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Posts Tagged ‘ Agentes

O Bom Pastor

O filme dirigido por Robert de Niro e estrelado pro Matt Demon e Angelina Jolie acompanha a história do primeiro diretor da CIA responsável pela contra-espionagem dos Estados Unidos durante duas décadas.

O jovem estudante da Universidade de Yale, Edward Wilson, é membro da aristocracia intelectual, fazendo parte de movimentos políticos secretos que arquitetaram o modelo da atual Agência de Inteligência.

A agência iniciou seu trabalho como Escritório de Assuntos Estratégicos, OSS (Office of Strategic Services), em 1942, em Londres durante a Segunda Guerra Mundial, e tinha por objetivo tanto a espionagem como a contra-espionagem dos exércitos nazistas.

Durante esta fase, o então escritório de informação desenvolveu métodos de atuação e treinamento de agentes que seriam a base de toda espionagem moderna.

Após o conflito, a guerra fria entre a União Soviética e os Estados Unidos serviu para estabelecer solidamente a CIA como a principal responsável pela inteligência americana. Oficialmente a CIA foi criada em 1947 pelo Presidente Harry Truman que neste ano assinou o Ato de Segurança Nacional.

O personagem interpretado por Damon inicia a carreira na antiga OSS, recrutando alemães e russos como agentes duplos. O objetivo era criar notícias e informações fictícias para desnortear a espionagem alemã durante a guerra. Nesta rede de intrigas, ele retorna aos Estados Unidos e é responsável por várias ações de contra espionagem russa e posteriormente, durante os anos 60, para derrubar a luta civil cubana.

Apesar de todo sucesso na carreira, Wilson tem dificuldades de relacionamento já que o seu temperamento taciturno e o próprio tipo de trabalho fazem com que desconfie de todos.

O conflito nas relações pessoais e profissionais culmina com o envolvimento do seu único filho com agentes russos durante a ação americana na Baia dos Porcos, pela qual Wilson era responsável.

Nome original da película, The Good Shepperd, 2006, esta à disposição nas locadoras de DVDs.

Para saber mais sobre a CIA acesse: http://pessoas.hsw.uol.com.br/cia2.htm website que explica como funciona a agência norte-americana.

Ou no próprio site da CIA: http://www.cia.gov/

Equipe Sekron Alarmes

Agente infiltrado é a aposta da Polícia

Projeto de lei prevê a infiltração de policiais em organizações criminosas e licença para cometer crimes quando necessário à investigação

23 de maio de 2011 | 0h 00
Felipe Recondo – O Estado de S.Paulo

É uma arma nova, complexa, arriscada, mas considerada valiosa em investigações contra organizações criminosas. Projeto de lei patrocinado pelo governo, aprovado pelo Senado e que está sendo retocado na Câmara permitirá a infiltração de agentes em organizações criminosas. Policiais que terão licença para cometer crimes quando estritamente necessário para manter o disfarce e que verão de dentro o funcionamento de quadrilhas.

O projeto estabelece uma série de restrições e cuidados, especialmente para evitar abusos de policiais infiltrados. Cuidados com os quais o governo e a Polícia Federal concordam, mas que podem ser alterados e avaliados caso a caso. Assim, o juiz que estiver cuidando do processo contra a organização criminosa estabelecerá os limites para a atuação dos agentes infiltrados, inclusive os crimes que os policiais poderão ou não cometer.

O tema é polêmico, mas a aprovação do projeto é uma das prioridades da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), responsável pelo anteprojeto que tramita no Congresso. Hoje, a infiltração é rara. Além das dificuldades operacionais, a legislação deixa o agente infiltrado a descoberto. Há casos em que policiais foram processados por ter de cometer os crimes que estavam sendo investigados em segredo.

Limites a definirDepois de regulamentada, a infiltração poderá se tornar uma técnica mais comum no combate ao crime organizado. “Será uma ferramenta muito válida para aprofundar investigações. Uma vez regulamentada, vai ser muito usada”, afirma o diretor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça, Ricardo Saadi.

O ponto mais polêmico do texto refere-se a crimes que não poderiam ser cometidos por agentes infiltrados. O projeto estabelece que será processado o agente que cometer “crimes dolosos contra a vida”, como homicídio, crime contra a liberdade sexual, como estupro, ou tortura.

Mas esses limites podem ser retirados do texto. A explicação: se uma organização criminosa conhece os limites da lei e desconfia que um dos integrantes é um agente infiltrado, poderá ordenar que ele cometa um desses crimes. Caso se negue, para evitar eventuais processos, será descoberto e estará com a vida em risco. Mas isso não significa que o agente infiltrado poderá cometer tantos e diferentes crimes quanto achar necessário.

“Estamos lidando, de um lado, com a integridade física do agente. Por outro lado, isso não pode ser salvo-conduto para cometimento de abusos”, explica o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo de Castro Pereira. Por isso, o projeto estabelece que a infiltração precisará de autorização prévia da Justiça.

Um pedido de infiltração poderá ser negado, por exemplo, se o juiz identificar o risco de o policial ser levado a cometer crimes graves, como homicídios, para não prejudicar as investigações.