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Posts Tagged ‘ Criminalidade

Pedestres são as principais vítimas de assalto nas vias de SP

17/05/2011 08h27 – Atualizado em 17/05/2011 08h27

Houve registro de 1867 boletins de ocorrência no primeiro trimestre.
Avenida 23 de Maio encabeça lista dos corredores com mais assaltos.

Kleber Tomaz e Paulo Toledo Piza

Do G1 SP

Vítima ficou com problemas auditivos após assalto (Foto: Kleber Tomaz/G1)

Vítima ficou com problemas auditivos após assalto (Foto: Kleber Tomaz/G1)

 

Enquanto a Prefeitura de São Paulo implanta nas ruas ações para diminuir os atropelamentos, na calçada a preocupação é da Polícia Militar. Segundo dados da corporação, os pedestres são o principal alvo dos criminosos.

Dados estatísticos das forças de segurança revelam que as vítimas de “roubo a transeuntes” fizeram 1867 boletins dessa natureza na Polícia Civil nos três primeiros meses deste ano. Os números superam o roubo de veículos, que teve 721 queixas no mesmo período. O terceiro crime mais comum nas ruas de São Paulo é o assalto a motoristas no trânsito, com 474 casos de janeiro a março. O assalto a pedestres também é mais frequente que assaltos a imóveis residenciais e comerciais, a bancos, a transportes coletivos e que roubos de cargas.

De acordo com a Polícia Militar, o pedestre costuma registrar mais ocorrências de roubo do que quem foi assaltado dentro do seu automóvel, por exemplo, pelo fato de não ter que enfrentar trânsito. Apesar de o número de casos de roubo a transeuntes do primeiro trimestre de 2011 ser menor se comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram feitas 2499 ocorrências, os dados desse tipo de crime ainda são considerados elevados e trazem sensação de insegurança para a população.

Levando-se em conta os dados oficiais, a via mais perigosa para uma pessoa caminhar em São Paulo é a Avenida 23 de Maio, com 120 queixas de roubos no primeiro trimestre, uma média de mais de um caso por dia. Esse corredor é a principal ligação dos bairros da Zona Sul até a região central da cidade, com 3,2 quilômetros de extensão.

Há ainda relatos de vítimas de assaltos em outras vias da cidade. “Até hoje só escuto um zumbido no meu ouvido direito”, diz um homem de 57 anos que ficou com problemas auditivos após ser agredido por um assaltante no início deste ano.

Ele conta que o criminoso lhe deu uma coronhada e levou seu dinheiro na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, no Brooklin, na Zona Sul de São Paulo. A via aparece em 30ª posição no ranking das 40 vias mais perigosas para um pedestre caminhar. “É muito comum ocorrerem assaltos a pedestres aqui.”

A Prefeitura implantou recentemente uma zona de proteção ao pedestre para protegê-lo de atropelamentos no trânsito, mas, além dos perigos que corre ao atravessar as ruas, o pedestre também engorda os índices de criminalidade como vítima de assaltos.

“Os bandidos aproveitam para atacar quando os funcionários deixam o serviço, perto das 18h, 19h”, fala Maria Aparecida de Lima, de 46 anos, outra vítima de assaltos na Berrini. “Nunca vou esquecer o dia. Me roubaram em 19 de abril.”

Roubo a veículos
Os índices de roubo a veículos aparecem na segunda posição, com 721 ocorrências neste ano. Em 2010, foram 872 casos no mesmo período comparativo.

A Marginal Pinheiros é a via onde mais ocorrem roubos de veículos em São Paulo, com 87 registros no primeiro trimestre deste ano. Se for feita uma comparação com o mesmo período no ano passado, quando 135 carros foram roubados, houve uma diminuição considerável de crimes na região – queda de 35,5%.

Em seguida está a Avenida Marechal Tito, com 62 roubos, e a Avenida Sapopemba, onde 48 carros foram roubados. O corredor formado pelas avenidas Senador Teotônio Vilela e Sadamu Inque fica em quarto lugar, com 45 casos.

As outras seis vias mais perigosas, e seus respectivos números, são: avenidas Cupecê (40), Giovanni Gronchi (39), corredor formado pela Avenida Presidente Tancredo Neves e Rua das Juntas Provisórias (também com 39), Avenida Professor Luís Ignácio de Anhaia Mello (28), Avenida Mateo Bei (26) e a Estrada de Itapecerica (26).

Assalto a motoristas
Reportagem publicada pelo G1 em 12 de maio mostra que o aumento constante da frota de veículos em São Paulo, estimada atualmente em 7 milhões de unidades, provoca congestionamentos quilométricos nas principais vias da cidade e facilitam a ação de criminosos. Segundo a Polícia Militar, a lentidão no trânsito está diretamente relacionada aos assaltos a motoristas na capital. Os assaltantes costumam agir com motos ou até mesmo a pé. As vítimas são condutores de carros, caminhões, ônibus e motociclistas.

Levantamento feito pela PM mostra quais são os 35 corredores de São Paulo onde o condutor corre mais risco de ser roubado. Os dados, obtidos pelo G1, levam em conta as 474 ocorrências registradas no primeiro trimestre deste ano em todas as vias da capital. No ano passado, foram 611 casos do mesmo tipo de crime.

Em números absolutos, a Marginal Pinheiros é a via com mais assaltos a motoristas no município, com 97 casos apenas neste ano – média de mais de um roubo por dia.

PM
O Comando de Policiamento da PM informa que tem conhecimento da incidência dos crimes citados nesta matéria e realiza rondas ostensivas constantemente nas vias para tentar diminuir o número de ocorrências.

De acordo com o coronel Marcos Roberto Chaves, comandante do Policiamento na capital, patrulhamentos feitos pela Ronda Ostensiva sobre Motos (Rocam) são constantes nos principais corredores. “Os números totais de roubos a pedestres, veículos e assaltos a motoristas diminuíram neste ano em relação ao mesmo período do ano passado por conta da ação da Polícia Militar. Isso é fato. E vamos continuar realizando ações para diminuir mais ainda esses índices”, afirma o comandante.

A PM ainda estuda a implantação de bases comunitárias móveis e bolsões de estacionamento para motos da corporação em toda a extensão da marginal como medida para reduzir os crimes no corredor.

Comando da Polícia Civil cobra mais resultados no Vale

Maio 12, 2011 – 05:00

O delegado geral disse ontem, em Taubaté, que a corporação deve priorizar investigação de crimes

Luara Leimig – O Vale
Taubaté

Diante da violência e dos índices criminais na região, o comando da Polícia Civil do Estado de São Paulo cobrou ontem mais agilidade e rigor nas investigações de crimes no Vale do Paraíba. Homicídios, tráfico de drogas e crimes contra o patrimônio devem ser as prioridades dos policiais.

O delegado geral de Polícia Civil de São Paulo, Marcos Carneiro Lima, esteve na manhã de ontem reunido por três horas na Delegacia Seccional de Taubaté com os delegados de todas as seccionais da região e o comando do Deinter 1 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior).

Durante a reunião o delegado cobrou empenho dos delegados e pediu que toda a polícia da região esteja focada em fazer o trabalho que é de responsabilidade e competência da Polícia Civil, o de investigar.

“Os investigadores e delegados têm que ir para a rua, estar em campo colhendo provas para conseguir sustentar inquéritos que produzam efeito para o judiciário durante os processos, não esperar que as provas caiam na delegacia por meio de denúncias e encaminhar processos sem provas que depois o Ministério Público não consegue levar adiante. O trabalho da Polícia Civil é investigar e não fazer patrulhamento e blitze, isso cabe a PM”, disse.

Segundo Lima, ele vai acompanhar o desenvolvimento do trabalho dos delegados na região e cobrar resultados efetivos.

Integração com PM – Outra cobrança apresentada na reunião foi o de estreitamento do trabalho integrado com a Polícia Militar. Para o delegado geral é preciso que as duas corporações apoiem uma a outra no trabalho.

Efetivo – Segundo Lima, a região deve receber efetivo de reforço de policiais civis, mas ainda não existe uma data definida para que isso ocorra. “Já estão ocorrendo concursos para a seleção de novos homens que virão para o Vale do Paraíba, mas eles ainda precisam passar pelo período na academia de polícia e somente no segundo semestre poderemos contar com este reforço.”

O número de efetivo que deve ser deslocado para o Vale também não foi definido. Outra proposta divulgada ontem pelo delegado para tentar otimizar o trabalho da polícia foi a reestruturação dos cargos, que segundo o delegado, passarão dos atuais 14, para sete, liberando mais homens para os setores de investigação.

Criminalidade – O aumento da violência em Taubaté, que já registrou pelo menos 26 assassinatos este ano e esclareceu quatro, também chamou a atenção do delegado.

“Não adianta você ter índices em queda, mas com ocorrências de crimes violentos que chocam a população ocorrendo na cidade, é preciso uma ação rápida.”

Vale precisa de mais 5.000 PMs

 

Média na região é de um policial para 578 pessoas; corporação afirma que planejamento estratégico cobre áreas de maior risco
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
O efetivo da Polícia Militar no Vale do Paraíba deveria contar com 5.000 policiais militares a mais, segundo uma orientação da ONU (Organização das Nações Unidas).
A organização defende que deve haver um policial militar para cada 250 pessoas.
Hoje, a corporação possui 3.800 policiais para cobrir uma área de 2,2 milhões de pessoas em 42 municípios da região. Uma média de um policial para cada 578 pessoas.
A corporação reconhece que o efetivo está abaixo do esperado, mas afirma que faz um planejamento estratégico para cobrir áreas em que há mais risco de crimes.
Para Paulo José de Palma, promotor da Vara de Execuções Criminais da Comarca de Taubaté, o baixo número de policiais é apenas um dos itens que influi para a criminalidade (leia texto nesta página).
Policiamento
Os policiais militares são responsáveis pelo policiamento preventivo.
Para o tenente-coronel Luís Augusto Guimarães, comandante interino da PM no Vale, a corporação busca compensar a falta de oficiais com o trabalho de inteligência.
“Fizemos uma reavaliação há alguns anos. Há áreas tranquilas em que colocávamos muitos policiais, sendo que não era necessário. Eles foram realocados em áreas mais degradadas”, afirmou.
De acordo com ele, a Secretaria de Segurança Pública está tentando resolver o problema da falta de policiais por meio de concursos públicos.
Recentemente, vieram 300 policiais para o Vale. Agora, está tendo um outro concurso.
Para o promotor Palma, o número de policiais está defasado em relação ao crescimento da população.
“Se checarmos o número de policiais nos anos anteriores, veremos que eles não acompanharam o crescimento da população. É uma de nossas brigas junto ao estado. Também não há um número suficiente de policiais civis. As investigações estão prejudicadas”, disse o promotor.
Dados
No primeiro trimestre deste ano, o Vale registrou nova queda no índice de homicídios. Mesmo assim, São José e Taubaté, as duas maiores cidades da região tiveram aumento de 50% nos assassinatos.
“Estamos fazendo operações para atacar o tráfico de drogas, que hoje é o principal causador de mortes. Em algumas regiões, conseguimos controlar. Em outras, estamos nos esforçando, disse Guimarães.
Segundo ele, o tráfico também acaba provocando outros crimes. “Nossa meta é chegar no médio traficante, que é quem distribui a droga.”

Fonte: O Vale

Número de furtos no 1º trimestre dobra na Av. Paulista

 

AE – Agência Estado

Mais de 200 PMs em motos, a pé, de bicicleta ou em patinetes, além de cabines elevadas, bases móveis e câmeras de vigilância. Apesar de todo esse aparato, a criminalidade tem assustado frequentadores da Avenida Paulista. Entre janeiro e março de 2011, por exemplo, 100 casos de furto foram registrados no local (mais de 1 por dia). A estatística é mais que o dobro da verificada no mesmo período do ano passado, quando ocorreram 47 furtos na avenida, considerada a mais vigiada de São Paulo.

A área da Paulista é atendida por três distritos policiais (o 4.ºDP, na Consolação; o 5.º DP, na Liberdade e o 78º DP, nos Jardins). Há uma semana, o governo passou a divulgar os dados trimestrais de criminalidade por delegacias da capital. Nessas três, em especial, o número de roubos chegou a 888 entre janeiro e março (quase 10 por dia) e o de furtos, a 2.717 (30 por dia).

Em relação aos roubos, a PM informou que essa modalidade de crime sofreu redução no primeiro trimestre deste ano em 33%, em comparação com o ano passado. A PM admite, no entanto, que os furtos aumentaram. Nesse caso, alega que isso independe da ação ou da presença da polícia, pois há pessoas furtadas em outros locais da cidade que só percebem o furto na Paulista.

Com isso, registra-se a ocorrência como se fosse na via. Além disso, a maioria dos furtos ocorre no interior das empresas, o que inviabilizaria um trabalho policial preventivo. Já o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima, observa que o celular virou “vetor de criminalidade” em São Paulo. As informações são do Jornal da Tarde.

Das 16 milhões de armas que circulam no país, metade é ilegal

 

Bom Dia Brasil – Edição do dia 08/04/2011

08/04/2011 09h02 – Atualizado em 08/04/2011 09h02 

São armas furtadas, roubadas, desviadas de colecionadores e empresas de segurança e uma parte vinda pelas fronteiras do país. 

Estima-se que 16 milhões de armas de fogo estejam em circulação no Brasil – metade delas ilegalmente. Muitas vezes nas mãos de bandidos ou nas mãos de quem não tem qualquer condição de usá-las.

Há pouco mais de cinco anos, os brasileiros participaram de um referendo para decidir se o governo deveria proibir o comércio de armas e decidiram que esse comércio deveria continuar. A morte das crianças no Rio traz de volta a pergunta: como evitar tragédias provocadas por armas de fogo?

A história reacende uma discussão recente no Brasil. Em 2005, a maioria dos brasileiros votou a favor do comércio de armas. O referendo poderia ter mudado um artigo do Estatuto do Desarmamento, um dos mais rígidos do mundo. Desde que virou lei federal, em 2003, mais de 500 mil armas foram entregues no país.

Pelo estatuto, apenas oficiais podem andar armados. Para civis, o porte é considerado crime inafiançável. Ter uma arma em casa para defesa pessoal só é permitido a quem tem mais de 25 anos, passa por teste psicológico e treinamento na Polícia Federal e prova a necessidade de posse da arma. O especialista internacional em criminalidade, Wálter Fanganiello Maierovitch, diz que na prática não é bem assim.

“Basta ter o dinheiro. Não interessa se é bandido, se é psicopata ou não. É uma lei de mercado que não tem nenhum sentido de dosagem ética”, afirma Wálter Fanganiello Maierovitch.

A verdade é que se sabe muito pouco sobre o mercado de armas no Brasil. Não há números oficiais. Estima-se que 16 milhões de armas estejam em circulação – quase a metade ilegais, furtadas, roubadas, desviadas de colecionadores e empresas de segurança e uma parte vinda pelas fronteiras do país.

“Em São Paulo, 70% das armas apreendidas são armas brasileiras, de calibre pequeno. São revólveres e pistolas que vitimam brasileiros. Por isso, é importante controlar as indústrias de armas e munições no país”, explica a coordenadora do controle de armas do Instituto Sou da Paz, Alice Ribeiro.

O Brasil encabeça o terceiro grupo de países que mais exportam armas de fogo. “A maior parte dos homicídios no país são por armas de fogo. Esses homicídios são motivados por motivos banais: brigas de bares, brigas de trânsito ou desavenças entre casais. São desentendimentos banais que, por se ter uma arma na mão, se tornam fatais”, afirma a coordenadora do controle de armas do Instituto Sou da Paz, Alice Ribeiro.

Ainda de acordo com o Instituto Sou da Paz, das 16 milhões de armas em circulação no país, apenas 2 milhões estão com as forças de segurança pública. Ou seja, 14 milhões de armas estão nas mãos de civis. Pelo menos uma das armas usadas na tragédia em Realengo pertencia a civis. Foi roubada há mais de uma década da casa de uma família e agora foi usada para matar 12 crianças e adolescentes.

Maioria dos índices de criminalidade apresenta queda em SP em 2010

A maioria dos índices de criminalidade registrou queda no estado de São Paulo em 2010 em comparação com o ano anterior, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. A taxa de homicídios caiu 4,5% no ano passado: de 10,96 para cada 100 mil habitantes, índice registrado em 2009, para 10,47 por 100 mil. Desde 1999, quando a taxa era de 35,27/100 mil, a queda foi de 70,3%.

Apesar da redução, o índice ainda se encontra dentro do patamar de violência epidêmica, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), de mais de 10 homicídios por 100 mil habitantes.

Em números absolutos, o estado teve 4.320 casos de homicídios dolosos em 2010. Em 1999, foram 12.818 casos. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (31). No último trimestre de 2010, os homicídios caíram 5,65% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O tráfico de drogas e o estupro foram as ocorrências que apresentaram elevação no período de um ano. Os dados mostram que houve um aumento de 75%, atribuído à nova legislação que tipifica o estupro, que passou a incluir casos de atentado ao pudor e ato obsceno, segundo a SSP.

Tentativas de homicídio: a secretaria diz que, em 2010, houve redução de 2,96% no crime, com 153 casos a menos do que no ano anterior. Foram registradas 5.023 tentativas de homicídios em 2010, contra 5.176, em 2009.

Latrocínio (roubo seguido de morte): em comparação com 2009, os registros do crime caíram 16,5% no estado, de 303 para 253 casos. De outubro a dezembro de 2010, os roubos seguidos de morte caíram 3,85%, de acordo com os dados oficiais.

Roubos de cargas: a secretaria afirma que diminuíram 6,2%, com menos 482 casos que os registrados em 2009. Porém, as ocorrências do crime cresceram 8,04% no último trimestre de 2010, comparando com o mesmo período do ano anterior.

Roubos de veículos e em geral: os roubos de veículos retrocederam 4,54% em 2010, segundo os dados, com menos 3.262 casos em relação ao ano anterior. Levando em conta apenas o quarto trimestre de 2010, no entanto, os roubos de veículos cresceram 7,08% em relação ao mesmo período de 2009. Já os roubos em geral recuaram 9,47% no ano passado todo, com menos 23.591 casos.

Roubos a banco: tiveram queda de 16,6%, com registro de 211 casos em 2010, contra 253 em 2009. Apenas no último trimestre do ano passado, o número de casos diminuiu 32,43% em relação ao mesmo período de 2009.

Furtos: registraram queda de 4,26% em relação a 2009, com redução de 22.530 casos. O número de furtos de veículos em 2010 caiu 4,32%, com 4.552 casos a menos do que o registrado no ano anterior. Considerando apenas o último trimestre de 2010, os furtos de veículos aumentaram 5,53% em relação ao mesmo período de 2009.

Tráfico de entorpecente: a secretaria diz que houve um aumento de 9,09% nas ocorrências do crime, com 2.535 a mais em relação ao ano anterior. Foram registrados 30.421 flagrantes de tráfico de drogas em 2010, contra 27.886 em 2009.

Estupro: os dados mostram que houve um aumento de 75% dos casos do crime, mas a secretaria explica que a nova legislação que tipifica o estupro passou a incluir casos de atentado ao pudor e ato obsceno, por isso o crescimento. Segundo o governo do estado, apenas quando a legislação completar um ano de existência, no segundo semestre de 2011, será possível verificar se o número de estupros está, de fato, em alta ou em baixa.

Fonte: G1