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Posts Tagged ‘ Criminalidade

EXPOSEC 2012 – Maior evento empresarial da América Latina

Entre os dias 08 e 10 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, acontecerá a quinta maior feira do mundo no setor de segurança e vitrine tecnológica na América Latina: XV EXPOSEC | Internacional Security Fair. Nesta 15ª edição, 1.100 marcas, representadas por 700 expositores nacionais e internacionais, irão apresentar em área expositiva de 30.000 m2, soluções em centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, cofres, controle de acesso, detecção de incêndio, detecção de metais, fechaduras de segurança, inteligência industrial, portas de segurança, radiocomunicação, sistemas de identificação, vigilância, dispositivos de identificação por biometria, rastreamento de veículos e de pessoas, segurança eletrônica e da informação, segurança privada, pessoal e residencial.

Organizada pelo Grupo Cipa Fiera Milano, em parceria com a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), o evento é voltado aos profissionais do setor, que atuam com sistemas eletrônicos de segurança, representantes do setor público e privado, como administradores, diretores, engenheiros, detetives, empresários, instaladores técnicos, entre outros. De acordo com os organizadores, nestes três dias de feira são esperados mais de 30 mil profissionais do setor e expectativa de negócios de R$ 500 milhões.

Segundo José Roberto Sevieri, diretor do Grupo organizador, em 2011, o setor movimentou US$ 1,8 bilhão, com o aumento da procura de empresas e consumidores por sistemas de segurança, voltados à proteção das pessoas e do patrimônio. “As oportunidades de negócios estão aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade, além da demanda gerada pela realização dos grandes eventos esportivos a serem realizados no Brasil”, ressalta Sevieri.

Nos últimos dez anos, o mercado de sistemas eletrônicos de segurança vem crescendo com taxas médias de 11% ao ano. Os fatores que influenciam o crescimento do mercado incluem o aumento do padrão de vida da população e o aumento da criminalidade nas grandes cidades.

Segundo a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), no Brasil, existem mais de 18 mil empresas atuando no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos. Entre os principais clientes citam-se: consumidores residenciais, condomínios, comércio, indústrias, bancos e governo. Deste mercado, o segmento residencial, participa com 12% e o não residencial com 88%.

Serviço:
XV Exposec | Internacional Security Fair
Data: 08 a 10 de maio
Horário: 13:00 às 20:30 horas
Entrada Gratuita para profissionais do setor
Onde: Centro de Exposições Imigrantes/ Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP
Mais informações: www.exposec.tmp.br

ABESE divulga dados de mercado 2011

Com forte expansão e ganhando cada vez mais presença e utilidade no dia-a-dia da sociedade, a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) acaba de anunciar que o segmento fechou o ano de 2011 com um crescimento de 11%, registrando um faturamento de aproximadamente US$1,830 bilhão.

De acordo com Carlos Progianti, presidente da ABESE, trata-se de um segmento que reserva grandes oportunidades de negócios e muitas possibilidades de crescimento, principalmente com a importância que tem alcançado auxiliando o combate à criminalidade e até na identificação de crimes e suspeitos.

Dados
No Brasil existem mais de 18 mil empresas atuantes no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos.

Atualmente, existe cerca de 710 mil imóveis monitorados por sistemas eletrônicos de alarmes no País, o que corresponde a 11% de um total de 6,18 milhões imóveis com possibilidade de receberem sistemas de alarmes monitorados. As tecnologias de alarmes contra intrusão representam 24% do mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança.

As tecnologias de sistemas de controle de acesso que representam 24% do mercado, e que incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, iris, voz, palma da mão e facial), estão em expansão e assim devem permanecer devido à demanda de dois grandes eventos que terão lugar no país: Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos de 2016.

O mercado de segurança eletrônica cresceu, em média, 11% nos últimos cinco anos:
2007 15%
2008 13%
2009 7%
2010 12%
2011 9%

Representatividade do mercado nacional por regiões:
Sudeste: 51%
Sul: 22%
Centro-Oeste: 13%
Nordeste: 10%
Norte: 4%

Principais tecnologias aplicadas em segurança eletrônica e sua participação de mercado:
Sistemas de alarmes contra intrusos: 24%
Sistemas de circuitos fechados de TV: 43%
Sistemas de controle de acesso: 24%
Equipamentos detecção e combate a incêndio: 9%

Outras tecnologias:
Sistemas de Proteção Antifurto para produtos
Detecção de metais e explosivos
Dispositivos de identificação por biometria
Rastreamento de veículos, cargas e seres vivos
Sistemas de controle de tráfego em vias públicas e rodovias
Sistemas de Analise Inteligente de Vídeo
Sistemas avançados de identificação biométrica
Cidade Digital – integração dos registros e informações a disposição dos órgãos competentes (imagens em vídeo, fotos, registros de ocorrências)

Dicas para o consumidor
É necessário ressaltar a importância na escolha das empresas que prestam este tipo de serviço, já que segurança eletrônica não se compra em balcão, pois existem muitos outros fatores que devem ser considerados:

Eficácia: É muito comum o questionamento da eficácia dos equipamentos de segurança eletrônica, mas a falha pode estar na falta de um estudo adequado do local e escolha de fornecedores especializados que atendam às necessidades específicas de cada imóvel.

Análise das Particularidades do Local: É necessário que o consumidor se conscientize que cada imóvel possui uma característica diferente e, consequentemente, precisa de um projeto específico, realizado por uma empresa capacitada. Parece simples, mas muitos consumidores ainda adquirem segurança eletrônica sem a orientação correta e acabam investindo em equipamentos e serviços que no final das contas acaba deixando o local vulnerável e sem a proteção adequada. Para se ter uma idéia, um simples sensor de presença mal posicionado pode comprometer a eficácia de todo um sistema de alarme.

ABESE possui ainda uma Cartilha do Consumidor que orienta sobre a maneira correta de adquirir um sistema de segurança eletrônica e traz dicas sobre os tipos de sistema e o passo a passo para escolher corretamente o serviço que atenda as particularidades da sua propriedade. Baixe-a gratuitamente por meio do site: www.abese.org.br.

O primeiro passo é o diagnóstico e análise de risco, procedimento que identifica os riscos e suas origens e o diagnóstico de segurança, com o levantamento de variáveis externas e internas que podem impactar na segurança do imóvel e as vulnerabilidades da instalação.

Após este estudo, o consumidor deve solicitar um projeto de sistema de segurança eletrônica que irá levantar inúmeras informações que permitirão a aplicação da tecnologia mais adequada ao local. Cada residência, condomínio ou empresa possui suas particularidades e apresentam uma necessidade específica. Levando em consideração que o mercado de segurança eletrônica é preventivo e detectivo, o sistema adotado deverá ser customizado e apropriado para o local.

Outra dica importante: escolha a empresa com base no pacote de soluções oferecidas. Afinal, o barato pode sair caro. E com segurança é bom não correr esse risco.

O passo seguinte é a escolha da empresa, onde é imprescindível que o consumidor analise o histórico do prestador de serviço que fornecerá e instalará o sistema de segurança. O mais importante é procurar empresas que lhe ofereçam garantias da procedência dos equipamentos e serviços pós-venda, como manutenção e suporte técnico. Observe se a empresa possui certificações. Isso demonstra que ela cumpre com uma série de procedimentos e requisitos voltados à qualidade do serviço prestado. Não esqueça de exigir um contrato de prestação de serviços e manutenção dos equipamentos, que deve prever a garantia dos produtos e serviços e o prazo de atendimento em caso de manutenção corretiva.

Esses passos são importantes para que esta tecnologia cumpra com os seus principais objetivos: detectar, comunicar e inibir ações criminosas.

Existe uma grande logística por trás de um projeto de segurança eletrônica e, para cada imóvel, existe um equipamento, um serviço e um tipo de tecnologia adequada.

Fonte: Abese / Texto Assessoria de Comunicações

Áreas com mato alto se tornam alvo de traficantes em Sorocaba, SP

Em 10% dos flagrantes de tráfico, drogas eram escondidas em matagal.
População deve se conscientizar e manter as áreas particulares limpas.

Já era madrugada quando a Guarda Civil Municipal de Sorocaba (SP) flagrou dois adolescente, de 13 e 15 anos, abaixados num terreno baldio da Vila Mineirão, próximo a uma escola. Os menores escondiam porções de crack em um matagal. Eles foram detidos e assumiram que vendiam a droga naquela área. Este é um dos diversos flagrantes registrados pela GCM em 2012, envolvendo terrenos mal cuidados e a criminalidade.

“O traficante raramente carrega consigo toda a droga e, por isso, utiliza terrenos sujos e matagais para depositar o entorpecente e confundir a polícia e a guarda”, explica o comandante da GCM de Sorocaba, Carlos Eduardo Paschoini. A entidade tem como objetivo zelar pelo patrimônio público. “Como os guardas estão sempre próximos da população, eles acabam flagrando delitos e colaborando com o trabalho da polícia”, destaca o comandante.

No primeiro trimestre deste ano, os membros da guarda registraram mais de 60 flagrantes de tráfico de entorpecentes. Deste montante, 10% apresentou drogas escondidas em matagais e terrenos baldios. “Muitas vezes o morador vê a viatura parada na porta da escola dos filhos e acaba se tornando amigo da guarda. Por isso, acabamos recebendo muitas denúncias de moradores”, comenta o comandante Carlos Eduardo.

Prevenção
A Secretaria de Segurança Comunitária do município é a responsável por averiguar as condições dos terrenos abandonados. Quando a secretaria constata que a área é pública, membros da Secretaria de Obras e Infraestrutura Urbana (Seobe) realiza a limpeza do local.

Porém, se o terreno é particular, a secretaria toma as medidas cabíveis junto ao proprietário do imóvel, determinando um prazo para limpeza e até a aplicação de multa.

A Seobe pede para que a população não joque lixo em terrenos ou áreas públicas. Os terrenos particulares devem estar bem cuidados e, desta forma, auxiliará na prevenção de crimes como este, além de inibir a proliferação de animais peçonhentos, como cobras, escorpiões e aranhas.

Com a comunidade
A GCM pede para que os moradores continuem confiando nos oficiais e denunciando os crimes. “Os espaços públicos de lazer devem ser utilizados pela população e não por indivíduos mal intencionados. Como o morador conhece a rotina do seu bairro, contamos sempre com esta colaboração para combater o crime”, declara Carlos Eduardo, comandante da GCM.

Atualmente, a Guarda Municipal atua com aproximadamente 400 oficiais, 80 veículos e cinco bases comunitárias. “Se a pessoa se sentir constrangida de falar abertamente, poderá utilizar o disque-denúncia 181. E em caso de qualquer crime, a Polícia Militar pode ser acionada no 190, a guarda atende no 199”, finaliza o comandante. Todos os telefones emergenciais funcionam durante 24 horas, todos os dias da semana.

Fonte: G1

Brasileiros creem que educação é eficaz contra violência

Segundo pesquisa da Fecomércio-RJ, apenas 18% da população optaram pelo combate ao tráfico de drogas como uma das medidas de redução da violência

Mais brasileiros acreditam que educação e emprego são mais eficazes no combate à violência do que a repressão. É o que aponta pesquisa da Fecomércio-RJ divulgada hoje (2), que foi realizada com mil entrevistados, de 70 cidades brasileiras, incluindo nove regiões metropolitanas.

Cerca de 33% da população disse que a implementação de programas de primeiro emprego para jovens é uma das principais formas de reduzir a criminalidade, quase 10 pontos percentuais a mais que o registrado há 5 anos, quando a pesquisa teve início. Apenas 18% da população optaram pelo combate ao tráfico de drogas como uma das medidas de redução da violência, uma queda de seis pontos percentuais (24%) em comparação com 2007.

A aprovação de leis mais duras e penas mais longas também registrou queda: de 33% para 30%.Para 71% da população, a melhor solução para a criminalidade é prestar mais atenção sobre a condição de vida da população (moradia, saúde, educação e emprego) contra 59% de cinco anos antes. Já para 28%, uma forte política de segurança pública (com mais policiais nas ruas, leis e punições mais severas e um número maior de presídios) seria ideal para combater a violência, enquanto que em 2007 esta proporção era de 39%.

Dar mais opções de lazer e atividades para crianças entre 7 e 14 anos fora do horário escolar também foi citado por 17% dos entrevistados, registrando alta em relação ao levantamento de 2007 (14%).

Ainda segundo a pesquisa, os brasileiros também são a favor de melhorias nos salários e nas condições de trabalho dos policiais (26%) frente a 21% em 2007. Aumentar o efetivo policial nas nas ruas ainda é uma estratégia muito lembrada, com 45%, Em 2007 a proporção era de 46%.

Em relação à falta de condenação, 72% dos brasileiros disseram que a impunidade aumentou. Mas o número registrou queda de seis pontos percentuais em relação a 2008 (78%), primeiro ano em que o tema foi abordado. Para 16% dos entrevistados a impunidade diminuiu e cerca de 59% consideraram a legislação brasileira boa, que apenas precisa ser aplicada. Para 54% dos entrevistados é necessário punir todo e qualquer tipo de crime severamente para servir de exemplo e coibir outros delitos.

Flávia Villela, da Agência Brasil

Mais de 40 câmeras já monitoram pontos estratégicos de Sorocaba, SP

Centro de Operações e Inteligência começa a funcionar nesta sexta (30).
Instalação de câmeras visa combater a criminalidade na cidade.

Consumidores nas ruas do centro, movimentação nos parques, estudantes nas portas das escolas – agora, tudo é monitorado em Sorocaba (SP). Segundo a prefeitura, 41 câmeras de segurança estão espalhadas em pontos estratégicos da cidade.

O monitoramento, feito 24 horas por dia, visa reduzir os índices de criminalidade na região. As câmeras alcançam até um quilômetro de distância e as imagens gravadas vão para uma sala da Secretaria de Segurança Comunitária, onde, a partir desta sexta-feira (30), funciona o Centro de Operações e Inteligência da cidade.

As imagens ficam armazenadas por 30 dias e podem servir de prova em casos que envolvam a polícia, como mostra a reportagem do Tem Notícias.

G1

Homicídio cai e outros crimes crescem

Enquanto o número de homicídios na capital paulista caiu 5,81% nos dois primeiros meses deste ano, em comparação ao mesmo período de 2011, os latrocínios (roubos seguidos de morte) tiveram alta de 36,36%. Os dados fazem parte da estatística da criminalidade divulgada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).

Roubos e furtos de carros, assaltos em geral e mortes registradas em acidentes de trânsito também aumentaram no primeiro bimestre de 2012.

Os casos de assassinatos diminuíram de 172 para 162 nos meses de janeiro e fevereiro, de um bimestre para o outro, o que representa uma taxa de 8,8 casos por 100 mil habitantes, o menor índice desde 1999, ano em que o total de homicídios passou a cair em São Paulo. Em dez anos, a redução chegou a 80,2% de acordo com levantamento da SSP.

A capital registrou 821 assassinatos no primeiro bimestre de 2002.
O delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro de Lima, espera que o índice diminua ainda mais ou se mantenha estável pelos próximos meses, pois admite que é impossível zerar os números de assassinatos na cidade. “O Estado tem 42 milhões de habitantes. Infelizmente, um homicídio pode acontecer a qualquer momento, longe da vista da polícia, como em brigas banais ocorridas em discussão de trânsito.”

Os latrocínios subiram de 11 para 15 casos de um bimestre para outro. Os roubos seguidos de morte tinham dobrado no mês de janeiro, de quatro para oito casos. O mês passado registrou sete casos de latrocínio, mesmo número de fevereiro de 2011. “Mas um único caso já é só suficiente para chocar a sociedade. É o tipo de crime que não dá para comemorar redução”, afirma o delegado-geral.

Roubos e furtos de carros subiram de 12.681 casos para 13.749, um aumento de 8,42%. “Queremos provar que o crime organizado está por trás desses roubos e furtos. Por isso o Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) tem feito um trabalho focado nessas quadrilhas”, observa Carneira. O JT publicou reportagem na edição do dia 18 informando que ladrões de carros embolsaram R$ 500 milhões e foram responsáveis por 25% dos latrocínios no Estado no ano passado.

Os casos de assaltos em geral, que incluem roubos de casas, estabelecimentos comerciais e pedestres, cresceram 2,72%, de 16.983 casos para 17.445. Segundo Carneiro, as delegacias de bairros foram orientadas em dezembro a investigar esses casos para identificar criminosos. Já o número de mortes em acidentes de trânsito subiu 13,46%, de 104 para 115 casos. O delegado afirma que a intensificação das blitze da Lei Seca podem reduzir esse índice.

Gio Mendes / Cristiane Bomfim – JT

SP ganha 144 novas bases comunitárias móveis

Segundo Geraldo Alckmin, governo deve entregar outras 50 em abril.
Cerimônia de entrega aconteceu no Vale do Anhangabaú.

Do G1 SP

O estado de São Paulo recebeu 144 novas bases comunitárias móveis da Polícia Militar nesta segunda-feira (26). A entrega foi feita em uma cerimônia no Vale do Anhangabaú, no Centro da capital paulista.

Segundo o governador Geraldo Alckmin, 56 bases já foram entregues no final de 2011 e outras 50 deverão ficar prontas no dia 30 de abril. A quantidade de bases comunitárias do estado deve praticamente dobrar quando todas forem entregues, de acordo com o governador.

No final de 2011, São Paulo possuía 265 bases comunitárias. “Passaremos para 515 bases. Elas têm computação, fazem boletim de ocorrência e têm mobilidade. A base comunitária fixa protege o entorno, mas às vezes, do outro lado do bairro, tem problema. A base comunitária móvel tem muita eficácia porque ela tem mobilidade”, comentou Alckmin.

Distribuição
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a PM distribuiu as bases de acordo com os índices de criminalidade de cada local. Das 200 bases já entregues até esta segunda-feira, 62 ficarão na capital paulista, 44 seguem para outros municípios da região metropolitana e 92 serão enviadas para o interior. Das duas restantes, uma ficará na Academia de Polícia Militar do Barro Branco e outra na Escola Superior de Soldados.

O custo total das 250 bases que deverão ser entregues até abril foi de R$ 29,6 milhões, sendo que o preço unitário é de R$ 118 mil. Os veículos são equipados com radiocomunicação digital.

Nas bases, as pessoas podem registrar as mesmas ocorrências disponíveis na Delegacia Eletrônica: acidentes de trânsito sem vítimas, furtos de veículos, desaparecimento e encontro de pessoas, furto ou perda de documento, celulares e placas de veículos.

À mercê da criminalidade

Nos dias atuais, encontramo-nos literalmente à mercê da criminalidade. A cada dia, os criminosos inventam novas formas de subtrair os bens alheios, pouco se importando com o próximo. Será que as coisas não estão passando dos limites? Certamente que sim!

O crime não é hoje apenas uma forma de o infrator “ganhar o seu pão”, mas está se tornando um “estilo de vida”. Compreendamos isso de uma vez por todas. Não são apenas os “tadinhos” da vida que saem de mão armada por aí assaltando, mas sim pessoas que optaram conscientemente por viver desta forma.

Sei que muitos poderão se escandalizar com esta afirmação, mas o crime é uma escolha. O mundo oferece outras oportunidades aos seres humanos. Mas muitos destes preferem adentrar pela via mais fácil, que é a do crime. E assim, este vem se tornando uma profissão.

As leis, em vez de coibirem essas más escolhas feitas pelas pessoas, vêm se tornando cada vez mais lascivas e permissivas. E o indivíduo infrator já não possui o mínimo constrangimento diante da sociedade, por causa dos seus atos errôneos.

Se não houver uma mudança significativa nas leis brasileiras, corremos o risco de o país naufragar nessas práticas criminosas. Quando não há punição, o infrator se sente mesmo à vontade, acreditando que pode tudo, onde quer que esteja.

Precisamos de uma legislação mais dura, que faça o infrator pensar antes de optar pelo caminho da criminalidade. Não podemos pensar como aqueles que afirmam que o delinquente somente rouba porque os empresários pagam mal. Se assim fosse, todo assalariado seria um ladrão (o que não é o caso). Trata-se de uma justificativa demasiadamente simplista, impregnada de uma ideologia doentia, que não nos auxilia em nada na solução dos problemas.

Estamos, sim, à mercê da criminalidade, e isso porque o crime é uma escolha pessoal, que possibilita ao indivíduo infrator ter acesso ao que necessita por uma via mais fácil. Trata-se de um estilo de vida escolhido conscientemente.

Maro Schweder – Professor

Penitenciárias brasileiras não têm pretensões de ressocialização

Para especialistas, encarceramento só tem função de excluir da sociedade

O Brasil é hoje o quarto país em números absolutos de população carcerária no mundo (atrás apenas dos Estados Unidos, da China e da Rússia), com quase 500 mil presos, de acordo com dados de dezembro de 2010 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do Ministério da Justiça responsável pela fiscalização das penitenciárias de todo o Brasil. O crescimento na quantidade de presos a altas taxas nos últimos anos – em 2000, era pouco mais de 230 mil – pode servir para pensar não só a criminalidade no país, mas também o papel do sistema prisional.

“A pena tem uma função retributiva, no sentido de ‘pagamento’ pelo crime que o indivíduo cometeu, e uma função preventiva, no sentido de fazer com que a pena reprima o sujeito e evite que ele cometa novos crimes no futuro. Hoje em dia, a pena tem função basicamente repressiva. Ela tem a função de retirar o sujeito de circulação durante determinado período de tempo. Nada mais”, explica o coordenador do Mutirão Carcerário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o juiz auxiliar da presidência do CNJ, Luciano Losekann.

Criado em 2008, o Mutirão Carcerário do CNJ foi criado para fiscalizar o funcionamento da justiça criminal, como a falta de controle sobre a população carcerária, principalmente a liberação de presos que não deveriam mais estar na prisão. Isso colabora com a superlotação do sistema, que, aliado a condições de higiene precárias, submetem os presos ao que o antropólogo e cientista político Luiz Eduardo Soares, autor de livros como “Justiça” e “Elite da Tropa”, chama de “excedente de pena”.

“Impõe-se uma pena através de uma sentença e adiciona-se um suplemento, um excedente da pena de modo informal, porque se submete a pessoa a situações de insalubridade, a doenças contagiosas, a humilhações. Se a privação da liberdade já é agressiva, botar em uma prisão dessas como as nossas é um grau de perversidade maior”, diz Soares.

Tanto Losekann quanto Soares são enfáticos em afirmar que o sistema prisional não tem a mínima condição de reintegrar os presos à sociedade, não só por causa da precariedade, mas porque esse não é um de seus objetivos.

“Há muito tempo a criminologia crítica diz que a pena de prisão já nasceu falida. A pena de prisão surgiu como alternativa à pena de morte. Mas ela não deixa de ser paradoxal. Como ela quer ressocializar uma pessoa retirando ela da sociedade, como ela pretende fazer com que essa pessoa volte ao convívio social colocando ela em uma prisão superlotada, em falta de condições?”, questiona o juiz.

O problema do aumento da população carcerária é mundial. E grande parte dos presos no mundo, hoje, está relacionada ao tráfico de drogas. É o caso de mais de 20% da população carcerária brasileira, segundo dados do Depen. Mas, ao menos no país, o perfil desses presos não condiz com o imaginário de violência comumente associado ao traficante.

“O grupo que tem sido mais rapidamente e em volumes maiores encarcerado é o jovem envolvido com drogas, sem uso de violência, sem organização, sem uso de arma. A realidade é que o maior número de presos por tráfico não é violento, não está armado, é o aviãozinho, o que faz a entrega da droga no varejo”, revela Soares.

A prova de que anos de encarceramento só servem para afastar os indivíduos da sociedade é o índice de reincidência. De acordo com Losekann, na Inglaterra essa taxa é de 55%. No Brasil, apesar de não haver nenhum estudo, estima-se, segundo ele, que seja em torno de 70%. “Estamos jogando água no moinho da violência, no moinho da criminalidade, com nossos arroubos de severidade”, finaliza Soares.

Globo.com

Capital tem janeiro menos violento dos últimos 11 anos

A cidade de São Paulo apresentou o menor número de homicídios durante o mês de janeiro em sua história recente. Foram 84 casos, 383 a menos que em janeiro de 2001, o que representa uma queda de 82,39%. Foram seis assassinatos a menos em comparação com o ano passado, uma redução de 6,67%. As informações constam das Estatísticas Mensais da Criminalidade, contabilizadas pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

Também houve diminuição no comparativo dos últimos 12 meses. De fevereiro de 2011 a janeiro deste ano, foram contabilizadas 1.018 mortes intencionais na cidade, 143 a menos que no período de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011 – uma redução de 12,32%.

Nos últimos 12 meses, a capital alcançou a taxa de 8,95 homicídios por grupo de 100 mil habitantes. O número é menor que o do Estado, que apresentou taxa de 9,99. A taxa média do Brasil é de 22,3/100 mil.

A SSP atribui a redução dos homicídios à intensificação do patrulhamento ostensivo, com retirada da armas ilegais das ruas, e à investigação de crimes, identificação e prisão dos autores.

Roubo de carga diminui 23,3%
Outro indicador criminal que apresentou relevante queda na cidade de São Paulo foi o roubo de carga. A diminuição foi de 23,3%. Em janeiro deste ano, foram registrados 339 roubos de carga, 103 a menos que no mesmo mês do ano passado, quando houve 442 casos. Também houve queda no comparativo dos últimos 12 meses. De fevereiro de 2011 a janeiro deste ano, foram contabilizados 447 registros a menos – uma redução de 9,71% deste tipo de crime.

Roubos a banco
O número de roubos a banco, em janeiro, diminuiu de 11, no ano passado, para sete, este ano.

Roubos em geral
No comparativo dos últimos 12 meses, os roubos em geral apresentaram queda de 0,78% na cidade de São Paulo, com uma diminuição de 862 casos. De fevereiro de 2011 a janeiro deste ano foram contabilizadas 109.880 ocorrências de roubo em geral – de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011, houve 110.742.

Furtos de veículo
Também no comparativo de 12 meses, a capital registrou queda de 17 casos de furtos de veículo.

Sequestros
Pela primeira vez desde 2001, a cidade de São Paulo não registrou nenhum caso de extorsão mediante sequestro no mês de janeiro. No mesmo mês do ano passado, foram contabilizados dois casos.

A redução dos crimes contra o patrimônio foi alcançada graças ao aprimoramento no trabalho das polícias. O tempo de resposta da Polícia Militar para atender a chamados de emergência tem diminuído, em decorrência tanto do contínuo treinamento, como da adoção de novas tecnologias adquiridas pelo Governo do Estado. O trabalho da Polícia Civil também vem se aperfeiçoando, a fim de identificar e prender os autores dos crimes contra o patrimônio.

Estupro
Apesar da mudança na legislação – que agora considera todos os crimes de abuso como estupro –, esse tipo de crime apresentou queda de 1,69% no comparativo de fevereiro de 2011 a janeiro de 2012 com fevereiro de 2010 a janeiro de 2011, com uma diminuição de 42 ocorrências.

Aumento da produtividade policial
Os flagrantes de tráfico de drogas no mês de janeiro na cidade de São Paulo alcançaram os maiores índices dos últimos anos. Foram registrados 735 boletins de ocorrência de tráfico de drogas. Em comparação com janeiro do ano passado – quando foram registrados 423 BOs –, houve um aumento de 73,76% desse indicador. Esse tipo de ocorrência depende totalmente da ação policial, e o crescimento indica maior eficiência das polícias para apreender drogas e prender traficantes.

O número de prisões realizadas pelas polícias na capital aumentou 2,58% nos últimos 12 meses, com 724 a mais. De fevereiro de 2011 a janeiro de 2012 foram feitas 28.796 prisões, contra 28.072 de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011.

Fonte: SSP – SP