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Brasil lidera mercado de segurança privada das Américas

O Brasil lidera o mercado de segurança privada na América Latina, segundo estudo divulgado recentemente pela Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o setor nas Américas. Ao detalhar a pesquisa, informa que o Brasil tem cerca de 2.900 empresas de segurança e um efetivo de 1.675.415 profissionais.

Para José Adir Loiola, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp), é preciso analisar melhor os números, pois diferem do que é registrado no Brasil. “Não sabemos quais os tipos de empresas e profissionais estão contabilizados neste levantamento, pois os números divergem dos que temos da Polícia Federal, que controla o segmento”.

De acordo com os dados oficiais brasileiros, o País possui atualmente cerca de 1.500 empresas de segurança privada e 540 mil vigilantes habilitados. Loiola ressalta que, mesmo com essa diferença, o estudo não erra ao apontar o potencial brasileiro para o mercado da segurança privada. “O Brasil é um dos poucos países que possuem a atividade regulamentada e fiscalizada e um dos únicos que geram tanto emprego na atividade”.

Em 2011, o Small Arms Survey, levantamento produzido anualmente por pesquisadores suíços, apontou o Brasil como o 5° maior mercado de segurança privada no mundo em número de vigilantes. Pelo estudo, o Brasil perdia apenas para a Índia (7 milhões), China (5 milhões), Estados Unidos (2 milhões) e Rússia (800 mil).

Site Abese

Setores de segurança estão em franca expansão

Falar sobre uma área tão abrangente como a segurança não é das tarefas mais fáceis, mas certo é que diversos setores que a compõem têm, no decorrer dos últimos anos, demonstrado grande expansão.

Um desses setores é o de Segurança Eletrônica onde a expansão é evidente. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos e de Segurança (ABESE), Carlos Progianti, o mercado, com faturamento em torno de US$ 1,8 bilhão em 2011, tem crescido, em média, 11% nos últimos 5 anos, índice que deve permanecer em 2012. “O mercado é relativamente novo e tem havido ampliação do uso das tecnologias pela crescente classe média brasileira”, justifica.

Para tanto, promover a profissionalização e capacitação do mercado é uma das missões da ABESE, que realiza ainda simpósios e cursos de gestão em diferentes regiões do País com apoio dos Sindicatos das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – SIESE. Outra iniciativa está no Centro de Capacitação Profissional da ABESE (CCPA) desenvolvido para atualizar os profissionais em relação às principais ferramentas e tecnologias utilizadas em um projeto de Sistemas Eletrônicos de Segurança.

Segurança privada
O mercado de segurança privada também tem apresentado constante evolução na mesma proporção em que há aumento da violência nas cidades e negligência do Estado em relação à área de segurança.

O cenário sugere a necessidade de aperfeiçoamento dos profissionais, tanto é fato que, conforme o diretor do Sindicato dos Vigilantes de São Paulo (SEEVISSP), Pedro Francisco Araújo, é aguardada a publicação de uma portaria pela Polícia Federal que autorize as escolas de formação a oferecerem novos cursos, tais como o de Segurança em Grandes Eventos, visando contemplar a preparação de mão de obra para a Copa do Mundo.

Portal O Amarelinho

Congresso Internacional de Segurança é lançado durante a 15ª Exposec

Durante a 15ª Feira Internacional de Segurança (Exposec), realizada de 08 a 10 de maio em São Paulo, Carlos Alberto Progianti, presidente da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), anunciou a oitava edição do Congresso Internacional de Segurança (CIS), que acontece em 29 e 30 de novembro, no Novotel Jaraguá, em São Paulo, com o tema “Oportunidades e Perspectivas do Vídeo Monitoramento”.

O tema escolhido para a oitava edição do Congresso está relacionado a uma significativa parcela do mercado: o setor de sistema de circuito fechado de TV, que representa 43% do mercado de sistemas eletrônicos de segurança, e reflete o momento aquecido pelo qual esse mercado vem passando. Os temas das palestras vão abordar desde o cenário dos estádios e grandes área para eventos esportivos até o perfil psicológico e traumas em estações de monitoramento. Na programação, estão confirmados palestrantes da Argentina, Espanha, Estados Unidos e Itália, além de importantes instituições como Universidade de São Paulo, Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), Grupo de Estudos Técnicos de Madri, entre outros.

A ABESE também aproveitou a feira para divulgar a parceria que acaba de ser fechada com Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, por meio do Departamento de Segurança da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Por meio do acordo, inicialmente serão realizados dois cursos de capacitação para profissionais do mercado de sistemas eletrônicos de segurança, um curso de qualificação para eletricista instalador e outro de aperfeiçoamento profissional. “Esse é um momento especial para o mercado de segurança eletrônica que carece de mão de obra especializada e contará, a partir de agora, com a renomada experiência do SENAI”, afirma Carlos Progianti.

Revista Segurança e Cia

A Exposec começa hoje!

Soluções em centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, cofres, controle de acesso, detecção de incêndio, detecção de metais, fechaduras de segurança, inteligência industrial, portas de segurança, radiocomunicação, sistemas de identificação, vigilância, dispositivos de identificação por biometria, rastreamento de veículos e de pessoas, segurança eletrônica e da informação, segurança privada, pessoal e residencial. Essas são algumas das novidades que serão apresentadas pelos 700 expositores, representados por mais de 1.100 marcas na 15ª edição EXPOSEC | Internacional Security Fair, de 08 a 10 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Confira a alta tecnologia, inovações e as últimas tendências e soluções para os mais diversos sistemas eletrônicos de segurança, mercado que deve crescer 11% este ano.

Nos últimos dez anos, o mercado de sistemas eletrônicos de segurança vem crescendo com taxas médias de 11% ao ano. Os fatores que influenciam o crescimento do mercado incluem o aumento do padrão de vida da população e o aumento da criminalidade nas grandes cidades.

São esperados como motores deste mercado os grandes eventos sediados no país, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Segundo a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), no Brasil, existem mais de 18 mil empresas atuando no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos. Entre os principais clientes citam-se: consumidores residenciais, condomínios, comércio, indústrias, bancos e governo. Deste mercado, o segmento residencial, participa com 12% e o não residencial com 88%.

Serviço:
www.exposec.tmp.br
XV Exposec | Internacional Security Fair
08 a 10 de maio de 2012 – das 13h às 20h30
ENTRADA GRATUITA – para profissionais do setor
Local : Centro de Exposições Imigrantes/ Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil

Mercado avança com a evolução das câmeras inteligentes

Por Carlos Progianti
Você já parou para avaliar a quantidade de câmeras a que você está exposto no decorrer de um dia? Ou melhor: por quantas câmeras você passa no trajeto entre sua casa e o trabalho?

Muitas é a melhor resposta. São câmeras da CET (Central de Engenharia de Tráfego), câmeras de segurança do seu prédio, dos prédios vizinhos, dos estabelecimentos comerciais, dos elevadores, do metrô, do aeroporto, dos bancos. Enfim, em uma cidade como São Paulo, são muitas, milhares. Seguramente mais de 1 milhão de câmeras instaladas na cidade.

E é nessa mesma cidade, que, segundo as Estatísticas Mensais da Criminalidade, contabilizadas pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) da Secretaria da Segurança Pública (SSP), houve um menor número de homicídios durante o mês de janeiro em sua história recente. A SSP atribui a redução dos homicídios à intensificação do patrulhamento ostensivo, com retirada da armas ilegais das ruas, e à investigação de crimes, com identificação e prisão dos autores.

É nesse processo de identificação que as câmeras se consolidam como ferramenta fundamental. Hoje, é constante a declaração da polícia diante de algum episódio/ crime, de que irá consultar as câmeras disponíveis no local.

Mas também é a partir desse conceito que podemos avançar e investir em monitoramento constante e eficiente. É a conhecida história de agir por prevenção e não por reação.

Apenas um exemplo, recentemente dirigentes da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) estiveram na Espanha para uma visita técnica e acompanhamento do Salão Internacional da Segurança (SICUR), em Madri. Já no Aeroporto Barajas, que recebe 50 milhões de passageiros por ano, foi possível identificar o quanto o Brasil precisa avançar nos investimentos em sistemas eletrônicos de segurança. Barajas possui 5000 câmeras de monitoramento instaladas, ante 600 câmeras do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em Cumbica (SP). Para efeito de comparação, o Aeroporto Heatrow, em Londres, possui 5000 câmeras e o J John F. Kennedy, em Nova York, 4500 câmeras.

Outro ponto que merece atenção é o cenário em torno da realização dos eventos esportivos que serão realizados no país. Muito temos ouvido falar da questão da segurança nos estádios, mas é preciso abrir o leque e olhar ao redor, pois a necessidade de investimento em segurança eletrônica será bem maior. A cidade deverá estar mais protegida e a segurança será expandida nos hotéis, aeroportos, área públicas, shopping centers e outros locais.

Assim, é possível dizer que o mercado de sistemas eletrônicos de segurança poderá crescer cerca de 30% nos próximos dois anos. De acordo com a ABESE, entre 2006 e 2010, só o faturamento do setor de segurança eletrônica inflou 64% na cidade, de 256 milhões para 420 milhões de reais. Além disso, nos últimos oito anos, o mercado de segurança eletrônica cresceu 13%, sendo a região Sudeste responsável por 52% do total.

Nesse cenário, os sistemas de circuitos de TV continuam como uma das principais tecnologias aplicadas em segurança, atingindo 43%. Afinal, além de gravar imagens, as câmeras estão cada vez mais inteligentes, podendo servir como sensores de presença e até executar tarefas que antes exigiam controle humano, como aproximação automática diante de situação suspeita.

Portanto, é incontestável a importância do vídeo monitoramento para a evolução das questões que envolvem a segurança. E junto dessa discussão muito ouviremos sobre gestão para central de vídeo monitoramento, gestão de identificação e controle de acesso, responsabilidade legal das centrais de monitoramento, importância da segurança da informação, a evolução dos sistemas integrados de segurança, entre outros. Estamos apenas no começo.

*Carlos Progianti é presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE.

Setor de segurança requer de equipamentos a serviços

Junto com o crescimento do patrimônio dos brasileiros, vem se desenvolvendo também uma maior preocupação com a proteção dele.

Segundo a Associação Brasileira de Serviços Eletrônicos de Segurança (Abese), o mercado brasileiro de equipamentos como alarmes e câmeras de vigilância vem crescendo numa média de 11% ao ano desde 2001. Com o desenvolvimento de tecnologias mais sofisticadas, hoje o setor representa uma oportunidade não só para o fornecimento de equipamentos, mas também para a prestação de serviços de instalação, gestão e manutenção.

“O mercado passou e vem passando por uma mudança muito importante, que é a transição de pequenas empresas de instalação da área de elétrica, que trabalhavam com equipamentos eletrônicos, que têm que se adaptar para a área de tecnologia da informação (TI)”, avalia Oswaldo Oggiam, diretor de marketing da Abese.

O público dessas empresas abrange residências, condomínios, prédios de escritório e indústrias. A Abese estima que, de um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, apenas pouco mais de 11% o fazem no País.

Oggiam explica que muitos equipamentos de segurança simples, como alarmes e câmeras de vigilância, podem ser encontrados sem muita dificuldade em lojas de departamento. O mercado vem, no entanto, exigindo aparelhos cada vez mais complexos, que requerem das empresas especializadas e profissionais qualificados para sua gestão. “Não é uma transição fácil para a mão de obra”, diz.

Redes de monitoramento complexas exigem o desenvolvimento de softwares próprios, além de técnicos para instalação. No Brasil, a linha telefônica ainda é responsável por enviar a maioria das informações colhidas pelos alarmes às empresas de segurança, mas tecnologias como o General Packet Radio Service (GPRS), a mesma utilizada para a transmissão de dados por celulares, são uma alternativa cada vez mais procurada por empresas.

Segundo Oggiam, a transição para um enfoque maior em TI representou certa concentração do mercado, com muitas companhias menores passando a fornecer para maiores e eventualmente sendo assimiladas por elas.

Mesmo assim, a grande variedade de frentes de atuação torna o setor aberto para o investidor que souber onde focar seus esforços. “As plantas de segurança de pequenos imóveis e condomínios podem ser feitas por empresas. Outros negócios podem oferecer um especialista de rede que administre os sistemas”, exemplifica.

Ele julga que “no Sul e no Sudeste é mais difícil para uma empresa nova entrar, porque a competição é enorme, mas nas outras regiões ainda há muitas possibilidades”. Segundo a Abese, Sul e Sudeste concentram 73% do mercado de segurança do País.

Além do avanço sobre novas regiões, outro fator que promete aumentar as vendas é a transição de sistemas tradicionais, que transmitem os dados via linha telefônica, para os mais modernos, que se utilizam tecnologias GPRS, ethernet ou TCP-IP, o mesmo protocolo da internet.

Cross Content
Especial para o Terra

São Paulo será sede de simpósio sobre gestão e estratégia para o mercado de segurança eletrônica

Entre 12 e 13 de abril, durante Simpósio Regional ABESE/SUDESTE, no Hotel Address Executive (SP), a capital do Estado sediará um importante encontro abordando os desafios, as novidades, a legislação entre outros temas de um mercado que cresce a dois dígitos por ano e terá chances de negócios ampliadas pelos próximos megaeventos esportivos sediados no país até 2016.

A região sudeste do país representa mais de 50% do mercado nacional de sistemas eletrônicos de segurança. Com taxa de crescimento superior a 10% ao ano, esse mercado reúne fabricantes, distribuidores, integradores, monitoradores, revendedores e instaladores de Sistemas de alarmes contra intrusos, de circuitos fechados de TV, de controle de acesso, além de outras tecnologias.

Nesse cenário, São Paulo reúne 60% das empresas associadas à ABESE, entidade que representa o setor de sistemas eletrônicos de segurança, e por isso foi escolhida para receber o Simpósio regional realizado pela entidade para levar profissionalismo e desenvolvimento estratégico a esse mercado nas diferentes regiões do país.

Na programação do evento, Carlos Progianti, presidente da ABESE anunciará os dados de mercado 2011, revelando o faturamento do setor, a representatividade por estado e tipo de tecnologia, entre outros números. Serão abordadas também as particularidades do segmento em São Paulo; os avanços, benefícios, desafios e oportunidades no setor; os primeiros passos da Federação Interestadual de Sistemas Eletrônicos de Segurança – entidade constituída recentemente; o Selo de Qualidade ABESE – ferramenta que traz regulamentação às empresas do setor; técnicas de gestão de vendas, além do Estatuto da Segurança Privada, projeto da Polícia Federal que dispõe sobre as atividades de segurança privada, armadas ou desarmadas, e, portanto, reunirá em seu contexto a segurança eletrônica.

Os empresários terão a oportunidade de participar de um curso completo de gestão envolvendo os fundamentos e modelos existentes de gestão empresarial e os princípios de liderança, com o objetivo de orientar os participantes nas melhores práticas aplicadas na gestão empresarial e alinhar esses conceitos com as necessidades das empresas do segmento de sistemas eletrônicos de segurança.

“A Capital tinha esse anseio em receber o Simpósio, que está mais maduro com palestras mais estratégicas, trazendo assuntos de relevância para a realidade do mercado de sistemas eletrônicos de segurança. A iniciativa do Simpósio foi desenvolvida para profissionalizar e fortalecer o segmento de SES, que tem crescido significativamente nos últimos 10 anos e continuará em expansão. Isso porque nosso mercado é relativamente novo e deverá manter seu crescimento nos próximos anos, seja devido à ampliação do uso das tecnologias pela crescente classe média brasileira, seja devido à demanda aquecida com grandes eventos esportivos nos próximos anos no país”, comenta o presidente da ABESE, Carlos Progianti.

Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), única entidade nacional representativa e promotora do evento, de um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento do mercado que vem registrando significativo crescimento nos últimos 3 anos.

Serviço: Simpósio Regional ABESE/SUDESTE
Quando: 12 e 13 de Abril – das 8h às 18h
Onde: Hotel Address Executive (Rua Amauri, 153 – Jardim Europa – São Paulo – SP)
Informações e inscrições: (11) 2198 1862 / eventos@textoassessoria.com.br

Principal vitrine latino-americana do setor de segurança privada Exposec 2012 cresce 30%

A Feira Internacional de Segurança – Exposec chega em sua décima quinta edição em 2012 consolidada como referência do mercado de sistemas eletrônicos de segurança no Brasil e no mundo.

Realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) e organizada pelo Grupo Cipa, a 15ª edição da Exposec será realizada de 8 a 10 de maio de 2012 no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

“A cada ano, a Exposec consegue superar as expectativas atuando como a principal vitrine do mercado, apresentando novidades, antecipando tendências, gerando negócios e, principalmente, difundindo conhecimentos e atualização para quem atua neste mercado”, afirma Carlos Progianti, presidente nacional da ABESE.

Neste ano, serão mais de 2 mil itens, envolvendo circuito fechado de TV, controle de acesso, blindagem, alarmes, centrais perimétricas, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança e outras tecnologias. Também estarão presentes mais de 600 empresas de mais de 15 países que serão visitadas por mais de 34 mil pessoas durante os três dias da feira. A expectativa é superar o número de visitantes e também os negócios gerados em 2011, que foram de cerca de R$ 170 milhões. Segundo José Roberto Sevieri, presidente do Grupo CIPA, a edição 2012 será a maior de todas e já registra crescimento de 30% comparado à edição anterior.

Os números da Exposec acompanham o aquecido mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Nos últimos dez anos, o mercado cresce a taxas médias de 13% anualmente, embora o potencial seja ainda maior. De um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, por exemplo, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento que vem registrando significativo crescimento nos últimos três anos.

Abrangente e completa, a 15ª Exposec também contemplará entidades e companhias que atuam com segurança pessoal e patrimonial, cofres, transporte de valores e veículos blindados.
Fonte: Blog ABESE

Lippi classifica ação de inusitada e diz que vai estudar segurança

Giuliano Bonamim – Jornal Cruzeiro do Sul
O prefeito Vitor Lippi lamentou o furto de peças e material pertencentes ao acervo histórico da cidade e classificou de inusitada a situação. Segundo ele, apesar da importância desses objetos na preservação de memória sorocabana, trata-se de produtos que não possuem valor de mercado e, portanto, não seriam visados.

Para Lippi, o local é seguro e seu grau de vulnerabilidade é o mesmo de outros pontos da cidade. “No prédio há aparato necessário de vigilância, que é feito por um funcionário do Saae”, diz o prefeito, em nota divulgada pela assessoria de comunicação do Paço. O Saae, por sua vez, diz que o local fica sem vigilância à noite.

Após o furto, Lippi vai determinar que sejam realizadas aferições das potencialidades de risco de outros locais onde existam acervos históricos. O objetivo é de reforçar a vigilância dessas áreas para garantir mais eficiência na segurança, inclusive, por meio eletrônico.

O líder do Executivo de Sorocaba acredita que o furto é resultado de uma ação orquestrada por grupo ou pessoas que estudaram o local. “Já que o furto de peças sem valor comercial tem características muito distintas de outros furtos e roubos cuja intenção é o ganho financeiro”, comenta Lippi.

Como o fato é muito recente, Lippi disse que aguardará um posicionamento oficial acerca das consequências da situação. A Secretaria de Cultura e Lazer iniciou um levantamento para saber o volume de material levado pelos bandidos.

Porta foi arrombada e ficou retorcida - Por: Aldo V. Silva


Os bandidos levaram pelo menos metade das importantes peças que estavam depositadas no antigo matadouro municipal - Por: Aldo V. Silva

Setor de segurança influencia a formação de mais profissionais

O crescimento do mercado de segurança privada no Brasil aumentou nos últimos anos. Diversos segmentos contratam profissionais, muitas vezes sem saber se os mesmos estão aptos a exercerem a profissão.

A Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, estabeleceu normas para constituição e funcionamento de empresas particulares que exploram serviços de vigilância e transporte de valores. Conhecer um pouco mais sobre este ofício, seus direitos e deveres é o que o cliente deve saber.

O vigilante, agente ou profissional de segurança privada é capacitado para zelar pela ordem e a segurança de pessoas nos limites de seus locais de trabalho. A atuação é de caráter preventivo para inibir, dificultar e impedir qualquer ação criminosa vinda de suspeitos.

Para atuar neste mercado, o interessado deve comprovar que é brasileiro (nato ou naturalizado) e maior de 21 anos. A aprovação em exames de saúde e a comprovação de capacidade moral, mediante a apresentação de antecedentes criminais são critérios obrigatórios. Todo o profissional deve possuir o certificado do Curso de Formação para Vigilantes, oferecido por escolas de formação. O curso confere ao aluno, o direito à Carteira Nacional de Vigilante (CNV), documento de identidade funcional do vigilante.

O Manual do Vigilante (elaborado pela Associação Brasileira dos Cursos deFormação e Aperfeiçoamento de Vigilantes e homologado pelo Departamento de Polícia Federal) criado para uniformizar o ensino de segurança ao vigilante em sua formação básica, extensões e respectivas reciclagens é o documento que normatizou o mercado.

Direitos humanos, sistema de segurança pública, prevenção e combate a incêndio, primeiros socorros, armamento, tiro e vigilância são algumas matérias que constam na formação do profissional da segurança.

Os profissionais têm direito a porte de arma, quando em efetivo exercício; treinamento regular; seguro de vida e prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade. Dentre alguns deveres constam a atuação no local de vigilância, observando peculiaridades do ambiente.

Revista Segurança e Cia