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Selo “Diga Não à Clandestinidade”

A Fenavist, em parceria com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), lançou este ano o selo “Diga Não à Clandestinidade”.

Estima-se que mais de 1,5 milhão de agentes de segurança atuem de maneira irregular, embora de acordo com a lei 7.102/83, apenas empresas que possuam autorização da Polícia Federal possam prestar serviços de segurança privada em solo brasileiro. Visando alertar a população sobre os perigos da contratação de profissionais ilegais, a Fenavist, em parceria com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), lançou este ano o selo “Diga Não à Clandestinidade”. O projeto faz um comparativo entre os benefícios da contratação de uma empresa de segurança com autorização da Polícia Federal e os riscos que correm os contratantes e a sociedade ao escolher profissionais clandestinos para o serviço.

Carteiros são assaltados constantemente em Praia Grande

Os carteiros em Praia Grande trabalham sob tensão. Os constantes assaltos que vêm sofrendo fazem de sua atividade uma profissão de risco, mesmo sem desempenharem funções de reconhecido perigo como as exercidas por policiais, bombeiros, pilotos de corrida, dublês de filme de cinema e correspondente de guerra, entre outras.

O interesse dos ladrões pelos carteiros, ou melhor, pelo que transportam é compreensível. Entre as correspondências sem valor econômico que eles devem entregar estão cartões de crédito e bancários, talões de cheques e encomendas valiosas, como relógios, perfumes importados, notebooks e outros aparelhos eletrônicos.

O clima de apreensão atingiu o seu ápice na última sexta-feira, quando três carteiros tiveram roubados, mediante ameaça de arma de fogo, os malotes que transportavam. Com medo de represálias dos assaltantes e de retaliações da própria Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), eles não quiseram dar entrevistas.

Porém, outros carteiros e funcionários da ECT ocupantes de cargos diferentes aceitaram falar sob o compromisso de não terem os nomes divulgados. “Estou trabalhando em pânico. Ainda não aconteceu nada de mais grave, mas a gente nunca sabe se um marginal vai atirar”, desabafou um carteiro.

Outro funcionário dos Correios, cujo cargo não exige trabalho externo, comentou que, por causa da série de assaltos, vários carteiros requereram as suas transferências para cidades vizinhas e ameaçam faltar se não forem atendidos.

Mas esse mesmo servidor adverte que a remoção não significa a solução do problema, porque a onda de roubos contra os entregadores da estatal também se verifica nas demais cidades da Baixada Santista, embora em menor proporção do que em Praia Grande.

Nos assaltos registrados na sexta-feira chama a atenção o fato deles terem sido cometidos em bairros da orla. “Os assaltos não acontecem apenas na periferia, como se poderia imaginar”, observou outro carteiro que pediu anonimato.

Eduardo Velozo Fuccia – A Tribuna