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Disque Denúncia aprimora atendimento de denúncias sobre armas


Sou da Paz capacita profissionais para melhor atender e triar as ligações referentes às armas de fogo

O Instituto Sou da Paz e o Instituto São Paulo Contra a Violência – organização responsável pelo Disque Denúncia 181 – firmaram uma parceria visando à implementação de projetos conjuntos de conscientização sobre os perigos representados pelas armas de fogo e a promoção da retirada de armas em circulação na cidade de São Paulo.

As instituições já participam juntas do Comitê de Controle de Armas e Desarmamento – institucionalizado em março de 2012 pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana da cidade de São Paulo – trocando experiências e compartilhando dados sobre a questão.

A parceria prevê a realização de campanhas de conscientização da sociedade sobre o tema, além do desenvolvimento de manuais de orientação e de procedimentos que aprimorarão o trabalho dos atendentes do Disque Denúncia (181) no recebimento de denúncias sobre armas de fogo.

Essas medidas tem o intuito de potencializar a coleta de denúncias que ajudem principalmente na identificação e apreensão de arsenais criminosos.

Fonte: Instituto Sou da Paz

Homicídios caem mas roubos desafiam polícia

O número de homicídios caiu na capital paulista em 2011, mas os casos de latrocínio (roubo seguido de morte), de furtos e roubos de veículos e de assaltos a banco aumentaram em comparação com o ano anterior.

De acordo com balanço divulgado ontem pela Secretaria da Segurança Pública, foram registrados 1.023 assassinatos no ano passado, contra 1.196 em 2010. A redução de 14,46% fez a capital atingir a taxa de nove homicídios por grupo de 100 mil habitantes.

A mesma eficiência das polícias Civil e Militar no combate aos homicídios, que têm diminuído a cada ano desde 2007, não é repetida nos casos de crimes contra o patrimônio. Os casos de latrocínio subiram de 76 para 86 de 2010 para 2011, um aumento de 13,16%, segundo as estatísticas da Secretaria da Segurança. Os furtos e roubos de veículos passaram de 77.855 casos para 83.295 (6,99%) no mesmo período, enquanto os assaltos a banco saltaram de 141 para 149 (5,67%).

O delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro de Lima, disse que nos casos de latrocínio é mais difícil descobrir a autoria do crime porque vítima e criminoso não se conhecem, ao contrário do que acontece nas ocorrências de homicídio. Carneiro afirmou que as delegacias de bairro deverão priorizar as investigações das ocorrências de roubos de casas, estabelecimentos comerciais e veículos para reduzir os crimes contra o patrimônio e coibir os latrocínios ao mesmo tempo.

Essa é a mesma opinião do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Álvaro Batista Camilo. Segundo ele, em quase 90% dos casos de assassinatos as pessoas envolvidas têm algum tipo de relação. “Em média, 55% dos casos estão relacionados a brigas e execuções por causa de álcool e de drogas. Os crimes passionais são 32% dos casos, com brigas de marido e mulher por exemplo. A menor parte dos casos está ligada às discussões de trânsito.”

Segundo o coronel, o desarmamento de criminosos, a apreensão de drogas e o combate ao álcool, durante as blitze da Lei Seca, ajudaram na redução do índice de homicídios. “A PM apreendeu 19 mil armas de fogo e 40 toneladas de drogas em todo o Estado em 2011. Pessoas alcoolizadas também estão sujeitas a cometer crimes durante qualquer briga”, afirmou o comandante-geral.

O aumento dos casos de crimes contra o patrimônio impressionou o projetista Ocimar Florentino de Paiva, de 53 anos, pai do estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24, morto durante um assalto dentro da Universidade de São Paulo (USP) em maio de 2011. “Parece que na USP a segurança melhorou com a chegada da PM, mas na cidade como um todo a gente não tem a sensação de segurança. Ainda tem muito criminoso solto”, disse o projetista.

O advogado tributarista Ricardo Aro, de 41 anos, é um dos 83.295 motoristas que tiveram o carro levado por ladrões na capital. No dia 22 de junho, ele estacionou seu Gol 2009 na rua ao visitar o pai, na Vila Carrão, zona leste. “Eu não conhecia a rua direito, pois meu pai se mudou havia pouco tempo. A gente vive no meio de uma guerra urbana”, disse, referindo-se à ação dos criminosos.

Gio Mendes / Felipe Tau – JT

População está registrando mais ocorrências, diz polícia

Uma sociedade mais próxima da polícia, o aumento do número de notificações e o trabalho contínuo das polícias Civil e Militar foram alguns dos pontos destacados pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel Álvaro Batista Camilo e pelo delegado geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima, sobre os dados estatísticos mensais de criminalidade divulgados nesta segunda-feira (27), pela Secretaria da Segurança Pública.

Em maio, o número de homicídios dolosos voltou a cair no estado: foram registradas 337 mortes intencionais, 29 a menos que em maio de 2010. De janeiro a maio, a quantidade de crimes contra a vida caiu 14,63%, de 1.982 casos, nos primeiros cinco meses de 2010, para 1.692 este ano – 290 casos a menos. Alguns fatores importantes para a diminuição do índice de homicídios, de acordo com o comandante geral da PM, foram “o aumento da fiscalização e combate às drogas, ao álcool e a apreensão de armas”.

Pelo quinto mês seguido, o número de mortes intencionais ficou abaixo de 10 por grupo de 10 mil habitantes/ano, índice considerado não epidêmico pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A taxa de homicídios dos primeiros cinco meses no estado é de 9,73/100 mil.

Aumento de notificações

O delegado geral de Polícia Civil e o comandante da Polícia Militar acreditam que a sociedade está mais consciente da importância do registro da ocorrência para que, assim, as polícias preparem ações de combate à criminalidade.

Somente na Delegacia Eletrônica, o número de ocorrências saltou de 11.860 ocorrências em janeiro deste ano, para 15.858 em maio. Também a partir deste ano, as unidades da Polícia Militar passaram a registrar boletins de ocorrência de furto de veículo, desaparecimento ou encontro de pessoas, furto e extravio de documentos, furto e perda de celular e furto ou perda de placa de veículos.

Segundo Marcos Carneiro, o aumento do número de notificações pode ser atribuído ao acréscimo de 10,05% dos casos de furtos. “A população não comunicava todos os furtos à polícia. Com a melhora da notificação, a tendência é que esse número cresça e isso será benéfico porque, a partir dos dados, a polícia vai fazer um trabalho mais eficiente de combate a esses crimes”, explicou.

Quanto mais as pessoas registram um crime, mais dados as polícias têm para planejar estratégias de segurança pública. O coronel Álvaro Camilo revelou que a Polícia Militar já está mapeando os locais onde existiram maior incidência de furtos e roubos de veículos para realizar operações de prevenção.

As estatísticas são utilizadas no planejamento operacional das policiais e para tomada de decisões do Governo na área de segurança. Os dados ajudam, por exemplo, na distribuição de recursos humanos, tecnológicos e materiais.

Elson Natário e Vivian Goltl – SSP

PF faz operação contra tráfico de drogas nos estados de SP e Goiás

Foram apreendidos 140 kg de cocaína no Porto de Santos, no litoral de SP.
Seis pessoas foram detidas na manhã desta quarta-feira.

Do G1 SP – 08/06/2011 13h31 – Atualizado em 08/06/2011 13h31

Uma operação da Polícia Federal cumpria desde a manhã desta quarta-feira (8) mandados de busca e apreensão e de prisão em São Paulo, Sorocaba, no interior do estado, e em Goiânia, em Goiás, para combater uma quadrilha de tráfico de drogas. Até o final da manhã desta quarta, seis pessoas foram detidas e 160 kg de cocaína, apreendidos.

A operação, intitulada Seminarista, foi iniciada pela PF em Sorocaba na manhã desta quarta.

De acordo com a assessoria de imprensa da polícia, as investigações começaram após o recebimento de informação repassada pela Drug Enforcement Administration (DEA, agência anti-drogas dos Estados Unidos), noticiando que um empresário de Sorocaba estaria exportando cocaína para os continentes africano e europeu por meio de empresas de fachada.

Ele utilizava navios, ocultando a droga no interior de mercadorias lícitas despachadas para o exterior.

Dos 160 kg apreendidos de cocaína, 140 kg foram encontrados em um contêiner no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, ocultados em uma carga de portas de madeira que tinha como destino a África.

Outros 20 kg já haviam sido apreendidos em 19 de maio em Sorocaba, com duas mulheres que transportavam a droga em um táxi. Ao todo, a Justiça Federal em Sorocaba expediu oito mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão.