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Posts Tagged ‘ Ações criminosas

ABESE divulga dados de mercado 2011

Com forte expansão e ganhando cada vez mais presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) acaba de anunciar que o segmento fechou o ano de 2011 com um crescimento de 11%, registrando um faturamento de aproximadamente US$1,830 bilhão.

De acordo com Carlos Progianti, presidente da ABESE, trata-se de um segmento que reserva grandes oportunidades de negócios e muitas possibilidades de crescimento, principalmente com a importância que tem alcançado auxiliando o combate à criminalidade e até na identificação de crimes e suspeitos.

Dados
No Brasil existem mais de 18 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos.

Atualmente, existe cerca de 710 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes no País, o que corresponde a 11% de um total de 6,18 milhões imóveis com possibilidade de receberem sistemas de alarmes monitorados. As tecnologias de alarmes contra intrusão representam 24% do mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança.

As tecnologias de sistemas de controle de acesso que representam 24% do mercado, e que incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, iris, voz, palma da mão e facial), estão em expansão e assim devem permanecer devido à demanda de dois grandes eventos que terão lugar no país: Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos de 2016.

O mercado de segurança eletrônica cresceu, em média, 11% nos últimos cinco anos:
2007 15%
2008 13%
2009 7%
2010 12%
2011 9%

Representatividade do mercado nacional por regiões:
Sudeste: 51%
Sul: 22%
Centro-Oeste: 13%
Nordeste: 10%
Norte: 4%

Principais tecnologias aplicadas em segurança eletrônica e sua participação de mercado:
Sistemas de alarmes contra intrusos: 24%
Sistemas de circuitos fechados de TV: 43%
Sistemas de controle de acesso: 24%
Equipamentos detecção e combate a incêndio: 9%

Outras tecnologias:
Sistemas de Proteção Antifurto para produtos
Detecção de metais e explosivos
Dispositivos de identificação por biometria
Rastreamento de veículos, cargas e seres vivos
Sistemas de controle de tráfego em vias públicas e rodovias
Sistemas de Analise Inteligente de Vídeo
Sistemas avançados de identificação biométrica
Cidade Digital – integração dos registros e informações a disposição dos órgãos competentes (imagens em vídeo, fotos, registros de ocorrências)

Dicas para o consumidor
É necessário ressaltar a importância na escolha das empresas que prestam este tipo de serviço, já que segurança eletrônica não se compra em balcão, pois existem muitos outros fatores que devem ser considerados:

Eficácia: É muito comum o questionamento da eficácia dos equipamentos de segurança eletrônica, mas a falha pode estar na falta de um estudo adequado do local e escolha de fornecedores especializados que atendam às necessidades específicas de cada imóvel.

Análise das Particularidades do Local: É necessário que o consumidor se conscientize que cada imóvel possui uma característica diferente e, consequentemente, precisa de um projeto específico, realizado por uma empresa capacitada. Parece simples, mas muitos consumidores ainda adquirem segurança eletrônica sem a orientação correta e acabam investindo em equipamentos e serviços que no final das contas acaba deixando o local vulnerável e sem a proteção adequada. Para se ter uma idéia, um simples sensor de presença mal posicionado pode comprometer a eficácia de todo um sistema de alarme.

ABESE possui ainda uma Cartilha do Consumidor que orienta sobre a maneira correta de adquirir um sistema de segurança eletrônica e traz dicas sobre os tipos de sistema e o passo a passo para escolher corretamente o serviço que atenda as particularidades da sua propriedade. Baixe-a gratuitamente por meio do site: www.abese.org.br.

O primeiro passo é o diagnóstico e análise de risco, procedimento que identifica os riscos e suas origens e o diagnóstico de segurança, com o levantamento de variáveis externas e internas que podem impactar na segurança do imóvel e as vulnerabilidades da instalação.

Após este estudo, o consumidor deve solicitar um projeto de sistema de segurança eletrônica que irá levantar inúmeras informações que permitirão a aplicação da tecnologia mais adequada ao local. Cada residência, condomínio ou empresa possui suas particularidades e apresentam uma necessidade específica. Levando em consideração que o mercado de segurança eletrônica é preventivo e detectivo, o sistema adotado deverá ser customizado e apropriado para o local.

Outra dica importante: escolha a empresa com base no pacote de soluções oferecidas. Afinal, o barato pode sair caro. E com segurança é bom não correr esse risco.

O passo seguinte é a escolha da empresa, onde é imprescindível que o consumidor analise o histórico do prestador de serviço que fornecerá e instalará o sistema de segurança. O mais importante é procurar empresas que lhe ofereçam garantias da procedência dos equipamentos e serviços pós-venda, como manutenção e suporte técnico. Observe se a empresa possui certificações. Isso demonstra que ela cumpre com uma série de procedimentos e requisitos voltados à qualidade do serviço prestado. Não esqueça de exigir um contrato de prestação de serviços e manutenção dos equipamentos, que deve prever a garantia dos produtos e serviços e o prazo de atendimento em caso de manutenção corretiva.

Esses passos são importantes para que esta tecnologia cumpra com os seus principais objetivos: detectar, comunicar e inibir ações criminosas.

Existe uma grande logística por trás de um projeto de segurança eletrônica e, para cada imóvel, existe um equipamento, um serviço e um tipo de tecnologia adequada.

Fonte: Abese / Texto Assessoria de Comunicações

Operação da PM aumenta efetivo em 30% em todo o Vale

Claudio Capucho
Objetivo é inibir ações criminosas nas áreas com maiores índices de violência

Filipe Rodrigues – O Vale
São José dos Campos

A Polícia Militar iniciou ontem uma megaoperação contra o crime que irá durar uma semana em todas cidades do Vale do Paraíba.

Durante o período, o número de policiais em patrulhamento irá aumentar 30%. O reforço será em áreas com grande circulação de pessoas e regiões com índices criminais elevados.

Ontem, foram feitos bloqueios nos acessos às cidades e intensificadas as abordagens a pedestres, motoristas e motociclistas.

Em São José, na região central e nas zonas norte e oeste, até às 18h de ontem, cinco pessoas tinham sido presas e um menor de idade apreendido.

Em Taubaté, o foco da ação foram roubos e furtos de veículos. 136 veículos e 183 pessoas foram revistadas. Quatro motos foram apreendidas.

Operação
O efetivo foi reforçado nas áreas com mais crimes e horários com mais ocorrências. A operação “Visibilidade Estratégica” aconteceu das 11h às 23h.

“De manhã, houve saturação de policiais no centro das cidades. À tarde, foram pontos de bloqueio”, diz a capitã Sonia Paula Hamad.

Para garantir o reforço, foram canceladas todas as folgas de policiais e PMs do setor administrativo também atuaram no patrulhamento.

“A intenção é reduzir os índices criminais e garantir sensação de segurança. Também queremos nos aproximar da população”, diz a capitã.

São José
Na cidade, a operação começou às 7h30 e seguiu até às 23h. Até as 11h, um efetivo menor foi empregado para fazer rondas em regiões com maior incidência de roubos e furtos na cidade.

Após as 11h, cerca de 35 viaturas reforçaram a segurança na região central. Às 16h, o alvo foi o trânsito, com blitze nas vias mais movimentadas.

O resultado parcial nas regiões central, norte e oeste apontava para 947 pessoas e 635 veículos revistados.

Sete carros foram apreendidos por falta de documentação e duas armas apreendidas.

Ocorrências
A primeira ocorrência em São José aconteceu às 8h. Durante uma abordagem a cinco homens no bairro Por do Sol, zona oeste, quatro fugiram correndo e um dos rapazes foi preso na hora.

Houve perseguição, um dos fugitivos foi preso e, com ele, foi encontrado um revólver calibre 38. Os outros três rapazes continuam foragidos. Ao questionar os homens sobre a fuga, eles disseram estar de posse de três carros roubados, que foram recuperados.

Também foram cumpridos mandados de prisão. Um dos homens presos foi o médico C.L.W, 50 anos, condenado a sete meses de prisão por dirigir embriagado.