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Contrate com segurança

Face aos riscos e resultados nocivos, e pela temeridade e desinformação, com que muitas empresas tomadoras de serviços vêm se deparando ao contratar serviços de segurança através de empresas “clandestinas”, ou sem qualquer habilitação técnica e legal, é imprescindível esta campanha de advertência e conscientização ao mercado e ao público em geral:

LEGISLAÇÃO QUE NORMATIZA E REGULAMENTA A ATIVIDADE DE SEGURANÇA PRIVADA:

O exercício da atividade de vigilância e segurança privada, é regido por legislação federal específica: Lei n.º 7.102/83 que estabelece normas para a constituição e funcionamento das empresas que exploram serviços de segurança, regulamentado pelo Decreto n.º 89.056/83 e Portaria n.º 992/95 que estabelece normas para o exercício da atividade de segurança privada no País.

O QUE SÃO EMPRESAS CLANDESTINAS?

São empresas que atuam no mercado, prestando serviços de vigilância e segurança sem estarem em condições legais e técnicas para fazê-lo, e provocam verdadeira desordem, prejudicando sobremaneira as empresas legalmente constituídas. Trabalham em total desobediência à Lei, provocando inúmeros problemas onde, infelizmente, alguns muito trágicos, veiculados quase que diariamente na imprensa.

COMO AS EMPRESAS “CLANDESTINAS” CONTRATAM SEUS FUNCIONÁRIOS:

* Admissão de pessoas não habilitadas (sem curso de formação em escola credenciada pela Polícia Federal);
* Sem verificação de antecedentes criminais;
* Sem exames de saúde física e mental;
* Porte de arma em nome de pessoa física;
* Sem critério do mínimo indispensável de escolaridade;
* Não respeita o piso salarial determinado pela categoria;
* Seu funcionário não tem seguro de vida;
* Não recolhe os encargos sociais;
* Não arca com as responsabilidades civil e criminal.

Invariavelmente, por ocasião da proposta de serviços, essas empresas informam ao tomador de serviços, que não existem problemas; que as exigências da lei só são aplicadas ao vigilante que trabalha armado. Isto não é verdade! A legislação é muito clara e específica. Determina que toda empresa que exercer a prestação de serviços de Vigilância/Segurança (no caso inibir ou coibir a ação criminosa), armada ou desarmada, deverá possuir a Autorização de Funcionamento (documento hábil expedido pelo Departamento de Polícia Federal e renovado anualmente), que permite a empresa explorar este ramo de atividade.

HABILITAÇÃO TÉCNICA DAS EMPRESAS REGULARIZADAS:

Todo o serviço de vigilância/segurança, seja ele prestado em Indústrias, Comércio, Residências, Condomínios, Eventos, etc., deve ser efetuado por empresa regularizada e apta tecnicamente, a atuar na atividade. Uma empresa de segurança privada, para exercer sua atividade – ARMADA ou DESARMADA, necessita ter competência técnica e habilitação legal, comprovada através dos seguintes documentos, renovados anualmente:
CERTIFICADO DE SEGURANÇA – emitido pelo Departamento de Polícia Federal, certificando que a empresa foi fiscalizada e está em condições técnicas de prestar serviços.
AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO – emitida pelo Ministério da Justiça, com publicação no D.O.U. (Diário Oficial da União) permitindo que a empresa possa atuar nesse segmento econômico.

SEGURANÇA ORGÂNICA:

A mesma legislação, determina que os Serviços Orgânicos de Segurança (ou Segurança Própria como é comumente chamada) – são autorizados, controlados e fiscalizados pelo Departamento de Polícia Federal. Assim, uma empresa que tenha objeto econômico diverso da vigilância ostensiva e do transporte de valores, e que utilize pessoal de quadro funcional próprio para a execução de sua segurança – armada ou desarmada – deverá, também, se adaptar à legislação, requerendo a Autorização de Funcionamento junto à Delegacia de Polícia Federal, para atuar como empresa Orgânica.

Caso a empresa não possua os documentos citados, é considerada irregular – ou clandestina –, podendo acarretar inúmeros transtornos ao tomador de serviços, que se responsabilizará civil e penalmente, na ocorrência de qualquer evento danoso provocado pela empresa clandestina e/ou seu funcionário.

“VIGILANTE AUTÔNOMO”: NÃO EXISTE essa função, uma vez que o profissional de segurança deve estar registrado numa empresa especializada e possuir o Certificado de Conclusão do curso de formação para Vigilantes, devidamente registrado na Polícia Federal e, também, ser registrado na D.R.T. (Delegacia Regional do Trabalho) e possuir a Carteira Nacional do Vigilante para exercer a atividade.

“SEGURANÇA EFETUADA POR POLICIAIS CIVIS E MILITARES”: É, também, PROIBIDA a prestação de serviços de vigilância/segurança efetuada por Policiais Civis e/ou Militares.

CUIDADOS BÁSICOS A SEREM TOMADOS, ANTES DE CONTRATAR SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA/SEGURANÇA, PARA VOCÊ OU PARA SUA EMPRESA:

Conheça a empresa que pretende contratar e os métodos de treinamento dos seus seguranças, visitando a empresa e a academia de formação de seus funcionários;
Peça um plano de segurança à empresa que pretende contratar, onde deverá estar especificado o número adequado de vigilantes a ser utilizado; o sistema de alarme adequado e/ou outros dispositivos de segurança a serem utilizados, de forma que seja garantida a incolumidade física de pessoas ou do local onde serão prestados os serviços.

Exija o Alvará de Funcionamento e o Certificado de Segurança devidamente renovados (sem esses documentos, a empresa não pode funcionar).
Para se certificar da legalidade da prestação de serviços das empresas do setor, ou da empresa que pretende contratar, ligue para o SESVESP – Telefone: (011) 3858-7360.

Peça informações na DELESP – Delegacia de Segurança Privada de São Paulo, ou nas Comissões de Vistoria;

Fonte: www.sesvesp.com.br

Operação Carnaval reforça segurança para garantir folia

Portal do Governo do Estado de São Paulo

Qui, 03/03/11 – 16h00

O policiamento será reforçado em todo o Estado de São Paulo para a Operação Carnaval, no período de 4 a 9 de março, com a expectativa de emprego de 84 mil policiais militares e aproximadamente 27 mil viaturas – entre carros e motos.

A operação será realizada com a intensificação e integração dos Programas de Policiamento (Escolar, Comunitário, de Trânsito e Motocicletas), Radiopatrulhamento e Força Tática a fim de manter a ordem pública durante todo o período de festa e comemorações.

Participarão da Operação Carnaval todos os batalhões de Policiamento do Estado (com seu efetivo intensificado); Policiamento Rodoviário; Policiamento Ambiental; Corpo de Bombeiros; Policiamento de Choque (montado e com cães); além do apoio do Grupamento Aéreo e de unidades administrativas.

Durante o período, os militares contarão com oito aeronaves, sendo cinco no litoral, 686 cães e cavalos, além de 334 embarcações, para garantir a tranquilidade e segurança pública e reduzir os índices criminais recorrentes nessa época do ano.

Além do reforço em instrumentos e força policial, a operação atuará em conjunto com outras quatro ações já aplicadas no estado: Operação Direção Segura, Praia Segura, Visibilidade e Cavalo de Aço.

Nas áreas urbanas é desenvolvida a Operação Direção Segura que conta pelo terceiro ano consecutivo com os aparelhos de medição alcoólica no sangue, o “bafômetro”. Nesta ação, os policiais atuam próximo aos eventos relacionados ao carnaval, no entorno e nos acessos desses locais coibindo os acidentes de trânsito. Além disso, o Comando de Policiamento da Capital atua dentro e fora do sambódromo.

O Corpo de Bombeiros, em conjunto com a Polícia Militar Ambiental, intensificará a Operação Praia Segura, por meio de um mapeamento das áreas com maior número de afogamentos (praias/represas) e orientação aos banhistas. Devido a essa operação, o número de afogamentos registrou queda de 12% de 2009 para 2010.

Para o início e final do feriado a polícia intensificará a fiscalização nos aeroportos, estradas e terminais rodoviários, com o objetivo de prevenir os acidentes de trânsito.

Além dessas, a Operação Cavalo de Aço auxiliará com a vistoria de motocicletas, visando o combate a criminalidade, e o Comando de Policiamento de Choque apoiará o Comando da Capital e também reforçará o policiamento no acesso à rodovia Anchieta. Além disso, as Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota) e as Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam) intensificarão o policiamento no litoral, principalmente nas cidades de Santos, São Vicente, Praia Grande e Guarujá.

Tanto o mega evento do sambódromo, quanto os carnavais de rua e das praias serão monitorados por ações policiais, as quais estimam a circulação de aproximadamente 7 milhões de turistas pelas estradas.

Essas ações de segurança foram reforçadas com a Operação Pré Carnaval realizada por policiais civis da região de Ribeirão Preto, no último dia 24.

Uma ação semelhante foi realizada na região de Campinas, resultando em 33 prisões em flagrante e 26 capturas de procurados, além da apreensão de entorpecentes e armas de fogo. Em maior escala, a Operação de Ribeirão Preto envolveu as oito delegacias da região e resultou na prisão de 271 pessoas, apreensão de 20 adolescentes infratores, além da captura de três armas de fogo e 2,1 quilos de droga.

A Polícia Civil ainda atuará neste carnaval com esquema de policiamento reforçado e aumento do efetivo nos plantões policiais e unidades prisionais de todo o Estado. Somente na divisão de portos e aeroportos trabalharão 130 policiais em regime de plantão, distribuídos em grupos de 60, para cada dia de carnaval.

No sambódromo será montada uma Delegacia de Atendimento ao Turista (DEATUR), que funcionará nos dias de desfiles, apuração e desfile das campeãs. Esta unidade contará ainda com policiais bilíngües e trilíngues para orientar os turistas e uma sala para abrigar temporariamente os presos em flagrante.

Um balanço comparativo da Polícia Civil mostra que sua atuação no carnaval de 2010 registrou queda nos índices criminais em relação a 2009. Os crimes contra o patrimônio caíram 6,11%, sendo registrados 534 na Capital, 342 na Grande São Paulo e 677 no Interior.

Os furtos, registrados em maior quantidade na região interiorana, caíram 5,66%, já os roubos foram reduzidos a 1.865 registros em 2010, no ano anterior foram informados 2.298 ocorrências pelos civis, totalizando queda de 18,84%. O índice com maior queda é o de acidentes de trânsito com vítima fatal, que caiu 34,26%.

Da Secretaria da Segurança Pública

Dicas nas viagens

Com base nos sinistros mais comuns, no litoral ou no campo, segue  uma série de dicas que auxiliam a evitar roubos e furtos durante a viagem.

Confira abaixo algumas dicas de como proceder e saiba também como os ladrões costumam agir.

MÉTODOS DOS LADRÕES:

• Os assaltantes costumam utilizar mulheres e crianças para observar os moradores, em especial, os turistas em suas casas. Para disfarçar, esses “olheiros” geralmente pedem alguma coisa para o morador e vão embora. Eles transmitem tudo o que observaram para os ladrões, como o número de hospedes, o modelo do veículo, se a família mantém o portão aberto, e se tem o costume de ficar conversando na calçada.

• Os furtos geralmente são praticados por assaltantes de bicicletas, motos ou a pé, sempre acompanhados.

• Nos assaltos as residências, durante o dia ou a noite, os ladrões armados costumam surpreender os turistas ao pular o muro ou abordar a vítima na chegada ou saída da residência. Em seguida, após recolherem os pertences de maior valor, utilizam o veículo da família para fuga.

• Preferem furtar ou roubar eletrodomésticos, armas, DVDs, vídeo games, cheques, dinheiro e aparelhos telefônicos.

AO CHEGAR DE VIAGEM

• Nunca tire seus pertences na rua. Procure descarregar seu veículo dentro da garagem para evitar que pessoas estranhas saibam o que você trouxe.

• Não deixe objetos (bolsas, sacolas, óculos, celular) sobre os bancos.

• Se possível, mantenha o alarme sempre acionado.

• Não deixe o carro e vidros abertos, mesmo que o afastamento seja por pouco tempo e de pequena distância

NA CASA DE VERANEIO

• Não deixe portões abertos e objetos (bicicleta, brinquedos e bolsas) em locais de fácil acesso.

• Evite ficar conversando na porta, mesmo que esteja em grupo.

• Se possível, quando for à praia ou se ausentar da casa de campo, deixe alguém em casa, ou comunique sua ausência a um vizinho de confiança, deixando seus contatos, como telefone celular.

• Evite deixar que as janelas da casa sejam “vitrine” para os objetos de valor no interior da casa.

• Não deixe jóias e dinheiro dentro da casa, mesmo que seja em um cofre. No período da viagem, utilize cofres de bancos ou empresas privadas.

• Ao chegar na residência tenha atenção e entre rapidamente. Caso haja algum suspeito, não entre. Dê algumas voltas e ligue para a Policia Militar no telefone 190.

• Feche bem as portas e janelas, mesmo que tenha que sair por pouco tempo. Se for possível, reforce as portas com fechaduras auxiliares.

• Mantenha uma luz externa ligada durante a noite. Se notar a presença de pessoas suspeitas, ligue imediatamente para o telefone 190.

• Lembre-se de que os “ladrões de ocasião” optam por residências cujo acesso é mais fácil, com menos itens de segurança.

• Em hipótese alguma reaja a um assalto.

Fonte: Allianz Seguros

Roubo lidera detenção de menores na capital e tráfico, no interior de SP

Levantamento inédito aponta mudança no perfil do jovem infrator no estado.
Na capital, 71% dos adolescentes na Fundação Casa respondem por roubo.

Tahiane Stochero Do G1, em São Paulo

Levantamento inédito realizado pela Fundação Casa (antiga Febem), em São Paulo, e obtido com exclusividade pelo G1, aponta mudança no perfil dos jovens infratores no estado. Segundo os dados da instituição, atualmente, o que mais leva os adolescentes infratores para a Fundação Casa são os crimes de roubo qualificado (com violência ou ameaça) e tráfico de drogas, ao contrário do que ocorria nos anos 90 e início da década, quando o furto era o crime mais recorrente entre os internos da Febem.

Também há diferenças entre adolescentes infratores nas várias regiões do estado de São Paulo. Na capital, em 2010, 71,4% dos detidos eram acusados por roubo qualificado e 13,3%, por tráfico. A situação começa a se inverter na Grande São Paulo, onde o número de adolescentes de 12 a 18 anos atrás das grades por roubo cai para 46,6% em 2010. O número de apreendidos por tráfico é maior: 38,2%.

No interior do estado, o tráfico lidera os crimes cometidos pelos adolescentes (47%). O mesmo se repete no litoral, onde 40% são acusados de porte ilegal de drogas.

Segundo a presidente da Fundação Casa, Berenice Giannella, “a mudança no perfil dos adolescentes recolhidos reflete a migração do crime”. “Na capital, muitos adolescentes acabam apreendidos porque se envolvem com quadrilhas, que até mesmo roubam para sustentar vícios da droga”, diz Berenice.

Na Unidade Ouro Preto, na Zona Norte da capital paulista, adolescentes detidos por vários crimes cumprem medida sócioeducativa determinada pela Justiça (Foto: Reprodução/G1)

Outro fator para maior apreensão de adolescentes por tráfico no interior deve-se, segundo Berenice, ao fato de juízes nessa região determinarem a internação dos garotos logo na primeira vez em que eles são detidos. “Na capital, os juízes costumam cumprir o que diz o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e só determinam a internação em casos graves, lá pela segunda ou terceira vez em que o adolescente é apreendido por tráfico”, acrescenta a presidente da Fundação Casa.

Diretora da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP), a juíza Brigitte Remor de Souza May diz que “o estudo demonstra uma mudança na realidade da criminalidade juvenil nos grandes centros”.

“No país inteiro, a maioria dos adolescentes detidos é por furto, pois ocorre sem violência ou uso de arma, e também crimes contra o patrimônio, como roubo de carros e assaltos. Mas o tráfico é um fenômeno que vem crescendo muito no Brasil, não só em São Paulo, como no Rio de Janeiro, Florianópolis, Natal, Fortaleza e grandes capitais”, afirmou a juíza ao G1.

Porcentagem de adolescentes infratores detidos no estado de São Paulo
Região / Ato Infracional 2006 (%) 2010(%)
Capital – Roubo qualificado 67,7% 71,4%
Capital – Tráfico de drogas 9,8% 13,3%
Capital - Furto 5% 4,6%
Grande São Paulo – Roubo 54,9% 46,6%
Grande São Paulo – Tráfico 22,1% 38,2%
Grande São Paulo - Homicídio 5,6% —– *
Interior – Roubo 38% 25,5%
Interior - Tráfico 24,9% 47,1%
Interior - Homicídio 6% —– *
Litoral – Roubo 56,2% 39,4%
Litoral - Tráfico 25,5% 40%
Litoral – Homicídio doloso 2,8% —– *
* (o crime não está entre os 5 maiores no ano)

“O tráfico de drogas tem ocupado cada vez mais espaço na vida dos adolescentes, principalmente em condições de rua”, acrescenta Brigitte.

Assassinatos e latrocínios em queda
O estudo da Fundação Casa também apontou diferenças no perfil dos jovens infratores no litoral sul paulista. Até 2010, a maioria dos garotos apreendidos na área era por roubo – eram 56% em 2006; caindo para 50% em 2009. No ano passado, o tráfico de drogas assumiu a liderança entre os índices criminais de adolescentes: 40% foi detido pelo crime.

Jovens detidos estudam no período em que estão na Fundação Casa (Foto: Reprodução/G1)

Homicídios e latrocínios (roubos com morte) não estão mais entre os principais crimes que levam os adolescentes para a Fundação Casa em São Paulo, aponta o levantamento, como eram no início da década.

Em 2006, 5,6% dos detidos na Grande São Paulo e 6% no interior eram acusados de assassinatos. Desde o ano passado, a categoria homicídios não está nem entre as cinco maiores causas das infrações dentre os garotos.

Roubando desde os 9 anos
Há sete meses na unidade Ouro Preto da Fundação Casa, na Vila Maria, Zona Norte de São Paulo, o garoto Carlos (nome fictício), de 16 anos, foi detido por tráfico de drogas na Cracolândia, no Centro da capital. Ele começou a traficar por influência de amigos e diz que queria “ajudar a família”.

“Meu objetivo era colaborar com as finanças da casa, mas acabou dando tudo errado. Tudo o que eu ganhava na venda das drogas passei a jogar fora, gastando em drogas que eu mesmo consumia, como maconha e cocaína”, diz Carlos, que joga futebol no time da unidade.

“Fiz roubos, furtei pessoas nas ruas, tudo para conseguir dinheiro para as drogas. Estou arrependido, ficar aqui dentro, longe da família, nos faz refletir sobre o que a gente quer para a vida”, afirma o garoto.

João Pedro (também nome fictício) começou a roubar aos 9 anos. Aos 12, comprou uma arma por R$ 780 com amigos em Guarulhos, na região metropolitana, para lucrar com assaltos e também “se proteger”. “Quem entra para esse mundo não pode confiar em ninguém, qualquer dia pode morrer. Vi vários amigos tombando em confronto com a polícia. Eu mesmo acertei um PM em um tiroteio na Zona Norte da capital no ano passado, quando roubávamos um comércio”, relembra o garoto.

Tráfico e os tiroteios na vida
Ambos com 18 anos, Maurício e Douglas (também nomes fictícios) trocaram tiros com a polícia em roubos várias vezes antes de serem detidos. Maurício tem quatro marcas de tiros pelo corpo e quer tapá-las com tatuagem. “Lucrava R$ 700 por dia, só para mim, em uma boca de venda de drogas de Embu, na Grande São Paulo. Gastava todo o dinheiro em festas, mas nunca me viciei em droga”, diz o garoto.

“Fiz assaltos de todos os tipos. A gente atira contra as pessoas para não ser pego pela polícia, para se defender, fugir rápido. É ruim quando a pessoa reage, dá um medo da coisa ficar ruim. Depois que você mata alguém, bate o arrependimento. Podia ser um pai de família que perdeu a vida, um inocente. Mas o que fazer, é você ou ele”, diz Maurício.

Douglas viajou da capital ao litoral paulista em um carro roubado para assaltar um posto de gasolina. Deu azar porque seu grupo foi surpreendido pela PM. “Era tiro para todos os lados. Meu companheiro morreu e um policial também. Não morri porque não era meu dia”, diz Douglas.

Agora ele participa das reuniões da direção da unidade Ouro Preto da Fundação Casa para ajudar a direção a mudar o destino dos jovens, preparando-os para voltar às ruas e não cometer novos crimes.

O mapa da violência no País

28 de fevereiro de 2011 | 0h 00

O Estado de S.Paulo

O quadro da violência no Brasil está mudando. Antes concentrada nas áreas mais pobres das regiões metropolitanas do Sudeste, agora está se expandindo para as regiões mais pobres – especialmente para o interior e para a periferia – das capitais do Nordeste. Esta é a região onde os índices mais cresceram – entre 1998 e 2008, os homicídios aumentaram 65%; os suicídios, 80%; e os acidentes de trânsito, 37%.

No caso específico da violência criminal, enquanto São Paulo e Rio de Janeiro registraram queda acentuada do número de homicídios, entre 1998 e 2008, em alguns Estados nordestinos a situação se tornou crítica. No Maranhão, os assassinatos cresceram 297% e na Bahia, 237,5%. Em Alagoas, que em 2008 ocupava o 1.º lugar no ranking de homicídios, os novos bairros da região metropolitana de Maceió ganharam o nome de Iraque e Vietnã, sendo tratados pelas autoridades locais como verdadeiros campos de batalha. Para a Organização Mundial da Saúde, taxas superiores a 10 homicídios por 100 mil habitantes configuram “violência epidêmica”. Em Alagoas, o índice foi de 60,3 assassinatos por 100 mil habitantes, em 2008.

Esta é a síntese do Mapa da Violência de 2011, um amplo levantamento que é realizado anualmente nos mais de 5,5 mil municípios brasileiros pelo Instituto Sangari, com apoio do Ministério da Justiça. Em sua 12.ª edição, o trabalho foi elaborado com base nos dados do Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde.

Segundo o coordenador do trabalho, Julio Jacobo Waiselfisz, a tendência de desconcentração da violência decorre de dois fatores: a multiplicação dos polos de crescimento econômico, por um lado, e as deficiências estruturais do poder público, por outro. “Os polos emergem com força e peso econômico, mas quase não têm a presença do Estado em serviços de segurança pública, que continuam praticamente à míngua. Em determinado momento, capitais e áreas metropolitanas começam a receber investimentos para melhoria do aparato de repressão e mais eficiência policial. Mas as áreas do interior, antes consideradas calmas, ficam desprotegidas”, diz ele.

Além da desconcentração da violência, o estudo mostra uma tendência de crescimento dos índices de homicídio entre a população jovem. Segundo o IBGE, em 2008 o Brasil tinha um contingente de 34,6 milhões de habitantes com idade entre 5 e 24 anos – o equivalente a 18,3% de toda a população brasileira. Entre 1988 e 2008, quase 40% das mortes de pessoas dessa faixa etária foram causadas por assassinatos. Nas demais faixas etárias, os assassinatos representaram somente 1,8% do total de óbitos.

A expansão da chamada “vitimização juvenil” decorre de várias causas. No interior do Nordeste, por exemplo, vaqueiros e agricultores trocaram o cavalo pela moto – o que, conjugado com o abuso de álcool, resultou numa significativa elevação do número de mortos em acidentes de trânsito. No caso dos homicídios, as vítimas são, em grande maioria, negras. No Estado da Paraíba, por exemplo, o número de negros assassinados foi 12 vezes maior, proporcionalmente, que o de vítimas brancas, entre 2002 e 2008.

Segundo o Mapa da Violência de 2011, o número de jovens brancos que foram vítimas de homicídio caiu 30% nesse período. Já entre os jovens negros houve um aumento de 13%, no mesmo período. Isso decorre, basicamente, da má distribuição de renda, das diferenças de escolaridade e das desigualdades de oportunidades entre brancos e negros. Por serem mais afetados pela pobreza, pelo analfabetismo e pela falta de opções profissionais, muitos jovens negros se envolvem com o tráfico e passam a roubar para comprar crack – e isso os leva a se envolverem nas guerras entre quadrilhas e a se tornar alvos de justiceiros, milícias e esquadrões de extermínio.

Exibindo as históricas disparidades sociais e regionais do País, o Mapa da Violência de 2011 não traz maiores novidades. Não obstante, é um instrumento importante para a formulação de políticas que combinem programas sociais, melhoria de serviços públicos para os setores carentes e estratégias mais eficientes de combate à criminalidade.

Aumenta o número de assaltos a clientes de banco em São Paulo

Só esta semana, foram registrados quatro casos da chamada “saidinha de banco”,todos com violência.

Jornal Nacional

Edição do dia 24/02/2011

24/02/2011 21h43 – Atualizado em 24/02/2011 21h43

Nesta semana, clientes de bancos foram vítimas de quatro assaltos parecidos, em São Paulo. Duas pessoas foram assassinadas.

Do alto do prédio, um funcionário de um escritório registrou o momento seguinte a um assalto na Zona Sul de São Paulo. Os dois homens dominados por seguranças são ladrões, que tentaram roubar uma mulher, mas eles foram baleados por um bombeiro.

“Eles seguiram a mulher, tomaram o envelope dela, e o segurança do supermercado percebeu a ação e derrubou os dois da moto”, revela o aposentado Cláudio Martins e Martinês.

A vítima foi uma mulher de 76 anos que havia acabado de descontar um cheque. Como nunca havia sido assaltada, ela saiu despreocupada do banco, atravessou a avenida e foi tomar um lanche. Na calçada, ela foi atacada por dois motoqueiros. Naquele instante, ela cometeu um erro: lutou com um dos bandidos. “A polícia orienta que jamais reaja. Patrimônio a gente recupera depois”, orienta o major Marcel Lacerda Soffner, porta-voz da PM.

Esse foi o quarto caso esta semana em São Paulo de um crime registrado como roubo, mas popularmente chamado de “saidinha de banco”, todos com violência.

Na terça-feira (22), um homem foi assassinado na porta da agência. A mãe dele sacou R$ 19 mil. Um ladrão que se passava por cliente avisou os comparsas do lado de fora. Eles cercaram o carro e atiraram. A única pista é a imagem das câmeras de uma empresa. Um ladrão fugiu de moto. Outro correu. No mesmo dia, mais um cliente foi baleado quando chegava ao banco para depositar R$ 11 mil.

Nesta quarta-feira (23), um comerciante foi morto na saída desse banco. Os ladrões atiraram e fugiram sem levar nada. Para a polícia, os clientes devem andar com menos dinheiro no bolso.

“Usar toda tecnologia necessária e disponível, fornecida pela instituição bancária aos seus clientes: internet banking, transferência bancária, cartões de crédito, holerites eletrônicos com cartões pra pagamento de funcionário. Tudo isso facilita e evita maiores problemas”, aponta o major Marcel Lacerda Soffner.

A cada 2 minutos, 5 mulheres espancadas

Apesar de chocante, nº. vem caindo nos últimos anos – eram 8 há uma década; 8% dos homens admitem já ter agredido a companheira

21 de fevereiro de 2011 | 0h 00

Flávia Tavares – O Estado de S.Paulo

Pesquisa feita pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc projeta uma chocante estatística: a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente no Brasil. E já foi pior: há 10 anos, eram oito as mulheres espancadas no mesmo intervalo.

Realizada em 25 Estados, a pesquisa Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado ouviu em agosto do ano passado 2.365 mulheres e 1.181 homens com mais de 15 anos. Aborda diversos temas e complementa estudo similar de 2001. Mas a parte que salta aos olhos é, novamente, a da violência doméstica.

“Os dados mostram que a violência contra a mulher não é um problema privado, de casal. É social e exige políticas públicas”, diz Gustavo Venturi, professor da USP e supervisor da pesquisa.

Para chegar à estimativa de mais de duas mulheres agredidas por minuto, os pesquisadores partiram da amostra para fazer uma projeção nacional. Concluíram que 7,2 milhões de mulheres com mais de 15 anos já sofreram agressões – 1,3 milhão nos 12 meses que antecederam a pesquisa.

A pequena diminuição do número de mulheres agredidas entre 2001 e 2010 pode ser atribuída, em parte, à Lei Maria da Penha. “A lei é uma expressão da crescente consciência do problema da violência contra as mulheres”, afirma Venturi.

Entre os pesquisados, 85% conhecem a lei e 80% aprovam a nova legislação. Mesmo entre os 11% que a criticam, a principal ressalva é ao fato de que a lei é insuficiente.

Visão masculina. O estudo traz também dados inéditos sobre o que os homens pensam sobre a violência contra as mulheres. Enquanto 8% admitem já ter batido em uma mulher, 48% dizem ter um amigo ou conhecido que fizeram o mesmo e 25% têmparentes que agridem as companheiras. “Dá para deduzir que o número de homens que admitem agredir está subestimado. Afinal, metade conhece alguém que bate”, avalia Venturi.

Ainda assim, surpreende que 2% dos homens declarem que “tem mulher que só aprende apanhando bastante”. Além disso, entre os 8% que assumem praticar a violência, 14% acreditam ter “agido bem” e 15% declaram que bateriam de novo, o que indica umpadrão de comportamento, não uma exceção.

Na infância. Respostas sobre agressões sofridas ainda na infância reforçam a idéia de que a violência pode fazer parte de uma cultura familiar. “Pais que levaram surras quando crianças tendem a bater mais em seus filhos”, explica Venturi. No total, 78% dasmulheres e 57% dos homens que apanharam na infância acreditam que dar tapas nos filhos de vez em quando é necessário. Entre as mulheres que não apanharam, 53% acham razoável dar tapas de vez em quando.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110221/not_imp682309,0.php

A CET montou armadilha para assaltos.

Vítimas são atacadas dentro do carro quando reduzem velocidade ao passar por lombada eletrônica. Moradores pedem mão única no local, mas CET alega “inviabilidade técnica” para a mudança.

Fabio Pagotto
DIÁRIO SP

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) criou uma armadilha para os motoristas na Rua Doutor Flávio Américo Maurano, no Morumbi, Zona Oeste da capital. Movimentada, junto com sua continuação, a Rua Doutor Francisco Tomás, ela serve de ligação entre duas artérias do bairro, a Avenida Giovanni Gronchi e a Avenida Morumbi. Assaltantes se aproveitam de duas lombadas no asfalto e de uma lombada eletrônica para realizar roubos a veículos. “Fui assaltado com quatro amigas quando voltava de uma festa. Diminuí para passar na lombada eletrônica e oito assaltantes surgiram de um buraco no muro ao lado”, disse o médico A. S., que pediu para não ser identificado. “Estavam armados e ficaram na frente do carro. Tive que parar. Levaram jóias, relógios, celulares e dinheiro”, afirmou. “Não deveria haver algo que forçasse diminuir a marcha ali, no meio da Favela de Paraisópolis”, falou A.S.

O comerciante Mauro Jesus dos Santos, de 49 anos, trabalha em uma loja próxima ao local dos assaltos. “De dia, menores aproveitam o tráfego lento para estourar vidros e roubar bolsas. De noite, piora porque aí são assaltantes armados”, falou. O médico A.S. relata ainda que o filho de uma amiga foi baleado no local há alguns meses, quando a mãe acelerou o veículo para fugir dos bandidos.

De acordo com Silvana Françolin, a delegada titular do 89º Distrito Policial, responsável pela área, desde janeiro apenas uma ocorrência foi registrada onde foi estabelecida uma relação direta com a lombada eletrônica e o assalto, mas o local é palco de diversos roubos. “Eventualmente essa relação não é estabelecida, mas sabemos da ocorrência de crimes ali. Muitos não são relatados, apesar da orientação da polícia de que sempre seja feito o boletim de ocorrência”, afirmou.

O presidente do Conselho de Segurança (Conseg) do Portal do Morumbi, Celso Cavallini, confirma a violência no local.

“Se não houver um carro de polícia vigiando constantemente, ocorrem pelo menos três assaltos por dia”, falou. Porém, para Celso, o maior problema é o congestionamento gerado pelo farol da esquina com a Avenida Giovanni Gronchi. “Já pedimos à CET para tornar a Doutor Flávio Américo Murano mão única. O próprio comandante do batalhão de Polícia Militar pediu, mas eles não atenderam”, afirmou.

A CET disse em nota que, após estudo, “seria tecnicamente inviável a implantação de sentido único de circulação na via” porque isso aumentaria o trânsito na região.

ARAPUCA: bandidos aproveitam a redução de velocidade forçada pelo aparelho e atacam automóveis na Rua Doutor Flávio Américo Maurano, no Morumbi

Não é só no Morumbi que os bandidos se aproveitam da redução da velocidade dos motoristas para assaltá-los. Esse crime ocorre também em outros pontos da cidade, inclusive em semáforos de grandes avenidas como na  Rua da Mooca com Avenida Paes de Barros e Avenida Aricanduva com Avenida Afonso de Sampaio e Souza.

Como agir num assalto

Confira as dicas de Heitor Coronado, consultor em segurança.

1 Jamais reagir

“Números da Polícia Militar mostram que 80% das pessoas que reagem ao assalto são baleadas”, afirmou Heitor.

2 Ouça o ladrão

Obedeça sem questionar o que o assaltante determinar. Entregue joias, carteira, relógio, celular e o carro, se for requisitado.

3 Não negocie

Por mais valiosos que sejam os objetos que estão sendo roubados, entregue-os sem pestanejar. Não peça para manter ou para que o assaltante devolva seus documentos.

4 Tente manter-se  calmo

Fale o menos possível e sempre em tom calmo. “Muitos assaltantes estão sob efeito de drogas e estão prontos para o tudo ou nada”, falou o consultor.

5 Mexa-se pouco

Evite movimentos bruscos. De preferência, avise dos movimentos que fará, como “estou tirando o cinto”, “vou apanhar minha bolsa”.

6 Não encare o assaltante

Não olhe para o rosto do bandido e evite contato com os olhos. Ele pode pensar que você está estudando a fisionomia dele para quando for à polícia.

7 Faça BO

Além de fornecer estatísticas e melhorar o combate ao crime, o BO prova roubo de documentos.

Polícia prende acusado de roubar panificadora

Jornal Cruzeiro do Sul

O maquinista Marcos Aparecido dos Santos, 24 anos, foi preso após roubar uma panificadora em Mairinque. O bandido entrou no estabelecimento comercial, ontem, às 7h30, e levou dinheiro, cartões telefônicos e maços de cigarro. Ele havia saído há três meses da prisão após cumprir pena por ter esfaqueado a sua esposa grávida. O ferimento provocou a morte dos bebês gêmeos.

No assalto de ontem, Santos entrou na panificadora com uma camiseta enrolada na cabeça para não ser reconhecido. Ele portava uma maçaneta em uma das mãos com a intenção de parecer uma arma de fogo e intimidar as vítimas. O maquinista tentou fugir, mas acabou preso por guardas municipais de Mairinque. O ladrão foi encaminhado à Cadeia Pública de São Roque.

Na ação contra a sua esposa, Santos a esfaqueou na frente do filho de quatro anos. O casal havia discutido por ciúmes em 7 de agosto do ano passado. Os golpes foram dados no peito e nas costas.

Segurança Eletrônica no Zoológico: Equipamentos multifuncionais que servem para proteção e pesquisa.

O Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros foi fundado em 1968 em Sorocaba, mas sua história remonta ao início do século passado.

É considerado um dos Zoológicos mais completos da América Latina, oferecendo uma recreação saudável e programas de educação ambiental, além de colaborar com pesquisas científicas sobre reprodução, comportamento e fisiologia animal, em especial, de espécies nacionais e ameaçadas de extinção, como o mico leão dourado, ariranha e a onça pintada.

Numa área de 128.339 metros quadrados, o Zoo recebe anualmente 600.000 visitantes regulares e cerca de 90.000 alunos da rede pública e privada de ensino.

É classificado no IBAMA na categoria A, que é a mais elevada, devido às condições de infra-estrutura que possui como transporte próprio, técnicos em regime integral de trabalho, biblioteca, auditório, laboratório e programa de educação ambiental.

Para manter essa estrutura, necessita de uma administração bastante complexa, com funcionários próprios, equipe terceirizada, além de corpo técnico experiente e atualizado nas mais modernas técnicas através de cursos de mestrado, doutorado e participações em congressos, sendo formado basicamente por médicos veterinários e biólogos.
Em entrevista feita pela nossa equipe o médico veterinário Adauto L. V. Nunes, chefe de seção do PZMQB, nos explicou algumas dificuldades na segurança do parque.

Os principais problemas recorrentes são furtos noturnos, mau comportamento dos visitantes e assaltos a bilheterias.

O parque conta atualmente com câmeras voltadas exclusivamente para os recintos de exposição, seria necessário instalar novas câmeras ou remanejá-las para pontos de acesso ou áreas de circulação.

Além da segurança, as câmeras dos recintos poderiam ser utilizadas para fins científicos, especialmente na área de comportamento animal.

Entre as melhorias na segurança que precisam ser feitas estão, a Instalação de mais câmeras em todos os acessos, bilheterias e ruas principais. Aumentaria também o número de vigilantes a pé, durante o dia e também à noite.

Recentemente o parque fez parceria com Sekron Alarmes e empresas de software e design, para gravar alguns recintos de exposição e divulgar seu conteúdo na web, com finalidades educacionais.

Acesse o site:  http://zoo.sorocaba.sp.gov.br/Default.aspx