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Polícia de SP vai usar teste rápido para identificação de drogas

As centrais de flagrante da Polícia Civil começarão a fazer testes rápidos para identificação de drogas em São Paulo. Antes, os exames eram feitos apenas no Instituto de Criminalística, no Butantã (zona oeste), e demorava em torno de seis horas.

O novo sistema de constatação de drogas começa a ser distribuído nesta terça-feira e a estimativa da SSP (Secretaria da Segurança Pública) é de que até o dia 10 de maio as nove centrais de flagrantes da capital e 27 centrais de polícia judiciária terão recebido os kits para aplicar os testes.

Com o novo teste, os policiais poderão verificar materiais apreendidos apenas misturando-os em 10 ml de água destilada e colocando uma tira teste. Em cinco minutos será possível constatar se a substância é entorpecente ou não. Com isso, a secretaria estima que o registro de boletim de ocorrência fique cinco vezes mais rápido.

A cada dia, a Polícia Civil registra, em média, 23 flagrantes de tráfico de drogas, além de dezenas de flagrantes de porte de entorpecentes. Durante os primeiros dias da implantação do novo teste, peritos do IC ficarão à disposição na central para tirar dúvidas.

Folha.com

Peritos de SP poderão contar com laboratório móvel

Veículo tem equipamentos para realização de exames.
A princípio, ele só será usado em grandes eventos.

Do G1 SP
27/05/2011 12h22 – Atualizado em 27/05/2011 13h07

A polícia montou um laboratório móvel para tentar dar mais agilidade ao trabalho de perícia. Com ele, será possível analisar manchas de sangue e testar os materiais apreendidos. Esse carro não vai ser usado no dia a dia, só em acidentes grandes ou em eventos como shows.

Dentro do laboratório móvel de perícia criminal, estão equipamentos sofisticados. Reagentes químicos usados para encontrar impressões digitais, vestígios de sangue e provas que possam ajudar a esclarecer os crimes. Mas ele não será usado todos os dias, mas sim em casos pontuais, como em acidentes como muitas vítimas e locais com grande concentração de pessoas. “Ele ainda não vai fazer parte do plantão. Ele ainda é um veículo que está em fase de experimentação”, diz o perito criminal José Antônio de Morais.

O veículo conta como uma máquina fotográfica infravermelha, que consegue captar a radiação dos corpos. Um equipamento igual a esse foi utilizado pelo exército americano para encontrar o terrorista Bin Laden. Os peritos vão ter que usar essa roupa antifogo e impermeável, que impede que a cena de um crime seja modificada pelo próprio perito.

Por enquanto, toda essa tecnologia esbarra na falta de profissionais para dar mais agilidade na conclusão de laudos de inquéritos e processos. “Imagine uma cidade de São Paulo com 26 peritos atendendo perto de 100 distritos policiais, mais Ministério Público, mais Polícia Militar. Então, é um trabalho extenuante e muito excessivo”, diz Morais.

Um dos carros já está pronto para ser usado hoje mesmo. Um segundo laboratório móvel está sendo montado e deve ficar pronto nos próximos dias.