Clientes Sekron
  Esqueci a Senha
Conheça nosso site Institucional ›

Posts Tagged ‘ Iniciativa

Jardins terá base fixa e monitoramento por câmeras

Os Jardins, na zona sul, será o segundo bairro de São Paulo a receber o sistema big brother para combater a violência. Moradores da região se uniram e querem transformar a atual base da Polícia Militar móvel em unidade fixa na esquina das Avenidas Cidade Jardim e Brigadeiro Faria Lima. Os gastos com a nova empreitada serão pagos por empresários parceiros da Associação dos Moradores dos Jardins (AME Jardins).

A iniciativa é semelhante à existente na Chácara Klabin, também na zona sul. Ali, as ruas são vigiadas por câmera de segurança instalada na base na Praça Manuel Pedro Pimentel.

A vontade de trazer uma estrutura fixa para os Jardins começou a aumentar no ano passado, quando o diretor da AME Jardins, João Maradei, a convite do então comandante da PM, coronel Álvaro Camilo, foi visitar a base da Chácara Klabin. “Voltei de lá com essa ideia e começamos a procurar recurso para a base se tornar realidade. Aqui temos shoppings, agências bancárias e lojas de decoração, passa muita gente.”

Segundo Maradei, o primeiro passo foi dado recentemente, quando a corporação aprovou a proposta. “Agora, a própria PM é que deve solicitar licença na Prefeitura para o uso da Praça Luiz Carlos Paraná, onde a nova base será construída”, diz.

No local, a intenção é que três PMs trabalhem por turno. Uma das câmeras tem endereço certo: será na Avenida Brasil. “A nossa preocupação é prevenir crimes como roubo a pedestres.”

Quando ficar pronta, a estrutura “terá estilo”. Segundo Maradei, as primeiras “pinceladas” foram dadas pelo arquiteto Ruy Ohtake. “Ele topou nos ajudar gratuitamente.”

A expectativa é positiva. Para Camilo Cristofaro, presidente da Associação de Moradores da Chácara Klabin, a criminalidade no bairro caiu significativamente. “O crime aqui é zero”, diz.

O capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM, confirmou na quinta-feira que a corporação aceitou a proposta. “Mas a Prefeitura será consultada”, afirma. A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que até sexta-feira não havia recebido pedido.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Congresso Internacional de Segurança reúne mais de 100 participantes das cinco regiões brasileiras

Tema do congresso foca a evolução do vídeo monitoramento

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE, atenta aos desafios e oportunidades do setor, promoveu a sétima edição do Congresso Internacional de Segurança-VII CIS, em 24 e 25 de novembro, em São Paulo. O evento reuniu participantes dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Pará, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, Alagoas Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Distrito Federal.

Com o tema “A evolução do vídeo monitoramento além da segurança”, o VII CIS – Congresso Internacional de Segurança atraiu cerca de 120 participantes entre empresários, estudantes, associados e parceiros da ABESE.

A abertura do CIS reuniu o presidente da ABESE, Carlos Progianti; o vice-presidente da ABESE, Augustus Von Sperling, a presidente da FENABESE, Selma Migliori; o vice-presidente da ABSEG, Ricardo Tadeu; o Secretário Adjunto da Secretaria Municipal de Segurança Urbana, Ailton Araujo Brandão, e o Deputado Federal Arnaldo Faria de Sá.

O tem escolhido para a sétima edição do Congresso está relacionado a uma significativa parcela do mercado: o setor de sistema de circuito fechado de TV, que representa 40% do mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança, e reflete o momento aquecido pelo qual esse mercado vem passando, além de destacar os desafios, tendências e oportunidades do setor.

No segundo dia do evento os participantes também tiveram a oportunidade de debater os temas de interesse junto aos palestrantes e com a participação do ex-presidente do Banco Central e presidente do Comitê Público Olímpico, Henrique Meirelles.

“Essa edição do CIS reuniu um público de visão e iniciativa interessado na oportunidade de adquirir conhecimento, trocar experiências, tirar dúvidas e gerar negócios, atitudes fundamentais para a evolução do mercado brasileiro de sistemas eletrônicos de segurança”, afirma Carlos Progianti, presidente da ABESE.

Bairro cria rede de vizinhos para aumentar a segurança

Moradores do Bosque dos Ipês fazem parte de um grupo de proteção coletiva, onde cada um ajuda quem está perto

Marco Antonio Gonçalves
Especial para OVALE

Uma rede de solidariedade, onde vizinhos funcionam como ‘câmeras vivas’ para melhorar a segurança do grupo foi adotada em São José. A criação da rede foi orientada pela Polícia Militar.

O projeto chamado “Rede de Vizinho Protegidos” foi implantado no bairro Bosque dos Ipês, na região sul da cidade, mas outros bairros também devem adotar a iniciativa pioneira.

O projeto faz parte da estratégia da atual gestão da PM que visa a aproximação com a comunidade.

O programa é uma forma de unir vizinhos para que um ajude o outro na segurança de suas residências. Os vizinhos mais próximos devem trocar telefones entre si, procurar saber o horário de saída e chegada de cada vizinho, quais os carros dos familiares e parentes que frequentam a residência, como as luzes costumam ficar durante a noite, saber todos os detalhes para que seja possível identificar qualquer anormalidade.

Cuidados
A Polícia Militar ressalta que é extremamente importante que haja boa relação entre esses vizinhos. Apesar disso, eles são aconselhados a, de maneira alguma, abordar alguém que seja considerado suspeito.

“Vivemos em um período de falta de segurança e também em que as relações estão muito distantes. Essa rede de proteção ajuda na segurança da região, mas também ajuda na relação interpessoal com as pessoas que moram perto umas das outras”, disse o engenheiro Marcos Ribeiro Alves, de 42 anos, que é morador do bairro.

A rede começou no Bosque dos Ipês com uma reunião dos moradores com a Polícia Militar. A partir daí foi estabelecida uma comissão de representantes do bairro que se reúne para discutir o tema da segurança no bairro e para propor melhorias.

Sinais
Uma forma bastante eficiente da ação da rede é a utilização de apitos ou sirenes pelos vizinhos. Quando um vizinho detecta qualquer atitude suspeita aciona o apito. Se o vizinho ouvir o som também apita e assim diversos vizinhos, fazendo assim que o suspeito note que está sendo observado e vá embora.

“É uma ação bastante útil. Acho que com isso, a segurança vai aumentar bastante”, disse a dona-de-casa Maria Tereza Alves, de 53 anos.

A Polícia informou que o programa é bem eficiente para prevenir crimes de menor potencial ofensivo como os furtos, que incomodam muito a população. Uma das maiores recomendações, entretanto, é sempre acionar a PM em caso de se detectar alguma atitude suspeita.

SAIBA MAIS
Rede
A Rede de Vizinhos Protegidos é o conjunto de moradores de um determinado bairro, agrupados em até cinco residências próximas

Objetivos
O principal objetivo é a integração de todos os componentes para a atuação de forma mútua e comprometida a favor da segurança

São José
A Polícia Militar, em sua política de aproximação da comunidade, implantou este programa no Bosque dos Ipês. Outros bairros também estão interessados na rede

Desarmamento: campanha coletou 9 mil armas

A Campanha Nacional do Desarmamento 2011 – Tire uma arma do futuro do Brasil completa dois meses em 6 de julho. O balanço do período, consolidado pelo Ministério da Justiça, mostra que já foram entregues 9.160 armamentos e 30.901 munições. Para se ter ideia da capacidade de mobilização da iniciativa, a Polícia Federal, órgão que tem a atribuição de receber armas regularmente, recolheu cerca de mil artefatos ao longo dos quatro primeiros meses do ano.

Cada pessoa entrega, em média, uma arma. No caso das munições, essa média sobe para 36 unidades por pessoa. Até agora, os revólveres calibre 38 lideram a lista dos armamentos recebidos pelas Polícias Federal e Rodoviária Federal. São 2.436, o que representa 26,5%.

Depois vêm os revólveres calibre 32 com 1.110 unidades (12%). Foram entregues ainda 32 fuzis, quatro metralhadoras e duas submetralhadoras.

Uma das inovações da campanha deste ano, a indenização, retirada pelo próprio responsável pela entrega do armamento, já pagou R$ 835 mil. Os valores por arma são R$ 100, R$ 200 ou R$ 300.

A iniciativa atual traz ainda outras três novidades: o cidadão não precisa se identificar no momento da entrega; a arma é inutilizada na hora; e há um maior número de postos de coleta.

Desde o lançamento nacional da campanha pelo Ministério da Justiça, em 6 de maio no Rio de Janeiro, outros cinco estados e o Distrito Federal aderiram à campanha. As unidades da federação ficam responsáveis pela ampliação dos postos de coleta. Em Minas Gerais, por exemplo, 200 começarão a funcionar nos próximos dias em unidades das Polícias Civil e Militar.

A campanha segue até 31 de dezembro. Depois disso, as entregas continuam sendo aceitas, mas não serão mais anônimas nem indenizadas.

As ações da Campanha Nacional do Desarmamento 2011 são geridas por um conselho. Além do Ministério da Justiça, participam do grupo as Polícias Federal e Rodoviária Federal, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o Ministério da Defesa, os conselhos estaduais de segurança, o conselho das guardas municipais, os conselhos municipais dos secretários de segurança, o Conselho Nacional de Segurança Pública, o Conselho dos Chefes de Polícia Civil, o Conselho Nacional dos Comandantes de Polícia Militar, o Banco do Brasil, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Conselho Nacional do Ministério Público, o Conselho Nacional da Defensoria Pública, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Conselho Nacional das Igrejas do Brasil, a Associação Maçônica do Brasil e rede Desarma Brasil.

Fonte: Jornal da Tarde