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Posts Tagged ‘ Combate

Mais zeladoria, menos criminalidade

Investir em iluminação e espaços públicos bem cuidados ajudam a inibir violência, um dos principais problemas da capital, de acordo com eleitores

Quando chega a noite e a comerciante Cláudia Rodrigues, de 37 anos, tem de subir da estação do metrô até a sua casa pela Rua Inglesa, em Santana, zona norte da cidade, ela não vai pela calçada. Por causa da iluminação pública precária, o trajeto é feito pelo meio da rua, com a atenção redobrada, para evitar assaltos.

“Só nesta semana, já ouvi falar de cinco ou seis pessoas que foram assaltadas na região. Aqui é sempre assim”, disse Cláudia. A iluminação pública é das atribuições diretas de um prefeito que podem ajudar a promover segurança na cidade de São Paulo. Embora seja uma responsabilidade dos Estados, a violência costuma ser citada como um dos principais problemas da capital pelos eleitores e cobrada também de prefeitos.

Zelar pelo espaço público, outra atribuição direta das prefeituras, tornou-se uma estratégia para combater a criminalidade em grandes cidades do mundo. O exemplo mais bem-sucedido desse modelo é Nova York. A política de “tolerância zero” foi a maior marca da gestão do ex-prefeito Rudolph Giuliani (1994-2002).

A ideia baseia-se na teoria desenvolvida por George Kelling e James Wilson em 1982 e denominada Broken Windows (Janelas Quebradas). Os dois ensaístas entendiam que era imprescindível eliminar a desordem para conseguir reduzir a criminalidade. Exemplificavam: “Se você ignorar a janela quebrada de um prédio, outras janelas também serão quebradas. A área vai passar a ter uma imagem de abandono e a delinquência penetrará na sua casa”.

Criminalidade
“Com a desordem urbana, os infratores se sentem muito confortáveis para praticar pequenos, médios e grandes delitos. Quando o ambiente fica confortável para o cidadão, se torna desconfortável para o criminoso”, diz José Vicente, ex-secretário Nacional de Segurança Pública do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Mais complexo, outro caminho para prefeituras ajudarem a reduzir a criminalidade é por meio da prevenção, ao adotar programas para diminuir a vulnerabilidade de jovens na periferia, considerado o grupo mais exposto à violência. Para isso, as opções são investir em projetos educacionais e de recreação e formação profissional.

Segundo o professor Ignácio Cano, do Laboratório de Análise da Violência, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, nos últimos anos as prefeituras têm desempenhado um papel crescente nessa área, apesar da atribuição constitucional dada aos Estados. “Os municípios devem criar planos locais de segurança, com metas, e trabalhar de forma integrada com os órgãos estaduais”, sugere.

Em São Paulo, um exemplo desse tipo de parceria entre governo estadual e município é a Operação Delegada, instituída em 2009.

O “bico oficial” dos policiais militares permite que esses agentes, ligados ao Estado, trabalhem em seus períodos de folga para a Prefeitura.

Atualmente, cerca de 4 mil PMs participam do programa, atuando no combate ao comércio ilegal e reforçando o patrulhamento das ruas. No ano passado, o custo da operação foi de R$ 112 milhões. A previsão deste ano é a de que a sejam investidos R$ 150 milhões.

Há críticas ao fato de o potencial da Guarda Civil Metropolitana estar sendo pouco aproveitado em São Paulo, justamente por causa da falta de sintonia entre os dois poderes. De acordo com o pesquisador do Núcleo de Políticas Públicas da USP, Leandro Piquet Carneiro, a Polícia Militar não vê com bons olhos a participação de guardas municipais em ações de ordenamento da cidade e patrulhamento.

“Se o clima de desconfiança da PM com relação à Guarda pudesse ser superado, haveria um ganho significativo no policiamento”, afirma.

O Estado de S.Paulo

Prefeituras devem reforçar segurança pública nos municípios

Insegurança é um dos problemas que mais preocupam a população.
É fundamental prevenir situações que colaboram com a violência.

Para proteger a casa e a família, uma parte do orçamento do publicitário José Henrique Salgado, vai para uma empresa de segurança. “Nós já tivemos uma experiência desagradável. Houve uma tentativa de invasão domiciliar, com algumas perdas materiais”, conta.

A insegurança é um dos problemas que mais preocupam a população. De acordo com o mapa da violência de 2012, um levantamento divulgado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos, com base em dados do Ministério da Saúde, os homicídios cresceram mais de 300% no Pará entre os anos de 2000 a 2010. É o terceiro pior índice do Brasil.

A filha do motorista Sidnei Cardoso estava internada. A menina de 7 anos foi vítima de bala perdida. “Eles vieram atirando aí do canto, quando um deles alvejou a minha filha no braço e nos dedos dela. Não tem segurança nenhuma. Nós estamos à mercê dos bandidos”, lamenta.

A responsabilidade pela segurança pública é do estado. O dever está previsto na constituição federal. Mas prefeitos e vereadores podem e devem combater a violência na cidade.

Muitos gestores apostam nas atividades da guarda municipal. Atualmente, em algumas cidades, além de proteger o patrimônio público, orientar o trânsito, fazer patrulhamento em áreas comerciais e rondas nas escolas, os guardas municipais ainda precisam reforçar o trabalho da polícia. “Quando a guarda municipal foi implantada, ela era voltada para a parte de proteção dos bens. Mas hoje, a guarda passou a atuar de uma maneira mais efetiva no combate à criminalidade. Há uma necessidade da sociedade em ter os agentes municipais colaborando com os demais órgãos de segurança”, afirma o guarda João Serrão.

Mas segurança pública não se faz só com repressão. Também é fundamental prevenir situações que colaboram com a violência. Ruas esburacadas e escuras, por exemplo, favorecem os assaltos. E são atribuições das prefeituras investir em pavimentação e iluminar as cidades. Gestores municipais que trabalham para garantir a qualidade de vida da população ajudam a combater a criminalidade.

O especialista em segurança, Raul Navegantes, alerta que cuidar da juventude também faz diferença. “É necessário, para fins de segurança, que a prefeitura, o poder público municipal, se dedique a olhar esse segmento da população, que é onde está com muita frequência, a marginalidade e criminalidade. É muito melhor evitar a violência do que ter que reprimi-la. Evitar é possível, é desejável e é o que a prefeitura pode fazer, se quiser”, comenta.

Na calçada de casa, a aposentada Maria de Lourdes capricha no bordado, sem pressa. Ela conta que antigamente, não era possível ficar na porta de casa. “Eu cansei de ver assaltos aqui na porta de casa”, diz. Depois que as ruas foram asfaltadas e os postes ganharam luz para iluminar a noite, a rotina dos moradores é outra. “Eu tenho dois netos pequenos. Eles ficam brincando na rua e eu fico na calçada. Melhorou muito e espero que melhore ainda mais”, comenta a aposentada.

Para melhorar as cidades é preciso escolher bem os candidatos. “O eleitor deve estar atento para as propostas que promovam a cidadania, o bem estar da população, e seus vários segmentos. Um prefeito que haja dessa forma, é o prefeito modelo que nós esperamos ter”, completa Navegantes.

Fonte: G1

Microsoft ajuda no combate ao crime em NY

O departamento de polícia de Nova York se aliou à Microsoft para criar um sistema de segurança inteligente voltado para a aplicação da lei em uma das principais cidades americanas. O sistema, denominado Domain Awareness System (DAS, Sistema de Reconhecimento de Domínio, em tradução livre) poderá ser vendido para outras cidades do mundo.

Juntas, Nova York e Microsoft analisaram a tecnologia existente para a área de segurança e procuraram meios de desenvolvê-la melhor, através da convergência de sistemas e análise de dados obtidos por variados dispositivos, agregando-os. Com o DAS, os policiais terão acesso às informações obtidas por toda a tecnologia da cidade em um só lugar. Assim, será possível cruzar dados sobre crimes de maneira mais rápida.

Outro enfoque do programa é a prevenção de delitos. Através de câmeras e detectores, utilizados em conjunto com bases de dados de segurança pública, a polícia acredita que poderá evitar mais crimes e reagir de maneira mais eficiente e preparada às ocorrências. Os dispositivos vão transmitir dados em tempo real.

A Microsoft planeja vender a tecnologia para outros governos e agências de inteligência. A empresa garante que 30% da receita será revertida à cidade de Nova York para auxiliar no financiamento da segurança pública, conforme acordo.

Fonte: Terra

EXPOSEC 2012 gera R$ 520 milhões em negócios

Entre os dias 08 e 10 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, aconteceu uma das maiores feiras mundiais do setor de segurança privada e vitrine tecnológica na América Latina: XV EXPOSEC | Internacional Security Fair.

Evento considerado polo gerador de tecnologia, conteúdo, negócios e relacionamento, organizada pelo Grupo Cipa Fiera Milano, em parceria com a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), reuniu 34 mil profissionais do setor. Nesta 15ª edição, 1.100 marcas, representadas por 700 expositores nacionais e internacionais, apresentaram cerca de 2.000 itens em soluções de centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, cofres, controles de acesso, detecção de incêndio, detecção de metais, fechaduras de segurança, inteligência industrial, portas de segurança, radiocomunicação, sistemas de identificação, vigilância, dispositivos de identificação por biometria, rastreamento de veículos e de pessoas, segurança eletrônica e da informação, segurança privada, pessoal e residencial.

O reflexo de crescimento tanto do segmento quanto da feira, (20% em relação ao ano anterior) é o espelho do setor. Nos últimos dez anos, o mercado de sistemas eletrônicos de segurança vem crescendo com taxas médias de 11% ao ano. As oportunidades de negócios estão aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade, além da demanda gerada pela realização dos grandes eventos esportivos a serem realizados no Brasil, como a Copa de Futebol, a Copa das Confederações e as Olimpiadas.

Fonte: Site Abese

Quase 80% da população com até dois salários mínimos não confia na polícia

Seis em cada dez pessoas estão insatisfeitas com os policiais, diz pesquisa da FGV divulgada nesta terça-feira
Revista Época com Agência Brasil

A pesquisa Índice de Confiança na Justiça, divulgada nesta terça-feira (15), mostra que 77% da população com renda até dois salários mínimos não confia na polícia. Quando a remuneração é maior que dez salários mínimos, a rejeição cai para 59%. O levantamento, feito pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV), ouviu 1.550 pessoas em seis Estados (Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco) e no Distrito Federal, no primeiro trimestre deste ano.

“A explicação mais razoável para esse tipo de resultado é o fato de que a população de renda mais baixa reside em áreas de maior risco. Ela está mais vulnerável à violência urbana e, portanto, a polícia deixa de ser um parceiro no combate à violência. Ela não vê essa ação coordenada, efetiva da polícia nessas regiões”, disse Luciana Gross Cunha, coordenadora da pesquisa e professora da Escola de Direito da FGV.

O levantamento indica ainda que na população com nível de renda entre dois e dez salários mínimos o grau de desconfiança varia entre 65% e 63%. Em termos gerais, o grau de satisfação da polícia é muito baixo. Apenas 36% da população declararam estar satisfeita ou muito satisfeita, ante 63% que responderam insatisfeitos ou muito insatisfeitos.

O estudo também procurou saber quais motivos levam a população a acionar a polícia. O principal foi perturbação ou barulho (24%), seguida por roubos e furtos (23%), denúncias de briga e agressão (19%), acidentes de trânsito e danos materiais (com 7% cada). Os casos envolvendo violência doméstica, pessoas com atitudes suspeitas, tráfico de drogas e socorro a pessoas com problemas de saúde registraram 3% cada um.

A confiança no Poder Judiciário, no primeiro trimestre de 2012, marcou 5,2 pontos, uma queda em relação ao registrado no trimestre anterior, quando registrou 5,3 pontos. A pontuação varia de 0 a 10. “Tem aí uma grande percepção de que as questões envolvendo a morosidade dos processos, custo para acessar o Judiciário, a própria dificuldade de você entrar no Judiciário, tudo isso acabou afetando a prestação de serviço, que passa a ser avaliada de uma forma negativa”, ressaltou a coordenadora.

A pesquisa também avaliou a confiança da população nas demais instituições do Estado. As Forças Armadas lideram o ranking das instituições que a população mais confia, com 73% das respostas, seguida pela Igreja Católica (56%), Ministério Público (55%), grandes empresas (45%) e a imprensa escrita (44%). Depois aparecem o Judiciário, com 42%, e o governo federal, com 40%. Completam o quadro, as emissoras de TV, com 33%, vizinhos, 30%, Congresso Nacional (22%) e partidos políticos (5%).

Bairro líder de roubo de carro não muda após um ano

Gio Mendes – JT
Quem mora ou precisa trafegar de carro pelas ruas dos bairros do Jabaquara, na zona sul de São Paulo, e da Lapa, na zona oeste, tem grande chance de se tornar uma vítima de ladrões. Já faz um ano que as duas regiões estão entre as líderes no ranking dos locais onde ocorrem, respectivamente, mais roubos e furtos de veículos.

Nos primeiros três meses deste ano, o Jabaquara registrou 393 roubos de carros (sendo a região com mais crimes desse tipo na capital), um aumento de 83,64% em comparação com o mesmo período de 2011, quando houve 214 casos (a segunda no mesmo ranking naquela época).

A Lapa teve aumento de 2,20% no número de furtos de veículos de um trimestre para o outro, passando de 410 casos para 419. Tanto nos três primeiros meses deste ano quanto de 2011, a região foi a que teve mais desses crimes.

Em toda a cidade, 22.404 veículos foram parar nas mãos de criminosos de janeiro a março deste ano, média de 246 roubos e furtos por dia. É um crescimento de 13,82% nesses tipos de crimes em relação aos primeiros três meses do ano passado, quando 218 veículos eram roubos ou furtados diariamente no município. O comandante-geral da PM, Roberval Ferreira França, que assumiu o cargo em abril, já afirmou que o combate ao roubo e furto de veículos será prioridade para que os índices sejam reduzidos.

Especialista em segurança pública e professor de Direito Penal da Universidade de São Paulo (USP), David Teixeira de Azevedo acredita que faltou planejamento ao longo de um ano para evitar que os mesmos bairros fossem alvo da ação de ladrões de carros. “O melhor modo de coibir o crime ainda é o policiamento preventivo.” Para o especialista, parte dos veículos roubados e furtados vai parar em desmanches ou é vendida para outros Estados. Recentemente, a Polícia Civil descobriu que carros roubados eram negociados pela internet.

O comerciante Roberto Silva, de 48 anos, disse que falta policiamento na Rua das Grumixamas, uma das vias do Jabaquara que são alvo dos ladrões de veículos. “Nunca fui assaltado em 18 anos, mas moradores de prédios vizinhos já tiveram os carros levados por ladrões armados.

Quando tem policiamento, fica tranquilo. Mas depois que a polícia para a ronda, os bandidos voltam”, afirmou Silva.

O capitão Marcelo David Vieira, comandante da 1.ª Companhia do 3.º Batalhão da PM, responsável pelo policiamento do Jabaquara, reconhece a dificuldade em manter patrulhamento constante em determinadas ruas. “Nós tentamos fazer uma prevenção ali (na Rua das Grumixamas), mas nem sempre podemos manter a viatura o dia inteiro num mesmo local, pois os policiais precisam patrulhar outras vias”, disse Vieira. Segundo ele, desde o começo deste ano foi intensificado o patrulhamento com moto.

A mesma dificuldade foi apontada pelo tenente Gabriel Rodrigues Benites Alves, do 4.º Batalhão, responsável pelo policiamento da Lapa.

Segundo ele, a corporação faz um mapeamento das ruas com mais furtos e distribui as equipes em horários estratégicos. “Mas quando se combate o crime em uma rua, os ladrões vão para a de trás”, afirmou Alves.

Os bairros de Pinheiros e Perdizes também aparecem no ranking dos locais com mais furtos de carros. O capitão Eliel Pedro Tomazi, do 23.º Batalhão, responsável pelas duas áreas, disse que os ladrões migram de uma rua para outra conforme a atuação da PM. “Se a viatura passa por uma rua em determinado horário, os criminosos vão para outra ou furtam no período que a via fica sem ronda. O furto é um crime de difícil combate, pois acontece de forma rápida”, afirmou. Procurados pela reportagem, os batalhões responsáveis pelos bairros Jardim Miriam, zona sul, e São Mateus, zona leste, não se manifestaram.

Colaborou Camilla Haddad

EXPOSEC 2012 – Maior evento empresarial da América Latina

Entre os dias 08 e 10 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, acontecerá a quinta maior feira do mundo no setor de segurança e vitrine tecnológica na América Latina: XV EXPOSEC | Internacional Security Fair. Nesta 15ª edição, 1.100 marcas, representadas por 700 expositores nacionais e internacionais, irão apresentar em área expositiva de 30.000 m2, soluções em centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, cofres, controle de acesso, detecção de incêndio, detecção de metais, fechaduras de segurança, inteligência industrial, portas de segurança, radiocomunicação, sistemas de identificação, vigilância, dispositivos de identificação por biometria, rastreamento de veículos e de pessoas, segurança eletrônica e da informação, segurança privada, pessoal e residencial.

Organizada pelo Grupo Cipa Fiera Milano, em parceria com a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), o evento é voltado aos profissionais do setor, que atuam com sistemas eletrônicos de segurança, representantes do setor público e privado, como administradores, diretores, engenheiros, detetives, empresários, instaladores técnicos, entre outros. De acordo com os organizadores, nestes três dias de feira são esperados mais de 30 mil profissionais do setor e expectativa de negócios de R$ 500 milhões.

Segundo José Roberto Sevieri, diretor do Grupo organizador, em 2011, o setor movimentou US$ 1,8 bilhão, com o aumento da procura de empresas e consumidores por sistemas de segurança, voltados à proteção das pessoas e do patrimônio. “As oportunidades de negócios estão aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade, além da demanda gerada pela realização dos grandes eventos esportivos a serem realizados no Brasil”, ressalta Sevieri.

Nos últimos dez anos, o mercado de sistemas eletrônicos de segurança vem crescendo com taxas médias de 11% ao ano. Os fatores que influenciam o crescimento do mercado incluem o aumento do padrão de vida da população e o aumento da criminalidade nas grandes cidades.

Segundo a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), no Brasil, existem mais de 18 mil empresas atuando no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos. Entre os principais clientes citam-se: consumidores residenciais, condomínios, comércio, indústrias, bancos e governo. Deste mercado, o segmento residencial, participa com 12% e o não residencial com 88%.

Serviço:
XV Exposec | Internacional Security Fair
Data: 08 a 10 de maio
Horário: 13:00 às 20:30 horas
Entrada Gratuita para profissionais do setor
Onde: Centro de Exposições Imigrantes/ Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP
Mais informações: www.exposec.tmp.br

ABESE divulga dados de mercado 2011

Com forte expansão e ganhando cada vez mais presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) acaba de anunciar que o segmento fechou o ano de 2011 com um crescimento de 11%, registrando um faturamento de aproximadamente US$1,830 bilhão.

De acordo com Carlos Progianti, presidente da ABESE, trata-se de um segmento que reserva grandes oportunidades de negócios e muitas possibilidades de crescimento, principalmente com a importância que tem alcançado auxiliando o combate à criminalidade e até na identificação de crimes e suspeitos.

Dados
No Brasil existem mais de 18 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos.

Atualmente, existe cerca de 710 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes no País, o que corresponde a 11% de um total de 6,18 milhões imóveis com possibilidade de receberem sistemas de alarmes monitorados. As tecnologias de alarmes contra intrusão representam 24% do mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança.

As tecnologias de sistemas de controle de acesso que representam 24% do mercado, e que incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, iris, voz, palma da mão e facial), estão em expansão e assim devem permanecer devido à demanda de dois grandes eventos que terão lugar no país: Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos de 2016.

O mercado de segurança eletrônica cresceu, em média, 11% nos últimos cinco anos:
2007 15%
2008 13%
2009 7%
2010 12%
2011 9%

Representatividade do mercado nacional por regiões:
Sudeste: 51%
Sul: 22%
Centro-Oeste: 13%
Nordeste: 10%
Norte: 4%

Principais tecnologias aplicadas em segurança eletrônica e sua participação de mercado:
Sistemas de alarmes contra intrusos: 24%
Sistemas de circuitos fechados de TV: 43%
Sistemas de controle de acesso: 24%
Equipamentos detecção e combate a incêndio: 9%

Outras tecnologias:
Sistemas de Proteção Antifurto para produtos
Detecção de metais e explosivos
Dispositivos de identificação por biometria
Rastreamento de veículos, cargas e seres vivos
Sistemas de controle de tráfego em vias públicas e rodovias
Sistemas de Analise Inteligente de Vídeo
Sistemas avançados de identificação biométrica
Cidade Digital – integração dos registros e informações a disposição dos órgãos competentes (imagens em vídeo, fotos, registros de ocorrências)

Dicas para o consumidor
É necessário ressaltar a importância na escolha das empresas que prestam este tipo de serviço, já que segurança eletrônica não se compra em balcão, pois existem muitos outros fatores que devem ser considerados:

Eficácia: É muito comum o questionamento da eficácia dos equipamentos de segurança eletrônica, mas a falha pode estar na falta de um estudo adequado do local e escolha de fornecedores especializados que atendam às necessidades específicas de cada imóvel.

Análise das Particularidades do Local: É necessário que o consumidor se conscientize que cada imóvel possui uma característica diferente e, consequentemente, precisa de um projeto específico, realizado por uma empresa capacitada. Parece simples, mas muitos consumidores ainda adquirem segurança eletrônica sem a orientação correta e acabam investindo em equipamentos e serviços que no final das contas acaba deixando o local vulnerável e sem a proteção adequada. Para se ter uma idéia, um simples sensor de presença mal posicionado pode comprometer a eficácia de todo um sistema de alarme.

ABESE possui ainda uma Cartilha do Consumidor que orienta sobre a maneira correta de adquirir um sistema de segurança eletrônica e traz dicas sobre os tipos de sistema e o passo a passo para escolher corretamente o serviço que atenda as particularidades da sua propriedade. Baixe-a gratuitamente por meio do site: www.abese.org.br.

O primeiro passo é o diagnóstico e análise de risco, procedimento que identifica os riscos e suas origens e o diagnóstico de segurança, com o levantamento de variáveis externas e internas que podem impactar na segurança do imóvel e as vulnerabilidades da instalação.

Após este estudo, o consumidor deve solicitar um projeto de sistema de segurança eletrônica que irá levantar inúmeras informações que permitirão a aplicação da tecnologia mais adequada ao local. Cada residência, condomínio ou empresa possui suas particularidades e apresentam uma necessidade específica. Levando em consideração que o mercado de segurança eletrônica é preventivo e detectivo, o sistema adotado deverá ser customizado e apropriado para o local.

Outra dica importante: escolha a empresa com base no pacote de soluções oferecidas. Afinal, o barato pode sair caro. E com segurança é bom não correr esse risco.

O passo seguinte é a escolha da empresa, onde é imprescindível que o consumidor analise o histórico do prestador de serviço que fornecerá e instalará o sistema de segurança. O mais importante é procurar empresas que lhe ofereçam garantias da procedência dos equipamentos e serviços pós-venda, como manutenção e suporte técnico. Observe se a empresa possui certificações. Isso demonstra que ela cumpre com uma série de procedimentos e requisitos voltados à qualidade do serviço prestado. Não esqueça de exigir um contrato de prestação de serviços e manutenção dos equipamentos, que deve prever a garantia dos produtos e serviços e o prazo de atendimento em caso de manutenção corretiva.

Esses passos são importantes para que esta tecnologia cumpra com os seus principais objetivos: detectar, comunicar e inibir ações criminosas.

Existe uma grande logística por trás de um projeto de segurança eletrônica e, para cada imóvel, existe um equipamento, um serviço e um tipo de tecnologia adequada.

Fonte: Abese / Texto Assessoria de Comunicações

Brasileiros creem que educação é eficaz contra violência

Segundo pesquisa da Fecomércio-RJ, apenas 18% da população optaram pelo combate ao tráfico de drogas como uma das medidas de redução da violência

Mais brasileiros acreditam que educação e emprego são mais eficazes no combate à violência do que a repressão. É o que aponta pesquisa da Fecomércio-RJ divulgada hoje (2), que foi realizada com mil entrevistados, de 70 cidades brasileiras, incluindo nove regiões metropolitanas.

Cerca de 33% da população disse que a implementação de programas de primeiro emprego para jovens é uma das principais formas de reduzir a criminalidade, quase 10 pontos percentuais a mais que o registrado há 5 anos, quando a pesquisa teve início. Apenas 18% da população optaram pelo combate ao tráfico de drogas como uma das medidas de redução da violência, uma queda de seis pontos percentuais (24%) em comparação com 2007.

A aprovação de leis mais duras e penas mais longas também registrou queda: de 33% para 30%.Para 71% da população, a melhor solução para a criminalidade é prestar mais atenção sobre a condição de vida da população (moradia, saúde, educação e emprego) contra 59% de cinco anos antes. Já para 28%, uma forte política de segurança pública (com mais policiais nas ruas, leis e punições mais severas e um número maior de presídios) seria ideal para combater a violência, enquanto que em 2007 esta proporção era de 39%.

Dar mais opções de lazer e atividades para crianças entre 7 e 14 anos fora do horário escolar também foi citado por 17% dos entrevistados, registrando alta em relação ao levantamento de 2007 (14%).

Ainda segundo a pesquisa, os brasileiros também são a favor de melhorias nos salários e nas condições de trabalho dos policiais (26%) frente a 21% em 2007. Aumentar o efetivo policial nas nas ruas ainda é uma estratégia muito lembrada, com 45%, Em 2007 a proporção era de 46%.

Em relação à falta de condenação, 72% dos brasileiros disseram que a impunidade aumentou. Mas o número registrou queda de seis pontos percentuais em relação a 2008 (78%), primeiro ano em que o tema foi abordado. Para 16% dos entrevistados a impunidade diminuiu e cerca de 59% consideraram a legislação brasileira boa, que apenas precisa ser aplicada. Para 54% dos entrevistados é necessário punir todo e qualquer tipo de crime severamente para servir de exemplo e coibir outros delitos.

Flávia Villela, da Agência Brasil

Sistema de vídeo-monitoramento opera em novo local em Sorocaba, SP

Nova sede fica na Vila Angélica, zona norte da cidade.
Secretaria de Segurança também funcionará no prédio.

A central que abriga o sistema de vídeo-monitoramento de Sorocaba, no interior de São Paulo, começa a funcionar em março, em um novo endereço. Além dele, o prédio abrigará a Secretaria de Segurança Comunitária (Sesco), a Guarda Civil Municipal, a Defesa Civil, a Diretoria de Fiscalização e Centro de Operação Integrado (COI).

O prédio, localizado na rua Castanho Taques, na Vila Angélica, zona norte da cidade, conta com 1.600 m² de área construída e foi totalmente reformado e adaptado para receber a estrutura da Sesco, em uma região considerada estratégica em termos de segurança.

“A sede está num ponto que nos permitirá rápida mobilidade, seja para atender ocorrências na zona norte como no centro”, afirma o titular da pasta, Roberto Montgomery Soares. Ele destaca ainda a proximidade do novo endereço com as avenidas Santos Dumont e Ipanema, que integram o Programa Sorocaba Total, em fase de execução.

A mobilidade citada por Montgomery prevê o aumento de demanda nas ocorrências da Guarda Civil, por conta do início do funcionamento do COI. Segundo ele, as primeiras 41 câmeras, já instaladas em vários locais de Sorocaba, permitirão a realização de operações de combate à criminalidade de forma mais rápida e objetiva, garantindo a intervenção permanente da corporação em situações de delito.

Em fase final de testes, as câmeras do vídeo-monitoramento estão operando em parques municipais, escolas, terminais de ônibus, unidades de pronto atendimento e no centro. “O equipamento será fundamental para a segurança da população, garantindo também um crescimento nas ações integradas com as polícias Civil e Militar”, ressalta o secretário.

Com a mudança para a nova sede, a Sesco manterá uma base da Guarda Civil no prédio atual, no Alto da Boa Vista, por orientação do próprio prefeito Vitor Lippi. De acordo com Montgomery, a base terá como função atender a região leste de Sorocaba e o chamado centro administrativo, formado pelo Palácio dos Tropeiros (sede da Prefeitura), Câmara Municipal, além do Fórum e outras instituições públicas que funcionam nas imediações. “A médio prazo, devem ser criadas novas bases da GCM para o atendimento específico de outras regiões de Sorocaba, conforme determinação do prefeito”, lembra.

Fiscalização e Defesa Civil
As 24 salas do prédio são suficientes para abrigar todos os setores subordinados à Sesco, entre os quais se incluem a diretoria de Área da Fiscalização e a coordenadoria da Defesa Civil. Conforme explica Montgomery, os cargos de chefia da Fiscalização serão transferidos para a nova sede, enquanto o atendimento ao público e os fiscais municipais permanecerão no prédio da Unidade Seminário da Prefeitura de Sorocaba, na rua Pernambuco, n° 100, no Centro.

Montgomery destaca, ainda, que as novas dependências da Sesco também vão oferecer espaço para as polícias Civil e Militar poderem fazer uso do sistema de vídeo-monitoramento, assim como uma das salas deverá ser utilizada para as ações do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Este tem como função discutir e implantar políticas de segurança no município com a participação de representantes da Guarda Civil, das polícias Civil e Militar e integrantes dos Conselhos de Segurança (Consegs).

Fonte: G1