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Lei obriga estacionamentos a ter videomonitoramento e vigilante

Os estacionamentos de shopping, supermercados, hipermercados, lojas de materiais de construção e lojas de departamento com capacidade igual ou superior a 200 vagas estão obrigados, a partir desta sexta-feira (18) a possuir sistema de videomonitoramento interno e externo, iluminação adequada e vigilância motorizada durante todo o expediente.

Com a lei, novos empreendimentos só poderão obter a licença para funcionamento após atender os requisitos. Já os estabelecimentos que estão em funcionamento receberão uma notificação e terão 180 dias para se adequarem as novas exigências.

O comércio que infringir a lei estará sujeito a multa no valor de R$ 5 mil, além da interdição da área destinada ao estacionamento de veículos até as que as adequações necessárias sejam realizadas. A lei número 10.102/2012 entrou em vigor após ser publicada no jornal Município de Sorocaba.

Procurados, os shoppings de Sorocaba afirmaram já contarem com os requisitos exigidos na lei. O Esplanada Shopping conta com videomonitoramento há mais de 20 anos, segundo informou via assessoria de imprensa. Dois vigilantes alternam os turnos para vistoriar as duas mil vagas do estabelecimento durante o expediente.

Já o hipermercado Extra Santa Rosália, que em fevereiro registrava um índice de furtos maior do que o ocorrido em vias públicas, afirma que também atende aos requisitos da lei.

Os dois empreendimentos afirmaram que a presença dos vigilantes motorizados inibe que pessoas cometam atos ilícitos nos estacionamentos.

Ipanema Online

Veja o que abre e o que fecha no aniversário de SP

Agências bancárias no município de SP não irão funcionar.
Ônibus e Metrô estarão com frota reduzida.

Por conta do feriado do aniversário da cidade de São Paulo, órgãos públicos e privados terão horários especiais nesta quarta-feira (25).
Agências bancárias e dos Correios estarão fechados na terça. Os shoppings funcionarão em horário especial, semelhante a um domingo.
Os transportes públicos também estarão com frota reduzida. Os ônibus municipais circularão com 70% dos veículos.

Confira abaixo os principais serviços:
Bancos
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as agências bancárias da cidade de São Paulo estarão fechadas na quarta.

Shoppings
Os shoppings vão abrir em um horário semelhante a um domingo na quarta-feira. As lojas funcionarão das 14h às 21h. Já a praça de alimentação e as áreas de lazer ficarão abertas das 11h às 22h.

Detran
As unidades do Detran-SP na capital (Armênia, Aricanduva e Interlagos) não farão atendimento ao público na quarta-feira. Também não funcionarão os postos do Detran que ficam dentro das unidades do Poupatempo. Todos os serviços serão retomados normalmente na quinta-feira.

Metrô
Os trens do Metrô irão circular das 4h40 à 0h, como em um domingo normal. De acordo com a companhia, alguns trens serão posicionados em estações estratégicas e irão circular caso haja um aumento no número de passageiros.

Ônibus
Segundo a SPTrans, empresa responsável pelos ônibus do município de São Paulo, a frota dos coletivos nesta quarta será semelhante a de um sábado, com 70% do total de veículos.

Correios
As agências dos Correios estarão fechadas no dia 25. Neste dia, as unidades nos demais municípios da região metropolitana funcionarão normalmente.

Subprefeituras
As Praças de Atendimento não funcionarão nesta quarta e voltam ao trabalho na quinta-feira.

Abastecimento
Segundo a Prefeitura, nesta quarta, os mercados municipais Kinjo Yamato e Paulistano funcionarão das 6h às 18h. O Central Leste ficará aberto das 7h às 13h. O mercado de Pirituba funcionará das 7h às 14h. Os do Ipiranga, Penha, Sapopemba, Tucuruvi, Vila Formosa e Teotônio Vilela atenderão das 8h às 13h. O de Guaianases ficará aberto das 8h30 às 13h. Os mercados municipais da Lapa, de Pinheiros, de Santo Amaro e de São Miguel não abrirão.

O sacolão do Jaguaré funcionará das 6h30 às 13h. O da Brigadeiro e de Piraporinha, das 7h às 13h. Os sacolões da Bela Vista, Rio Pequeno e Butantã funcionarão das 7h às 14h. Os de Avanhandava e da COHAB Adventista abrirão das 7h às 14h30. O da Freguesia do Ó estará aberto das 7h às 15h. Os sacolões da Estrada do Sabão e da João Moura abrirão das 7h às 19h. O do City Jaraguá, das 7h às 21h. O de Cidade Tiradentes funcionará das 8h às 15h e o da Lapa, das 8h às 18h30. Não funcionarão os sacolões de Santo Amaro e de São Miguel.
As feiras livres funcionarão nos horários e locais habituais.

Saúde
Os prontos-socorros e os serviços de Assistência Médica Ambulatorial (AMA) funcionarão normalmente. As AMAs Especialidades não irão funcionar nesta quarta. As Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os Ambulatórios de Especialidades (AEs) também estarão fechados e retornam na quinta-feira.

Assistência Social
Não funcionarão nesta quarta a Loja Social, a Coordenadoria de Assistência Social, o Centro de Referência de Assistência Social, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social e o Centro de Referência de Cidadania do Idoso.

Cultura
A Prefeitura informa que neste feriado irão funcionar o Beco do Pinto, a Biblioteca Mário de Andrade, a Capela do Morumbi, a Casa da Imagem, a Casa do Bandeirante, a Casa do Grito, a Casa Modernista, a Casa do Tatuapé, o Centro Cultural São Paulo, o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, a Galeria Olido, o Monumento à Independência, os Ônibus Bibliotecas, o Pavilhão das Culturas Brasileiras, o Sítio da Ressaca, o Sítio Morrinhos e o Solar da Marquesa.

Educação
As escolas municipais não terão aulas. As creches que atendem durante as férias não abrirão neste feriado e retornam às atividades na quinta-feira. Os Centros de Educação Unificados (CEUs) abrirão no horário habitual para atividades esportivas e de lazer.

Poupatempo
Os postos fixos do Poupatempo na capital (Sé, Luz, Santo Amaro, Itaquera e Cidade Ademar) não vão funcionar no dia 25. Na quinta, o funcionamento voltará no horário normal.

Procon
Os postos de atendimento e a sede do Procon não irão funcionar nesta quarta-feira. Os trabalhos retornam na quinta-feira.

Trabalho
As unidades fixas e móveis do Centro de Apoio ao Trabalho (CET) e do Banco de Microcrédito São Paulo Confia não funcionarão nesta quarta.

Esportes
Os Clubes da Cidade irão funcionar apenas para atividades esportivas e de lazer.

Saiba como se proteger de golpes nas compras de Natal

A grande movimentação em lojas e bancos por causa das compras de fim de ano pode favorecer a ação de infratores oportunistas. Por isso, as precauções contra fraudes e outros crimes devem ser redobradas, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que relacionou alguns cuidados para evitar transtornos; inclusive quanto ao uso da internet e de caixas eletrônicos.

A Febraban lembra que os bancos investem de forma sistemática na segurança das agências e das transações eletrônicas, mas recomenda que o usuário também adote alguns cuidados. Principalmente às vésperas do Natal, quando a milhões de consumidores vão às compras dispostos a enfrentar a aglomeração das lojas e, mais recentemente, as ofertas do comércio eletrônico na internet.

Como a criatividade criminosa não tem limites, a Febraban ressalta que até mesmo um aparentemente inofensivo e-mail de Feliz Natal pode trazer transtornos, como o transporte de vírus. A recomendação é para não abrir e-mails sem que se tenha absoluta certeza de que a procedência é confiável.

Antes de fazer compras em lojas online, o usuário deve verificar se o computador a ser utilizado está com os programas antivírus atualizados. Também deve evitar páginas desconhecidas e arriscadas e só fazer transferência de arquivos (downloads) das lojas que o consumidor tem certeza de que são confiáveis. Por isso, não é recomendável fazer operações bancárias e compras em computadores de uso público, como em lan houses e no ambiente de trabalho.

Outra dica é verificar se o endereço do site acessado começa com https:// (diferente de http:// nas conexões normais), pois a letra s antes dos dois pontos indica que a conexão é segura. Alguns navegadores podem ainda incluir outros sinais, como o ícone de cadeado fechado.

O comércio trabalha muito com cheque pré-datado, e é sempre bom lembrar que os cheques têm validade de apenas seis meses. Portanto, o lojista deve ficar atento ao preenchimento das datas em que deverão ser depositados.

Quanto ao uso do cartão de crédito, a Febraban lembra que cartão e senha devem andar sempre separados. O ideal é o consumidor memorizar a senha, mas se ele não conseguir, que leve a anotação da senha longe do cartão. Outra dica muito batida, mas de extrema eficiência, é a de não aceitar – nem pedir – ajuda de estranhos nos caixas de autoatendimento dos bancos.

Deve-se também evitar saques de valores elevados nas agências ou caixas eletrônicos para não correr risco de assalto na saída do banco.

Se houver necessidade de fazer pagamentos elevados, utilize DOC ou TED, que são mecanismos de transferência eletrônica de valores. O ideal, segundo a Febraban, é sacar pequenas quantidades de dinheiro e, de preferência, em lugares movimentados.

Outros cuidados básicos são encobrir o teclado na hora de digitar a senha; se o caixa eletrônico engolir o cartão, comunique ao banco imediatamente, pois é indício de que o caixa pode ter um dispositivo clandestino de clonagem de senhas; e se desconfiar da aparência do caixa eletrônico não o utilize. Procure, antes, um funcionário da agência ou ligue para o banco.

Fonte: Agência Brasil

Grupo de meninas faz arrastões na zona sul

PM diz tê-las detido em flagrante 15 vezes; como afirmam ser menores de 12 anos, vão para abrigos, fogem e voltam a agir.

Luísa Alcalde / JORNAL DA TARDE – O Estado de S.Paulo

Um bando formado por pelo menos 15 crianças e adolescentes, a maioria meninas, promove arrastões a pedestres e estudantes e aterroriza o comércio da Vila Mariana, na zona sul da capital paulista.

JF Diorio/AE Av. Domingos de Morais. Abordagens ocorrem mais à tarde e garotas simulam portar armas

JF Diorio/AE Av. Domingos de Morais. Abordagens ocorrem mais à tarde e garotas simulam portar armas

Elas se reúnem na parte externa da Estação Ana Rosa da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), de onde saem em grupo, atacando lojas, além de roubar e ameaçar pedestres na altura do número 700 da Avenida Domingos de Morais, onde há grande concentração de estabelecimentos comerciais.

Na reunião mais recente do Conselho de Segurança (Conseg) da Vila Mariana, ocorrida há uma semana, o capitão Flávio Baptista, comandante da 2.ª Companhia do 12.º Batalhão da Polícia Militar de São Paulo, disse que o grupo já foi detido em flagrante pelo menos 15 vezes. De acordo com Douglas Melhem Junior, presidente do Conseg, essas detenções ocorreram desde outubro. “Só na semana passada, elas foram detidas três vezes.”

Armas
De acordo com o capitão, as meninas simulam portar armas embaixo das roupas, embora nenhum armamento tenha sido encontrado até agora. “Estamos fazendo o que é legal, mas como elas têm 11, no máximo 12 anos, são encaminhadas ao Conselho Tutelar, onde é facultada a vontade ou não de permanecerem nos abrigos. Dali a meia hora, estão nas ruas aprontando novamente.”

Procurado pela reportagem, o Comando de Policiamento Metropolitano não respondeu nem e-mail nem telefonemas. O delegado assistente do 36.º Distrito Policial (Paraíso), Sugui Kendi, afirmou que a delegacia só pode encaminhar para a Fundação Casa adolescentes que tenham cometido ato infracional com 12 anos completos. “Abaixo dessa idade é criança e será encaminhada para o Conselho Tutelar.”

Casos
“De um mês para cá piorou muito. Elas voltaram com tudo. Têm ocorrido de 15 a 20 arrastões por semana”, afirma Michel da Cosa Massi, segurança da Galeria Paraíso, que abriga dezenas de estabelecimentos comerciais. No sábado, o gerente da loja de roupas Simple Store, Luiz Eduardo Ferreira, localizada no número 725 da Domingos de Morais, viu sete das meninas entrarem no local. “Elas iam saindo com uma calça quando uma funcionária puxou a roupa da mão de uma delas”, conta Ferreira.

O Hotel Moraes foi obrigado a fechar uma das entradas porque as meninas invadiam o local e saíam levando roupas, lençóis, travesseiros, tudo o que encontravam pela frente, segundo a recepcionista Lucila Santos Bezerra. As garotas são descritas pelos comerciantes como extremamente agressivas e desafiadoras. “Em uma das prisões, elas arranharam um policial e ameaçaram tirar a roupa na delegacia para simular constrangimento”, conta o presidente do Conseg local, Douglas Melhem Junior.

A comerciante Adriana Augusta Fidalgo Santos, dona da loja de roupas infantis Sapo Perereca, confirma os ataques. “Na segunda-feira da semana passada, saí correndo atrás de uma delas que havia pegado um pijama da minha prateleira. Ela tentou me morder várias vezes e me chutava”, conta.

Na região não há comércio que não tenha sido invadido e sofrido arrastão. Relatos de furtos e roubos são frequentes. A gerente da Raclaudia Modas disse que os lojistas avisam uns aos outros da presença do bando. “Não pode deixar entrar na loja, senão elas barbarizam. Cada uma vai para um lado e pegam o que podem guardar dentro da roupa. São rápidas e xingam a gente, nos ameaçam.”

Impunidade
Os menores de idade que têm praticado atos infracionais ficam impunes sobretudo porque tanto as Polícias Militar e Civil quanto o Conselho Tutelar não sabem, de forma documentada, a idade dos que estão aterrorizando o bairro. Entre as 15 garotas, as conselheiras acreditam que quatro já tenham mais de 12 anos. “São pequenas apenas de estatura porque não têm desenvolvimento normal”, explica uma conselheira, que pediu para não ser identificada.

“Não temos como fazer esse tipo de averiguação. Quem tem de fazer isso é o Conselho Tutelar”, afirma o delegado Kendi. Já as conselheiras dizem não ter como atuar em casos de ato infracional e ressaltam que identificar as crianças e localizar os responsáveis é dever da autoridade policial – quando elas são detidas em flagrante e levadas ao distrito.

DUAS PERGUNTAS PARA…
Thales Cézar de Oliveira, promotor da Infância e Juventude

1. O que a polícia deve fazer quando não há como provar a idade dos infratores que estão atuando principalmente na zona sul?
O correto é a polícia realizar o auto de prisão em flagrante na delegacia e encaminhar os menores para o Fórum da Infância e Juventude (o Conselho Tutelar é a autoridade para atender e aplicar medidas de proteção ao menor de idade autor de ato infracional).

2. E em casos excepcionais, quando não há documentos que permitam definir a idade?
Pode ser exigido laudo para identificar a idade aproximada por meio de raio X do pulso.

Câmeras de segurança ajudam a reduzir furtos nas lojas

Lojas de roupas, supermercados, joalherias e outros estabelecimentos comerciais sofrem prejuízos com furtos. O diretor de comunicação de segurança de uma loja diz que a evolução da tecnologia tem ajudado a flagrar e evitar os roubos.

Fonte: Jornal Hoje edição de 05/07/2011

Saiba quais são as 40 vias onde mais ocorrem crimes em SP

Saiba quais são as 40 vias onde mais ocorrem crimes em SP
Marginal Pinheiros tem maior índice de criminalidade neste ano, diz PM.
Polícia Militar diz que há redução dos casos e dá dicas de segurança.

Kleber Tomaz e Paulo Toledo Piza Do G1 SP

11/05/2011 06h45 – Atualizado em 11/05/2011 08h44

A Marginal Pinheiros é a via onde mais ocorrem crimes em São Paulo. É o que revela levantamento feito pela Polícia Militar e obtido com exclusividade pelo G1. O estudo mostra os 40 corredores da capital paulista que mais registraram roubos de diversas naturezas nos três primeiros meses deste ano.

Para chegar a esse ranking, foram somados todos os casos de latrocínios, assaltos a imóveis residenciais e comerciais, bancos, transportes coletivos, motoristas, pedestres, além de roubos de cargas, veículos e ônibus que aconteceram em toda a extensão das principais ruas e avenidas da cidade.

Veja abaixo o mapa com dez dos 40 corredores que mais tiveram casos registrados neste ano: 

Mapa mostra as dez principais vias de São Paulo com o maior número de casos registrados envolvendo diversos tipos de crimes no primeiro trimestre deste ano (Editoria de Arte/G1)

Na Marginal Pinheiros, que passa pelas zonas Oeste e Sul, foram 314 ocorrências registradas nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2011. A maioria dos casos foi averiguada pela PM e se tornou boletim de ocorrência na Polícia Civil. Pela lei, policiais militares realizam rondas ostensivas na cidade e atendem chamados da população, por exemplo, pelo telefone 190. Policiais civis, por sua vez, são incumbidos de investigar esses crimes levados às delegacias pela Polícia Militar.

Confira abaixo as dez vias mais violentas e os tipos de crimes que mais ocorrem nelas:

Marginal Pinheiros – Roubos de carga, banco, residência, comércio, veículo, transporte coletivo, motorista e pedestre.

Avenida Marechal Tito – Latrocínio e roubos de carga, banco, comércio, escola, transporte coletivo, motorista, veículo e pedestre.

Avenida 23 de Maio – Latrocínio e roubos de carga, condomínio, comércio, transporte coletivo, motorista, residência, veículo e pedestre.

Av. Senador Teotônio Vilela e Av. Sadamu Inque – Roubos de carga, comércio, residência, escola, banco, transporte coletivo, motorista, ônibus, veículo e pedestre.

Avenida Giovanni Gronchi – Roubos de carga, banco, comércio, motorista, ônibus, veículo e pedestre.

Avenida Cupecê – Roubo de carga, comércio, escola, transporte coletivo, motorista, residência, veículo e pedestre.

Avenida Nove de Julho – Roubos de carga, banco, comércio, transporte coletivo, motorista, residência e veículo, pedestre.

Avenida Sapopemba – Roubos de carga, banco, comércio, transporte coletivo, motorista, ônibus, residência, veículo e pedestre.

Av. Eng. Armando de Arruda Pereira – Roubos de banco, comércio, transporte coletivo, motorista, ônibus, residência, veículo e pedestre.

Av. Pres. Tancredo Neves e Rua das Juntas Provisórias – Roubos de carga, comércio, transporte coletivo, motorista, ônibus, residência, veículo e pedestre.

Vítimas e índices

PM afirma que os índices de criminalidade nessas vias têm caído no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2010. Mas ainda é possível encontrar vítimas recentes nas vias.

Uma dentista de 32 anos que passava pela região da Avenida Marechal Tito, na Zona Leste, a segunda onde mais ocorrem crimes na capital, com 208 casos até março deste ano, por exemplo, foi vítima de uma tentativa de assalto. 

Dentista de 32 anos mostra tiro que atingiu seu carro no início de abril (Reprodução / Arquivo Pessoal)

Dentista de 32 anos mostra tiro que atingiu seu carro no início de abril (Reprodução / Arquivo Pessoal)

“Fui vítima de assaltantes às 15h30 de uma quinta-feira, no dia 14 de abril. Voltava do trabalho para casa quando vi um aglomerado de gente na calçada e fui fechando o vidro. Conforme fui me aproximando, um deles avançou na minha frente. Estava perto de uma favela, não era meu caminho normal. Um deles avançou na minha frente e fez sinal que estava armado, embaixo da blusa. Quando percebi que era tentativa de assalto, desviei para a esquerda. Aí ouvi o estouro. Pensei que tivesse sido um tijolo que jogaram no meu carro, mas quando olhei para trás, vi o vidro traseiro estourado. Percebi então que tinham atirado”, contou.

“Não parei e não vi polícia. Fui parar perto de casa e vi que o disparo quase atingiu a cadeirinha de bebê. Por sorte, meu filho de 6 meses não estava no carro”, disse a mulher, que registrou um boletim de ocorrência, mas não quer ter seu nome divulgado por temer represálias por parte dos criminosos.

Quem trabalha em lojas e estabelecimentos próximos dos corredores está acostumado a presenciar assaltos e furtos. O frentista Carlos Augusto Lira, de 36 anos, disse que já viu dezenas de crimes no posto onde trabalha, na Avenida Giovanni Gronchi, na Zona Sul. “O posto é o primeiro lugar que as pessoas vão depois que são roubadas”, afirmou.

Os crimes mais comuns vistos por Lira são assaltos aos motoristas nos cruzamentos da avenida. A maior parte acontece após as 21h. “Quando o posto fecha, então, às 22h, os ladrões fazem a festa.” 

Carlos Augusto viu diversos crimes na Avenida Giovanni Gronchi (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Carlos Augusto viu diversos crimes na Avenida Giovanni Gronchi (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

Em sua opinião, o alto índice de crimes na via (181 apenas no primeiro trimestre de 2011, o que faz do corredor o quinto mais perigoso) é resultado da demora dos semáforos. “Os sinais são de três fases. Ficam muito tempo fechados. Isso facilita para o bandido”, afirmou o frentista. Apesar de testemunhar diversos crimes, ele disse que nunca foi vítima de assaltantes.

Sete carros roubados
O casal de empresários José de Jesus Silva e Lucivanda Pinheiro Silva, de 52 e 51 anos, já foi vítima de nove crimes na região da Avenida Aricanduva, na Zona Leste, 34º corredor mais perigoso de São Paulo, com 33 crimes registrados pela polícia em 2011. Silva teve sete veículos roubados. “Em todos os assaltos eu fiquei com uma arma apontada para minha cabeça. Foi horrível”, afirmou. Os crimes aconteceram no período da tarde, sempre perto da casa onde moravam – em uma rua próxima da Avenida Aricanduva.

Ele, a mulher e os dois filhos se mudaram para um apartamento no bairro Anália Franco, também na Zona Leste, por medo da violência. “Antigamente era muito bom morar lá. Mas agora não dá mais. A gente esperava o tiro que ia acabar com tudo”, disse a mulher de Silva.

No ano passado, o casal se recuperava do trauma dos assaltos quando dois homens armados invadiram a empresa deles, na própria Avenida Aricanduva. “Os dois mandaram a gente deitar no chão e levaram uns R$ 4 mil, celulares e joias. Depois, trancaram todos nós em um banheiro. Éramos oito em um banheirinho para uma pessoa só”, afirmou Lucivanda. 

Casal mostra um dos BOs que fizeram após crime (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Casal mostra um dos BOs que fizeram após crime (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

Oito dias depois, outra dupla invadiu a empresa e mais uma vez os funcionários ficaram sob a mira de armas. “Eles disseram que os outros bandidos deram a dica para assaltar nossa empresa.” Os criminosos acabaram não tendo muito lucro. “Eles levaram só R$ 20, porque o que tinha foi levado no outro assalto”, disse a mulher.

O que diz a PM
Os dados de violência por corredores não são disponibilizados no site da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. Por determinação do governo paulista, a divulgação pública dos indicadores de criminalidade é feita somente por distritos policiais do estado e não aponta os locais onde realmente ocorreram os crimes.

Os números das vias onde ocorrem mais crimes, por exemplo, servem como parâmetro da PM para aplicação de políticas públicas de segurança. Por esse motivo, o coronel Marcos Roberto Chaves, comandante do Policiamento da PM na capital, chama a atenção das vítimas a fazerem boletim de ocorrência. “Trabalhamos com números e precisamos dos dados para saber onde os crimes ocorrem e assim agir”, diz o comandante Chaves.

Segundo, o coronel, a Ronda Ostensiva sobre Motos (Rocam) tem reforçado o patrulhamento nas ruas onde ocorrem mais crimes na capital. “A moto atende mais rápido as ocorrências”, afirma Chaves, que pede para as pessoas evitarem ostentar joias, relógios, andar com os vidros os carros abertos e abrir a porta de casa para estranhos. “Se for vítima de um criminoso, é importante que o cidadão nunca reaja”.

Dados da PM mostram que das 40 vias apenas três tiveram aumento na criminalidade.
A Avenida Sapopemba, a oitava mais perigosa no ranking geral, teve 147 casos em 2011 contra 138 registros no mesmo período do ano passado.

As avenidas Nordestina e Águia de Haia, respectivamente a 27ª e 29ª com mais crimes, também tiveram acréscimo no registro de casos. A Nordestina, que antes teve 58 crimes, agora passou para 59. A Haia foi de 45 para 49 casos. Os outros 37 corredores tiveram queda nos índices de criminalidade.

Veja o ranking completo: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/05/saiba-quais-sao-40-vias-onde-mais-ocorrem-crimes-em-sp.html