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Posts Tagged ‘ Guarda Municipal

Escolas municipais de Santos terão câmeras de monitoramento

500 câmeras de vigilância serão instaladas nas unidades de ensino.

Objetivo é aumentar a segurança de alunos, professores e funcionários. As escolas municipais de Santos, no litoral de São Paulo, terão câmeras de monitoramento a partir do segundo semestre de 2013.
O objetivo da medida é aumentar a segurança de alunos, professores e funcionários. Serão 500 câmeras de vigilância nas unidades de ensino.

De acordo com o secretário municipal de Segurança, Sérgio Del Bel Júnior, o equipamento vai ajudar na vigilância do perímetro de cada escola e também da região onde fica a unidade de ensino. O trabalho será feito em parceria com a Secretaria de Educação (Seduc). Ainda segundo o secretário, as câmeras vão dar segurança para as pessoas que moram e transitam nas proximidades das escolas.

As imagens captadas pelas novas câmeras serão enviadas ao Sistema Integrado de Monitoramento (SIM), que fica no paço municipal, onde estão centralizadas as ações de vigilância da Guarda Municipal que atua em conjunto com a Polícia Militar.

Fonte: G1

Câmeras de monitoramento são instaladas em Santos

Comando da GM disse que até o final do ano 48 serão instaladas. Monitoramento diminuiu furtos e roubos em locais onde há câmeras.

Seis câmeras de monitoramento foram instaladas no bairro do Gonzaga, em Santos, para auxiliar na segurança do local.

As câmeras fazem parte do sistema de monitoramento da cidade. Ao todo são 98 câmeras espalhadas por diferentes pontos da cidade, sendo 30 analógicas e 60 digitais. As câmeras giram 360° e utilizam sistema de aproximação de 800 metros.

Os equipamentos estão monitorando a orla da praia, o Centro, a Alemoa Industrial, a sede do Centro de Referência em Aids, o Macuco e o Parque Municipal Roberto Mário Santini. Há câmeras também no José Menino, no cruzamento da Avenida Conselheiro Nébias com a Rua Almeida de Moraes, na Vila Mathias, duas no túnel Rubens Ferreira Martins, no Centro, ao longo da Avenida Pedro Lessa, abrangendo o Embaré e Aparecida, no Gonzaga e na Arena Santos, na Vila Mathias.

A previsão é que até o final do ano sejam instalados mais equipamentos de vigilância, atendendo outros pontos da cidade. Segundo o comandante da Guarda Municipal de Santos (GM), 48 câmeras serão instaladas até o final do governo, 10 na área do orquidário, 20 na praia e 18 na área central.

O comandante conta que alguns casos são evitados e solucionados graças aos equipamentos, como roubos de corrente e roubos de carros.

Na entrada da cidade, onde havia muitos roubos e furtos, desde que as câmeras foram instaladas esses tipos de crimes diminuíram. A Guarda Municipal utiliza ainda um sistema de GPS, que é atualizado a cada 15 segundos, e mostra onde as viaturas estão localizadas. O sistema ajuda a encaminhar as viaturas mais próximas a locais onde ocorrências estão acontecendo.

Portal G1

Prefeituras devem reforçar segurança pública nos municípios

Insegurança é um dos problemas que mais preocupam a população.
É fundamental prevenir situações que colaboram com a violência.

Para proteger a casa e a família, uma parte do orçamento do publicitário José Henrique Salgado, vai para uma empresa de segurança. “Nós já tivemos uma experiência desagradável. Houve uma tentativa de invasão domiciliar, com algumas perdas materiais”, conta.

A insegurança é um dos problemas que mais preocupam a população. De acordo com o mapa da violência de 2012, um levantamento divulgado pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos, com base em dados do Ministério da Saúde, os homicídios cresceram mais de 300% no Pará entre os anos de 2000 a 2010. É o terceiro pior índice do Brasil.

A filha do motorista Sidnei Cardoso estava internada. A menina de 7 anos foi vítima de bala perdida. “Eles vieram atirando aí do canto, quando um deles alvejou a minha filha no braço e nos dedos dela. Não tem segurança nenhuma. Nós estamos à mercê dos bandidos”, lamenta.

A responsabilidade pela segurança pública é do estado. O dever está previsto na constituição federal. Mas prefeitos e vereadores podem e devem combater a violência na cidade.

Muitos gestores apostam nas atividades da guarda municipal. Atualmente, em algumas cidades, além de proteger o patrimônio público, orientar o trânsito, fazer patrulhamento em áreas comerciais e rondas nas escolas, os guardas municipais ainda precisam reforçar o trabalho da polícia. “Quando a guarda municipal foi implantada, ela era voltada para a parte de proteção dos bens. Mas hoje, a guarda passou a atuar de uma maneira mais efetiva no combate à criminalidade. Há uma necessidade da sociedade em ter os agentes municipais colaborando com os demais órgãos de segurança”, afirma o guarda João Serrão.

Mas segurança pública não se faz só com repressão. Também é fundamental prevenir situações que colaboram com a violência. Ruas esburacadas e escuras, por exemplo, favorecem os assaltos. E são atribuições das prefeituras investir em pavimentação e iluminar as cidades. Gestores municipais que trabalham para garantir a qualidade de vida da população ajudam a combater a criminalidade.

O especialista em segurança, Raul Navegantes, alerta que cuidar da juventude também faz diferença. “É necessário, para fins de segurança, que a prefeitura, o poder público municipal, se dedique a olhar esse segmento da população, que é onde está com muita frequência, a marginalidade e criminalidade. É muito melhor evitar a violência do que ter que reprimi-la. Evitar é possível, é desejável e é o que a prefeitura pode fazer, se quiser”, comenta.

Na calçada de casa, a aposentada Maria de Lourdes capricha no bordado, sem pressa. Ela conta que antigamente, não era possível ficar na porta de casa. “Eu cansei de ver assaltos aqui na porta de casa”, diz. Depois que as ruas foram asfaltadas e os postes ganharam luz para iluminar a noite, a rotina dos moradores é outra. “Eu tenho dois netos pequenos. Eles ficam brincando na rua e eu fico na calçada. Melhorou muito e espero que melhore ainda mais”, comenta a aposentada.

Para melhorar as cidades é preciso escolher bem os candidatos. “O eleitor deve estar atento para as propostas que promovam a cidadania, o bem estar da população, e seus vários segmentos. Um prefeito que haja dessa forma, é o prefeito modelo que nós esperamos ter”, completa Navegantes.

Fonte: G1

Segurança pública é uma das preocupações dos eleitores

Cidades investem em câmeras de monitoramento para coibir o crime.
Polícia, prefeituras e população devem agir em conjunto.

O sistema de segurança pública no Brasil conta com as polícias federal, civil e militar. Cada uma delas têm funções específicas, mas o propósito final é o mesmo: coibir a criminalidade. Porém, as prefeituras também têm obrigação de contribuir para tornar as cidades mais seguras. Saiba como é possível e as formas que podem ser usadas pelas cidades para aumentar a segurança dos moradores.

Depois de três arrombamentos e um assalto em plena luz do dia, o comerciante Benedito Reobol agora diz que pode trabalhar mais tranquilo. Para ele, as coisas mudaram desde que as câmeras de segurança foram instaladas pela prefeitura de Praia Grande nas ruas da cidade, onde tem um comércio de venda de móveis planejados. A novidade intimidou os bandidos e os roubos no bairro diminuíram. “Agora os marginais pensam duas vezes antes de entrar na minha loja porque eles sabem que podem ser reconhecidos”, diz o comerciante.

Metade das cidades da Baixada Santista já instalou câmeras de segurança nos pontos mais críticos, naqueles em que o índice de criminalidade é preocupante. Mais de dois mil desses equipamentos estão espalhados pelos municípios da região. As imagens são monitoradas em centrais, assim que os técnicos percebem alguma atitude suspeita, tanto a polícia como a Guarda Municipal são avisadas.

Segudo o inspetor da Guarda Municipal Alexandre Nascimento Silva, o operador visualiza o crime e solicita uma viatura para atender essas ocorrências.”Nós monitoramos 24 horas. As imagens ficam gravadas.

Depois de um crime, por exemplo, a gente pode chegar à identificação dos autores”, relata Alexandre.

Instalar câmeras é só uma das formas encontradas pelas prefeituras para melhorar a segurança dos moradores, mas existem muitas outras, esclarecidas pelo comandante aposentado da Polícia Militar Sergio Del Bel. “Na medida que você tem locais abandonados nas cidades, esses locais com certeza, em curto prazo de tempo, passarão a abrigar moradores de rua, viciados em crack e traficantes. A partir daí, outros crimes começam a surgir naquela redondeza, e isso se torna uma área de interesse de segurança pública, que não deve ser resolvido só com a polícia. Se as prefeituras conseguem eliminar esse tipo de problema, já estão aliviando um local de tensão e liberando o patrulhamento para outras áreas mais importantes”, diz Del Bel.

A população das cidades também pode ajudar na segurança participando dos conselhos municipais, que são formados por representantes das prefeituras, das polícias civil e militar e da comunidade. A Polícia Civil é responsável por investigar e esclarecer os crimes praticados nos municípios, elaborar boletins de ocorrência de qualquer natureza, expedir cédulas de identidade e atestado de antecedentes criminais e de residência. Também é de sua competência fiscalizar o funcionamento de determinadas atividades comerciais e autorizar a realização de grandes eventos nas cidades.

A Polícia Militar é responsável pelo policiamento preventivo, a ronda ostensiva motorizada e a pé, policiamento florestal, de trânsito urbano e rodoviário. Além do policiamento escolar, em praças, estádios e também patrulhamento aéreo. Já a Polícia Federal investiga crimes em escala nacional, que afetam o país como um todo, como crimes contra o sistema financeiro, por exemplo. Além disso, cabe à Polícia Federal exercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras, impedindo a entrada de armas, drogas ou contrabando.

Nos municípios, a Guarda Municipal tem a atribuição de proteger os patrimônios públicos de suas respectivas cidades, como escolas, hospitais, praças. O porte de armas é permitido pelo estatuto do desarmamento para cidades com mais de 50 mil habitantes. Na Baixada Santista, só Praia Grande tem Guarda Municipal armada. Mas medidas simples, que são obrigações das prefeituras, também podem colaborar com a segurança. E é aí que entra a sua cobrança como eleitor. “Se o indivíduo não tem acesso a educação de qualidade, lazer, esporte, cultura e principalmente moradia ele com certeza será um alvo fácil para traficantes e bandidos mais experientes, e será cooptado para seguir esse caminho”, afirma o coronel da Polícia Militar.

E não basta votar, o eleitor também pode participar. Um exemplo são os conselhos municipais de segurança, formados por representantes das prefeituras, das polícias civil e militar e da comunidade. De acordo com o professor universitário Marcos Pasquantonio, é importante que a população seja participativa. “A resolução do problema muitas vezes leva um tempo maior, mas o fato do indivíduo no imediatismo estar podendo falar, podendo trazer o problema, acho que isso é fundamental”, afirma.

Fonte: G1

União reduz em mais de 10 vezes repasse para segurança

O governo federal reduziu em mais de 10 vezes o repasse de dinheiro para a segurança pública no Estado de São Paulo entre 2010 e 2011. Os valores deste ano não entraram na comparação por ainda não estarem fechados.

De acordo com a SSP (Secretaria de Estado da Segurança Pública), a União enviou em 2010 R$ 8,42 milhões para São Paulo para investimento em segurança, cerca de R$ 0,20 por habitante. Na época, viviam no Estado 41,22 milhões de pessoas.

Com 41,69 milhões de moradores em 2011, São Paulo viu o repasse federal cair para R$ 800 mil –apenas R$ 0,019 por habitante. O dinheiro é insuficiente para comprar uma bala de goma, que custa R$ 0,05. “É muito baixo”, avalia a Secretaria de Segurança Pública, que diz desconhecer o motivo da queda nos repasses.

Programas
O dinheiro é enviado por meio de dois programas nacionais: o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) e o Fundo Nacional de Segurança Pública. A regra dos contratos obriga a SSP a empenhar uma contrapartida de 2% do valor total da União, mas a pasta diz ter gasto um pouco mais: R$ 171 mil em 2010 e R$ 25 mil, no ano passado.

O orçamento do governo estadual para segurança pública, em 2011, foi de R$ 12 bilhões. Proporcionalmente, a União gastou no Estado apenas 0,006% desse valor. Em 2010, a SSP consumiu R$ 10,9 bilhões no orçamento e o governo federal teve participação de 0,080% na comparação com o montante.

Ao lado da falha em proteger os 17 mil quilômetros de fronteira, permitindo a entrada de drogas e armas no país, o investimento da União nos Estados e municípios na área de segurança pública é criticado por especialistas, para quem a segurança tem de ser efetivada pelo governo federal investindo no aparelhamento das polícias estaduais e no uso das Forças Armadas.

OUTRO LADO
Ministério nega distinção em repasses

São José dos Campos
O Ministério da Justiça negou que o governo federal faça distinção na partilha de recursos aos Estados para a área de segurança pública e defendeu a política de pensar de maneira global no setor.

O objetivo é pactuar com eles uma política nacional de segurança pública, com a realização de diagnósticos e estratégias conjuntas de atuação.

Em nove anos, de 2003 a 2012, o governo federal transferiu diretamente para São Paulo R$ 482,06 milhões para serem gastos com segurança pública. Entre outras ações, o recurso contemplou construção de presídios, compra de equipamentos e treinamento da polícia e de guardas do sistema prisional.

Os repasses para o Vale do Paraíba somaram R$ 850 mil no período. Foram beneficiadas Aparecida, Jacareí e São Sebastião para equipar e treinar a Guarda Municipal. São José e Taubaté, as cidades mais violentas da região, com 53 pessoas assassinadas em 2012, não receberam recursos.

O Ministério aponta ainda a relação entre os entes federativos e a União, no contexto da política de segurança pública, que vem se desenvolvendo desde 2003. O primeiro esforço foi criar o Susp (Sistema Único de Segurança Pública), nos moldes do SUS (Sistema Único de Saúde).

Além disso, ressalta a advogada Regina Miki, secretária nacional de Segurança Pública, a consolidação do novo paradigma nessa área levou à criação, em 2007, do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), que prevê repasse de recursos para projetos de segurança.

“O governo federal trabalha de forma enérgica para fortalecer o controle e a vigilância sobre as fronteira. O ingresso no Brasil de drogas e armas deve cessar, assim como a lavagem de dinheiro e demais facetas do crime organizado”.

Xandu Alves
O Vale São José dos Campos

Após roubo, câmeras auxiliam PM na prisão de ladrões

De A Tribuna On-line

Três pessoas foram presas em Praia Grande com a ajuda da Central de Monitoramento do Município. Os criminosos haviam assaltado dois comércios na Cidade, um no Bairro Caiçara e outro no Ocian, na madrugada de segunda-feira.

A Guarda Municipal, juntamente com a Polícia Militar foram comunicadas sobre a ocorrência e através da Central avistaram o carro dos suspeitos nas proximidades da Rua Tupi, no Bairro Tupi. Os três suspeitos, dois homens e uma mulher foram encaminhados para a Delegacia Sede de Praia Grande.

Central de Câmeras
O sistema, pioneiro na região, conta com 1.530 câmeras instaladas em diversas áreas da Cidade, incluindo orla da praia, de preservação ambiental e áreas comerciais.

Das 1.530 câmeras, 73 são do tipo “Domo”, com giro de 360 graus e zoom de até 400 metros de distância. São realizadas manutenções diárias e instalações de câmeras.

Quadrilha invade estádio no ABC e tenta arrombar cofre

Criminosos queriam levar dinheiro de venda de ingressos.
Segundo a polícia, ladrões levaram computadores.

Da Agência Estado

A quadrilha foi até o setor da bilheteria e tentou arrombar o cofre do estádio Bruno Daniel (Foto: Helio Torchi/ AE)

A quadrilha foi até o setor da bilheteria e tentou arrombar o cofre do estádio Bruno Daniel (Foto: Helio Torchi/ AE)

Um grupo de pelo menos oito criminosos armados invadiu, por volta das 2h45 desta quarta-feira (15), o Estádio Municipal Bruno José Daniel, na Vila Pires, em Santo André, no ABC.

Parte do grupo entrou após arrombar o cadeado do portão localizado na Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo. Os demais entraram pelo portão da Rua 24 de Maio, próximo à guarita onde estava um vigia. Amarrado com fita plástica preta e trancado em um banheiro, o funcionário ficou refém por cerca de 40 minutos.

A quadrilha foi até o setor da bilheteria e tentou arrombar o cofre, mas não conseguiu, e fugiu levando computadores. Um pé de cabra foi deixado no local. A intenção do grupo era levar o dinheiro arrecadado na venda de ingressos para a segunda partida das finais da final da Taça Libertadores entre Santos e Peñarol, que ocorrerá no Pacaembu.

O vigia, que conseguiu se desvencilhar das fitas e ligou para a PM, não soube dizer em que veículo os criminosos fugiram. Não há câmeras de segurança no estádio. Policiais militares da 3ª Companhia do 41º Batalhão e a Guarda Municipal foram acionados. O caso será registrado no 1º Distrito Policial da cidade.