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Dicas de segurança para evitar roubos e arrastões em prédios

Para evitar ações de quadrilhas que roubam condomínios, moradores e funcionários podem tomar algumas medidas básicas de segurança.

Manter um cadastro de visitantes e prestadores de serviço e monitorar o local com câmeras de segurança são algumas das medidas que ajudam a evitar este tipo de ação. Confira outras dicas que podem ajudar a evitar a ação das quadrilhas que fazem arrastão em condomínios:

-Moradores de condomínios não devem deixar as chaves de casa na guarita. Elas podem ser usadas e facilitar ação dos bandidos que invadem os prédios. Caso seja necessário, é melhor deixar com um vizinho;

-Prestadores de serviço precisam ser identificados, ter seus dados anotados e o morador tem de ser avisado e autorizar a entrada. Se o serviço for solicitado por um morador, recomenda-se informar o porteiro;

-Entregadores nunca devem ter acesso aos apartamentos. Os moradores devem ir à portaria para recebimentos;

-Ao atender visitantes, o porteiro deve manter os portões fechados e as pessoas têm de ficar do lado de fora;

-Caso o serviço de um faxineiro faça com que o portão do condomínio fique aberto por muito tempo (levar o lixo para fora; limpeza de calçada), ele deve ter o suporte de outro funcionário. A preferência é sempre que o serviço seja feito com os portões fechados;

-Prédios devem ter dois portões, do tipo clausura ou gaiola, um sob controle do morador e outro, do porteiro;

-Portões de acesso à garagem devem ficar o menor tempo possível abertos, durante a entrada e saída de veículos;

-Prédios devem ter dois portões, do tipo clausura ou gaiola, um sob controle do morador e outro, do porteiro;

-Portões de acesso à garagem devem ficar o menor tempo possível abertos, durante a entrada e saída de veículos;

-Portas de entrada, portões de garagem e equipamentos de segurança precisam sempre estar funcionando. E caso de avaria devem ser consertados imediatamente;

-Funcionário da guarita deve sempre estar atento à movimentação na rua, principalmente quando algum portão for aberto e nunca deve deixar seu posto sem um substituto;

-Prédios com sistema de segurança externa deve dar visibilidade panorâmica das ruas;

-Guaritas de segurança devem ficar próximas à entrada, para aumentar a visibilidade do porteiro;

-As entradas do edifício, assim como outros acessos, devem ser bem iluminadas;

-Síndicos sempre devem exigir documentos originais de candidatos as vagas de funcionários do condomínio. Essa regra também é válida para os moradores;

-Na dúvida sobre a veracidade dos documentos, procure a delegacia mais próxima e peça auxílio da polícia;

-O trabalho de zeladores, porteiros e outros funcionários devem ser regularmente acompanhado pelos síndicos.

Portal Secovi

Presídios transbordam, mas violência não cai, diz Pastoral

Em nota pública sobre o sistema penitenciário de São Paulo, a Pastoral Carcerária informa que ele possui 100 mil vagas, mas abriga cerca de 180 mil presos. Também revela que o problema da superpopulação se agrava, com o ingresso no sistema de 2.700 presos, na média, a cada mês.

Nesse ritmo, ao final do ano serão 210 mil encarcerados e em 2015 o déficit de vagas terá chegado a 180 mil. Essa estimativa já engloba os projetos do governo de abrir mais 39 mil vagas nos próximos três anos, com investimentos de R$ 1,5 bilhão.

A nota enfatiza que os presos não têm acesso a serviços que possibilitem sua recuperação. Cita como exemplo o fato de apenas 8% deles receberem algum tipo de educação. A situação é tão grave que, em alguns lugares, o Ministério Público impede a entrada de novos prisioneiros.

O objetivo da nota é provocar o debate de duas questões. A primeira: são corretas as iniciativas do governo paulista no sentido de transferir para iniciativa privada a construção e a manutenção de novos presídios? A segunda: esse sistema é eficiente? A Pastoral responde não às duas perguntas. Argumenta que, apesar de um em cada 171 adultos de São Paulo estar atrás das grades, as taxas de criminalidade no Estado continuam subindo.

Roldão Arruda