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Posts Tagged ‘ Estratégias

Reforçar a segurança de residências garante férias de julho mais tranqüila

Para ter férias tranqüilas com a família em Julho, muitas pessoas reforçam a segurança e contam com a tecnologia para vigiar os bens mesmo a distância. Junto com essa programação da folga educacional e do trabalho surgem também estratégias para deixar a casa livre de assaltos, invasões ou vandalismo.

A fragilidade deste período está na ausência de pessoas ou de movimento nas residências, o que facilita a ação de bandidos, que encontram a oportunidade de agir com pouco risco, pois conseguem fazer furtos com facilidade, executando até em etapas, passando dois, três dias na ação criminosa. Muitas vezes o furto só é percebido quando os moradores retornam.

Com o avanço da tecnologia a internet se torna um aliado da segurança, pois já é possível acompanhar o que acontece em casa através das câmeras que pode ser monitoramento a distância, além disso há alarmes. Para buscar maior segurança de residências o fundamental é fazer um projeto com uma empresa especializada, que levará em consideração as combinações de fatores como topografia, iluminação, espaço, entre outros. Depois deste primeiro estudo combinarão dispositivos e recursos de alarmes e imagens. Atualmente há equipamentos de ultima geração, com fio ou sem fio, com conectividade local ou remota e para monitorar a residência a distância basta apenas possuir um provedor de internet banda larga com boa capacidade de transmissão de dados.

Para a execução do projeto uma serie de fatores são avaliados: o objetivo pode ser apenas de preservar o patrimônio, o foco pode ser monitorar as pessoas que nele se encontram, ou os dois, pode ter o escopo defensivo, visando reação ou ostensivo, visando a prevenção.

Hábitos, rotinas e estilo de vida tem grande relevância para adequação do projeto.

É possível fazer projetos de segurança independente de perfis variados no que se refere ao aspecto técnico ou financeiro, ou seja, podemos partir de uma verba para um projeto ou vice versa.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

União reduz em mais de 10 vezes repasse para segurança

O governo federal reduziu em mais de 10 vezes o repasse de dinheiro para a segurança pública no Estado de São Paulo entre 2010 e 2011. Os valores deste ano não entraram na comparação por ainda não estarem fechados.

De acordo com a SSP (Secretaria de Estado da Segurança Pública), a União enviou em 2010 R$ 8,42 milhões para São Paulo para investimento em segurança, cerca de R$ 0,20 por habitante. Na época, viviam no Estado 41,22 milhões de pessoas.

Com 41,69 milhões de moradores em 2011, São Paulo viu o repasse federal cair para R$ 800 mil –apenas R$ 0,019 por habitante. O dinheiro é insuficiente para comprar uma bala de goma, que custa R$ 0,05. “É muito baixo”, avalia a Secretaria de Segurança Pública, que diz desconhecer o motivo da queda nos repasses.

Programas
O dinheiro é enviado por meio de dois programas nacionais: o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) e o Fundo Nacional de Segurança Pública. A regra dos contratos obriga a SSP a empenhar uma contrapartida de 2% do valor total da União, mas a pasta diz ter gasto um pouco mais: R$ 171 mil em 2010 e R$ 25 mil, no ano passado.

O orçamento do governo estadual para segurança pública, em 2011, foi de R$ 12 bilhões. Proporcionalmente, a União gastou no Estado apenas 0,006% desse valor. Em 2010, a SSP consumiu R$ 10,9 bilhões no orçamento e o governo federal teve participação de 0,080% na comparação com o montante.

Ao lado da falha em proteger os 17 mil quilômetros de fronteira, permitindo a entrada de drogas e armas no país, o investimento da União nos Estados e municípios na área de segurança pública é criticado por especialistas, para quem a segurança tem de ser efetivada pelo governo federal investindo no aparelhamento das polícias estaduais e no uso das Forças Armadas.

OUTRO LADO
Ministério nega distinção em repasses

São José dos Campos
O Ministério da Justiça negou que o governo federal faça distinção na partilha de recursos aos Estados para a área de segurança pública e defendeu a política de pensar de maneira global no setor.

O objetivo é pactuar com eles uma política nacional de segurança pública, com a realização de diagnósticos e estratégias conjuntas de atuação.

Em nove anos, de 2003 a 2012, o governo federal transferiu diretamente para São Paulo R$ 482,06 milhões para serem gastos com segurança pública. Entre outras ações, o recurso contemplou construção de presídios, compra de equipamentos e treinamento da polícia e de guardas do sistema prisional.

Os repasses para o Vale do Paraíba somaram R$ 850 mil no período. Foram beneficiadas Aparecida, Jacareí e São Sebastião para equipar e treinar a Guarda Municipal. São José e Taubaté, as cidades mais violentas da região, com 53 pessoas assassinadas em 2012, não receberam recursos.

O Ministério aponta ainda a relação entre os entes federativos e a União, no contexto da política de segurança pública, que vem se desenvolvendo desde 2003. O primeiro esforço foi criar o Susp (Sistema Único de Segurança Pública), nos moldes do SUS (Sistema Único de Saúde).

Além disso, ressalta a advogada Regina Miki, secretária nacional de Segurança Pública, a consolidação do novo paradigma nessa área levou à criação, em 2007, do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), que prevê repasse de recursos para projetos de segurança.

“O governo federal trabalha de forma enérgica para fortalecer o controle e a vigilância sobre as fronteira. O ingresso no Brasil de drogas e armas deve cessar, assim como a lavagem de dinheiro e demais facetas do crime organizado”.

Xandu Alves
O Vale São José dos Campos

Mais proteção em casa

Os principais erros e acertos de quem tenta proteger o lar.
E as atitudes que afastam os bandidos.

A invasão de casa é uma experiência tão dolorida que metade das pessoas que passam por esse evento traumático resolvem depois vender o imóvel e até mudar de cidade.

A boa noticia é que a maior parte dos incidentes podem ser evitados, tanto em casa quanto em apartamentos.

A Associação Brasileira do Consumidor (Pro Teste) fez uma pesquisa com 1,274 pessoas e revelou as estratégias mais comuns da população para garantir a segurança em casa. A maioria das pessoas investiu em travas especiais nas portas e nas janelas. Os condomínios apostam em sistemas cada vez maias complexos de câmera de monitoramento nos espaços coletivos, Como, elevadores garagem e corredores.

Mais isso não basta.
Mesmo que as pessoas invistam em equipamentos modernos, elas cometem falhas básicas de comportamento que comprometem sua segurança, diz Maria Inês Dolci, coordenadora da Proteste.

Cerca de 42% dos entrevistados disseram já ter deixado as janelas abertas quando saíram de casa, 39% admitiram ter esquecido as chaves do lado de fora e 30% afirmaram que não ligaram o alarme ao sair.

Além disso, o aparato de segurança importa pouco quando porteiros e moradores não colaboram. É o que afirma o capitão da Polícia Militar de São Paulo José Elias de Godoy, autor do livro Técnicas de segurança em condomínios. “O bandido costuma se aproveitar do descuido da portaria e do desleixo do morador”, afirma. Em mais da metade dos casos, diz Godoy, os criminosos entram pela porta da frente, assaltam apenas os apartamentos cujas portas foram deixadas escancaradas ou os apartamentos de moradores que atenderam a campainha sem olhar pelo olho mágico.

A displicência também é um comportamento comum de quem mora em casas de rua. Embora quase metade dos entrevistados pela ProTeste tenha instalado pelo menos uma nova barreira física nos últimos anos, a maioria comete erros banais.

Há duas semanas, ladrões invadiram a casa de uma comerciante paulistana. Ao chegar em casa após o trabalho, ela esqueceu a chave do lado de fora.

Ela mora num condomínio, mas da rua dá para ver a porta de casa. Atraídos pela oportunidade, de madrugada, os bandidos arrombaram o portão eletrônico do condomínio e abriram a porta da casa da comerciante. Ela, o marido e o filho, que dormiam no 2º andar, não acordaram durante o furto. “Só me dei conta pela manhã: diz. Ela perdeu alguns anéis, uma câmera fotográfica e um celular. “Poderia ter sido mais grave. Preciso ficar mais atenta.”

Revista Época/SP

SP tem média de dez arrastões por mês a restaurantes, diz associação

Abrasel SP informa que capital já teve 50 casos de ataques desde janeiro.
G1 teve acesso a vídeo que mostra ação de criminosos em comércio.

Kleber Tomaz e Paulo Toledo Piza
Do G1 SP

Restaurantes continuam sofrendo arrastões em São Paulo. De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de SP (Abrasel SP), em média, dez estabelecimentos comerciais são assaltados por mês na capital paulista. A entidade possui cerca de 2 mil associados em todo o estado, incluindo casas noturnas.

Os ataques ocorrem, na maioria das vezes, à noite. Para entrar nos comércios, os criminosos se passam por clientes. Armados, os assaltantes costumam agir com violência e rapidez. As ações costumam durar menos de cinco minutos. Em geral, quando a polícia chega, os assaltantes já fugiram em carros que ficam estacionados na frente dos restaurantes. O G1 teve acesso à cópia da gravação de um vídeo que mostra um desses arrastões.

As imagens mostram seis homens entrando correndo no local. Um deles exibe a arma e anuncia o assalto. Enquanto um vigia a entrada do restaurante, outros passam pelas mesas recolhendo os pertences das pessoas: telefones celulares, relógios e carteiras com dinheiro e cartões. Funcionários se escondem em um cômodo do restaurante. Para não serem vistos, eles apagam as luzes e o computador.

Segundo o vice-presidente da Abrasel SP, Ricardo Bartoli, mais de 50 casos de arrastões a restaurantes ocorreram na cidade de janeiro a maio. “Arrastões a restaurantes não vão acabar nunca. Assim como roubam todos os dias postos de gasolinas, joalherias e atacam caixas eletrônicos, também assaltam restaurantes. O negócio é inibir. E isso vai melhorar com mais policiamento”, diz Bartoli.

O número de casos de arrastões em São Paulo pode ser maior do que o informado pela associação. Isso porque muitos proprietários dos comércios não registram queixa dos crimes na polícia. Eles têm receio de que a “publicidade negativa” possa afastar a clientela.

A Polícia Militar precisa dessas informações onde aconteceram os assaltos para elaborar estratégias de segurança pública com patrulhamentos e rondas ostensivas. Já a Polícia Civil necessita dos dados para investigar os roubos. Sem eles, não é possível identificar os criminosos e recuperar o que foi levado dos clientes, funcionários e donos.

Zona Sul
No mês de maio, seis comércios nos bairros dos Jardins, Itaim Bibi e Brooklin foram assaltados, segundo comerciantes na região Sul da capital paulista e policiais civis e militares ouvidos pelo G1. Apesar disso, só três desses roubos foram registrados em delegacias.

“Eu não vejo necessidade de se fazer um boletim de ocorrência porque ficamos muito tempo esperando na delegacia. Além disso, só roubaram R$ 300 do nosso caixa”, conta Valmir Mondini, sócio-proprietário do Juca Alemão, restaurante especializado na culinária germânica no bairro Monções, assaltado no último sábado (28).

O caso só foi conhecido porque nove dos clientes vítimas do arrastão decidiram comunicar o crime no 96º Distrito Policial, no Brooklin.

“Foi terrível. Eu e cinco pessoas de minha família estávamos dentro do restaurante Juca Alemão quando ouvimos uma gritaria e muitos palavrões. Percebemos que era um assalto e fizemos o que os criminosos pediram. Eram cinco. Três deles usavam armas. Eles usavam blusas com capuzes e gritavam para não olharmos para eles. Dois outros senhores que olharam foram agredidos fisicamente. O assaltante esmurrou o peito de uma das vítimas”, diz o analista de sistemas Pablo Sebastian Gollan Carrreras, de 34 anos.

“O restaurante Juca Alemão parece não ter circuito de imagens. Estamos procurando câmeras nas ruas próximas para tentar identificar os criminosos. Também vamos elaborar uma ação conjunta com a Polícia Militar para aumentar o policiamento na região para coibir esse tipo de crime”, afirma o delegado titular do 96º Distrito Policial, no Brooklin, Eduardo de Camargo Lima. Segundo ele, desde o início deste ano, aconteceram outros três casos semelhantes na área.

Restaurante italiano
Na noite de 2 de maio, uma segunda-feira, o La Pasta Gialla, restaurante italiano na Cidade Jardim, também na Zona Sul, foi alvo de arrastão. Oito pessoas, a maioria clientes, deram queixa do roubo no 15º DP, no Itaim Bibi. Segundo as vítimas, seis homens, alguns armados, entraram correndo no estabelecimento por volta das 23h. Na fuga, os criminosos usaram um carro Tucson da cor preta.

O La Pasta Gialla diz, em nota, que a equipe “agiu conforme treinamento, protegendo a integridade das pessoas que se encontravam no local, e fazendo boletim de ocorrência do ocorrido, para que a polícia possa dar andamento na investigação do caso”. “A casa lamenta o transtorno ocasionado aos seus clientes e aguarda pelo resultado da investigação e punição dos responsáveis.”

Funcionários do restaurante disseram ao G1 que policiais militares foram contratados para fazerem bicos como seguranças no local. O La Pasta Gialla não confirma essa informação.

“E se esse segurança disfarçado de policial estiver armado? Se ele matar alguém numa troca de tiros? A obrigação de dar segurança é da polícia. É dela. Quem tem que garantir a segurança do comércio é polícia com rondas nas ruas e operações para coibir esses arrastões aos restaurantes”, diz o vice-presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de SP, Ricardo Bartoli.

Pizzaria
Outro caso de assalto foi registrado no 15º DP no mês passado. Ocorreu na noite de 26 de maio na Cristal Pizza Bar. Quatro vítimas procuraram a polícia para prestar queixa. Segundo os clientes, eles jantavam quando quatro homens armados invadiram o estabelecimento e roubaram os pertences das vítimas. Procurada para comentar o assunto, a Cristal diz que registrou queixa para colaborar com a polícia.

“Estamos empenhados em eliminar essas quadrilhas que agem realizando arrastões. Vamos intensificar nossos trabalhos de investigação para identificar os culpados”, diz o delegado titular do 15º DP, Paul Henry Bozon Verduraz

Uma das armas das polícias para tentar identificar os criminosos é analisar as imagens gravadas pelas câmeras dos estabelecimentos roubados ou de prédios vizinhos.

Zona Oeste
Em março, uma onda de arrastões assustou os frequentadores e donos de restaurantes da Zona Oeste. Para inibir os arrastões, a Polícia Militar passou a realizar mais rondas na região. O resultado foi uma queda no número de roubos. A sensação dos policiais é que os ataques migraram agora para a Zona Sul.

“Para esses casos de roubo, que as ligações são imediatas, nosso tempo de resposta é rápido. A gente não pode passar de três minutos para chegar ao local”, diz o coronel Marcos Roberto Chaves, comandante do Policiamento da Polícia Militar na capital. “Da mesma maneira onde intensificamos vigilância a caixas eletrônicos, também estamos intensificando perto dos restaurantes, como foi na Zona Oeste e como está sendo agora na Zona Sul.”

Para o vice-presidente da Abrasel SP, existem outras alternativas para inibir os arrastões a restaurantes. “Os donos dos estabelecimentos devem adotar o uso de câmeras, botões de acionamento direto com a PM e segurança particular ajudam nesse sentido. Outra coisa: se tem poucos clientes na casa, garçons devem ficam mais próximos da porta. E é sempre bom manter manobrista na porta da casa. Além de procurar iluminar bastante a casa”, diz Bartoli.

“Além do medo de levar um tiro, toda a família teve um prejuízo de R$ 2 mil, mas não vou mudar minha vida por causa de ações criminosas”, diz o analista de sistemas Carrreras, vítima do arrrastão no Juca Alemão.