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Quadrilha armada invade e assalta transportadora na Zona Oeste de SP

Trinta homens armados, alguns com fuzis, atacaram empresa nesta sexta (27).
Quatro suspeitos foram presos pela Polícia Militar Rodoviária de Cajamar.

Uma quadrilha com cerca de 30 homens, alguns armados com fuzis, assaltou, no início da madrugada desta sexta-feira (27), uma transportadora, localizada no km 24,5 da pista sentido interior da Rodovia Anhanguera, no Jardim Britânia, região do Parque Anhanguera, na Zona Oeste de São Paulo.

Policiais militares rodoviários de Cajamar, foram acionados pela empresa de segurança que faz monitoramento para a transportadora e chegaram ao local no momento em que os criminosos preparavam-se para fugir. Houve troca de tiros entre os a Polícia Militar e os criminosos que, do lado de fora, davam cobertura aos comparsas, mas ninguém foi baleado.

O bando dividiu-se em dois grupos. Parte dos assaltantes deixou a transportadora em dois veículos. Os outros assaltantes fugiram pelos fundos da empresa, por um matagal, abandonando no interior da empresa três carros com armamento pesado. Um helicóptero da PM ajudou nas buscas. Quatro suspeitos do crime foram presos.

Até as 4h30, a polícia não sabia informar se algo foi levado pela quadrilha nem o que os criminosos buscavam na empresa. O caso seria encaminhado para o 33º Distrito Policial, em Pirituba.

Da Agência Estado

A Rota dos explosivos

Como agem os grupos criminosos que explodem e assaltam caixas eletrônicos pelo País.

Caixas eletrônicos se tornaram a menina dos olhos da bandidagem brasileira. Um furto bem-sucedido pode render em torno de R$ 200 mil reais por cofre violado. Se o dinheiro é fácil, os meios para consegui-lo são ainda mais.

A falta de controle do mercado de produtos explosivos permite que grupos criminosos levem aos ares terminais de auto-atendimento de Norte a Sul do País e revela uma deficiência grave na estrutura de segurança nacional.

Três caixas eletrônicos são violados por dia no Estado de São Paulo. Em um terço dessas ocasiões, os ladrões utilizam explosivos, técnica capaz de neutralizar os dispositivos antifurto que queimam e mancham as notas.

Nos primeiros nove meses de 2011, foram informados 727 ataques pela Secretaria de Segurança Pública paulista e a incidência é cada vez maior em cidades do interior.

Na madrugada de quinta-feira 24, em Atibaia, por exemplo, seis homens armados explodiram um caixa eletrônico em um posto de gasolina.

Na capital paulista, as ocorrências diminuíram após a prisão de 13 policiais militares que davam cobertura para os furtos.

“Prendemos somente na capital outros 48 criminosos que formavam várias quadrilhas”, diz Rodolfo Chiarelli, delegado de repressão a roubo de bancos do Departamento de Investigação do Crime Organizado de São Paulo.

Mas o problema está longe de se restringir ao Estado mais rico do Brasil, já que no mesmo período a polícia registrou diversas ocorrências no Paraná, em Mato Grosso, em Santa Catarina e na Bahia.

“Quando surgiram os primeiros casos aqui no Nordeste nós aumentamos a qualidade do nosso sistema de segurança, mas não depende apenas da gente”, afirma Carlos Avellar, diretor da fábrica de explosivos Elephant, com sede em Pernambuco.

O mercado de explosivos tem regulamentação do Exército, que autoriza a fabricação, o armazenamento e a compra do material no País. As empresas são registradas na Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados, subordinada ao Comando de Logística do Exército. Mas a falha de controle sobre o destino dos explosivos comercializados legalmente facilita a ação dos criminosos. Nem as polícias civis de cada Estado nem o Exército contam com estruturas adequadas para fiscalizar o uso desses materiais.

A consequência direta é a de que boa parte do material usado nos furtos tem origem em depósitos de fabricantes, pedreiras, construtoras e empresas de demolição. O material chega aos bandidos por meio de assaltos e por desvios realizados por funcionários desses locais, a chamada lavagem de explosivos.

“Um sujeito pode comprar 100 quilos e desviar parte desse material, sem a menor dificuldade para revender a criminosos a um preço muito baixo”, informa o especialista em segurança Ricardo Chilelli, presidente da RCI First.

Na semana passada, policiais de Santa Catarina finalizaram a Operação Rastro, que prendeu 19 pessoas acusadas de realizar furtos a caixas eletrônicos em cidades litorâneas do Estado. Duas delas são empregados de pedreiras acusados de desviar explosivos para as quadrilhas.

“A raiz do problema é a liberdade excessiva nesse setor. A fiscalização tem que aumentar”, diz o delegado Daniel Régis, de Caçador (SC), que comandou a operação.

Outros mananciais dos criminosos são as estradas. “Entre 2009 e 2010, a quantidade de explosivos roubados subiu de 390 quilos para duas toneladas por ano”, informa o pesquisador criminal Jorge Lordello.

Relatório do Exército informa que 1,06 tonelada de emulsão de nitrato de amônia e TNT em gel foi subtraída de pedreiras e de obras em execução nas estradas durante o ano de 2010, volume 170% superior a 2009, além de 11,7 quilômetros de cordel detonante e 568 espoletas.

Os criminosos utilizam a chamada emulsão, TNT em gel, de maior estabilidade e mais fácil armazenamento que a dinamite. A banana do explosivo se assemelha uma salsicha branca e é usada em 70% desses furtos.

Diante do volume de casos que aumenta a cada dia no País, um grupo de trabalho foi criado em São Paulo, com participação de representantes dos organismos de segurança pública e dos bancos, que deve contar também com o Exército, para elaborar um plano que tenha como objetivo diminuir a fragilidade do setor de explosivos no País.

“Todos os elementos, como novas tecnologias, gerenciamento de riscos, policiamento adequado e punições severas para os criminosos, estão diretamente relacionados”, afirma Bruno Morgado, presidente da South American Surveyors, empresa que presta consultoria na área de gerenciamento de risco. Ou, então, os bandidos continuarão a usar bombas como senhas nos caixas eletrônicos.

Fonte: Revista Istoé SP – Novembro/11, pgs 70/71

PM usará motos para reduzir tempo de espera

Por Felipe Tau e Camilla Haddad

Dentro de dois meses, 168 motocicletas da Polícia Militar estarão aptas a atender aos chamados do 190 na capital, tipo de socorro prestado, em sua maioria, por automóveis. A expectativa é que o uso das motos nessa função reduza o tempo de chegada a uma ocorrência pela metade: de 3 minutos, média das emergências atuais, para 1,5 minuto.

As motocicletas fazem parte de uma compra de viaturas autorizada ontem pelo governador Geraldo Alckmin, no valor total de R$ 107 milhões. O pacote inclui 200 bases móveis, 1168 automóveis e 729 motos para todo o Estado.

Segundo o diretor de logística da PM, coronel Carlos Botelho, as motos destinadas à capital serão as primeiras a ser empregadas no radiopatrulhamento. Elas serão equipadas com um tablet (computador de tela sensível ao toque), que dará sua exata localização geográfica via satélite.

Os tablets também poderão ser usados para achar endereços, checar placas e identidades de suspeitos em tempo real, enviando dados diretamente para a central de inteligência da PM. Até outubro, os aparelhos estarão presentes em todas as viaturas de Grande São Paulo e, até janeiro, nas 11mil viaturas do Estado.

O aparelho seria uma das chaves para o novo uso a ser dado às motocicletas. “Com o AVL (localizadores automáticos de viatura), será possível ver qual moto está mais perto da ocorrência e deslocá-la para o local. Será como ocorre hoje com as motos do Corpo de Bombeiros: a moto vence o trânsito para dar o primeiro atendimento. Depois chega um carro para dar cobertura ”, explica Botelho.

“A moto vai ser o grande diferencial para a polícia aqui nos centros urbanos do Estado todo”, afirma o comandante-geral da PM, coronel Álvaro Camilo.

Segundo o coronel Botelho, as motos devem ser entregues em 60 dias e entrarão em funcionamento assim que chegarem. Ele explica que os condutores vêm sendo treinados desde maio e andarão em duplas.

Atualmente há 936 motos da PM na capital, pertencentes às Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam). Elas representam 28,5% dos 3.348 veículos utilizados pela PM (entre 2 rodas, 4 rodas e bases comunitárias), mas são empregadas preferencialmente no patrulhamento de grandes corredores. “Elas atendiam aos chamados do 190 de vez em quando. Agora, estamos criando uma unidade especialmente para isso”, explica o coronel Botelho.

Dicas de segurança: assaltos

Procure estar sempre atento especialmente ao comportamento de
pessoas que estejam próximas a você ou paradas perto dos lugares
que freqüenta.

Caso você seja vítima siga as orientações abaixo: Mantenha a calma Comunique-se e faça movimentos lentos. Responda com calma somente ao que lhe for perguntado ou para avisarsobre qualquer gesto ou movimento a ser realizado;

Não discuta. Entregue ao criminoso o que ele exigir. Assim, o tempo do roubo será menor, evite brincadeiras ou conversas, faça apenas o que o criminoso mandar, não olhe diretamente para os marginais – isso é visto como uma ameaça.

Procure memorizar todos os detalhes possíveis, fisionomia, modo e frases usadas, roupas, gírias, trajetos e locais visitados, veículos utilizados, etc  Não tente fugir ou reagir. É muito comum outras pessoas estarem efetuando cobertura.

Ligue para a polícia assim que possível transmitindo a descrição exata e o possível trajeto seguido com todos os detalhes, registre a ocorrência em uma Delegacia de Polícia. Se você presenciar um assalto, mantenha-se afastado do local e evite interferir diretamente. Ligue para a polícia e passe todas as informações possíveis. Após a saída do agressor, ajude a vítima.

Obs: Não ande armado nem tenha armas em casa. Mesmo que você saiba atirar e tenha porte, suas chances de reagir são muito pequenas, e o risco de que a arma seja usada contra você é muito grande.

Fonte: PMESP

Polícia surpreende bandidos que planejavam explodir caixa eletrônico

Após denúncia anônima, policiais entraram em confronto com bando armado. Houve troca de tiros e seis bandidos morreram.

Monalisa Perrone
São Paulo

Dois pelotões de policiais surpreenderam 15 bandidos que planejavam explodir um caixa eletrônico, dentro de um supermercado em São Paulo, nesta sexta-feira (5). O local fica ao lado de uma escola e a poucos metros de uma delegacia. Houve troca de tiros e seis bandidos morreram.

A polícia já tinha informações sobre a intenção dos criminosos. Recebeu um telefonema anônimo e se preparou para impedir o roubo do caixa eletrônico. Os bandidos invadiram o supermercado de madrugada. Lá dentro havia apenas três funcionários da manutenção que foram feitos reféns. Um deles ficou trancado no frigorífico. Enquanto isso os bandidos agiam.

Os policiais encontraram alguns dos ladrões ainda dentro do supermercado. Outros estavam fora dando cobertura. A troca de tiros foi intensa. Os ladrões usavam pelo menos seis armas pesadas, como fuzis, metralhadoras e espingardas, toucas para esconder o rosto e coletes a prova de balas.

De acordo com a polícia, seis bandidos foram baleados. Cinco morreram quando eram transferidos para o hospital e um outro morreu dentro do carro que seria usado para a fuga. Os outros assaltantes fugiram.

O tiroteio foi tão forte que é possível encontrar marcas de tiros dentro da escola que fica bem ao lado do supermercado. Nesta sexta-feira (5), a escola e também o comércio foram fechados. O bairro inteiro está parado e assustado.

Desde o dia 1º de abril, foram registrados 106 casos de roubo a caixas eletrônicos em São Paulo.