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Segurança Eletrônica

Um sistema eficiente de Segurança Eletrônica é um importante aliado na prevenção de invasões e arrombamentos, ajudando a combater roubos e assaltos a empresas de qualquer porte ou residências.

Para sua segurança:
- Nunca passe informações sobre o seu sistema de alarme por telefone sem antes pedir a contra-senha de seu serviço de monitoramento 24 horas.

- Mantenha seus dados atualizados junto a Central de Monitoramento 24 horas. Sem estas informações nossa central não poderá avisá-lo de disparos ocorridos prejudicando a sua segurança.

- Antes de viajar, comunique à Central de Monitoramento o período que estará ausente, informando o nome e o número telefônico das pessoas que irão ficar responsáveis pelos contatos em caso de necessidade.

- Não permita que pessoas não autorizadas pela tenham acesso ao seu sistema de alarme.

- Nunca negligencie os disparos de seu sistema de alarme, dirija-se até o local e certifique que está tudo em ordem.

– Ao fazer reformas ou mudanças em sua casa ou empresa certifique-se de que nenhum dos componentes de seu sistema de alarme foi afetado. Exemplo: ao se remanejar móveis e divisórias, você pode esconder os sensores de presença impedindo o seu funcionamento e deixando o ambiente desprotegido.

- Nunca esqueça de ativar o seu sistema de alarme.

Polícia pede prisão de empresário suspeito de causar acidentes em SP

Pedido de prisão temporária foi feito na madrugada, segundo SSP.
Homem teria roubado carros e ferido um homem na barriga na segunda.

A Polícia Civil pediu na madrugada desta terça-feira (10) a prisão temporária do administrador de empresas Michel Goldfarb Costa, de 34 anos. A informação é da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP). Costa é suspeito de ter feito disparos a esmo e de provocar uma série de acidentes na manhã desta segunda (9) em São Paulo. Ele também teria baleado um homem na barriga. O advogado de Costa, Nicolau Aun Junior, disse nesta terça ao G1 que vai orientar seu cliente a se entregar.

Entre os motivos alegados pela polícia para pedir a prisão temporária de Costa estão três tentativas de latrocínio, tentativa de homicídio, disparo de arma de fogo e lesões corporais. De acordo com o delegado Dalmir de Magalhães, do 26º Distrito Policial, no Sacomã, na Zona Sul, a polícia faz buscas para tentar localizá-lo e deve ouvir vítimas que tenham sido prejudicadas pelo suspeitos em outras regiões da cidade.
“A minha orientação é para que ele se apresente”, afirmou o advogado. Segundo Aun Junior, a última vez que ele falou por telefone com Michel foi durante as festas de fim de ano. Ele não tem previsão de quando ele deve procurar a polícia.

Na segunda-feira, a Polícia Civil anunciou que Costa deve ser indiciado por tentativa de homicídio, roubo e disparo de arma de fogo. Costa, que também é artista plástico e mora em um condomínio de luxo em Cotia, na Grande São Paulo.

Para a polícia, Costa foi quem causou todos os acidente durante a manhã. Quatro pessoas já o reconheceram por foto. Segundo as investigações, ele bateu em pelo menos dois carros e um ônibus, baleou um homem na barriga e feriu outro de raspão.

O delegado responsável pelo caso, Marcos Antônio Manfrin, do 26º DP, disse acreditar que o administrador tenha tido um “surto psicótico”. “Aparentemente não há motivação, a não ser um surto”, afirmou. O policial acrescentou que ao menos 20 tiros foram disparados.

A namorada de Costa prestou depoimento nesta segunda. Ela o descreveu como uma pessoa fechada, com poucos amigos, quase nenhum contato com a família e que não trabalhava. “Ele aplicava dinheiro na Bolsa de Valores”, segundo o delegado.

A mulher contou à polícia que tudo começou às 4h desta segunda. Costa era conhecido por ter mais de dez cachorros, e eles começaram a latir nesse horário – o casal havia ficado acordado até tarde vendo filmes. O administrador teria ficado com medo de que a casa tivesse sido invadida. “Ele teve uma briga recente com o vizinho em relação ao barulho [dos cães] e teria sido ameaçado”, disse Manfrin. “Quando a namorada dormiu, ele [Costa] saiu de casa deixou tudo aberto, as portas abertas. Ele saiu de carro, vestindo o colete e com a arma em punho.”

A relação dele com a namorada era boa – o casal está junto há quatro anos e se vê aos fins de semana, segundo o depoimento. “O surto não ocorreu por conta de uma briga”, afirmou o delegado-adjunto Dalmir de Magalhães.

‘Dia de fúria’
O tenente da Polícia Militar Guilherme Willian Pacheco definiu a ação como um “dia de fúria”. Segundo ele, a ação “foge do padrão de um assalto”. “Ele em um dia de fúria e loucura teria pego uma arma e um colete e efetuado vários disparos em via pública”, afirmou.

Os policiais descobriram a identidade do suspeito após constatarem que ele é o dono do Corolla encontrado na Avenida dos Bandeirantes, na Zona Sul.

O Corolla, após derrapar, foi visto pela primeira vítima do criminoso, o taxista Elias da Silva, de 37 anos, que levava uma passageira para o aeroporto. Ele parou no semáforo e foi abordado pelo homem armado com uma pistola calibre 380.

Para o tenente, a ação foge do padrão, segundo relato das testemunhas que estiveram presentes durante todo o dia no 26º Distrito Policial, no Sacomã. “Em nenhum momento ele falou ‘desce, que é um assalto’, como a gente costuma ver. Ele atirou, depois tirava a pessoa de dentro do carro. Foge do padrão de um roubo normal.”


Ação
Em alta velocidade, o criminoso que havia roubado o táxi nas proximidades do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, colidiu com um Fiat Brava na Avenida Presidente Tancredo Neves, próximo da Avenida Nossa Senhora das Mercês. Um Fiat Idea também foi atingido.

“Eu só ouvi a pancada. Foi tão forte que eu pensei que era um caminhão. Só pensava no meu filho”, afirmou David Neves, técnico em instalação de TV a cabo, que dirigia o Fiat Brava. A mulher dele, de 28 anos, e o filho, de 2 meses, tiveram que ser levados ao Hospital Cruz Azul, mas passavam bem. “Minha mulher deve ter uns arranhões, mas está em choque. Meu filho estava na cadeirinha. Eles estão só estão em observação. Está tudo bem.”

Depois da colisão, o criminoso deixou o carro e saiu atirando para todos os lados. Ele baleou o motorista de uma EcoEsport e tentou fugir no carro, mas não conseguiu. Posteriormente, o criminoso atirou contra um Logan. “Acho que ele queria o meu carro para fugir”, disse o engenheiro Ademir Carlos Guerretta, de 61 anos, que ia para o trabalho no Logan. O tiro atingiu o engenheiro de raspão no braço.

O ladrão abordou, então, a professora Ivete Souza Cruz, de 48 anos, que estava no Polo prata. “Ele atirava a esmo. Ele deu um tiro na maçaneta e tentou me tirar com cinto e tudo. Ele me arrancou do carro. Não tinha percebido que ele estava ferido, mas estou com a roupa toda suja de sangue dele”, disse a professora.

À frente, já próximo à Rua Vergueiro, ainda na Avenida Presidente Tancredo Neves, ele colidiu com um ônibus. Para prosseguir em fuga, um Ford Ka foi roubado, com o qual seguiu até o Parque Dom Pedro, no Centro de São Paulo. Nesse ponto, ele roubou um Celta e seguiu até a Ponte da Casa Verde. Depois, desapareceu.

O motorista da EcoEsport foi levado para o Hospital Heliópolis, onde passou por uma cirurgia. Segundo um familiar da vítima, a bala perfurou a barriga e ficou alojada na perna. Ele passava bem nesta tarde.

Do primeiro crime até a Marginal Tietê, foram cerca de 25 km por ruas e avenidas movimentadas da capital. Foram mais de 20 tiros disparados e duas pessoas feridas. Em nenhum momento, o homem foi perseguido ou parado pela polícia.