Clientes Sekron
  Esqueci a Senha
Conheça nosso site Institucional ›

Posts Tagged ‘ Caixas eletrônicos

Assaltos a bancos crescem 25% no primeiro semestre no País

O total de assaltos a bancos ocorridos no País ao longo do primeiro semestre deste ano cresceu 25,2% em relação ao mesmo período de 2011. O número passou de 301 para 377 casos. Já os arrombamentos de agências, postos de atendimento e caixas eletrônicos passaram de 537 para 884 no mesmo período – um crescimento de 64,6%.

Os dados fazem parte da 3ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos. O levantamento foi elaborado pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf), com apoio técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Somadas, ambas as modalidades de ataques a bancos chegaram a 1.261 ocorrências, uma alta de 50,5% em relação ao primeiro semestre do ano passado, quando houve 838 casos. Entre as fontes da pesquisa estão estatísticas de secretarias estaduais de Segurança Pública, notícias publicadas pela imprensa e levantamentos de sindicatos e federações de trabalhadores. No mês passado, a CNTV, a Contraf e o Dieese haviam divulgado 27 mortes em assaltos a bancos, de janeiro a junho de 2012.

Nas estatísticas de assaltos a bancos por estado, São Paulo lidera o ranking, com 99 casos no primeiro semestre, seguido por Bahia (37), Ceará (26), Pernambuco (18), Paraíba (17), Paraná (16) e Mato Grosso (16). Em termos percentuais, o maior crescimento ocorreu no Ceará, que passou de cinco casos no primeiro semestre de 2011 para 26 no mesmo período deste ano, uma alta de 420%.

O ranking de arrombamentos também é liderado por São Paulo, com 190 casos. Na sequência, aparecem Minas Gerais (151), Santa Catarina (121), Paraná (93), Bahia (54), Rio Grande do Sul (40) e Mato Grosso (32). O maior crescimento do número de casos ocorreu em Minas Gerais, com um salto de cinco para 151 ocorrências, uma variação de 2.920% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

As entidades acreditam que os dados reais podem ser ainda maiores, em razão da dificuldade de se obter esse tipo de informação em alguns estados. Casas lotéricas, unidades do Banco Postal dos Correios e correspondentes bancários não constam do levantamento.

“Esperamos que o anteprojeto de lei que trata do estatuto da segurança privada seja apresentado ainda este ano pelo Ministério da Justiça. A legislação atual está defasada”, disse Ademir Wiederkehr, diretor da Contraf. “Queremos mais segurança para proteger a vida das pessoas.

Não queremos mais a morte de clientes e trabalhadores.”

Entre as reivindicações das entidades que representam vigilantes e bancários estão a obrigatoriedade de porta giratória com detector de metais antes das salas de autoatendimento; instalação de vidros blindados nas fachadas das agências; colocação de câmeras de monitoramento dentro e fora dos bancos; ampliação do número de vigilantes; uso de divisórias entre os caixas e biombos antes da fila de espera; e isenção de tarifa para transferências eletrônicas de recursos entre bancos diferentes.

As entidades sindicais também defendem maior controle e fiscalização por parte do Exército no transporte, armazenamento e comércio de explosivos. Em 2011, de acordo com números apresentados pela CNTV, houve pelo menos 44 ocorrências de roubos de cargas de explosivos no país – 15 delas em Minas Gerais, o que explicaria, em parte, o aumento significativo de casos de arrombamento registrados no estado. Em segundo lugar aparece o Paraná, com dez ocorrências de roubos de explosivos.

“Em cada uma dessas ocorrências são roubadas toneladas de dinamite”, disse o presidente da CNTV, José Boaventura Santos. “As mineradoras deveriam ser obrigadas a ter um plano de segurança para o transporte desse material, com a contratação de vigilância.”

Perguntado se já fizeram algum contato com o Exército sobre o assunto, o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba, João Soares, disse que o órgão participou recentemente de uma audiência pública sobre o tema, realizada na Assembleia Legislativa do Paraná.

“O representante dos Exército nessa audiência informou que é praticamente impossível fiscalizar tudo. Eles fazem uma fiscalização por amostragem”, disse Soares. “Precisamos de uma fiscalização mais consistente, com medidas como rastreamento dos artefatos por chips ou códigos de barras. Há locais que vendem banana de dinamite por R$ 10.”

Os trabalhadores reclamam ainda do baixo orçamento destinado pelos bancos para gastos com segurança. No primeiro semestre deste ano, os cinco maiores bancos aplicaram R$ 1,5 bilhão em segurança, o equivalente a 6% do lucro líquido de R$ 24,6 bilhões obtido no período.

Procurada, a Federação Brasileira de Bancos divulgou nota em que informa que a segurança dos seus funcionários e clientes é preocupação central dos bancos. Conforme a nota, os investimentos em segurança feitos pelo setor passaram de R$ 3 bilhões, em 2002, para R$ 8,3 bilhões em 2011, o que significaria um aumento de 62,4% em termos reais.

De acordo com a federação patronal, os assaltos diminuíram 78% entre os anos de 2000 e 2011, passando de 1.903 para 422. Ainda segundo a Febraban, os bancos seguem a Lei Federal nº 7.102/1983 e sua regulamentação. “O aprimoramento da segurança bancária levou a uma adaptação e migração dos criminosos profissionais para assaltos fora das agências bancárias”, diz a nota da Febraban.

Agência Brasil

Falta de sinalização e de segurança preocupam moradores de Cotia

Para quem mora em Cotia, na Grande São Paulo, a Raposo Tavares não é uma rodovia, é uma grande avenida, referência para tudo. Por exemplo, a Granja Viana fica no km 24. O Centro de Cotia, depois do km 30. E é só se afastar um pouco da Raposo para perder o rumo.

Muitos moradores de Cotia, no entanto, reclamaram que falta sinalização nas ruas. Os moradores da Granja Viana, portal de entrada de Cotia, dizem que a polícia demora para achar o endereço quando é chamada – e tem sido chamada com frequência.

O mesmo tipo de violência que atinge a capital chegou à antes tranquila Granja Viana. O lugar não escapou, por exemplo, da onda de ataques a caixas eletrônicos. No local onde havia um terminal que foi explodido duas vezes nesse ano – uma em janeiro e outra em março -, só restou a marca no chão. O banco desistiu de instalar outra máquina.

Em maio, a joalheria de um shopping foi invadida por uma quadrilha fortemente armada. As imagens foram gravadas pelo circuito de segurança. Por causa disso tudo, câmeras começaram a ser instaladas nas ruas do bairro.

A dona de uma loja de material de construção tinha um outro depósito a 1,5 km de distância, bem pertinho da Raposo Tavares, mas foi assaltada nove vezes, sendo três vezes em uma única semana. A loja se mudou.

A violência chegou a Cotia junto com o desenvolvimento – que também trouxe boas notícias. O novo polo industrial criou oportunidades de emprego.

Em uma fábrica de válvulas, metade dos funcionários mora longe. “Dentro da nossa empresa, a gente tem dificuldade de fazer absorção de mão de obras de analistas, gerentes, supervisores, são as posições mais administrativas. Para as posições técnicas, eu ainda consigo absorver dentro da região de Cotia. Essas outras posições, geralmente vêm da região de São Paulo, da Grande São Paulo ou até de cidades das imediações de Cotia”, disse Cátia Três Rios, gerente de recursos humanos.

Mas nem todo mundo que vem de fora está em busca de emprego. Muitos enfrentam a Rodovia Raposo Tavares em busca de sossego. O endereço é um pedacinho da Grande São Paulo que parece outro país: o templo budista Zu Lai. O lugar já existe há 20 anos e resiste às transformações pelas quais Cotia tem passado.

Fonte: G1

O aumento da violência

Os índices de violência da capital cresceram pelo terceiro mês seguido, segundo balanço da Secretaria da Segurança Pública. E, como há uma tendência de mais aumento no próximo semestre, a criminalidade quase certamente se converterá num dos principais temas da campanha eleitoral para a Prefeitura – ainda que a responsabilidade pelo setor seja do governo estadual. Segundo o balanço, os índices de criminalidade da Baixada Santista, da região metropolitana e do interior também cresceram, mas numa proporção menor do que na cidade de São Paulo.

Na capital, os indicadores são ruins tanto no acumulado do ano quanto em comparação com o mesmo período de 2011. Comparando-se maio deste ano com o mesmo mês de 2011, por exemplo, o número de assassinatos cresceu 21%. Nos primeiros cinco meses de 2012, os homicídios dolosos – quando há intenção de matar – aumentaram 16,3%. Em 2012, os estupros aumentaram 16,7%; os roubos de carga, 10,9%; e os roubos de veículos, 16,3%. Em média, foram roubados 253 automóveis por dia em São Paulo, de janeiro a maio.

Esses são os tipos de crime que mais disseminam a sensação de insegurança entre a população, afirmam as autoridades do setor. Já as mortes decorrentes de acidente de trânsito caíram 14,5%; os latrocínios, 2,1%; e os roubos a banco, 24% (este indicador, contudo, não inclui as explosões de caixas eletrônicos, que são registradas como furto qualificado).

Assim como aconteceu nos meses passados, os índices de criminalidade com maior porcentual de aumento, em maio, foram registrados em áreas fora do centro expandido. No Jardim Mirna e no Jardim das Imbuias, na zona sul, e em Teotônio Vilela, na zona leste, os roubos cresceram 82,2%, 68,8% e 58,4%, respectivamente. Na Freguesia do Ó, na zona norte, os casos de roubo e furto de veículos aumentaram 188,2% e 104,1%, respectivamente.

Ao justificar o aumento dos casos de homicídios dolosos na capital, as autoridades de segurança pública alegaram que o índice oscilou “dentro do padrão de normalidade”, levando-se em conta o tamanho da população. “Para quem perde uma pessoa é triste. Mas, pelo tamanho de São Paulo, há uma oscilação natural”, diz o delegado-geral Marco Carneiro Lima. Já os técnicos do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais atribuem o retorno da instabilidade na segurança pública a falhas de planejamento dos órgãos policiais. “Se analisarmos os dados observando os locais onde os crimes aconteceram, vamos notar que o policiamento precisa ser melhorado em determinadas regiões”, afirma o coordenador da Comissão de Justiça e Segurança da entidade, Renato de Vitto.

Dois antigos problemas preocupam as autoridades. Um é o crescente envolvimento, nos crimes contra o patrimônio e contra a vida, de criminosos que aguardam em liberdade o julgamento de seus processos ou foram beneficiados pelo regime de progressão da pena, obtendo indulto e liberdade condicional. Esse é um dos efeitos de leis concebidas com base em modismos doutrinários, como a tese da “humanização da pena”, que permite que os criminosos fiquem pouco tempo presos. “Como pode um autor de triplo homicídio receber direito a regime semiaberto depois de nove anos? O sujeito volta a matar depois de solto. Temos de aproveitar as mudanças no Código Penal para fechar as brechas legais que permitem que criminosos sejam soltos pouco tempo após serem detidos”, diz Carneiro Lima.

O segundo problema apontado pelas autoridades policiais é a crescente participação de adolescentes em assaltos. Por serem menores de idade, eles são inimputáveis, o que os leva a se converter na mão de obra preferencial do crime organizado. Dos 30 presos recentemente por assaltar restaurantes, 14 eram adolescentes. “É por isso que defendemos a diminuição da maioridade penal”, diz o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Roberval França.

A tendência de recrudescimento da violência, depois de muitos anos de queda, é preocupante. Os fatores responsáveis por esse aumento são conhecidos.

O Estado de São Paulo

SP tem mais roubo e homicídio pelo 3º mês seguido

Bruno Paes Manso – O Estado de S. Paulo
Dados criminais confirmam tendência de piora, tanto no acumulado do ano quanto em comparação a maio de 2011

SÃO PAULO – Três tipos de crime que assustam tanto ricos quanto pobres estão entre os que mais cresceram na capital paulista nos primeiros cinco meses do ano – homicídios (16,3%), roubos de veículos (26%) e outros tipos de roubo (7,3%). Os dados divulgados nesta segunda-feira, 25, pela Secretaria de Segurança Pública confirmam tendência de piora na criminalidade. É o terceiro mês seguido em que o número de assassinatos aumenta na cidade em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Já os roubos têm o quinto mês de piora em comparação a 2011.

Nos primeiros cinco meses na capital também cresceram furtos de veículos (8,6%), roubos de carga (10,9%) e estupros (16,7%). Os crimes que registraram queda são homicídio culposo por acidente de trânsito (-14,5%), latrocínio (-2,1%) e roubo a banco (-24%). No entanto, esse último não inclui as explosões de caixas eletrônicos, que são registradas como furtos qualificados.

No total, 60 dos 93 DPs paulistanos tiveram alta no número de roubos (exceto de veículos). Entre os roubos de veículos, 73 tiveram alta. Assim como nos meses passados, as maiores altas foram registradas em regiões fora do centro expandido: Jardim Mirna, na zona sul, teve alta 82,2% nos roubos e o DP da Nossa Senhora do Ó, na zona norte, tem os maiores aumentos de roubo e furto de veículos – 188,2% e 104,1%, respectivamente.

A situação já tem levado autoridades de segurança pública a buscar alguns antigos argumentos para explicar a alta. O delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima, aponta a sensação de impunidade por parte do autor de homicídio como explicação para a alta. “Como pode um autor de triplo homicídio, depois de nove anos, receber direito a regime semiaberto?”, questiona. “Isso ocorreu em São Paulo e o sujeito voltou a matar depois de solto.”

Estado
Os dados de criminalidade no Estado estão um pouco melhores do que na capital. Os homicídios, por exemplo, apesar de registrarem alta acumulada nos primeiros cinco meses do ano (4,8%), já registraram queda (-3,2%) no mês de maio.

Roubo de veículos (20,9%) e roubo em geral (5,7%), no entanto, mantiveram crescimento no acumulado de janeiro a maio e a tendência se manteve no mês de maio. “As pessoas ficaram um pouco anestesiadas com tipos de crime como roubo de carros, porque faziam seguros que as ajudavam a recuperar o valor do patrimônio perdido.

Nesse clima, as quadrilhas encontraram espaços para crescer”, analisa o delegado-geral.

Segundo Carneiro, a Polícia Civil passou a investigar e prender os receptadores e os desmanches, dificultando o trabalho das quadrilhas organizadas. “Essa foi a determinação que demos para tentar combater essa modalidade de crime.”

Na comparação só entre maio de 2012 e 2011, a capital também está em pior situação que o Estado. A cidade teve alta de 21,4% nos homicídios e queda de 3,2% no Estado. Já os roubos subiram 27,9%, enquanto no Estado a alta foi de 9,8%.

Colaborou Daniel Trielli.

Pequenos cuidados podem evitar que você vire vítima de bandidos

Criminosos se aproveitam de momentos de distração das vítimas.
Quanto menos cartões a vítima carregar, mais rápido será o sequestro.


G1

Dicas de segurança

Preste atenção a estas dicas para evitar a ação de bandidos em algumas situações do seu dia-a-dia:

Assalto em veículo
* Estacionar em lugar movimentado e iluminado.
* Usar sistema de alarme, chave geral e correntes na direção.
* Evitar armas e documentos no porta luvas.
* Ao estacionar ou parar em cruzamentos, principalmente a noite, observe pessoas suspeitas nas proximidades.
* Som, rodas e certos acessórios despertam a atenção de marginais.
* Evite deixar objetos de valor no interior de seu carro.
* EM CASO DE ASSALTO, NÃO REAJA.

Na residência
* Sistema de alarme é sempre eficaz.
* Não deixar luz acessa durante o dia.
* Um bom cão de guarda.
* Atender à porta após identificação prévia.
* Manter a porta da garagem sempre fechada.
* Aguardar o fechamento de portões de comando eletrônico.
* Não aceitar a entrada de técnicos não solicitados.
* Ao sair ou retornar da residência, observe as proximidades e se constatar a presença de estranhos, não entre.
* À noite, deixe pelo menos uma lâmpada acessa na área de maior risco da residência (utilizar fotocélulas).
* Manter escadas e ferramentas em lugar seguro.
* Na perda das chaves, troque os segredos das fechaduras.
* Ao viajar, avise parentes ou vizinhos de confiança, para que esporadicamente verifiquem a residência e façam a coleta de correspondências.
* Oriente familiares e empregados para que não comentem com estranhos sobre os bens que a família possui tanto como seus hábitos.
* Não dê informações por telefone para pessoas desconhecidas.

No dia do pagamento
* Lembre-se: um alvo fácil é sempre mais procurado.
* Não comente sobre seu salário com pessoas de pouco convívio.
* Evite a conversa com pessoas estranhas dentro ou fora do banco.
* Nos dias de pagamento, adote medidas de segurança mais severas.
* Observe se alguém está seguindo-o.
* Se precisar transportar muito dinheiro, não ande sozinho, peça a companhia de parentes, amigos ou seguranças.

No ônibus
* Ao pagar, procure levar o dinheiro trocado ou utilizar o vale transporte.
* Cuidado com objetos alvo dos punguistas como bolsas, carteiras, correntes, pulseiras, entre outros.
* Evite ficar junto à porta de embarque e de desembarque, pois é o local propício para a prática de punguistas.
* Mantenha a bolsa ou mochila na frente do corpo.
* Não carregue muito dinheiro, nem deixe a carteira no bolso de trás.

Em deslocamentos
* Ao notar que está sendo seguido, procure mudar várias vezes o lado da calçada.
* Não carregue objetos de valor, grandes quantias de dinheiro ou cartões de crédito, se não houver necessidade.
* Evite lugares sem iluminação e com pouco movimento.

Em caixas eletrônicos
* Não revele sua senha para terceiros.
* Em caso de dificuldade, comunique-se com funcionários do banco.
* Observe atentamente as pessoas em atitudes suspeitas próximas ao local.
* Evite horários e locais de maior risco.
* Evite realizar saque de grandes quantias.

Seqüestro relâmpago
* Não reaja em nenhuma circunstância.
* Procure obedecer todas as exigências do bandido.
* Tente observar as características físicas, cicatrizes e marcas.
* Peça auxílio à Polícia assim que for libertado.

Nas escolas
* Trate o seu filho como amigo, demonstrando seu afeto e preocupação pelo seu desenvolvimento.
* Conheça os amigos de seu filho.
* Ensine as crianças a pedir auxilio à polícia (pessoalmente ou por telefone) ou às pessoas conhecidas, quando perceber estranhos em atitudes suspeitas ou que estejam molestando.
* Não aceitar balas, doces, presentes, ou brinquedos de pessoas desconhecidas.
* Oriente seus filhos para não desviarem do trajeto casa-escola-casa, sem prévio acordo.
* Evitar transitar utilizando jóias, tênis ou roupas caras.
* Oriente seus filhos para que se afastem de situações perigosas, tais como: armas, acidentes, aglomerações, discussões, etc.

Fonte: Polícia Militar

Confira o que abre e o que fecha durante a Semana Santa, em São Paulo

Durante o feriado da Páscoa, quinta-feira, 5, até o domingo, 8, os supermercados, feiras livres, bibliotecas, teatros, hospitais e parques da cidade de São Paulo têm esquema especial com horários de funcionamento e atendimento diferentes.
Confiram abaixo, o que abra e o que fecha na capital durante esta Semana Santa:

Bancos
Não haverá atendimento bancário na próxima sexta-feira, 6, em função do feriado. Nesta data, a população pode utilizar os caixas eletrônicos, Internet Banking, Mobile Banking, banco por telefone e correspondentes (casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos comerciais credenciados).

As contas de consumo (água, luz, telefone e TV a cabo, por exemplo) e os carnês que vencerem nessa data poderão ser pagos no dia útil seguinte, dia 9 (segunda-feira), sem a incidência de multa.

Poupatempo
Os postos Poupatempo e o Disque Poupatempo ficarão fechados nos dias 7 e 8. O atendimento voltará ao normal a partir de segunda-feira. Os horários de atendimento dos postos podem ser consultados em www.poupatempo.sp.gov.br ou pelo Disque Poupatempo – 0800 772 36 33.

Abastecimento
Na sexta-feira, 6, irão funcionar os mercados municipais Kinjo (Cantareira), das 3h às 15h; Lapa, das 6h às 13h; Paulistano, 6h às 18h; Vila Formosa, e Teotônio Vilela, das 7h às 13h; Pirituba, das 7h às 14h; Central Leste, das 7h às 15h; Sapopemba, Tucuruvi e Pinheiros, das 8h às 13h; Penha e Santo Amaro, das 8h às 16h; Guaianases e Ipiranga, das 8h30 às 13h, e São Miguel, das 9h às 15h.

No sábado,7, os mercados abrirão nos seguintes horários: Kinjo, das 3h às 15h; Paulistano, das 6h às 18h; Central Leste, das 7h às 18h; Teotônio Vilela, das 7h às 19h; Pirituba, das 7h às 21h; Pinheiros e Lapa, das 8h às 18h; Ipiranga, Penha, São Miguel, Tucuruvi, Sapopemba, Vila Formosa e Santo Amaro, das 8h às 19h, e Guaianases, das 8h30 às 13h.

No domingo de Páscoa, 8, os horários serão os seguintes: Santo Amaro, das 6h às 18h; Vila Formosa, Teotônio Vilela e Central Leste, das 7h às 13h; Pirituba, das 7h às 14h; Ipiranga, Penha, Sapopemba e Tucuruvi, das 8h às 13h, e Guaianases, das 8h30 às 13h. Kinjo, Paulistano, Lapa, São Miguel e Pinheiros estarão fechados.

As feiras livres funcionarão todos os dias, nos locais e horários habituais.

Os sacolões
Na sexta-feira, 6, Lapa, das 6h às 13h; Jaguaré, das 6h30 às 16h; Santo Amaro, das 7h às 12h; João Moura, Brigadeiro e COHAB Adventista, das 7h às 13h; Butantã, das 7h às 13h30; Rio Pequeno, Jaraguá, City Jaraguá, Bela Vista e Avanhandava, das 7h às 14h; Piraporinha, das 7h às 14h30; Freguesia do Ó e Estrada do Sabão, das 7h às 15h; Cidade Tiradentes, das 8h às 15h, e São Miguel Paulista, das 9h às 15h.

No sábado, 7, os horários serão os seguintes: Jaguaré, das 6h30 às 16h; Santo Amaro, das 7h às 12h; João Moura, das 7h às 13h; Brigadeiro, das 7h às 18h; Rio Pequeno, Freguesia do Ó, Estrada do Sabão, Jaraguá, Avanhandava, City Jaraguá e Bela Vista, das 7h às 19h; Piraporinha, das 7h às 19h30; COHAB Adventista, Butantã e City Jaraguá, das 7h às 20h; Lapa, das 8h às 14h; Cidade Tiradentes, das 8h às 18h, e São Miguel, das 8h às 19h.

No domingo de Páscoa, 8, o funcionamento será nos seguintes horários: Jaguaré, das 6h30 às 13h; Santo Amaro, das 7h às 12h; João Moura, COHAB Adventista e Brigadeiro, das 7h às 13h; Butantã, das 7h às 13h30; Rio Pequeno, Jaraguá, City Jaraguá, Avanhandava e Bela Vista, das 7h às 14h; Piraporinha, das 7h às 14h30; Estrada do Sabão e Freguesia do Ó, das 7h às 15h; Lapa, das 6h às 13h; Cidade Tiradentes, das 8h às 15h, e São Miguel, das 6h às 18h.

Assistência Social
Vão funcionar ininterruptamente os serviços de emergência e acolhida: abrigos, Casas de Acolhida, Central de Atendimento Permanente e de Emergência 24 horas. Não abrirão: Loja Social, Centro de Referência de Assistência Social, Coordenadoria de Assistência Social, Centro de Referência Especializado de Assistência Social e Centro de Referência de Cidadania do Idoso.

Cultura
Vão abrir todos os dias: Centro Cultural São Paulo, com a exceção das bibliotecas, Capela do Morumbi, Casa da Imagem e do Som (antiga Casa nº 1), Casa do Bandeirante, Casa do Grito, Casa Modernista, Casa do Tatuapé, Beco do Pinto, Sítio da Ressaca, Sítio Morrinhos, Solar da Marquesa de Santos, Galeria Olido, Monumento à Independência (Capela Imperial), Pavilhão das Culturas Brasileiras, Teatro Cacilda Becker, Teatro João Caetano e Teatro Zanoni Ferrite.

O Teatro Décio de Almeida Prado não abrirá na sexta-feira,6, e terá programação normal no fim de semana, nos dias 7 e 8.

Funcionarão somente no sábado, 7: bibliotecas de bairro, Biblioteca Mário de Andrade, Biblioteca Monteiro Lobato, Ponto de Leitura Piqueri, Theatro Municipal (récita de La Traviata, às 20h), e o Arquivo Histórico Municipal.

O Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso abrirá somente na sexta-feira, 6, e sábado, 7, das 10h às 18h. O Museu do Theatro Municipal abrirá somente no fim de semana, nos dias 7 e 8. No domingo,8, às 18h, haverá espetáculo da Companhia Antropofágica no saguão do teatro.
Os Ônibus Biblioteca funcionarão normalmente.

Educação
Os Centros de Educação Unificada (CEUs) abrirão normalmente para atividades de lazer e recreação na sexta-feira, 6, sábado, 7, e domingo, 8. As escolas só funcionarão na segunda-feira, 9.

Esporte
Os Clubes Escola e os Clubes da Comunidade da Secretaria Municipal de Esportes fecharão somente na sexta-feira, 6. Atividades didáticas (cursos) serão reiniciadas na segunda-feira, 9, nos horários habituais.

Saúde
Os hospitais, prontos-socorros e AMAs 24h funcionam todos os dias. As AMAs funcionam de segunda-feira a sábado, das 7h às 19h, inclusive no feriado. As UBSs fecham na sexta-feira, 6, e voltam a funcionar na segunda-feira, 9. As AMAs Especialidades fecham na sexta-feira, 6, funcionam no sábado, 7, fecham no domingo e reabrem na segunda-feira, 9.

Subprefeituras
As Praças de Atendimento não abrirão. Voltarão a funcionar na segunda-feira, 9.

Trabalho
As unidades móveis e fixas do Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) e do banco de microcrédito São Paulo Confia não abrirão. Todos os postos voltarão a funcionar em seus horários normais na segunda-feira, 9.

Verde e Meio Ambiente
Os parques municipais abrem nos horários habituais.
Estadão.com.br

SP registra aumento no número de roubos a banco neste mês

Casos até metade de março de 2012 superam os de mês inteiro em 2011.
Assaltos a caixas eletrônicos engrossam as estatísticas.

G1

Os casos de roubo a banco aumentaram na capital paulista em março, e os ataques a caixas eletrônicos que ficam dentro das agências bancárias engrossaram as estatísticas.

Neste mês, cenas de vidros estilhaçados ficaram frequentes. Uma tentativa de assalto à agência do Bradesco na Avenida Ragueb Chohfi, por exemplo, acabou em tiroteio entre os criminosos e os seguranças. Uma cliente ficou ferida. Os assaltantes fugiram.

Fora do horário de expediente, os caixas eletrônicos são o alvo. Em uma agência do Banco do Brasil, na Avenida Comendador Alberto Bonfiglioli, na Zona Oeste da cidade, os ladrões explodiram duas máquinas e fugiram sem roubar nada.

Na base de dados da polícia, os ataques a caixas eletrônicos que ficam dentro das agências entram para as estatísticas de roubo a bancos. Em março, o número de casos subiu muito na capital. O mês nem terminou e o número de assaltos já é 70% maior que no mesmo período do ano passado. A média é de uma agência invadida por dia.

Em março de 2011, houve nove ocorrências. Só nos primeiros 15 dias desse mês, foram 15. Desde janeiro, são 40 registros na base de dados da polícia. O número já está acima do divulgado pela Secretaria da Segurança Pública nos primeiros três meses do ano passado.

A violência foi maior na Zona Sul, com 18 casos. Em seguida, vêm as regiões Leste (11), Oeste (6), Norte (3) e, por último, o Centro da cidade (2), mas o titular da Delegacia de Roubo e Furto a Bancos do Deic diz que os números são menores. Até a metade de março, foram abertos oito inquéritos. “Às vezes, um roubo ou um furto em caixa eletrônico, erroneamente, ou por distração ou por equívoco, acaba se colocando na ocorrência como local dos fatos a instituição bancária. Isso gera estatística de roubo a banco, quando, na realidade, não é roubo a banco, é um roubo a caixa eletrônico”, diz Celso Marchiori.

Por causa desse tipo de crime, a Polícia Militar já mudou o patrulhamento das agências. “Já alteramos o horário, já fizemos alguma disposição, já identificamos os principais locais dessa ação criminosa, e o policiamento já foi reforçado para tentar identificar e localizar possíveis quadrilhas que estejam atuando principalmente no furto de caixas eletrônicos”, afirma o coronel Marcos Chaves, comandante do policiamento na capital paulista.

O delegado Celso Marchiori diz ainda que, segundo as investigações, quatro grupos de criminosos são responsáveis pela maioria dos roubos a banco na cidade de São Paulo.

Sequestros relâmpagos aterrorizam Brooklin, Itaim-Bibi e Vila Olímpia

Uma onda de sequestros relâmpagos tem aterrorizado os bairros do Brooklin, Itaim-Bibi e Vila Olímpia, na zona sul. Nos meses de dezembro de 2011 e janeiro deste ano, foram registradas 66 ocorrências dessa modalidade de crime – mais de um caso por dia. Esse número representa um aumento de 288% se comparado com os 17 casos contabilizados em igual período, um ano antes. Na segunda-feira, a Polícia Militar vai reforçar o patrulhamento na região com motos.

As ruas com mais ocorrências são Pensilvânia, Guararapes, Gomes de Carvalho, Quintana e Alessandro Volta. A maioria dos casos, 67,8%, ocorreu entre 7h e 20h.

Em 12 de janeiro, uma estudante de 25 anos foi cercada na Rua Arandu, às 16h30, quando andava na calçada. Dois suspeitos armados ordenaram que ela fosse até uma rua próxima, onde o obrigaram a entrar em um Fiat Siena. Dentro do carro, a vítima teve de entregar seu cartão de débito e senha. Um motoqueiro apareceu e levou o cartão.

Foram três horas de pavor nas mãos de criminosos. A vítima foi liberada no bairro do Panamby, na zona sul.

Episódios como o enfrentado pela estudante não são a forma mais comum de atuação dos assaltantes. O delegado João Batista de Araújo, responsável pela Divisão Antissequestro (DAS), conta que, em 99% dos casos, a vítima é arrebatada pelos criminosos quando está entrando ou saindo do carro.

O autônomo H.A.S, de 41 anos, nem teve tempo de desligar o carro quando foi sequestrado para fazer saques em caixas eletrônicos, na Rua Arizona. “Eu rodei mais de um quilômetros com eles, que me bateram com cabo de revólver”, afirmou a vítima, abordada no mês passado no Brooklin.

“Quando cheguei na delegacia, me disseram que mais 50 pessoas tinham sido sequestradas como eu”, contou o autônomo.
O delegado Eduardo Camargo Lima, titular do 96º Distrito Policial (Monções), responsável pela área das ocorrências, afirma que, no último dia 24, três pessoas foram presas no Brooklin, acusadas de sequestro relâmpago, mas existem outras quadrilhas em ação.

O trio foi pego pela PM quando observava possíveis vítimas na Rua Pensilvânia. Os criminosos estavam com um revólver calibre 32. “Com essa prisão, percebeu-se uma diminuição sensível, mas a gente tem conhecimento de que, infelizmente, existem mais criminosos agindo dessa forma (na região) e é preciso tentar prender essa outra quadrilha”, conta o delegado. Para Camargo Lima, a concentração de empresas e lojas para público de alto poder aquisitivo alto atraem criminosos.

Camargo Lima ressalta que os sequestros relâmpagos estão espalhados. “Eu pego uma parte do Itaim-Bibi, Campo Belo e Moema, principalmente as ruas com nome de pássaros.”

O delegado Araújo, da DAS, lembra que, dentro de 15 dias, uma delegacia para investigar sequestros relâmpagos já irá funcionar no centro da cidade para investigar os casos com mais rigor. “Mas nós já estamos com informações como fotos de suspeitos e mapeamento dessas ocorrências no Brooklin, Santo Amaro, Pinheiros e Lapa”, disse. “Até mandado de busca de uma quadrilha nós pedimos e estamos esperando.”

A secretaria executiva Mônica Alves, de 47 anos, trabalha na região dos sequestros e disse que um colega de trabalho também foi vítima no ano passado. “Conseguiram sacar R$ 800 da conta dele, mas não teve agressão.”

Jornal da Tarde

A Rota dos explosivos

Como agem os grupos criminosos que explodem e assaltam caixas eletrônicos pelo País.

Caixas eletrônicos se tornaram a menina dos olhos da bandidagem brasileira. Um furto bem-sucedido pode render em torno de R$ 200 mil reais por cofre violado. Se o dinheiro é fácil, os meios para consegui-lo são ainda mais.

A falta de controle do mercado de produtos explosivos permite que grupos criminosos levem aos ares terminais de auto-atendimento de Norte a Sul do País e revela uma deficiência grave na estrutura de segurança nacional.

Três caixas eletrônicos são violados por dia no Estado de São Paulo. Em um terço dessas ocasiões, os ladrões utilizam explosivos, técnica capaz de neutralizar os dispositivos antifurto que queimam e mancham as notas.

Nos primeiros nove meses de 2011, foram informados 727 ataques pela Secretaria de Segurança Pública paulista e a incidência é cada vez maior em cidades do interior.

Na madrugada de quinta-feira 24, em Atibaia, por exemplo, seis homens armados explodiram um caixa eletrônico em um posto de gasolina.

Na capital paulista, as ocorrências diminuíram após a prisão de 13 policiais militares que davam cobertura para os furtos.

“Prendemos somente na capital outros 48 criminosos que formavam várias quadrilhas”, diz Rodolfo Chiarelli, delegado de repressão a roubo de bancos do Departamento de Investigação do Crime Organizado de São Paulo.

Mas o problema está longe de se restringir ao Estado mais rico do Brasil, já que no mesmo período a polícia registrou diversas ocorrências no Paraná, em Mato Grosso, em Santa Catarina e na Bahia.

“Quando surgiram os primeiros casos aqui no Nordeste nós aumentamos a qualidade do nosso sistema de segurança, mas não depende apenas da gente”, afirma Carlos Avellar, diretor da fábrica de explosivos Elephant, com sede em Pernambuco.

O mercado de explosivos tem regulamentação do Exército, que autoriza a fabricação, o armazenamento e a compra do material no País. As empresas são registradas na Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados, subordinada ao Comando de Logística do Exército. Mas a falha de controle sobre o destino dos explosivos comercializados legalmente facilita a ação dos criminosos. Nem as polícias civis de cada Estado nem o Exército contam com estruturas adequadas para fiscalizar o uso desses materiais.

A consequência direta é a de que boa parte do material usado nos furtos tem origem em depósitos de fabricantes, pedreiras, construtoras e empresas de demolição. O material chega aos bandidos por meio de assaltos e por desvios realizados por funcionários desses locais, a chamada lavagem de explosivos.

“Um sujeito pode comprar 100 quilos e desviar parte desse material, sem a menor dificuldade para revender a criminosos a um preço muito baixo”, informa o especialista em segurança Ricardo Chilelli, presidente da RCI First.

Na semana passada, policiais de Santa Catarina finalizaram a Operação Rastro, que prendeu 19 pessoas acusadas de realizar furtos a caixas eletrônicos em cidades litorâneas do Estado. Duas delas são empregados de pedreiras acusados de desviar explosivos para as quadrilhas.

“A raiz do problema é a liberdade excessiva nesse setor. A fiscalização tem que aumentar”, diz o delegado Daniel Régis, de Caçador (SC), que comandou a operação.

Outros mananciais dos criminosos são as estradas. “Entre 2009 e 2010, a quantidade de explosivos roubados subiu de 390 quilos para duas toneladas por ano”, informa o pesquisador criminal Jorge Lordello.

Relatório do Exército informa que 1,06 tonelada de emulsão de nitrato de amônia e TNT em gel foi subtraída de pedreiras e de obras em execução nas estradas durante o ano de 2010, volume 170% superior a 2009, além de 11,7 quilômetros de cordel detonante e 568 espoletas.

Os criminosos utilizam a chamada emulsão, TNT em gel, de maior estabilidade e mais fácil armazenamento que a dinamite. A banana do explosivo se assemelha uma salsicha branca e é usada em 70% desses furtos.

Diante do volume de casos que aumenta a cada dia no País, um grupo de trabalho foi criado em São Paulo, com participação de representantes dos organismos de segurança pública e dos bancos, que deve contar também com o Exército, para elaborar um plano que tenha como objetivo diminuir a fragilidade do setor de explosivos no País.

“Todos os elementos, como novas tecnologias, gerenciamento de riscos, policiamento adequado e punições severas para os criminosos, estão diretamente relacionados”, afirma Bruno Morgado, presidente da South American Surveyors, empresa que presta consultoria na área de gerenciamento de risco. Ou, então, os bandidos continuarão a usar bombas como senhas nos caixas eletrônicos.

Fonte: Revista Istoé SP – Novembro/11, pgs 70/71