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Posts Tagged ‘ Imóvel

Projeto de segurança antes da construção de um imóvel preserva a estrutura arquitetônica

É na planta de um imóvel que se torna possível prever suas dimensões, características construtivas e particularidades arquitetônicas. Por isso, é justamente na etapa de concepção do empreendimento que um bom projeto de segurança eletrônica deve começar. Pensar na segurança antes da construção também evita gastos futuros com adaptações e reformas, além de garantir a preservação das características arquitetônicas e a eficaz instalação e manutenção do serviço.

Tão importante quanto projetar a arquitetura e a estrutura do imóvel é também pensar na segurança dele e saber definir um eficiente sistema de monitoramento, integrando dispositivos eletrônicos, controle de acesso, alarme de incêndio e circuito fechado de TV. Muitos profissionais elaboram projetos arquitetônico e de segurança juntos. Cada projeto de segurança é elaborado customizando a solução da maneira mais adequada para cada tipo de empreendimento.

Ao planejar a arquitetura dos equipamentos de segurança eletrônica primeiramente o prestador do serviço conversa com o arquiteto e estuda a necessidade do proprietário, os recursos do local, o comportamento dos moradores e funcionários, as incidências de roubos e furtos na região. Tudo é considerado minuciosamente e integrado de forma harmônica e funcional para adequar o projeto da segurança e atender aos objetivos de acordo com a melhor relação custo x benefício e o nível de segurança almejado. Todo este serviço pode preservar a estrutura original do imóvel e otimizar a instalação e a manutenção de equipamentos. Estas são apenas algumas das vantagens de se incluir o projeto de segurança já na concepção de um empreendimento.

Fonte: Guia do CFTV

Sistemas Eletrônicos de Segurança são aliados para inibir ação criminosa durante as férias

Todos os anos milhares de pessoas programam suas viagens nos meses de dezembro e janeiro. Seja de longa ou de curta duração, é imprescindível que todos tenham consciência de que é necessário atentar-se ainda mais à segurança dos imóveis, redobrando os cuidados e tomando as devidas precauções para evitar surpresas indesejadas.

É justamente nessa época do ano que atitudes comuns, como avisar vizinhos ou deixar luzes acesas, tornam-se ineficazes ou até arriscadas, sinalizando a ausência de muitos moradores de uma mesma rua.

Com o aumento da criminalidade, sistemas eletrônicos de segurança são, cada vez mais , um aliado de peso na proteção de casas e condomínios, principalmente quando se viaja ou se ausenta por determinado período.

Os cuidados começam com a escolha adequada da empresa prestadora do serviço de segurança eletrônica, seguido de uma detalhada análise de risco do local, para então definir a opção mais eficiente de acordo com a necessidade de cada imóvel. “A implantação de alarmes, cercas elétricas ou Circuito Fechado de TV (CFTV) deve ser algo muito bem planejado.

É recomendável que seja utilizado equipamento com monitoramento e possibilidade de conexão remota, o que permite acompanhar em tempo real o que está acontecendo no imóvel e, assim, agilizar o acionamento da polícia caso aconteça alguma invasão”, explica Carlos Progianti, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE.

Para aqueles que já possuem algum sistema eletrônico de segurança, alguns cuidados são fundamentais como, por exemplo, informar a companhia de monitoramento sobre a ausência, além de checar se os equipamentos estão com funcionamento e instalação adequados.

Por outro lado, àqueles que ainda não aderiram aos sistemas eletrônicos de segurança, os cuidados são muitos.

A ABESE ressalta que apenas empresas especializadas estão capacitadas para fazer uma análise completa sobre as fragilidades do imóvel e recomendar a instalação de equipamentos específicos para neutralizá-las. “Somente um estudo feito com critério pode tornar a segurança do imóvel menos vulnerável e dar ao proprietário a real dimensão dos equipamentos que necessita como quantidade de câmeras e sensores para se ter um sistema confiável”, alerta Progianti.

Dentro deste contexto, o investimento em segurança eletrônica, setor que cresce a uma média de 13% ao ano, é uma medida eficiente para garantir a integridade de residências e condomínios, uma vez que estes sistemas são desenvolvidos com o objetivo de detectar, comunicar e inibir a ação criminosa. Em 2010, o segmento registrou crescimento de 12% no Brasil, com faturamento de US$ 1,68 bilhão.

Revista Seguro Total/SP

Casa abandonada vira ‘cracolândia’ em S. José

Thiago Leon

Thiago Leon

Vizinhos reclamam de insegurança e sujeira; PM diz que não pode agir sem que haja denúncia

Filipe Rodrigues
São José dos Campos

Uma casa abandonada na rua Major Antônio Domingues, no centro, virou a nova ‘cracolândia’ de São José. Segundo os próprios usuários, pelo menos 20 dependentes químicos se reúnem no local diariamente para usar crack.

A movimentação no imóvel é intensa durante todo o dia. Entre moradores e comerciantes da região, a sensação é de insegurança.

Em janeiro, uma casa vizinha, a poucos metros, era o ponto de encontro dos dependentes. Após denúncias dos moradores, o imóvel foi demolido.

Segundo a Polícia Militar, só seria constatado algum crime por parte dos dependentes se o proprietário da casa fizesse uma denúncia.

A Secretaria de Desenvolvimento Social informou que irá acionar o proprietário do imóvel para que ele tome providências.

O dono da casa não foi encontrado ontem para comentar o assunto.

Consumo
O VALE esteve ontem na casa e, segundo os próprios usuários, o local é utilizado há cerca de duas semanas pelos dependentes.

Na casa, está morando um homem de 36 anos que diz ter recebido autorização do proprietário do imóvel para permanecer ali.

“Eu comecei a fazer uns trabalhos para ele. Aí vem um pessoal aqui para gente dar um pega (no crack), conversar”, disse F.

Uma das visitas constantes ao imóvel é de A., 29 anos. O rapaz diz que vai ao local três vezes por dia.

“Não dá para contar quantas pedras a gente usa, 20 ou 30. É de perder a conta. Uso crack há três anos, já tentei internação duas vezes, mas sempre saio quando bate a abstinência”, disse.

Para que a prática não chame a atenção, F. mantém o portão da casa trancado com uma corrente e um cadeado. Só aparece na rua quando algum usuário lhe chama.

“Não queremos incomodar. Só um lugar para ficar. Quando acaba o dinheiro, saímos para pedir e comprar mais”, disse F.

História
A rua tem histórico de ser utilizada durante a noite para consumo de drogas e prostituição. Moradores e comerciantes reclamam que falta atuação da polícia e da prefeitura.

“Alguns comércios fecharam e outras pessoas se mudaram, o que fez com que a rua ficasse menos movimentada. Por isso, essas pessoas preferem usar drogas aqui”, diz uma mulher que mora em um prédio nas proximidades.

O medo de quem transita pela região é o risco de roubos e furtos em busca de dinheiro para a compra de drogas.

“Como vou parar meu carro aqui? Há vezes que encosto e eles já vêm pedir dinheiro. E se eu não der? O que vão fazer”, questiona um morador.

Um comerciante afirma que outro problema trazido pelos dependentes é a sujeira. “Se fingimos que não vemos, não há risco. Mas todo dia de manhã, minha calçada está suja”, disse o lojista.

Lei dificulta ação, afirma a PM
São José dos Campos

A Polícia Militar diz conhecer o problema do consumo de drogas no imóvel, mas afirma que é difícil agir por ser uma área particular.

“Não podemos invadir o local. Se o proprietário reclamar, aí haverá um crime”, disse o capitão Marcelo de Oliveira de Garcia, responsável pelo policiamento no centro.

Durante as abordagens ao imóvel, os policiais fizeram revistas, mas não encontraram drogas ou pessoas foragidas.

“Nos últimos dois meses, prendemos 20 foragidos em locais de consumo de droga no centro. Mas ali, a não ser que flagremos uma quantia grande de droga, não há crime.”

A Secretaria de Desenvolvimento Social, responsável pelo tratamento de dependentes, disse que também não pode entrar em áreas privadas.

Uma intimação será entregue ao dono da casa. Caso nenhuma providência seja tomada, o proprietário poderá perder o imóvel.

Homens usam vara de bambu para furtar casa no interior de SP

‘Pescaria’ foi flagrada por câmeras de segurança do imóvel.
Suspeito foi preso após ser reconhecido por moradores.

Do G1 SP – 27/07/2011

Um homem foi preso nesta terça-feira (26) em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, após usar uma vara de bambu para capturar objetos de uma casa. O material passou pelos espaços de um portão de ferro. O crime foi registrado pelas câmeras de segurança da casa.

A ferramenta usada no crime foi um bambu de aproximadamente quatro metros. As imagens registradas pelas câmeras de segurança durante a madrugada mostram quando dois homens passaram olhando a residência duas vezes. Depois, eles voltaram com o bambu. Um deles conseguiu levar uma máquina de serrar que estava na garagem para perto do portão. O outro pegou o objeto e os dois saíram em seguida.

Esta não é a primeira vez que esse tipo de furto acontece na residência. Em abril, mercadorias foram “pescadas” no quintal. Utilizando o mesmo método, um freezer foi aberto pelos bandidos. Eles furtaram ovos de páscoa e fugiram. Ainda não se sabe se os crimes foram cometidos pelas mesmas pessoas.

O suspeito foi preso depois que os donos da casa viram as imagens e reconheceram um dos autores do crime parado na esquina da casa. Um carro da polícia passava pela rua no momento e o homem foi preso.
Segundo a polícia, a pena para furto pode chegar a quatro anos de prisão. Entretanto, quando o crime é planejado, a pena pode chegar a seis anos. O outro homem ainda não foi encontrado.

Férias Seguras: Aproveite o descanso, mas deixe o imóvel protegido

No mês de julho, época de férias escolares, milhares de famílias costumam embarcar para viagens domésticas ou internacionais, de longa ou curta duração. Mas antes de fazer as malas é necessário redobrar a atenção a importantes precauções para garantir a segurança do imóvel, que nesse período acaba ficando muitas vezes vazio e se torna alvo para a marginalidade.

Para atender esse cenário é cada vez maior o número de soluções tecnológicas proveniente do mercado de sistemas eletrônicos de segurança, responsáveis por detectar, comunicar e inibir a ação criminosa. Para auxiliar na escolha de um projeto eficaz de segurança eletrônica, adequado à realidade de cada imóvel ou necessidade, a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) desenvolveu a Cartilha do Consumidor e a Cartilha para Condomínios, manuais práticos de sistemas eletrônicos de segurança com dicas, conceitos de segurança e soluções de prevenção.

O perfeito funcionamento de um determinado sistema eletrônico de segurança depende de um processo que envolve desde a procura por uma empresa especializada, do desenvolvimento de um projeto adequado para o imóvel até o treinamento das pessoas envolvidas com a segurança e da manutenção preventiva do sistema. “É fundamental que as pessoas se conscientizem de que a segurança eletrônica não se compra em balcão, e sim por meio de profissionais capacitados para o desenvolvimento de projetos customizados e com equipamentos credenciados. Basicamente é a falta de critério que causa a vulnerabilidade do sistema”, alerta Carlos Alberto Progianti, presidente da ABESE.

Dessa forma as pessoas interessadas em adquirir um sistema eletrônico de segurança devem, primeiramente, procurar uma empresa especializada e fugir de simples orçamentos enviados por e-mail. Esta empresa deverá elaborar uma análise de risco e um projeto de segurança para o local, uma vez que cada imóvel possui uma particularidade e, portanto, uma necessidade específica. É este estudo que irá apontar, por exemplo, quantas câmeras serão instaladas, o tipo de tecnologia mais adequada, a quantidade de sensores, dentre outros.

Segundo a ABESE, a implantação de alarmes, um dos itens mais procurados, deve ser algo muito bem planejado. “O ideal é a instalação de um alarme monitorado. Este, quando disparado, aciona imediatamente a central de monitoramento, que tomará as medidas necessárias para identificar se está havendo uma invasão no local. Infelizmente, muitas pessoas instalam alarmes que não são monitorados. Isso apenas chama a atenção da vizinhança e atrasa a intervenção dos órgãos públicos”, observa Progianti.

O presidente da ABESE lembra também que hoje é possível instalar sistemas de Circuito Fechado de TV (CFTV) que podem ser acessados pela central de monitoramento ou pelos moradores de forma remota, o que permite acompanhar em tempo real o que está acontecendo no imóvel e, assim, agilizar o acionamento da polícia. Passada esta fase de prospecção e implantação do sistema, outro item a ser seguido é o correto treinamento dos moradores do imóvel e, principalmente, a realização da manutenção preventiva dos equipamentos, uma prática simples e que evita falhas no sistema, mas que, infelizmente, muitas vezes não é realizada.

Fonte: Blog Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança)

Quadrilha é presa em flagrante após invadir casas de alto padrão no Ibirapuera

Notícia original A Tribuna

Três rapazes foram presos em flagrante na manhã deste domingo após invadirem duas casas de alto padrão no Jardim Luzitânia, na região do Ibirapuera. Os moradores das residências tinham viajado.

De acordo com a Polícia Militar, o furto tinha sido planejado com antecedência. Na sexta-feira  e no sábado, os rapazes foram até as casas para ver se os moradores estavam em casa.

A polícia foi acionada por um vizinho que observou o momento em que os três entraram em uma residência e estacionaram o carro dentro da garagem. Eles invadiram também uma casa vizinha. Ao lado do carro, foram encontradas joias e um cofre.

Quando a polícia chegou, eles fugiram pulando o muro de casas vizinhas. O caso foi encaminhado ao 36º Distrito Policial.