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Posts Tagged ‘ Câmera

Criminosos roubam equipamentos avaliados em mais de R$ 18 mil reais

Quatro homens roubaram uma grande quantidade de materiais usados para eventos no começo da manhã desta sexta-feira (31) em Santos, no Litoral de São Paulo. A Polícia Militar conseguiu prender um criminoso e recuperar parte da carga.

As imagens da câmera de monitoramento de um espaço usado para eventos, registraram a ação dos criminosos. Um deles, que estava em uma bicicleta, abre a porta do estabelecimento por volta das 5h. Em seguida, seus comparsas entram correndo no depósito de materiais.

Eles colocam vários equipamentos dentro do caminhão da própria empresa e conseguem fugir.

O proprietário do estabelecimento foi avisado que o local tinha sido roubado. Ele acionou a Polícia Militar mas quando chegou no estabelecimento, os criminosos já tinham fugido.

Após meia hora, a Polícia Militar recebeu uma denúncia de que indivíduos estariam descarregando materiais pesados próximo a um prédio, no bairro da Aparecida. Os policiais militares conseguiram chegar no local indicado a tempo de prender um rapaz de 18 anos, que estava com as chaves do caminhão e do portão do depósito. Grande parte da mercadoria roubada foi recuperada. Alguns equipamentos acabaram sendo danificados no transporte. O dono do depósito estima que teve um prejuízo de R$ 18 mil reais.

Os outros criminosos ainda não foram encontrados. A polícia suspeita que um funcionário do local esteja envolvido no roubo já que o alarme da loja disparou e um dos bandidos sabia a senha para desligá-lo.

G1

Jardins terá base fixa e monitoramento por câmeras

Os Jardins, na zona sul, será o segundo bairro de São Paulo a receber o sistema big brother para combater a violência. Moradores da região se uniram e querem transformar a atual base da Polícia Militar móvel em unidade fixa na esquina das Avenidas Cidade Jardim e Brigadeiro Faria Lima. Os gastos com a nova empreitada serão pagos por empresários parceiros da Associação dos Moradores dos Jardins (AME Jardins).

A iniciativa é semelhante à existente na Chácara Klabin, também na zona sul. Ali, as ruas são vigiadas por câmera de segurança instalada na base na Praça Manuel Pedro Pimentel.

A vontade de trazer uma estrutura fixa para os Jardins começou a aumentar no ano passado, quando o diretor da AME Jardins, João Maradei, a convite do então comandante da PM, coronel Álvaro Camilo, foi visitar a base da Chácara Klabin. “Voltei de lá com essa ideia e começamos a procurar recurso para a base se tornar realidade. Aqui temos shoppings, agências bancárias e lojas de decoração, passa muita gente.”

Segundo Maradei, o primeiro passo foi dado recentemente, quando a corporação aprovou a proposta. “Agora, a própria PM é que deve solicitar licença na Prefeitura para o uso da Praça Luiz Carlos Paraná, onde a nova base será construída”, diz.

No local, a intenção é que três PMs trabalhem por turno. Uma das câmeras tem endereço certo: será na Avenida Brasil. “A nossa preocupação é prevenir crimes como roubo a pedestres.”

Quando ficar pronta, a estrutura “terá estilo”. Segundo Maradei, as primeiras “pinceladas” foram dadas pelo arquiteto Ruy Ohtake. “Ele topou nos ajudar gratuitamente.”

A expectativa é positiva. Para Camilo Cristofaro, presidente da Associação de Moradores da Chácara Klabin, a criminalidade no bairro caiu significativamente. “O crime aqui é zero”, diz.

O capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM, confirmou na quinta-feira que a corporação aceitou a proposta. “Mas a Prefeitura será consultada”, afirma. A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que até sexta-feira não havia recebido pedido.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Mais proteção em casa

Os principais erros e acertos de quem tenta proteger o lar.
E as atitudes que afastam os bandidos.

A invasão de casa é uma experiência tão dolorida que metade das pessoas que passam por esse evento traumático resolvem depois vender o imóvel e até mudar de cidade.

A boa noticia é que a maior parte dos incidentes podem ser evitados, tanto em casa quanto em apartamentos.

A Associação Brasileira do Consumidor (Pro Teste) fez uma pesquisa com 1,274 pessoas e revelou as estratégias mais comuns da população para garantir a segurança em casa. A maioria das pessoas investiu em travas especiais nas portas e nas janelas. Os condomínios apostam em sistemas cada vez maias complexos de câmera de monitoramento nos espaços coletivos, Como, elevadores garagem e corredores.

Mais isso não basta.
Mesmo que as pessoas invistam em equipamentos modernos, elas cometem falhas básicas de comportamento que comprometem sua segurança, diz Maria Inês Dolci, coordenadora da Proteste.

Cerca de 42% dos entrevistados disseram já ter deixado as janelas abertas quando saíram de casa, 39% admitiram ter esquecido as chaves do lado de fora e 30% afirmaram que não ligaram o alarme ao sair.

Além disso, o aparato de segurança importa pouco quando porteiros e moradores não colaboram. É o que afirma o capitão da Polícia Militar de São Paulo José Elias de Godoy, autor do livro Técnicas de segurança em condomínios. “O bandido costuma se aproveitar do descuido da portaria e do desleixo do morador”, afirma. Em mais da metade dos casos, diz Godoy, os criminosos entram pela porta da frente, assaltam apenas os apartamentos cujas portas foram deixadas escancaradas ou os apartamentos de moradores que atenderam a campainha sem olhar pelo olho mágico.

A displicência também é um comportamento comum de quem mora em casas de rua. Embora quase metade dos entrevistados pela ProTeste tenha instalado pelo menos uma nova barreira física nos últimos anos, a maioria comete erros banais.

Há duas semanas, ladrões invadiram a casa de uma comerciante paulistana. Ao chegar em casa após o trabalho, ela esqueceu a chave do lado de fora.

Ela mora num condomínio, mas da rua dá para ver a porta de casa. Atraídos pela oportunidade, de madrugada, os bandidos arrombaram o portão eletrônico do condomínio e abriram a porta da casa da comerciante. Ela, o marido e o filho, que dormiam no 2º andar, não acordaram durante o furto. “Só me dei conta pela manhã: diz. Ela perdeu alguns anéis, uma câmera fotográfica e um celular. “Poderia ter sido mais grave. Preciso ficar mais atenta.”

Revista Época/SP

SP tem mais de 90 casas roubadas nos primeiros 15 dias do ano

Média é de um roubo a cada quatro horas na capital paulista.
Maioria dos casos acontece na Zona Leste de São Paulo.

G1

Foram registrados, nos primeiros 15 dias deste ano, 93 casos de roubos de casas em São Paulo – uma média de um a cada quatro horas.

A maioria dos roubos aconteceu na Zona Leste da capital e graças a uma câmera ligada à internet uma residência não entrou para as estatísticas.

Os donos da casa na Rua Doutor Murai, na Vila Ema, saem cedo para trabalhar, mas, do escritório, monitoram as imagens da câmera de segurança que fica em cima do portão. Foi pelo computador que eles viram a hora em que os ladrões chegaram. Às 8h30, um carro estacionou em frente à garagem. Dois homens desceram e um terceiro ficou dentro do veículo. Eles demoraram 11 minutos para arrombar a fechadura e entrar com o carro. Enquanto isso, os moradores ligaram para a polícia.

Os criminosos ficaram menos de cinco minutos dentro da casa e reviraram tudo. Na saída, foram surpreendidos pelos policiais.

Os moradores da rua dizem que se sentem inseguros o tempo todo. Na semana passada, uma outra casa foi assaltada na esquina.

Os números da base de dados da polícia mostram que, só nos primeiros 15 dias deste ano, uma residência foi invadida a cada quatro horas na capital paulista. Na Zona Leste, foram registrados mais da metade dos roubos a residências, um total de 49.

A delegacia da Penha foi a que recebeu mais casos: oito. A segunda região da cidade com mais assaltos foi a Zona Sul, com 21 casos.

Depois aparecem a Zona Norte (15) e a Zona Oeste (8). As estatísticas mostram também que a maioria dos roubos acontece à noite (41).

Outro horário com muitas ocorrências é o período da manhã (24).

O coronel Marcos Chaves, comandante do policiamento na capital, diz que os moradores têm de ficar alerta ao sair e chegar em casa. “Esse é o momento em que o cidadão deve estar atento ao que está acontecendo ao redor, para que possam ser adotadas medidas protetivas.”

A PM diz que trabalha para que não aconteçam os crimes.

Segurança eletrônica movimenta US$ 2 bi

Circuitos integrados de TV respondem por 40% da indústria; monitoramento inclui portão controlado por tablet

Até 2014, SP terá 1 câmera para cada 5 habitantes; feira do setor acontece na cidade na semana que vem

CAMILA FUSCO
DE SÃO PAULO

Puxado por novas tecnologias, que incluem controle remoto de alarmes e câmeras a partir de smartphones ou tablets, o mercado brasileiro de segurança eletrônica deve chegar próximo a US$ 2 bilhões (cerca de R$ 3,2 bilhões) em 2011.
Segundo dados da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos) antecipados à Folha, o segmento está aquecido e, depois de avançar 12% no ano passado, a US$ 1,6 bilhão, deve manter a trajetória de crescimento neste ano.
“A segurança eletrônica já apresenta crescimento proporcional à evolução da tecnologia da informação, tanto em segurança doméstica e corporativa quanto na esfera pública. A tendência deve ser ampliada, principalmente, com a aproximação da Copa e da Olimpíada”, diz Oswaldo Oggiam, diretor da Abese.
Segundo o executivo, hoje circuitos integrados de TV respondem por 40% do mercado e a participação poderá aumentar com a criação das chamadas cidades digitais na preparação para os eventos -que integrarão as imagens a registros de ocorrências e fotos .

RUAS
Além de estádios, os alvos são hotéis, prédios públicos e ruas, que devem ter maior controle. Só em São Paulo, que hoje abriga 1 milhão de câmeras -1 a cada 10 habitantes-, a expectativa é duplicar o volume em três anos.
Parte do movimento deverá elevar o ritmo médio de crescimento anual da indústria para 18% a partir de 2012.
Também se espera crescimento em sistemas para detecção de metais e explosivos e sistemas avançados de identificação biométrica.
“Além de gravar imagens, as câmeras estão cada vez mais inteligentes, podem servir como sensores de presença e até executar tarefas que antes exigiam controle humano, como aproximação automática diante de situação suspeita”, diz Oggiam.

FEIRA
Parte das inovações em tecnologia de segurança eletrônica será apresentada por 35 mil empresas na Exposec, feira que acontece em São Paulo entre os dias 24 e 26.
Na ocasião, além dos sistemas direcionados a segurança pública, as empresas vão mostrar sistemas destinados ao segmento residencial e de pequenos negócios, interessados em inovação.
A paulista PPA, que desenvolve e produz equipamentos no Brasil, por exemplo, criou tecnologia que permite o acionamento e o fechamento de portões por controles enviados por celular.
“Um software instalado no automatizador do portão permite que o usuário literalmente telefone para o portão ou envie um SMS para controlar o acesso a sua residência”, diz Reinaldo de Barros Júnior, coordenador comercial da PPA.
Produtora de 25 mil automatizadores de portão e 10 mil sistemas de alarmes por mês, a empresa mantém uma equipe de cerca de 20 pesquisadores de novas tecnologias que no momento trabalham no desenvolvimento de sistemas para serem controlados por tablets.
Outra tecnologia que será apresentada na Exposec é direcionada a controle de acesso nas escolas.
No momento em que a criança passa o seu crachá eletrônico pelas catracas, os pais recebem uma mensagem de texto no celular informando sobre o horário da entrada.
“O conceito de Big Brother já se disseminou na cultura brasileira há 12 anos e teve efeito positivo do ponto de vista de segurança.”

Fonte: Jornal Folha de São Paulo