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Bairros da região Central de Santos terão novas câmeras de monitoramento

Câmeras serão integradas à central do SIM


Em aproximadamente dois meses, a Prefeitura de Santos espera começar a instalar 20 novas câmeras do Sistema Integrado de Monitoramento (SIM) nos bairros Valongo, Vila Mathias, Paquetá, Vila Nova e Centro.

Como ocorre com outras câmeras, estas serão blindadas e integradas por fibra ótica à central do SIM, que opera no Paço Municipal. As câmeras terão alcance mínimo de 500 metros, visibilidade de 360 graus na horizontal (giro completo) e de 180 graus na vertical.

De acordo com o secretário municipal de Segurança, Renato Perrenoud, a licitação para a compra dos equipamentos está em curso, e a previsão é que, ainda neste semestre, o sistema esteja em funcionamento.

Com o incremento, o SIM beneficiará mais 18.129 pessoas em 5.989 imóveis do Centro Histórico e do Centro Expandido (área que agrega Vila Mathias, Paquetá e Vila Nova).

Hoje, o sistema conta com outras 33 câmeras. Vinte e duas ficam na Orla, cinco no Centro, cinco na Alemoa e uma em base móvel.

Com os outros 18 pontos de monitoramento na Orla, com previsão de operação a partir de dezembro, serão, no total, 71 câmeras gerando imagens 24 horas por dia.

A Tribuna

Casos de furtos desafiam a segurança dos shoppings

Nem o forte esquema de segurança de shoppings localizados em áreas nobres da capital consegue impedir o furto a clientes. Desde o início do ano, ao menos 48 casos, em cinco centros de compras, chegaram às delegacias. Os itens mais levados são smartphones, carteiras e bolsas.

A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) alerta que a praça de alimentação é um dos locais mais visados pelos ladrões. Por ano, cada shopping investe, em média, R$ 1,5 milhão em segurança.
Em 2010, quando as joalherias viraram alvo das quadrilhas, shoppings tradicionais de São Paulo reforçaram a segurança. Na época, o Morumbi, na zona sul, por exemplo, instalou guaritas blindadas no lado de fora, assim como o Cidade Jardim, na mesma região. Em outro centro de compras, em Higienópolis, região central, o número de vigilantes aumentou e houve a aquisição de armas e coletes à prova de bala para homens que monitoram o lado de fora do empreendimento.

Segundo a Alshop, os clientes não estão desprotegidos. Atualmente, pessoas consideradas suspeitas, que muitas vezes circulam pelos corredores sem levar nada, são seguidas de forma discreta pelos seguranças. A intenção é fazer o suposto criminoso notar que é observado e deixar o centro de compras. “É uma ação preventiva que não causa alarde”, diz. “Hoje existe uma boa repressão, mas infelizmente ainda há casos”, comenta o diretor de relações institucionais da entidade, Luis Augusto Ildefonso da Silva.

Entre os 48 crimes levantados, há casos nos shoppings Cidade Jardim, Morumbi, Ibirapuera, Bourbon e Iguatemi. Também existem relatos em sites de reclamação do consumidor.

Foi em um almoço de negócios que o administrador de empresas Mendel Sanger, de 46 anos, teve a mala de couro furtada em um restaurante do Morumbi Shopping neste mês. Segundo Sanger, os pedidos feitos ao shopping para que fossem observadas as imagens do circuito interno de câmeras não foram atendidos. “Fiquei sem a mala, que tinha meu computador, celular e chave”, recordou. Segundo ele, sua mala e as de amigos foram deixadas em outra mesa por orientação dos garçons.

Em fevereiro, Tatiana Arata, cliente do Eldorado, teve o carro aberto no estacionamento. Levaram som, mochila e estepe. “O segurança falou que é comum”, conta. Segundo ela, houve contato do shopping.

“Parece que vão me ressarcir.” Em outro caso, uma atendente teve o iPad levado de um balcão do Cidade Jardim.

Para clientes, o cuidado nem sempre é prioridade. “Nunca me preocupei muito em olhar a bolsa. O shopping tem segurança”, diz a corretora Maria do Carmo Soares, de 47 anos.

O delegado Armando Bellio, do 27.º DP (Campo Belo) – responsável pela área onde fica o Shopping Ibirapuera –, comenta que muitas vítimas não fazem queixa por conta do pouco valor dos produtos levados. Para Emerson Caetano, consultor da Migdal Consultin, quem vai ao shopping se preocupa mais com vaga no estacionamento do que com segurança.

“Olhar a vitrine sem manter a atenção é outro problema.” Caetano confirma que a maioria não registra queixa. “Ou pelo valor irrisório ou a pessoa não quer perder tempo na delegacia.”

Vigilantes agora atuam à paisana
Como estratégia antifurto, os centros de compras têm apostado em seguranças à paisana. A assessoria de imprensa do Shopping Eldorado informou que, além de orientar os clientes sobre seus pertences nas mesas, especialmente na praça de alimentação, os vigilantes trabalham 24 horas em todos os pisos e na área externa do local. Já os homens sem uniforme atuam em horários diferentes do dia, quando há pessoas suspeitas identificadas por câmeras.

O trabalho também é feito com segways, um tipo de patinete elétrico. O Eldorado informou que ainda tem câmeras em todo o shopping e uma central com funcionários que monitoram 205 câmeras. Todas as imagens são gravadas 24 horas.

No Bourbon, funcionários disseram ao JT que homens à paisana circulam pelos corredores. A assessoria respondeu que as ações de segurança são “estratégicas” e não iria comentar o assunto. O Ibirapuera também não quis se pronunciar. O Cidade Jardim informou que não recebeu comunicado oficial sobre os casos mencionados na reportagem. O shopping esclareceu que adota medidas de segurança com o objetivo de garantir o bem estar e a integridade de seus clientes, lojistas e colaboradores. O Morumbi Shopping, por questões estratégicas de segurança, não fez comentários.

Já o Iguatemi disse que tem completa infraestrutura de segurança e circuito fechado de televisão, com câmeras que monitoram todos os andares e setores, zelando de forma “efetiva pela segurança de seus clientes e funcionários”.

Para Luis Augusto Ildefonso da Silva, diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), apesar de não ser um crime novo, o furto tem ocorrido pois, com o passar dos anos, os ladrões “progridem” em suas técnicas. Silva alertou que o lugar com mais casos é na praça de alimentação. É lá que, segundo ele, clientes relaxam com os cuidados, principalmente com bolsas. “Até por isso a maioria tem equipamentos com velcro para proteger as bolsas”.

Camilla Haddad – Jornal da Tarde

Prefeitura de Santos instala nove câmeras de monitoramento em centros comerciais


Secretaria de Comunicação de Santos / Foto: Tadeu Nascimento

A Prefeitura de Santos firmou nesta segunda-feira (5) parceria para instalar mais nove câmeras de segurança do SIM (Sistema Integrado de Monitoramento) no Gonzaga e na Avenida Pedro Lessa. Além destas, há cerca de uma semana está em operação uma câmera na entrada de Santos (Av. Nossa Senhora de Fátima com Av. Martins Fontes).

Os mais recentes investimentos foram anunciados pelo prefeito João Paulo Tavares Papa durante reunião com representantes do comércio, supermercados e bancos e vereadores, no salão nobre. Serão seis câmeras no Gonzaga, compradas com recursos do CDL Gonzaga e Shopping Miramar, e por meio de emenda parlamentar.

As câmeras serão instaladas nos seguintes trechos: Av. Ana Costa com a Praça da Independência, com Rua Otton Feliciano e com a Av. Francisco Glicério; nos cruzamentos da Av. Floriano Peixoto com R. Pereira Barreto; R. Marcílio Dias com R. Otton Feliciano e R. Galeão Carvalhal com R. Carlos Afonseca.

Já os três equipamentos da Av. Pedro Lessa, adquiridos com emenda parlamentar, serão colocados nas esquinas com a Av. Senador Dantas, canal 5 e Rua Lacerda Franco.

Somadas a outras 18 câmeras que serão subsidiadas pela Petrobras no Valongo, Vila Mathias, Paquetá, Vila Nova (área do Mercado Municipal) e Centro Histórico, por meio de convênio já formalizado com a prefeitura, Santos praticamente dobrará o número de câmeras de monitoramento. Hoje, estão em operação 30 distribuídas na orla da praia, Alemoa, Centro e uma móvel.

“Já temos um dos mais modernos sistemas de monitoramento do país e bons índices de segurança, que podem avançar e melhorar. Esse investimento deve ser expandido através de parcerias para proporcionar à população o melhor em termos de segurança”, diz Papa.

Segundo ele, o grande investimento de implantação foi feito pela Prefeitura, que também promove a manutenção do SIM. Sua operação é compartilhada entre Administração Municipal, CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e polícias Civil e Militar. “O desafio agora é ampliar a rede de monitoramento, por meio de parcerias com a iniciativa privada”.

Cada câmera custa aproximadamente R$ 40 mil. O presidente do CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) Santos-Praia, Nicolau Obeidi, aprovou as medidas: “Elas darão mais tranquilidade ao centro comercial do Gonzaga e à cidade inteira, além de propiciar maior sensação de segurança à população”.

Equipamento
O sistema de monitoramento santista opera 24 horas e tem grande alcance, pois conta com câmeras blindadas e de boa captação noturna. Elas possuem capacidade de rotação e até 800 metros de zoom, incluindo raio de 1.600 metros.

O monitoramento permite também melhor controle do trânsito pela CET e mais rapidez de atuação em casos de acidentes, congestionamentos e outras ocorrências.

Desde sua implantação, em 2006, contribuiu na redução de até 70% da incidência de roubo nos locais servidos por câmeras. As imagens gravadas também servem de subsídio para investigações e como provas para a justiça e polícia.

Fonte: Jornal da Orla

Centro de Santos (SP) vai ganhar 18 novas câmeras

FELIPE CARUSO
DE SANTOS

A Prefeitura de Santos e a Petrobras assinaram na segunda-feira (6) um convênio para instalar 18 câmeras de monitoramento na região central da cidade.

Os equipamentos devem começar a funcionar em um mês e custarão pouco mais de R$ 1 milhão à empresa.

Segundo estimativa da prefeitura, o novo aparato de segurança deve beneficiar cerca de 18 mil moradores no centro histórico, Vila Mathias, Vila Nova, Paquetá e no Valongo, onde a Petrobras vai construir um complexo de três torres para ser a base dos negócios e exploração do petróleo do pré-sal na Bacia de Santos. O primeiro dos prédios deve ficar pronto no final de 2013.

As 18 câmeras se somarão a 30 do Sistema Integrado de Monitoramento, operado em conjunto pela Secretaria de Segurança, Polícia Militar e CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), e vão auxiliar também no controle do trânsito na cidade.

As câmeras têm alcance mínimo de 500 metros, visibilidade de 360º na horizontal e de 180º na vertical e serão blindadas.

Folha.com (Cotidiano) 07/06/2011 – 14h06