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Contratações para a Polícia Civil de Sorocaba

Polícia Civil peca ao deixar de priorizar os seus homens para a principal atividade: a de investigar. Isso ocorre em consequência da defasagem no número de policiais, que os obrigam a permanecer nos plantões e distritos. E mesmo assim ainda é preciso agilizar as ocorrências e ao mesmo tempo realizar as investigações. Tão necessárias (as investigações) para que a segurança fique em níveis suportáveis, declarou o delegado seccional de Sorocaba, André Moron. Também revelou que espera com bastante angústia e aflição a contratação de mais homens. Foi o próprio delegado André Moron quem reconheceu toda essa situação em entrevista ao Cruzeiro do Sul, durante evento que atraiu para Sorocaba o delegado geral de polícia do Estado, Domingos Paulo Neto. Atualmente a Polícia Civil faz experiências na capital, baixada santista e região de Piracicaba para concentrar mais policiais em menos distritos.

Em coletiva para a imprensa o delegado geral Paulo Neto disse que foi publicada no Diário Oficial, a designação de 329 escrivães e na próxima terça-feira serão designados 377 investigadores. Citou outros dois concursos para investigadores em andamento, um com 1095 vagas para investigador de polícia e outro para 400 vagas para escrivão de polícia. Já encaminhamos solicitação de abertura de concurso para as demais carreiras, inclusive delegado de polícia, com 218 vagas, declarou o delegado geral Domingo Paulo Neto. Não soube dizer se os policiais designados agora virão para a região de Sorocaba. Deve faltar um determinado número aqui de policiais. A polícia tem essa informação e colocará esse número em disputa para candidatos da região, declarou.

Para a contratação por região foram implantados os concursos seccionalizados, ou seja, divididos por seccionais. Quem inscreve-se para a região de Sorocaba são os filhos da terra e que não terão tantas dificuldades de deslocamento, conhecem os hábitos e costumes, sabem se deslocar com maior facilidade e normalmente não vão pagar aluguel porque já têm as suas residências aqui, citou. Quanto às conhecidas reivindicações quanto à falta de delegados que obriga tais profissionais a responderem por diversas cidades, disse que o ideal seria contar com um delegado para cada unidade, para cada município, mas temos que trabalhar tecnicamente, procurar manter delegados nas unidades mais movimentadas do Estado. Também disse que não vê a necessidade de manter um delegado em um município com três mil habitantes, onde é feito um boletim de ocorrência a cada 20 dias.

Os números deste ano, até setembro mostram que houve uma queda homogênea no Estado, atingindo todas as regiões, quando comparado com o mesmo período do ano passado, declarou. Apontou que o roubo de veículos no Estado teve queda de 5% enquanto na região de Sorocaba a redução foi de 31%. Afirmou que a diretriz do secretário de Segurança do Estado, Antonio Ferreira Pinto, é o combate aos crimes contra o patrimônio, como os roubos, latrocínios e furtos. Deixou de citar que o furto de veículos no mesmo período aumentou em 53,1% na cidade de Sorocaba.

Jornal Cruzeiro do Sul

Dicas de atenção

1° Os três motivos pelos quais as mulheres são alvos fáceis para atos de violência são:  

  • Falta de atenção. Você tem que estar consciente de onde você está e do que está acontecendo em volta de você.  
  • Linguagem do corpo. Mantenha sua cabeça erguida, e permaneça em posição ereta, jamais tenha uma postura “frágil”.  
  • Lugar errado, hora errada. Não ande sozinha em ruas estreitas, nem dirija em bairros mal-afamados à noite.  

2° Ao entrar em seu carro num estacionamento ou numa garagem de estacionamento:

  • Esteja consciente: olhe ao redor, olhe dentro de seu carro, olhe no chão dianteiro e traseiro de seu carro, olhe no chão do lado do passageiro, e no banco de trás.  
  • Se ao lado da porta do motorista do seu carro, estiver estacionada uma Van grande, entre em seu carro pela porta do passageiro.  

IMPORTANTE: A maioria dos assassinos que matam em sequência atacam suas vítimas empurrando-as ou puxando-as para dentro de suas Vans, na hora em que as mulheres estão tentando entrar em seus carros.  

3° Nunca deixe para procurar as chaves do seu carro, quando estiver parada em frente a porta dele:

  • Dirija-se ao veículo com a chave em punho, pronta para abrir a porta e dar a partida. Observe os carros ao lado do seu.  
  • Se uma pessoa do sexo masculino estiver sentado sozinho no assento do carona do carro dele que fica mais próximo do seu carro, você fará bem  em voltar para o shopping, ou para o local de trabalho, e pedir a  um  segurança ou policial para acompanhar você até seu carro.  

4° É sempre melhor estar a salvo do que estar arrependido, não tenha vergonha de pedir ajuda:

  • Use sempre o elevador ao invés das escadas. (Escadarias são lugares horríveis para se estar só, são lugares perfeitos para um crime).  

5° Nunca faça:

  • As mulheres têm a tendência de entrar em seus carros depois de fazerem compras, refeições, e sentarem-se no carro (fazendo anotações em seus talões de cheques, ou escrevendo em alguma lista, ou ainda conferindo o ticket de compra).
  • O bandido sempre estará observando você. Essa é a oportunidade perfeita para ele entrar pelo lado do passageiro, colocar uma arma na sua cabeça, e dizer a você onde ir.  
  • No momento em que você entrar em seu carro trave as portas e vá embora, não fique ajeitando o cabelo, ou passando batom.

Rio tem política de UPPs, mas não política de segurança

A socióloga e ex-diretora do Sistema Penitenciário Julita Lemgruber, que está lançando o livro “A Dona das Chaves – Uma mulher no comando das prisões do Rio”, afirma que “legislar sob pânico” não é adequado para momentos de crise (“não é o tamanho da pena que reduz a criminalidade, mas a certeza da punição”) e diz que o Rio tem política de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), mas não política de segurança (‘a polícia do Rio soluciona 8% dos homicídios contra 60% de São Paulo na capital’).

Declara que o “Brasil prende muita gente e prende mal” (“quem vai preso são pequenos traficantes e autores de pequenos crimes contra o patrimônio. Meio milhão de presos é um investimento na própria insegurança”).

Autora também de “Cemitério dos Vivos”, estudo sobre o sistema carcerário, e “Quem Vigia os Vigias”, sobre o controle externo na polícia, Julita Lemgruber escreveu seu novo livro em parceria com a jornalista Anabela Paiva. O resultado é uma reunião de histórias graves, tensas, humanas, mas também saborosas do período em que dirigiu os presídios do Rio, entre 1991 e 1994.

Conta no livro que os guardas resumiram para ela os segredos de uma cadeia tranquila: ‘bola, bala e bunda’ (futebol, maconha e sexo). Aponta de forma grave o desinteresse da sociedade pelo o que acontece nas prisões: ‘Boa parte dos cidadãos reage com indiferença ou mesmo com satisfação à violência contra os acusados de crimes. (…) A maioria dos brasileiros quer trancafiar os bandidos e jogar a chave fora’, escreve.

“O Brasil não tem pena de morte. Esses homens e mulheres que estão presos hoje vão sair da cadeia algum dia. Se a gente trata essas pessoas com desumanidade, com crueldade, sem respeitar as famílias, tirando a possibilidade de contato dessas pessoas com o mundo aqui fora, estaremos criando monstros”, afirma.

Julita Lemgruber -mãe do ator Rodrigo Candelot, que interpreta um político corrupto em ‘Tropa de Elite 2′- acha que uma política de segurança pública necessita mais do que tropas. ‘Não é só botar polícia na rua. É preciso planejamento das suas ações, implementação de uma estratégia e monitoramento do que faz. É um trabalho articulado. Você só planeja quando conhece muito bem a realidade.’

FOLHA – O Estado atribui os conflitos desta semana no Rio a ordens que partiram de líderes do tráfico que estão presos. Como lidar com isso? A sra. cita no livro frase de ministro inglês de que prisões são ‘um modo caro de produzir pessoas piores’.

JULITA LEMGRUBER – O Brasil tem meio milhão de pessoas presas. A quarta maior população prisional do mundo. Meia dúzia está aí envolvida em dar ordem, em ter alguma responsabilidade no que acontece na cidade. Por causa dessa meia dúzia, amanhã já haverá deputado propondo medida legislativa de restrição. O [secretário José Mariano] Beltrame disse que tem de rever a legislação prisional. Isso prejudica milhares de pessoas que estão procurando cumprir sua pena, com bom comportamento para conseguir os benefícios legais. No fim, vão querer cortá-los. O que me deixa irada nessas horas é que as pessoas não percebem uma coisa: o Brasil não tem pena de morte. Esses homens e mulheres que estão presos hoje vão sair da cadeia algum dia. Se a gente trata essas pessoas com desumanidade, com crueldade, sem respeitar as famílias, tirando a possibilidade de contato dessas pessoas com o mundo aqui fora, estaremos criando monstros.

Os criminalistas falam na legislação do pânico. Sempre que há um crime que choca, sempre aparece algum deputado propondo uma legislação mais rigorosa. No mundo inteiro, sabe-se que não é com legislação que vai dar conta de reduzir criminalidade. Melhor exemplo disso é a legislação draconiana que temos a respeito de drogas. De que serve? Sou a favor da legalização do uso e da distribuição de todas as drogas. Só no Talavera Bruce há 60% das mulheres presas por tráfico de drogas. Qual é o poder dessas mulheres no tráfico do Rio? Muitas são pobres coitadas que são mulas, que recebem dois mil réis para levarem droga para a Europa ou de países latino-americanos para cá. Uma vez ou outra a polícia consegue prender lideranças do tráfico, mas em 99% dos casos são pessoas sem nenhum poder na estrutura do tráfico. E estamos entupindo as cadeias com esse tipo de gente. Querem tornar a legislação mais rigorosa ainda?

As ordens de presos a traficantes são passadas por meio de advogados e visitas de familiares. O que fazer?

Pesquisas mostram que quanto maior o contato do preso com sua família maior a possibilidade de ele não reincidir quando sair. Estimular o contato do preso com a família é fundamental. A legislação garante que o preso tenha acesso a seu advogado. A menos que as conversas com os advogados fossem monitoradas com o que a OAB se rebelaria os presos podem passar recados por meio dos advogados. Não estou dizendo que todo advogado tem comprometimento com a bandidagem. Conto no livro que no meu tempo havia advogados que faziam um périplo pelas cadeias. Fizemos um mapeamento mostrando que eles claramente atuavam como pombo correio. Fui à OAB, com uma lista de nomes. A OAB não fez nada, dizendo que é direito do advogado visitar seus clientes. Alguma coisa desse tipo você pode impedir. Mesmo em prisão de segurança máxima, é direito do condenado ser assistido por advogado. Está na Constituição. Pode, no limite, colocar um vidro para separá-lo do advogado. E como impedir a visita de familiar? Tem uma questão que tem de funcionar melhor: as áreas de inteligência das nossas polícias funcionam muito mal. Estão sempre correndo atrás do prejuízo. Não conseguem se antecipar. No sistema penitenciário, não é muito difícil trabalhar com a área de inteligência. Tem sempre algum preso ‘vendendo’ alguma informação, em troca de algum tipo de favor lá dentro. Num momento de crise, você pode montar um sistema de inteligência bem articulado entre polícia e prisões.

O que chama de ‘legislação do pânico’?

A legislação do pânico não resolve nada. Em 1992, por exemplo, foi agravada a pena para sequestros. Nos anos seguintes, nunca houve tanto sequestro no Rio. Nos EUA, os Estados que têm pena de morte não tem criminalidade menor do que os demais. Não é o tamanho da pena que inibe a criminalidade, mas a certeza da punição. Aqui no Rio 8% dos homicídios são esclarecidos.

O discurso que a sra. faz costuma ser confundindo como de proteção a criminosos.

A área de direitos humanos no Brasil sofre até hoje o resultado de uma discussão mal conduzida logo que acabou a ditadura. Brizola no Rio e Montoro em São Paulo começaram uma discussão de direitos humanos que foi mal conduzida. Fomos para o sistema penitenciário em 1983 achando que iria virar aquilo de cabeça para baixo. É uma instituição que tem regras arraigadas, que não se mudam do dia para a noite. Agentes diziam que defender os direitos humanos seria como cruzar os braços.

Direitos humanos são para todos ou ninguém terá direitos humanos. O tema não foi bem trabalhado. Acabou ficando a ideia equivocada de que direitos humanos são para beneficiar bandidos. Ficou essa ideia de quem defende direitos humanos defende leniência, ‘cadeia mamão com acúçar’, um certo ‘laissez faire’ na segurança pública.

Combater o crime dentro da cadeia parece esdrúxulo,não?

No Rio e em São Paulo, há uma relação grande entre o que acontece na cadeia e o que acontece fora. Como, em geral, a garotada que lidera do lado de fora é inexperiente e há lideranças presas muito respeitadas, claro que há ligação entre o que acontece lá dentro e aqui fora. Não é a mesma coisa em Minas Gerais, por exemplo. Mas não dá para generalizar medidas por causa de momentos como o atual. Medidas que prejudiquem uma massa carcerária que não tem nada a ver com isso. Quando o Beltrame diz que os problemas do Rio de Janeiro vêm de décadas, ele tem razão.

Qual a origem do problema?

Houve uma falta de continuidade na política de segurança pública. Ao contrário de São Paulo, que teve muito investimento, investimento em tecnologia. Em São Paulo, na capital, estão esclarecendo 60% dos homicídios. São Paulo tem uma sofisticação tecnológica maior do que no Rio, que é resultado dessa política de segurança pública de investimento em capacitação, em tecnologia para o pessoal da área de homicídio. SP tem 600 pessoas na divisão de homicídio. No Rio, ela é recém-criada [com 250 homens, sendo que o Rio tem num mês 30% mais homicídios do que São Paulo].

O país tem presos demais?

O Brasil prende demais e mal. Menos de dez por cento dos homicídios são resolvidos. Quem é preso hoje? Usuário de crack furtando objetos de pequeno valor, por exemplo. As prisões estão coalhadas de garotos envolvidos em tráfico de drogas e crimes de pequena monta. Coalhadas de gente que podia estar sendo punido com uma pena que não é de privação da liberdade e um número enorme de homicidas andando pelas ruas. Meio milhão de presos é um investimento na própria insegurança. Cadeia não resolve. A noção de que punir é botar na cadeia tem de mudar.

Como vê a atual política de segurança do Rio?

A primeira discussão é sobre o que é política de segurança. No Rio, há uma política de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), mas não uma política de segurança. Em nenhum momento sabe-se qual é a política de segurança do Rio de Janeiro para as áreas onde não há UPP. Eles conseguiram articular muito bem as estratégias das UPPs. Mas e aí? Há 13 comunidades com UPPs. Qual é a política de segurança para o resto do Estado? Falta política de segurança pública e não só no Rio. Discussão mais sofisticada e planejamento que pode revelar o que se poderia chamar de politica de segurança. Não é só botar polícia na rua. É preciso planejamento das suas ações, implementação de uma estratégia e monitoramento do que faz. É um trabalho articulado. Você só planeja quando conhece muito bem a realidade.

A queda de criminalidade em Nova York não ocorreu pela política de tolerância zero. Foi um trabalho policial sofisticado, com planejamento. Eles têm em tempo real tudo o que acontece na cidade. Os chamados ‘hot spots’. Para planejar tem de conhecer muito bem a dinâmica da criminalidade, onde vai atuar a polícia, como articular Polícia Civil e Polícia Militar… Aqui o nível de corrupção é muito grave. O Rio de Janeiro tem um problema que remonta à época de ouro do jogo do bicho, quando havia corrupção generalizada na polícia. Os policiais se acostumaram a ganhar um extra. Foi do bicho para o tráfico.

Como avalia a gestão de Beltrame?

A gestão do Beltrame tem muitos méritos. Primeiro de ser absolutamente séria. É um grande mérito no cenário do Rio dos últimos anos. Já tive debate com Beltrame que a gente se estranhou bastante. Posso divergir dele, mas não posso questionar sua seriedade. Nos dois primeiros anos do governo Cabral, a violência da polícia chegou a níveis insuportáveis. Mais de mil mortes por ano. Eles se deram conta de que tinham de fazer alguma coisa. Acordaram que não se combate violência com violência. Há momentos como o que estamos vivendo que polícia tem de ir para a rua mesmo. Mas com muito cuidado. O risco é cair numa escalada de violência que não vai resolver.

Por Plínio Fraga, da Folha de São Paulo.

Brasil deve minimizar riscos de violência antes da Copa

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Jorge Armando Felix, disse que as forças de segurança brasileiras devem trabalhar para minimizar os riscos de violência antes dos grandes eventos esportivos que o país vai sediar.

Em entrevista exclusiva à BBC Brasil, durante visita a Israel, o ministro comentou os recentes episódios de violência no Rio de Janeiro e disse que a diferença com relação a outras cidades de grande porte, como Nova York, é ‘o nível de agressividade dos traficantes (cariocas), e isso se deve à facilidade do acesso aos armamentos’.

Para o chefe do GSI, que comanda os serviços de inteligência no Brasil, o caminho para a redução de episódios de violência passa pelo aumento da presença do Estado e por um melhor monitoramento das fronteiras do país.

No entanto, o ministro apontou a situação geográfica do Brasil como um desafio à garantia da segurança, tanto diante do risco de crimes ligados ao tráfico de drogas, como diante de possíveis ameaças de atentados terroristas durante os eventos internacionais.

Para o ministro, os avanços na integração dos países na América do Sul, que facilitaram o trânsito de pessoas e mercadorias, seriam um ‘ônus’ para a segurança.

Para garantir a segurança na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, os serviços de inteligência do Brasil estão fazendo um trabalho de avaliação de riscos, relatou o ministro.

‘Nos Jogos Panamericanos (de 2007, no Rio) tivemos uma boa experiência e fizemos um trabalho integrado com serviços de inteligência de outros países. A inteligência hoje em dia é uma troca, o crime é transnacional’, disse.

Felix assinou nesta quarta feira, em Tel Aviv, um acordo de segurança de informação com o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak.

Os termos do acordo vinham sendo negociados entre os dois países há três anos e incluem detalhes sobre credenciamento de pessoas, organizações e empresas para tratar de assuntos sigilosos, e sobre trânsito bilateral de documentos secretos.

O acordo de sigilo tornou-se especialmente relevante pois Brasil e Israel se encontram em meio a negociações sobre transferência de tecnologias de segurança.

Israel é um parceiro antigo do Brasil, temos uma relação de confiança de longa data, inclusive nas áreas da segurança’, afirmou

G1

É obrigatório o uso de Câmera de segurança em postos de combustível

Agora é lei: postos de combustíveis de toda a cidade terão de ter câmeras filmadoras para monitoramento da movimentação do local, garantindo mais segurança para os consumidores e os próprios funcionários do estabelecimento.

A exigência faz parte de uma determinação municipal e já está em vigor desde o dia 26 de outubro. De acordo com a lei, as filmadoras deverão ser instaladas pelo menos no interior do estabelecimento (próximo ao caixa) e no pátio de abastecimento.

Além disso, elas também devem ficar ligadas durante todo o período em que os postos ficarem abertos. As filmagens deverão ficar armazenadas por, no mínimo, 90 dias, e só poderão ser utilizadas para instrução de processos que apurem conduta criminosa. A multa para quem descumprir as exigências é de R$ 1 mil, valor dobrado na reincidência.

Portal Rede Bom dia

50 vagas de agentes de segurança temporários

A Prefeitura de Itanhaém abre nesta segunda-feira (22/11/2010) inscrições para o processo seletivo que visa a contratação de 50 agentes de segurança temporários, sendo 40 homens e 10 mulheres. Os interessados devem comparecer até terça-feira, das 9 às 12 horas e das 14 às 16 horas, na Secretaria de Trânsito e Segurança.

 A contratação é por tempo determinado de 90 dias, com carga horária de 44 horas semanais, e salário R$ 510,00. Os candidatos devem ser maiores de 18 anos, ter Ensino Médio completo e não possuir antecedentes criminais. A seleção será feita por meio de prova objetiva e teste de aptidão física.

Os novos agentes vão auxiliar as bases da Guarda Civil Municipal, enquanto que a equipe efetiva estará nas ruas fazendo patrulhamento da Cidade durante a temporada de verão. Os bairros prioritários são Suarão, Centro, Belas Artes e Gaivota.

A Secretaria de Trânsito e Segurança fica na rua Capitão Mendes, 52, no Centro. O edital completo pode ser conferido no site da Prefeitura, no endereço www.itanhaem.sp.gov.br.

A Tribuna On-line

São Paulo ganha mais 1.223 soldados técnicos em policiamento

O secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, participará da cerimônia de formatura de 1.223 soldados de 2ª classe, que reforçarão o policiamento na Capital, Grande São Paulo e em cidades do interior. A solenidade será realizada na praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, na zona oeste da Capital.

Esta é a terceira turma de soldados com formação superior de técnicos em policiamento ostensivo e preservação da ordem pública. A primeira turma, com 605 policiais, se formou em dezembro de 2009, e a segunda, com 825, em junho deste ano.

A cerimônia ocorrerá na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembú, zona oeste da Capital, às 16h desta sexta-feira (19/11)

Assessoria de Imprensa da Secretaria da Segurança Pública

Estudantes de Cubatão recebem certificado do Proerd

Cerca de 1.200 estudantes dos quintos anos das escolas de Cubatão firmaram compromisso de ficar sempre longe das drogas, durante a realização da formatura da 25ª turma do Proerd – Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, realizada na manhã desta quarta-feira, dia 10, no Centro Esportivo Humberto de Alencar Castelo Branco (Castelão).

Após nove aulas de orientação organizadas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, cantou alto e de forma afinada o hino do Proerd: “Proerd é um programa. Proerd é a solução. Lutando contra as drogas, ensinando a dizer Não!”.

Representando o 21º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPMI) na solenidade, o capitão PM Waldir Suíta de Moraes disse que a Polícia Militar está orgulhosa com a participação das crianças e do trabalho dos policiais Cabo Israel e Soldado Nunes no Proerd. “Hoje, os estudantes estão preparados para serem parceiros da polícia no combate às drogas. Espero que muitos de vocês no futuro façam parte de nossa corporação”, disse aos formandos.

A festa da formatura teve entrega de medalhas aos 40 alunos, que representaram as 14 escolas municipais, estaduais e particulares de Cubatão, participantes da 25ª edição do Proerd, e ainda o sorteio de duas bicicletas, doadas pelo vereador Aguinaldo Araújo e pelo La Massa, e dois cursos de informática da SOS Computadores.

Jornal Povo de Cubatão

Ações frequentes na zona norte reduzem criminalidade

Nos últimos doze meses, os índices criminais na zona norte de São Paulo apresentaram queda significativa. Um dos fatores que levou a essa redução foi a ação da Polícia Militar na região. O maior destaque fica para as quedas de 8,43% no número de homicídios, 26% nos roubos de carga, 30,14% nos casos de estupro, 4,86% nos roubos de veículos e 13,60% nos outros tipos de roubo. No bairro do Jaçanã, por exemplo, não houve nenhum registro de homicídio no último mês de setembro.

Para o coronel Antonio Marin, do Comando de Policiamento de Área Metropolitano 3 (CPA/M-3), que atua na zona norte, um dos principais recursos utilizados pela PM para conseguir a diminuição no número de crimes foi a realização periódica da “Operação Norte Segura”, que envolve todas as forças táticas dos cinco batalhões da zona norte de São Paulo.

Marin também ressaltou a forte presença das viaturas da Força Tática nos locais com maior índice de delitos, o que coíbe a ação de criminosos. Além disso, as operações específicas, realizadas em parceria com a comunidade, e o apoio de ferramentas como o Disque-Denúncia colaboram no combate à criminalidade.

O trabalho que está sendo feito na zona norte mostra que as ações direcionadas, feitas com base na necessidade de cada região e com o envolvimento da comunidade podem ser um grande recurso para reduzir ainda mais os níveis de criminalidade na cidade.

Vinicius Santiago

Transferida central de atendimento do Corpo de Bombeiros

As ligações feitas para o telefone 193 do Corpo de Bombeiros não são mais atendidas pela central da corporação no bairro Campestre, em Santo André. Agora, as solicitações, anteriormente atendidas pelo Cobom (Comando de Operações do Corpo de Bombeiros) são transferidas automaticamente para a central que fica na Praça da Sé, centro de São Paulo. De acordo com o comandante do 8° GB (Grupamento de Bombeiros), coronel Hamilton da Silva Coelho Filho, o atendimento da região não deve ser prejudicado, mas sim, otimizado. “Em horários de pico tínhamos capacidade de atender pelo telefone até cinco ocorrências e algumas ligações ficavam na espera. Agora, teremos cerca de 70 atendentes em São Paulo e isso deve agilizar bastante nosso trabalho”, garante.

O coronel defende que os solicitantes não serão prejudicados por bombeiros que não conhecem a região porque, segundo ele, “existe uma cabine do 8o GB na central com pessoal enviado daqui e que será responsável por despachar as viaturas para os locais de ocorrências na nossa região.”

Além da central do Grande ABC, a sala de atendimento da Praça da Sé já conta com cabines das regiões Norte, Sul, Leste e Oeste da Capital e se prepara para receber, até no máximo no início do próximo ano, as centrais de Guarulhos/Mogi das Cruzes e Barueri, que abrange ligações recebidas das cidades da parte Oeste da Grande São Paulo como Barueri, Osasco e Carapicuíba.

Para Coelho Junior, a otimização no atendimento dos telefonemas deve tornar o tempo de chegada das viaturas nos locais de ocorrência mais rápida e os efeitos deverão ser sentidos mais profundamente no verão, época em que ocorrem várias solicitações relacionadas às chuvas.“Nessa época essa mudança vai se mostrar muito boa e importante porque, dificilmente, uma chuva forte atinge a Região Metropolitana como um todo. Teremos mais pessoas para atender as ligações vindas dos locais em que for mais necessária a presença do Corpo de Bombeiros”, garante o coronel.

A central do Corpo de Bombeiros da região atendia, em média, 800 ligações por dia. “Muitas delas eram pedidos de informações e trotes que, infelizmente, acontecem ainda com frequência”, lamenta Coelho Junior.

Evandro De Marco, do Diário do Grande ABC