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Segurança Patrimonial

Noticias sobre os recentes assaltos a condomínios, bares e restaurantes geram intensa polêmica. Afinal, a quem de fato cabe a responsabilidade de garantir a segurança destes estabelecimentos? Sabe-se que, atualmente, a violência lidera o ranking dos problemas sociais e, por isso, os esforços da segurança pública não podem atender aos interesses pessoais ou particulares da sociedade. O Brasil, no entanto, carece de ação enérgica e integrada para enfrentar este problema. O Mapa da Violência 2012 revela que de 1981 a 2010 mais de 176 mil crianças e adolescentes foram assassinados. A taxa passou de 3.1, na década de 1980, para 13.8, em 2010, de cada 100 mil. Se o crime contra pessoas aumenta, contra o patrimônio cresce incontrolavelmente. O ano de 2012 começou com recordes em números de roubo ao patrimônio, no estado de São Paulo. O primeiro semestre teve 4% mais casos que em 2011. No ano passado, ao todo foram 1.155.578 ocorrências, 6% a mais que 2010.

Diante desse cenário, é difícil estabelecer as prioridades da segurança pública. Sobra ao cidadão uma opção: investir em recursos de segurança. Foi a partir desta necessidade, inclusive, que a atividade de segurança privada surgiu no Brasil, na década de 1960. Na época, a preocupação era diminuir os assaltos a bancos, que tiveram de recorrer aos serviços de empresas de segurança para diminuir os casos.

Não que se deva se obrigar, condomínios, bares e restaurantes a empregar segurança privada, mas, o caso dos bancos deveria servir de exemplo de como a prevenção gera resultado. Condomínios têm de estudar seu espaço físico para descobrir pontos vulneráveis devendo, ainda, contratar profissionais qualificados e com boas referências. O mesmo vale para bares e restaurantes. Não se trata de privar o poder público de suas responsabilidades, porém já não se pode negar que a proteção pessoal e a patrimonial são razões que valem o investimento.

Jorge Adir Loiola – Diário de São Paulo

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