Clientes Sekron
  Esqueci a Senha
Conheça nosso site Institucional ›

Microsoft ajuda no combate ao crime em NY

O departamento de polícia de Nova York se aliou à Microsoft para criar um sistema de segurança inteligente voltado para a aplicação da lei em uma das principais cidades americanas. O sistema, denominado Domain Awareness System (DAS, Sistema de Reconhecimento de Domínio, em tradução livre) poderá ser vendido para outras cidades do mundo.

Juntas, Nova York e Microsoft analisaram a tecnologia existente para a área de segurança e procuraram meios de desenvolvê-la melhor, através da convergência de sistemas e análise de dados obtidos por variados dispositivos, agregando-os. Com o DAS, os policiais terão acesso às informações obtidas por toda a tecnologia da cidade em um só lugar. Assim, será possível cruzar dados sobre crimes de maneira mais rápida.

Outro enfoque do programa é a prevenção de delitos. Através de câmeras e detectores, utilizados em conjunto com bases de dados de segurança pública, a polícia acredita que poderá evitar mais crimes e reagir de maneira mais eficiente e preparada às ocorrências. Os dispositivos vão transmitir dados em tempo real.

A Microsoft planeja vender a tecnologia para outros governos e agências de inteligência. A empresa garante que 30% da receita será revertida à cidade de Nova York para auxiliar no financiamento da segurança pública, conforme acordo.

Fonte: Terra

Capital conta com 1 milhão de câmeras

Com o crescimento de 9% do setor de monitoramento eletrônico em 2011, a cidade de São Paulo recordista em equipamentos na América do Sul, bateu a marca de um milhão de câmeras e hoje tem cerca de um aparelho para cada dez habitantes.

Os dados são da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos (ABESE), que apontam que nenhum paulistano vai e volta de sua casa para o trabalho sem passar por no mínimo dez câmeras de monitoramento.

Somente a Polícia Militar tem 272 câmeras de monitoramento operando na capital cerca de mais de 1,4 mil equipamentos compõem ainda o Sistema de Vídeo Monitoramento Integrada Guarda Civil Metropolitana, que inclui equipamentos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), SP Trans e até da própria PM.

Para o presidente da Abese, Carlos Progianti, esse crescimento que nos últimos cinco anos apresentou alta de 11% e só em 2011 movimentou R$1,8 bilhão deve-se à criminalidade estar mais perto das pessoas e o Poder Público não dar conta de diminuí-la sozinho.

“Hoje é possível falar que todos os paulistanos estão sendo filmados nesse momento e isso é positivo. Basta ligar a TV ou ler os jornais e ver quantos casos estão sendo resolvidos com auxílio dos sistemas de monitoramento”, comentou Progianti.

O especialista em Segurança Pública e Privada Jorge Lordello, diz que as câmeras colaboram em três aspectos.

O primeiro só de estar instalada, na inibição da ação do criminoso. O segundo para movimentar em tempo real e tentar medidas antes que o crime ocorra como comunicar a polícia, e no último caso ao menos constatar flagrantes crimes.

“Acho que esse é um mercado em crescimento, mas ainda é virgem no País. Em locais com a Inglaterra, que tem índices criminais menores, o número de equipamentos é dez vezes maior”, disse.

Antes de escolher o equipamento, pesquise a empresa.
Apesar do grande número de câmeras de monitoramento na Capital, tanto o especialista Jorge Lordello quanto o presidente da Abese, Carlos Progianti, dizem que ainda existem problemas e cuidados que o consumidor precisa ter antes da aquisição.

Para o presidente da Abese, o primeiro cuidado esta na escolha da empresa, que precisa ser autorizada, cadastrada e ter tradição no mercado. Atualmente existem 18 mil empresas em todo o Brasil, na base de dados da associação. ”Comprar segurança não é como comprar uma televisão, por exemplo. É uma relação que começa na compra do aparelho mas, que deve contar com a prestação de informações e cuidados com a manutenção. Por isso, a escolha da empresa é muito importante porque só um bom profissional prestará um bom serviço, que atingirá os objetivos”, comentou Progianti.

Para Lordello, além da escolha da empresa é preciso adquirir materiais de boa qualidade, fazer sempre o serviço de manutenção das câmeras e, principalmente, cuidar das informações gravadas pelos circuitos. Para ele gravar as imagens e cuidar para que essas imagens não sejam roubadas durante crimes tem suma importância. “Hoje existem empresas que guardam as imagens de forma remota. Com isso, mesmo que o criminoso leve as câmeras e queira levar as imagens, existe a segurança em outro local”, disse Lordello. Ele afirmou ainda que é preciso cuidar também do monitoramento dessas imagens para evitar que o crime ocorra antes de ele começar.

Jornal Metro News/SP

São Paulo registra um roubo de casa por hora

O controle remoto de portões automáticos virou arma nas mãos de ladrões. Em bairros residenciais da capital de São Paulo, imóveis são furtados com aparelhos roubados ou clonados dos donos. Em julho, mês de férias, a polícia registrou 681 furtos e roubos a residência na capital -média de um caso por hora.

Sem arrombamento, criminosos estacionam seus carros diretamente na garagem e limpam a casa em menos de uma hora. Cômodos são revirados em busca de joias, celulares, eletroeletrônicos e até bens de valor sentimental.

No Morumbi, zona sul da cidade, as quadrilhas seguem os moradores e furtam o aparelho guardado quase sempre no interior dos veículos. A ação, segundo a polícia, pode contar até com a participação de manobristas de estacionamentos privados onde os automóveis passam o dia. “As pessoas largam o controle em qualquer lugar, quando deveriam ter o mesmo cuidado que dedicam às chaves de casa. Tem de andar com ele”, afirmou o delegado Vilson Genestretti, titular do 34.º DP (Vila Sônia), que investiga dois registros desse tipo ocorridos recentemente.

Em um dos casos, os ladrões chegaram a substituir o controle por um parecido para que a vítima não percebesse. “Se perdeu ou percebeu que o controle não está funcionando, o morador tem de mudar o código, até por precaução”, disse. Além de praticar o assalto no ato, a quadrilha também pode seguir o motorista para descobrir onde mora e retornar outro dia para fazer o assalto.

A clonagem do controle é feita com a mesma “tecnologia” utilizada por bandos que clonam cartões de banco. O sinal é captado por meio de um equipamento durante a abertura ou fechamento do portão e depois programado em outro aparelho. Segundo especialistas em segurança, isso é possível porque a codificação dos controles analógicos não tem complexidade. Estima-se que, em um lote de 50 controles, pelo menos um abra mais de um portão.

De dia
A maioria dos furtos ocorre durante o dia, quando os imóveis estão vazios. Organizadas, as quadrilhas chegam a simular o comportamento dos moradores, usando carros da mesma cor. Foi o que aconteceu na casa do aposentado Dorival Francisco Alves, de 74 anos. “Eles foram rápidos. Entraram assim que minha mulher e eu saímos, às 11h50. Era uma quinta-feira, a rua tinha movimento, mas mesmo assim eles conseguiram. Não sobrou nada de valor. Levaram até a imagem de uma santinha que a minha mulher guardava na sala”, conta o morador do Planalto Paulista, na zona sul.

Com uma chave de fenda, os ladrões quebraram o cadeado que mantém o portão da casa de Alves no modo automático, levantaram a trava e estacionaram na garagem um carro prata, da mesma cor do proprietário, a fim de não chamar a atenção. No mesmo dia, a vítima reforçou a segurança e passou a contar com o apoio de vizinhos quando sai.

O delegado Genésio Léo Junior, que assumiu recentemente o 27.º DP (Campo Belo), afirmou que é fundamental essa cooperação. “Já vi casos em que os ladrões pararam um caminhão de mudança na frente da casa, durante as férias do moradores, e levaram até as janelas.”

Adriana Ferraz , William Cardoso – O Estado de S.Paulo

Campanha do Desarmamento coleta armas em SP

Começa nesta segunda-feira (13) a Semana do Desarmamento em cinco postos do Centro de Integração da Cidadania (CIC) em São Paulo.

A ação faz parte da campanha da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania em parceria com o Instituto Sou da Paz.

Para realizar a entrega até sábado (18) não é preciso se identificar ou dizer a origem de armas e munições. A arma deve ser levada a um posto junto de uma guia de trânsito, que é documento que autoriza o transporte do objeto. É possível imprimi-la no site da campanha de desarmamento.

A arma deve ser transportada separada da munição e embalada de forma que impeça seu uso imediato. No posto, o agente de segurança pública receberá a arma e emitirá um protocolo de indenização e recibo.

Logo após, as armas são inutilizadas.
A indenização varia de R$ 100 a R$ 300. O dinheiro poderá ser retirado em qualquer caixa de autoatendimento do Banco do Brasil.

Veja a lista de pontos de entrega:
CIC Sul
Av. José Manoel Camisa Nova, 100 – Jardim São Luiz/ Santo Amaro
CIC Norte
Rua Ari da Rocha Miranda, 36 – Jova Rural/ Jaçanã
CIC Leste
Rua Padre Virgilio Campello, 150 – Encosta Norte/ Itaim Paulista
CIC Oeste
Estrada de Taipas, 990 – Jardim Panamericano/ Jaraguá
CIC Feitiço da Vila
Estrada de Itapecerica, 8.887 – Valo Velho

Fonte: G1 – SP

Falta de sinalização e de segurança preocupam moradores de Cotia

Para quem mora em Cotia, na Grande São Paulo, a Raposo Tavares não é uma rodovia, é uma grande avenida, referência para tudo. Por exemplo, a Granja Viana fica no km 24. O Centro de Cotia, depois do km 30. E é só se afastar um pouco da Raposo para perder o rumo.

Muitos moradores de Cotia, no entanto, reclamaram que falta sinalização nas ruas. Os moradores da Granja Viana, portal de entrada de Cotia, dizem que a polícia demora para achar o endereço quando é chamada – e tem sido chamada com frequência.

O mesmo tipo de violência que atinge a capital chegou à antes tranquila Granja Viana. O lugar não escapou, por exemplo, da onda de ataques a caixas eletrônicos. No local onde havia um terminal que foi explodido duas vezes nesse ano – uma em janeiro e outra em março -, só restou a marca no chão. O banco desistiu de instalar outra máquina.

Em maio, a joalheria de um shopping foi invadida por uma quadrilha fortemente armada. As imagens foram gravadas pelo circuito de segurança. Por causa disso tudo, câmeras começaram a ser instaladas nas ruas do bairro.

A dona de uma loja de material de construção tinha um outro depósito a 1,5 km de distância, bem pertinho da Raposo Tavares, mas foi assaltada nove vezes, sendo três vezes em uma única semana. A loja se mudou.

A violência chegou a Cotia junto com o desenvolvimento – que também trouxe boas notícias. O novo polo industrial criou oportunidades de emprego.

Em uma fábrica de válvulas, metade dos funcionários mora longe. “Dentro da nossa empresa, a gente tem dificuldade de fazer absorção de mão de obras de analistas, gerentes, supervisores, são as posições mais administrativas. Para as posições técnicas, eu ainda consigo absorver dentro da região de Cotia. Essas outras posições, geralmente vêm da região de São Paulo, da Grande São Paulo ou até de cidades das imediações de Cotia”, disse Cátia Três Rios, gerente de recursos humanos.

Mas nem todo mundo que vem de fora está em busca de emprego. Muitos enfrentam a Rodovia Raposo Tavares em busca de sossego. O endereço é um pedacinho da Grande São Paulo que parece outro país: o templo budista Zu Lai. O lugar já existe há 20 anos e resiste às transformações pelas quais Cotia tem passado.

Fonte: G1

O que substituirá as Polícias Militares?

Não é vocação das polícias brasileiras serem cidadãs, democráticas, comunitárias e humanas: com seu público interno ou com seu público externo, sujeito dos seus serviços. Basta ler a Constituição Federal para se dar conta de que os policiais militares, por exemplo, não podem se sindicalizar, sendo legalmente tratados como semicidadãos, embora sejam cobrados como vetores de cidadania. O Código Penal Militar (1969), a que todos os PMs e BMs brasileiros estão submetidos, foi decretado por ministros militares “usando das atribuições” conferidas pelo famigerado Ato Institucional nº 5, o AI-5.

Por outro lado, pesquisas se amontoam demonstrando que no Brasil, quando se trata de atuação policial, o nível de violência praticada por parte do Estado supera em muito o tolerável, notadamente no que se refere a execuções extrajudiciais tendo como amparo autos de resistência forjados.

É simples entender por que aqui se utiliza o termo “vocação”. É que nossas polícias não nasceram para garantir direitos de minorias, para evitar que injustiças sociais ocorram, nem para evitar que os mais fortes abusem dos mais fracos. Elas possuem em seu nascedouro certa orientação para as garantias do poder governamental de ocasião, que costuma replicar os interesses de certas elites, já que estamos falando do sistema político-eleitoral brasileiro.

Sim, em muitos momentos nossas polícias atuam em observância aos preceitos cidadãos, democráticos, comunitários e humanos. Mas este não é seu talento: é como se diferenciássemos Mozart e sua capacidade inata de lidar com a música de um homem já idoso que resolve aprender tocar piano por distração. Aliás, não parece mais que isto a relação das polícias com estes conceitos, uma espécie de “cereja do bolo”, um enfeite pronto para dar certo toque publicitário à atuação policial, admitido de bom grado por grande parte da nossa imprensa.

Neste contexto, virou moda pedir a cabeça das polícias militares, como se só as PMs fossem praticantes de abusos. Seria útil para os que sustentam este discurso, primeiramente, definir o que vem a ser “polícia militar”. Se significa ser violenta em sua atuação, teremos que extinguir polícias civis, instituições prisionais e até mesmo algumas recém-criadas guardas municipais. Como se vê, o problema é muito maior do que a tentação de criar um bode expiatório, alimentado principalmente por rancores ideológicos que o termo “militar” adquiriu no país.

O Brasil não pode correr o risco de perder outra oportunidade de remodelação das polícias brasileiras – 1988 passou, uma Constituição com pretensões democráticas foi promulgada e a discussão sobre o modelo de polícia está no vácuo até hoje. Mudar é urgente, mas não se trata de um passo no escuro: além de saber qual polícia não queremos, é preciso discutir e definir a polícia que queremos. Iniciar garantindo cidadania, dignidade e humanidade aos próprios policiais é um boa prioridade a ser definida.

Fonte: Carta Capital

20 mil mulheres denunciaram sofrer violência diária em 2012

Quase 60% – ou 20 mil pessoas – das mulheres que relataram, no primeiro semestre de 2012, casos de violência no telefone 180 descreveram sofrer violência diária. O número faz parte de relatório da Secretaria de Políticas para as Mulheres divulgado nesta terça-feira, 7, dia que marca os seis anos de vigência da Lei Maria da Penha.

Em 89% dos casos, a violência denunciada foi praticada por companheiros ou ex-companheiros das pessoas agredidas. E, em quase metade dos (42%) dos relatos, o vínculo entre o casal era superior a 10 anos.

No primeiro semestre deste ano, o telefone recebeu, ainda, 211 denúncias de cárcere privado – uma média de mais de um caso por dia.

Em 39% dos casos, houve relato de violência psicológica ou moral e, em 2%, as vítimas disseram sofrer de violência sexual.

O número 180, da Central de Atendimento à Mulher da Secretaria de Políticas para Mulheres, presta orientações para mulheres que sofrem qualquer tipo de violência. O serviço funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive finais de semana e feriados.

O Estado de S.Paulo

Polícia prepara operação Dia dos Pais

A Polícia Militar vai reforçar a segurança perto de bares e restaurantes da capital no próximo domingo, Dia dos Pais, para evitar a ocorrência de arrastões. Segundo a PM, o esquema especial, que inclui reforço de até 80% no número de soldados, passa a valer na noite de sábado, com a entrada de policiais do setor administrativo nas rondas.

Além disso, desde sexta-feira, a corporação tem realizado uma sequência de blitze nas ruas para capturar procurados e recuperar veículos roubados, também escalando para o patrulhamento policiais que normalmente atuam no setor administrativo. Balanço parcial mostra que, desde o primeiro dia dos bloqueios – com 4 mil homens –, 71 procurados foram mandados para a cadeia. Foram apreendidas 35 armas de fogo. E 63 veículos roubados ou furtados foram recuperados.

“O grande objetivo é mostrar que a polícia está presente para garantir a segurança das pessoas”, diz o capitão Cleodato Moisés, porta-voz do Comando de Policiamento da Capital (CPC). Segundo ele, a estratégia evita a ação de criminosos. “Eles deixam de agir porque um se comunica com o outro.” Essa operação será encerrada à 1h desta quarta-feira.

Sobre a ação no Dia dos Pais, Moisés diz que a intenção é proporcionar um almoço e jantar tranquilo às famílias. “Essas datas sempre são motivo de preocupação e, por isso, policiais da área de cada bairro vão trabalhar com alguns focos.” Situação semelhante também foi vista nos Dias das Mães e dos Namorados, quando foram desencadeadas megaoperações para prevenir arrastões.

O diretor executivo da Associação Nacional de Restaurantes (ANR), Alberto Lyra, afirma que, desde que a PM passou a reforçar a patrulha em datas comemorativas – e também em dias normais –, o crime de arrastão “arrefeceu”. “Melhorou bastante, e as pessoas estão começando a ir para restaurantes com mais tranquilidade.”

Camila Haddad / Cristiane Bomfim – Jornal da Tarde

Clientes têm bolsas furtadas dentro de restaurantes em SP

Os ladrões de bolsas voltaram a atacar dentro dos restaurantes na região Central de São Paulo. Eles costumam agir no horário do almoço.

De janeiro a junho de 2012, foram registrados na capital 92.273 furtos.
Segundo a polícia, os criminosos costumam estar sempre bem vestidos para não chamar a atenção. Além disso, agem em lugares bastante movimentados, como nos restaurantes, e se aproveitam de um minuto de distração das vítimas.

Uma mulher que não quis se identificar foi uma das vítimas. “Eu coloquei minha bolsa na cadeira. Não deveria, mas coloquei. Na hora que eu terminei de almoçar, fui pegar a bolsa e ela não estava lá”, conta. Câmeras de segurança registraram o momento que um homem entrou no restaurante e praticou o furto.

A polícia alerta que é preciso ter muita atenção também dentro de trens, ônibus e metrô, na entrada dos hotéis e quando estiver caminhando pelas ruas.

A falta de testemunhas dificulta a investigação. “As pessoas vão embora e quando chegam para fazer o boletim de ocorrência não tem testemunhas. Aí você recorre à investigação. Essa investigação é feita em cima de pessoas suspeitas e a polícia tem agido em cima disso”, explica o delegado Antônio Luís Tuckumantel.

Fonte: G1

Nova lei dará acesso a capital estrangeiro

Até o fim de agosto, o Ministério da Justiça deverá concluir o novo estatuto que vai regulamentar o setor de segurança privada no país.

Assim que finalizado, o texto tramitará no Executivo e na sequência seguirá para votação no Congresso Nacional. “Estamos em fase final de ajustes”, disse Marivaldo Pereira, secretário de assuntos legislativos do Ministério da Justiça, ao Brasil Econômico. De acordo com o secretário, o perfil da área mudou muito e a legislação de 1983 não regula, por exemplo, as atividades das empresas de sistemas eletrônicos. Entre elas, as que monitoram vídeos, por exemplo, detém enorme volume de informações confidenciais de clientes. Essas espécies de centrais de inteligência passarão a ser controladas pela Polícia Federal, como ocorre com as companhias de vigilância privada.

Segundo a Associação de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), as 18 mil empresas que atuam no segmento faturaram US$ 1,8 bilhão em 2011.

Capital estrangeiro
Entre as mudanças mais esperadas está o sinal verde para a entrada de capital estrangeiro no setor. “A lei também cria instrumentos para combater a informalidade”, lembra Bruno Giusto, advogado do escritório Siqueira Castro Advogados. Jacobson Neto, presidente da Abrevis (entidade que reúne empresas de vigilância), diz que o setor poderia ter crescido no mínimo 5% ao ano, em vez dos cerca de 3% vistos na última década, se não fosse a ação de trabalhadores informais, que não arcam com o alto nível de encargos e tributos.

Jornal Brasil Econômico, Brasil/SP – 03/08/2012