Legislativa apura os casos. “O fato é que a Faculdade de Medicina é um feudo e eu como superintendente nunca tive acesso. Tive uma conversa muito séria com o reitor (Marco Antonio Zago) em dezembro e ele me disse que cabia ao diretor da faculdade tomar as providências. Foi objetivo e curto”, disse ela depois que a troca no comando da superintendência veio à tona.

A presença da Polícia Militar no câmpus também foi motivo de discórdia entre ela e membros da reitoria – uma vez que integrantes da direção são favoráveis a uma presença mais ostensiva da PM no câmpus. O relatório não descarta parcerias com o poder público, mas indica que seria necessário debater “os moldes” dessa colaboração. Ao defender uma nova política de segurança para a instituição, o documento ressalta que as “atuações ainda militarizadas das polícias no Brasil (do que resulta seu despreparo para lidar de forma preventiva com a criminalidade e para se inserir na vida pública respeitando estritamente preceitos do Estado Democrático de Direito)”.

O relatório revela que a USP ainda não conta com estatísticas georreferenciadas sobre as ocorrências de violência, apesar dos inúmeros registros. A professora indica a necessidade de criar de uma sede para o setor – a antiga sede do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) foi analisado para isso.

A USP não se pronunciou sobre o relatório. O blog apurou que a reitoria não entende o relatório como um resultado oficial do Grupo de Trabalho, uma vez que sua redação foi finalizada pela ex-superintendente.

Roubos sobem 20,5% em todo ano de 2014 em SP; homicídios caem 3,3%

FELIPE SOUZA

FERNANDA PEREIRA NEVES

DE SÃO PAULO

Os casos de roubo tiveram um aumento de 20,5% no Estado de São Paulo em todo ano de 2014 em comparação com o ano anterior. Os dados divulgados nesta sexta-feira (23) pela Secretaria de Segurança Pública apontam aumento ainda maior desse tipo de crime na capital paulista.

No acumulado do Estado, a pasta registrou 309.948 casos de roubo, contra 257.067 que tinham sido registrados no ano de 2013. Já na cidade de São Paulo, os roubos chegaram a 160.103 neste ano, número 26,5% maior do que os 126.536 registrados no ano anterior.

Os homicídios, porém, tiveram uma pequena queda tanto no Estado quando na capital paulista. No Estado, o número foi de 4.294, o que corresponde a uma queda de 3,37% em relação aos 4.444 de 2013. Já na cidade de São Paulo, foram 1.132 homicídios, ou seja uma redução de 3,7% na comparação com os 1.176 do ano anterior.

Os registros de estupros dispararam na capital paulista. Em 2013, foram 2.295 casos contra 2.903 no mesmo período do ano passado, um aumento de 26,5%. A alta desse tipo de crime foi de 20,2% em todo o Estado. Foram 10.029 registros de estupro em 2013 e 12.057 ocorrências em 2014.

O número de ocorrências de furto na capital paulista cresceu 5,1% em 2014 em relação ao ano anterior. De acordo com os dados da pasta, foram 201.305 registros desse tipo de crime no ano passado contra 190.356.

Em todo o Estado, foram registrados 542.888 furtos em 2014, um número 5,1% maior que as 516.189 ocorrências desse tipo feitas em 2013.

Fonte: Folha de São Paulo

Uma pessoa é assassinada a cada 10 minutos no Brasil, aponta estudo

Fonte: G1

Uma pessoa é assassinada a cada dez minutos no Brasil, segundo levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados de 2013 foram divulgados nesta terça-feira (11) durante evento em São Paulo que marca a divulgação da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

No total, 50.806 pessoas foram vítimas de homicídios dolosos no Brasil no ano passado. Isso corresponde a 5,8 pessoas assassinadas a cada hora.

O índice ficou em 25,2 vítimas a cada grupo de 100 mil pessoas. Em comparação com 2012, quando a taxa de homicídios era de 25,9, houve redução de 2,6%. Mas, de acordo com o levantamento, houve aumento do número de vítimas. Em 2012, eram 50.241.

A diretora executiva do fórum, Samira Bueno, afirma os números apontam uma estabilização nos números de homicídios no país. “É a primeira vez que mostramos estabilização de homicídios no país. Isso tem de ser comemorado”, declarou.

Números nos estados
Em 2013, a Bahia foi o estado com maior número de mortos: 5.440 (taxa de 36,1 a cada grupo de 100 mil pessoas). Alagoas registrou a pior taxa do país no período: 64,7 vítimas a cada 100 mil pessoas. Rio Grande do Norte teve o maior crescimento na taxa de vítimas por 100 mil pessoas: 93,2% em 2013 ante 2012, com taxa saltando de 11,4 para 22,1 assassinatos a cada 100 mil habitantes.

O Paraná foi o estado em que o total de vítimas mais caiu. Em 2012, foram 3.135 mortos e, em 2013, 2.572 – redução de 17,9%. E São Paulo se manteve como o estado com a menor taxa de vítimas a cada grupo de 100 mil pessoas: 10,8. Em números absolutos, reduziu o total de vítimas de homicídio doloso de 5.209 em 2012 para 4.739 em 2013 – melhora de 9,2%.

Para Renato Sergio de Lima, vice-presidente do Fórum, o Brasil tem experiências que permitiriam a redução no número de homicídios. “É possível reduzir, sim, com os esforços e dinheiro disponível. Isso inclui Ministério Público, Justiça e sistema prisional. Não é só polícia. Nossas forças policiais, Ministério Público e Judiciário estão batendo cabeça.”

Lima destaca que a violência é também um problema econômico. “Violência não é só um problema social que mata uma pessoa a cada dez minutos, é um problema econômico. Essa é uma mensagem que tem que ser dada ao Congresso para que a próxima legislatura não reproduza o que foi feita nesta legislatura”, disse.

O fórum indica que é possível reduzir as taxas de homicídio em 65,5% até 2030, o que implicaria numa melhora de 5,7% ao ano. A projeção se baseia “na análise de comportamento de diminuição de homicídios no estado de São Paulo, a partir da década de 1990, em um trabalho desenvolvido a pedido do Instituto Lafer, e nas experiências de Pernambuco, Rio de Janeiro e Minas Gerais”, informa o texto. Em resumo, seria necessário focar esforços de forma integrada: aproximação da população, uso intensivo de informações e aperfeiçoamento da inteligência e investigação, segundo o fórum.

Estupros
O Brasil registrou em 2013, 50.320 casos de estupro, 96 a mais do que o registrado em 2012. PAra o fórum, isso significa uma estabilização. Apesar disso, o órgão “estima, contudo, que o país tenha convivido com cerca de 143 mil estupros no transcorrer de 2013″.

A projeção se baseia no fato de haver subnotificações de estupro no país. De acordo com o fórum, a National Crime Victimization Survey (NCVS) informa que somente 35% das vítimas prestam queixas. Por isso, o fórum estima que a cada hora 16 estupros ocorreram no Brasil em 2013.

Analisando somente os boletins de ocorrência, ocorreu um estupro a cada dez minutos. São Paulo responde por 1/4 (23,96%) dos estupros no país no ano passado: 12.057. Mas o número representa redução de 6,43% em relação ao mesmo período de 2012, quando foram registrados 12.886 estupros.

Rio Grande do Norte foi o estado com maior redução desse tipo de crime no país – 28,27% (caiu de 329 casos para 236). Já o Amazonas foi o estado que registrou maior aumento no número de estupros: subiu de 1.031 casos para 1.433.

Detentos
O número de presos no sistema penitenciário no Brasil cresceu 5,37% entre 2012 e 2013, “sobrecarregando ainda mais o já superlotado sistema penitenciário brasileiro”. Em São Paulo, o número saltou de 184,4 mil, no fim de 2012, para 202,7 mil em 2013.

No mesmo período, o total de vagas nos presídios aumentou em ritmo inferior, saindo de 102,1mil para 105,3 mil – crescimento de 3,13%. O déficit de vagas nos presídios brasileiros cresceu 9,77% entre 2012 e 2013. Faltam 220 mil vagas no sistema prisional brasileiro. Em números absolutos, a pior situação é de São Paulo onde o déficit é de 97,3 mil vagas.

A diretora executiva do fórum destacou que a maior parte dos presos estão detidos por causa de crimes patrimoniais. “A minoria está presa por crimes contra a vida”, observou. Ela ainda ressalta que o número de jovens envolvidos em crimes contra a vida é baixo. “Um percentual pequeno de jovens estiveram envolvidos em crimes contra a vida. Isso é importante quando queremos discutir redução da maioridade penal”, observou.

Custos x mortes
Os custos com a violência no Brasil chegaram a R$ 258 bilhões no ano passado – quase 6% do PIB, que é a soma de todas as riquezas que o país produz em um ano.

O anuário mostra que, em 2013, 2.212 pessoas foram mortas pela polícia em todo o país. Foram seis mortes por dia em confrontos. A comparação com a polícia dos Estados Unidos mostra uma explosão no número de casos. Nos últimos cinco anos, as polícias brasileiras mataram 11.197 pessoas, enquanto a dos EUA levou 30 anos para atingir quase o mesmo número de mortes: 11.090.

Policiais também foram vítimas. Em 2013, 490 foram mortos no país – 75% estavam fora de serviço. 11% dos homicídios do mundo aconteceram no Brasil. A violência tem um custo alto para toda a sociedade.

Para os especialistas, a violência só vai cair se houver integração dos poderes.

Descrença
Um estudo feito em oito estados pela Fundação Getúlio Vargas, também divulgado no anuário, mostrou que 57% dos entrevistados acreditam ser possível desobedecer as leis. Pior: 81% dizem que é sempre possível “dar um jeitinho” para não cumprir as leis.

A análise dos especialistas é de que esses dados são fortes sinais de que a população convive com a sensação de impunidade. E quanto maior a renda, maior a sensação de impunidade: é em Brasília que está a maior parte das pessoas que acham que é possível “dar um jeitinho”.

Cartazes na orla da praia de Santos alertam sobre assaltos

Fonte: A Tribuna

Um alerta chamou a atenção de quem passeava pela orla da praia de Santos neste fim de semana. Um cartaz colado em bancos e numa lixeira, nas proximidades da Estátua do Surfista, na Pompeia, pedia para que as pessoas tivessem cuidado, pois o entorno seria uma “zona de assalto”.

A autoria do panfleto é desconhecida, mas esta não é a primeira vez que um aviso é colocado no local. Em maio, um outro cartaz, no José Menino, alertava os ciclistas que nas proximidades do Emissário Submarino existiam ladrões. O comunicado, assinado “todos os ciclistas da Baixada Santista”, orientava as pessoas para que informassem sobre atitudes suspeitas à central de ocorrências da PM, pelo 190.

A secretária Maria Cristina Souza Pinto foi vítima de bandidos no local. Há pouco mais de um mês, ela e uma amiga voltavam da praia, no início da tarde, quando foram abordadas por um ciclista.

“Ele estava armado e levou nosso celular, carteira, corrente e aliança. A gente fica a mercê desses bandidos e se sente indefesa, sem proteção nenhuma para aproveitar a nossa Cidade”, lamenta ela.

A opinião é compartilhada pela arquiteta Andressa Gama, que passou por uma situação semelhante há três anos, no mesmo local onde hoje aparecem os cartazes. “Fui abordada por um homem que se dizia pedinte. Como disse que não tinha dinheiro, ele passou a insistir e mostrou uma faca. Foi desesperador”, conta ela, que passou a evitar passear pela orla. “Agora, só passo por lá se estiver de carro”.

Outro lado

De acordo com a Secretaria Municipal de Segurança, Santos tem 360 câmeras de monitoramento “que auxiliam na prevenção e combate ao crime, dando apoio ao trabalho realizado pela Polícia Militar”. Elas estão distribuídas por vários pontos da Cidade, incluindo a orla.

Até o final do primeiro semestre de 2015, a Prefeitura pretende ter em funcionamento 522 câmeras no município. A Polícia Militar foi procurada por A Tribuna para se manifestar sobre a questão da segurança e das ações de prevenção feitas na área apontada, mas a Assessoria de Imprensa do órgão informou que por se tratar de fim de semana, quando a parte administrativa das unidades permanecem fechadas, não seria possível enviar uma posição sobre os assaltos na orla santista.

Copa do Mundo X Férias Escolares

Nos meses de junho e julho, época de férias escolares, milhares de famílias costumam embarcar para viagens domésticas ou internacionais, de longa ou curta duração. Porém, este ano será atípico, pois além das viagens, descanso e lazer as atenções estarão voltadas para  Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. Estes momentos de descontração em torno dos jogos são fatos mais que suficientes para aumentar as vulnerabilidades na segurança de casas e condomínios.

Nesse contexto o investimento em segurança eletrônica, setor que cresceu 10% em 2013, é um cuidado eficiente para garantir a integridade de residências e condomínios, uma vez que são desenvolvidos com o objetivo de detectar, comunicar e inibir a ação criminosa. No entanto, é fundamental que se observem cuidados básicos na aquisição destes serviços, lembrando sempre que segurança eletrônica não se compra “em balcão”.  A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), aponta para a falta de atenção nas contratações e aquisições como importante causador de vulnerabilidades aos Sistemas. Para saber mais sobre estas aquisições a Abese disponibiliza algumas ferramentas que você pode conferir no site da Associação http://www.abese.org.br/cartilha/Guia_interativo_2013_FINAL.pdf

Dessa forma, as pessoas interessadas em adquirir um sistema eletrônico de segurança devem, primeiramente, procurar uma empresa especializada e fugir de simples orçamentos enviados por e-mail. Esta empresa deverá elaborar uma análise de risco e um projeto de segurança para o local, uma vez que cada imóvel possui uma particularidade e, portanto, uma necessidade específica. É este estudo que irá apontar, por exemplo, quantas câmeras serão instaladas, o tipo de tecnologia mais adequada, a quantidade de sensores, entre outros.

Confira algumas dicas:

Além dos cuidados na compra dos sistemas e serviços, vale reforçar algumas ações costumeiras e respeitar alguns padrões de segurança para evitar maiores problemas. Em condomínios, por exemplo, a recomendação é que zeladores e síndicos estejam presentes, auxiliando o controle de acesso de moradores e respectivos convidados. O profissional de segurança, inclusive, não deve identificar só os veículos que adentrarem os condomínios, mas também seus passageiros. Na dúvida é melhor abordar o condutor, para se certificar que realmente se trata de um morador e, caso esteja acompanhado, indagar quanto ao acompanhante.

Já para casas, é importante a instalação de dispositivos de segurança eletrônica, como portões automatizados, câmeras monitoradas à distância, sensores sobre o perímetro dos muros, sensores de abertura de portas e janelas e botão de pânico. O perfeito funcionamento de um determinado sistema de segurança eletrônico depende, basicamente, da procura por uma empresa especializada, do desenvolvimento de um projeto adequado para o imóvel, do treinamento das pessoas envolvidas com a segurança e da manutenção preventiva do sistema.

“Com o aumento da criminalidade, a segurança eletrônica é extremamente necessária em casas e condomínios, principalmente quando temos de viajar ou nos ausentar por determinado período ou mesmo as atenções de todos estão mais vulneráveis em ocasiões de festa ou grandes eventos esportivos”, alerta Selma Migliori, Presidente da ABESE

E caso seja abordado, lembre-se:

  • Nunca reaja;
  • Não faça movimentos bruscos;
  • Tente permanecer calmo;
  • Peça autorização e avise quando for fazer algum movimento;

Fonte: ABESE

17ª Exposec movimenta R$ 2 Bi em negócios e recebe mais de 35 mil visitantes

Com forte expansão e ganhando cada vez mais presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, o mercado de segurança eletrônica fechou o ano de 2013 com um crescimento de 10%, registrando um faturamento de aproximadamente R$ 4,6 bilhões, segundo estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE.

Para se ter uma ideia da dimensão deste mercado,  setor conta atualmente com 18 mil empresas atuantes, sendo responsável por gerar cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos.

Inserida neste cenário, a 17ª Feira Internacional de Segurança (Exposec) encerrou sua 17ª edição quinta-feira (15/05) na capital paulista.Tecnologia e segurança formam uma dupla que deu certo. No Brasil, câmeras, alarmes e sistemas de controle de acesso estão entre os itens de vigilância mais procurados. “Existe tecnologia adequada para cada bolso”, afirma Selma Migliori, presidente da ABESE na abertura da Feira.

No primeiro dia da feira, durante o XXVI Congresso Brasileiro de Segurança Privada, a presidente Selma Migliori foi homenageada pelo presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança – ABSEG, Ricardo Tadeu Corrêa pela grande contribuição dada aos profissionais de segurança.

A Exposec 2014 aconteceu em um momento em que o mercado brasileiro de segurança eletrônica vislumbra uma grande expectativa de obter maiores garantias de profissionalização e organização com a aprovação do estatuto da segurança privada.

A presidente comenta que é possível perceber o amadurecimento da Feira, que está maior, com público mais qualificado, resultando em melhores negócios, podendo ser comprovado no número de visitantes, sendo mais de 35 mil pessoas. “A ABESE é a imagem de uma nova e moderna forma de interação entre pessoas e tecnologia e faz da EXPOSEC seu palco para prestigiar e tornar público os principais lançamentos do setor e antecipar tendências.

A cada ano não medimos esforços para desenvolver um mercado competitivo e inovador, trabalhando com muita energia para avançar nas ações de capacitação e profissionalização, ampliando a representatividade de todos os elos envolvidos no mercado de sistemas eletrônicos de segurança. Buscamos não apenas o fortalecimento de nossa representatividade no país, mas, sobretudo contribuímos para disseminar informação, esclarecimentos e oferecer apoio à segurança e agilidade em toda a sociedade”.

Realizada pela ABESE, a Exposec foi ainda palco de apresentação de soluções inéditas para o mercado de segurança eletrônica. A Feira reuniu mais de 35 mil visitantes, que conheceram as novidades em tecnologia e serviços para o setor, por meio de mais de mil marcas nacionais e internacionais e 650 expositores, envolvendo circuito fechado de TV, controle de acesso, blindagem, alarmes, centrais de proteção perimetral, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança e outras tecnologias.

Sobre a ABESE:

Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – é uma entidade representativa das empresas de sistemas eletrônicos de segurança de âmbito nacional, sem fins lucrativos e tem como a finalidade de orientar, promover, apoiar e divulgar as atividades de seus associados, representando-os publicamente, defendendo seus direitos e interesses.  Fundada em 1995 por um grupo de empresários brasileiros, a ABESE surgiu pela necessidade cada vez maior das empresas se organizarem dentro do segmento e hoje reúne cerca de 400 empresas de todas as regiões do País. Na entidade, os empresários do setor encontram iniciativas que promovem a capacitação profissional, a valorização da qualidade e a regulamentação oficial do segmento.

Começa hoje a EXPOSEC

Entre os dias 13 e 15 de maio, O Centro de Exposições Imigrantes abrigará o maior evento de segurança eletrônica da América Latina. Trata-se da 17ª edição da Feira Internacional de Segurança – EXPOSEC. O evento acontece das 13h às 20h30.

Realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE, a entidade representante do setor, o evento é o encontro oficial do segmento e foca em três grandes propósitos: gerar negócios, apresentar novidades tecnológicas e antecipar tendências.

A presidente da ABESE, Selma Migliori comenta que a Entidade é a imagem de uma nova e moderna forma de interação entre pessoas e tecnologia e faz da EXPOSEC seu palco para prestigiar e tornar público os principais lançamentos do setor e antecipar tendências.

“A cada ano não medimos esforços para desenvolver um mercado competitivo e inovador, trabalhando com muita energia para avançar nas ações de capacitação e profissionalização, ampliando a representatividade de todos os elos envolvidos no mercado de sistemas eletrônicos de segurança. Buscamos não apenas o fortalecimento de nossa representatividade no país, mas sobretudo contribuímos para disseminar informação, esclarecimentos e oferecer apoio à segurança e agilidade em toda a sociedade”, afirma a presidente.

Abrangente e completa, a 17ª EXPOSEC reunirá em seu espaço empresas que atuam com diversos gêneros da segurança eletrônica, como sistemas de alarme, circuito fechado de TV (câmeras de vídeo), controle de acesso, detecção de incêndio dentre outros.

Além de abrigar uma exposição comercial de alto nível com a presença de diversas empresas líderes em suas áreas de atuação, a EXPOSEC 2014 também funcionará como um grande centro de fomento de ideias e intercâmbio de informações.

O Centro de Exposições Imigrantes fica na Rodovia dos Imigrantes Km 1,5.

Informações: www.abese.org.br ou pelo telefone: 3039 4100.

Entrada gratuita.

Eletrônicos crescem 10% ao ano em uma década

Por Inaldo Cristoni | Para o Valor, de São Paulo

O mercado brasileiro de sistemas eletrônicos de segurança, que registrou faturamento de R$ 4,6 bilhões no ano passado e conta com 18 mil empresas, vem crescendo a uma taxa média anual de 10% nos últimos dez anos no Brasil, tendo como pano de fundo a oferta de plataformas integradas de soluções – abrangendo sistemas de circuito fechado de TV (CFTV), alarme e controle de acesso – e a migração das câmeras analógicas para digitais (tecnologia IP), que asseguram melhor qualidade e integridade das imagens geradas.

Utilizados cada vez mais para auxiliar no combate à violência urbana, os sistemas eletrônicos têm sido bastante demandados pelos órgãos governamentais, que estão investindo em projetos de videomonitoramento das cidades. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), o poder público responde por 9% do faturamento do setor e tem potencial para absorver fatia ainda maior.

Condomínios comerciais, bancos e indústrias também são grandes usuários. Outro mercado potencial é o de residências, já que são poucas as que possuem algum tipo de proteção. “O mercado de segurança eletrônica cresce 10% sem qualquer regulamentação. Fizemos um estudo com a Universidade de São Paulo que mostra que, com uma lei específica, esse mercado vai crescer ordenadamente por volta de 20% ao ano porque as soluções são baratas e simples”, afirma Selma Migliori, presidente da Abese.

Alckmin anuncia ampliação de sistema para monitoramento de crimes em SP

SÃO PAULO – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), assinou na manhã desta quarta-feira, 16, a ampliação do sistema Detecta, para monitoramento de crimes, com câmeras e alarmes em tempo real. A polícia, por meio dos tablets das viaturas, terá acesso a 500 câmeras com transmissão ao vivo para localizar criminosos. Também será possível acessar o banco de dados de órgãos como o Detran para identificar veículos suspeitos mesmo que os policiais não tenham todas as letras e números das placas dos carros.

“Assinamos hoje com a Prodesp e a Microsoft. É a primeira vez que sai dos Estados Unidos esse modelo”, disse Alckmin. Ainda de acordo com o governador, a tecnologia deve estar em funcionamento entre 90 e 120 dias. “É um software extremamente inteligente no sentido de fazer a integração de dados.”

Para Fernando Grella Vieira, secretário de Estado de Segurança Pública, o modelo é “uma ferramenta indispensável para avançar na segurança pública”. Segundo Grella, hoje os bancos de dados não estão integrados. O sistema foi desenvolvido em parceria com a polícia de Nova Iorque. O governo do Estado também espera que a iniciativa privada integre os seus sistemas de monitoramento ao Detecta.

O secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Julio Semeghini, afirmou que o sistema também vai utilizar mil câmeras de monitoramento da Prefeitura de São Paulo.