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Sala de instituto que teve obras roubadas não tinha câmeras

Monitoramento só existia no saguão; polícia já está com as imagens.
Foram levadas 15 obras raras do Instituto de Botânica de São Paulo.

G1 SP

A sala do Instituto de Botânica, na Zona Sul de São Paulo, de onde foram roubadas obras raras nesta quinta-feira (2) não tinha câmeras de monitoramento. A polícia já está com a imagem das câmeras do saguão do instituto, que podem ter registrado os criminosos. Os dois ladrões se apresentaram como estudantes para ter acesso ao espaço onde fica o acervo do instituto, que reúne cerca de 80 mil obras, a maioria sobre botânica.

Para entrar, é preciso se identificar, e a segurança é controlada. Mas isso não intimidou os assaltantes. Eles passaram pela porta principal antes de render vigias e funcionários.

Um dos ladrões começou a conversar com um estagiário do instituto, segundo o bibliotecário Alan Freire de Lima, de 32 anos. “Ele perguntou de um livro sobre como plantar orquídeas, um livro comum. Levantei e fui ajudar a fazer o atendimento”, contou Lima.

Ao retornar para a sala onde fica o acervo, o bibliotecário foi surpreendido. “Um segundo homem, armado, veio atrás de mim e disse: ‘É um crime de encomenda internacional. Me leva para a sala de obras raras agora’. Em seguida, me amarraram. Antes de irem embora, levaram o meu celular”, disse.

Os criminosos levaram 15 volumes de três obras raras, escritas em latim, dos séculos 19 e 20. Os nomes dos livros estavam anotados em um papel, segundo os funcionários. São livros específicos sobre palmeiras e bambus. De acordo com a diretora do instituto, só poderiam interessar a um especialista ou colecionador.

“São livros que não têm nem valor, porque são muito antigos, não têm outra edição, não têm mercado. Nós não imaginaríamos que pudesse interessar bandido comum”, afirmou Vera Bononi.

A diretora disse que, no ano passado, teve acesso a um documento que seria da Polícia Federal. O ofício revela que conversas em um presídio do Rio de Janeiro foram interceptadas e que falavam sobre obras do Instituto de Botânica. A Polícia Civil vai investigar agora se o documento é verdadeiro e tem relação com o roubo desta quinta.

“Já temos alguns informes, os policiais já estão no encalço, já estão em diligências. E tenho certeza que num futuro próximo estaremos já com os autores na mão”, afirmou o delegado Vanderlei da Costa Jr.

Masp recebe sistema de segurança de última geração

O novo sistema de segurança do Museu de Arte de São Paulo (Masp), doado por um grupo de empresas, contará com 48 equipamentos de última geração, que só serão instalados nas próximas semanas, afirmou a assessoria da companhia responsável.

O museu terá câmeras robotizadas antivandalismo e antichuva do lado de fora, sensores de voz em algumas obras para evitar a aproximação de visitantes e microcâmeras com infravermelho em todos os acessos do prédio.

Ainda estão sendo definidos detalhes como quais obras terão os sensores e que tipo de câmera terá cada sala.

O pacote de doação ao Masp, que não teve divulgado valores nem os nomes das empresas, inclui um reforço na segurança física.

Enquanto as novidades não chegam, o museu atualizou seus equipamentos antigos, como câmeras e alarmes, para a reabertura ao público.

O roubo no Masp em dezembro, por três ladrões, gerou críticas sobre a fragilidade da segurança e da administração do museu.

A segurança era feita por homens desarmados, e as obras avaliadas em 55 milhões de dólares também não tinham alarmes ou sensores.

Portal Reuters

A Rota dos explosivos

Como agem os grupos criminosos que explodem e assaltam caixas eletrônicos pelo País.

Caixas eletrônicos se tornaram a menina dos olhos da bandidagem brasileira. Um furto bem-sucedido pode render em torno de R$ 200 mil reais por cofre violado. Se o dinheiro é fácil, os meios para consegui-lo são ainda mais.

A falta de controle do mercado de produtos explosivos permite que grupos criminosos levem aos ares terminais de auto-atendimento de Norte a Sul do País e revela uma deficiência grave na estrutura de segurança nacional.

Três caixas eletrônicos são violados por dia no Estado de São Paulo. Em um terço dessas ocasiões, os ladrões utilizam explosivos, técnica capaz de neutralizar os dispositivos antifurto que queimam e mancham as notas.

Nos primeiros nove meses de 2011, foram informados 727 ataques pela Secretaria de Segurança Pública paulista e a incidência é cada vez maior em cidades do interior.

Na madrugada de quinta-feira 24, em Atibaia, por exemplo, seis homens armados explodiram um caixa eletrônico em um posto de gasolina.

Na capital paulista, as ocorrências diminuíram após a prisão de 13 policiais militares que davam cobertura para os furtos.

“Prendemos somente na capital outros 48 criminosos que formavam várias quadrilhas”, diz Rodolfo Chiarelli, delegado de repressão a roubo de bancos do Departamento de Investigação do Crime Organizado de São Paulo.

Mas o problema está longe de se restringir ao Estado mais rico do Brasil, já que no mesmo período a polícia registrou diversas ocorrências no Paraná, em Mato Grosso, em Santa Catarina e na Bahia.

“Quando surgiram os primeiros casos aqui no Nordeste nós aumentamos a qualidade do nosso sistema de segurança, mas não depende apenas da gente”, afirma Carlos Avellar, diretor da fábrica de explosivos Elephant, com sede em Pernambuco.

O mercado de explosivos tem regulamentação do Exército, que autoriza a fabricação, o armazenamento e a compra do material no País. As empresas são registradas na Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados, subordinada ao Comando de Logística do Exército. Mas a falha de controle sobre o destino dos explosivos comercializados legalmente facilita a ação dos criminosos. Nem as polícias civis de cada Estado nem o Exército contam com estruturas adequadas para fiscalizar o uso desses materiais.

A consequência direta é a de que boa parte do material usado nos furtos tem origem em depósitos de fabricantes, pedreiras, construtoras e empresas de demolição. O material chega aos bandidos por meio de assaltos e por desvios realizados por funcionários desses locais, a chamada lavagem de explosivos.

“Um sujeito pode comprar 100 quilos e desviar parte desse material, sem a menor dificuldade para revender a criminosos a um preço muito baixo”, informa o especialista em segurança Ricardo Chilelli, presidente da RCI First.

Na semana passada, policiais de Santa Catarina finalizaram a Operação Rastro, que prendeu 19 pessoas acusadas de realizar furtos a caixas eletrônicos em cidades litorâneas do Estado. Duas delas são empregados de pedreiras acusados de desviar explosivos para as quadrilhas.

“A raiz do problema é a liberdade excessiva nesse setor. A fiscalização tem que aumentar”, diz o delegado Daniel Régis, de Caçador (SC), que comandou a operação.

Outros mananciais dos criminosos são as estradas. “Entre 2009 e 2010, a quantidade de explosivos roubados subiu de 390 quilos para duas toneladas por ano”, informa o pesquisador criminal Jorge Lordello.

Relatório do Exército informa que 1,06 tonelada de emulsão de nitrato de amônia e TNT em gel foi subtraída de pedreiras e de obras em execução nas estradas durante o ano de 2010, volume 170% superior a 2009, além de 11,7 quilômetros de cordel detonante e 568 espoletas.

Os criminosos utilizam a chamada emulsão, TNT em gel, de maior estabilidade e mais fácil armazenamento que a dinamite. A banana do explosivo se assemelha uma salsicha branca e é usada em 70% desses furtos.

Diante do volume de casos que aumenta a cada dia no País, um grupo de trabalho foi criado em São Paulo, com participação de representantes dos organismos de segurança pública e dos bancos, que deve contar também com o Exército, para elaborar um plano que tenha como objetivo diminuir a fragilidade do setor de explosivos no País.

“Todos os elementos, como novas tecnologias, gerenciamento de riscos, policiamento adequado e punições severas para os criminosos, estão diretamente relacionados”, afirma Bruno Morgado, presidente da South American Surveyors, empresa que presta consultoria na área de gerenciamento de risco. Ou, então, os bandidos continuarão a usar bombas como senhas nos caixas eletrônicos.

Fonte: Revista Istoé SP – Novembro/11, pgs 70/71

Confira o que abre e o que fecha no feriado da República em SP

Metrô terá operação especial; ônibus irão circular com frota reduzida.
Segundo CET, cerca de 1,6 milhão de veículos devem deixar a cidade.

Neste feriado prolongado da Proclamação da República, diversos órgãos públicos funcionarão em regime especial na cidade de São Paulo. Os paulistanos que não foram viajar devem ficar atentos ao funcionamento das repartições.

O Poupatempo e os bancos não funcionarão na terça-feira (15), dia do feriado. Na segunda (14), o funcionamento será normal.
De acordo com a SPTrans, os ônibus circularão com frota reduzida durante este fim de semana prolongado. Os trens e o Metrô também terão operação especial. O rodízio municipal de veículos será suspenso na segunda e na terça, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Confira abaixo o que abre e o que fecha em São Paulo.
Trânsito
A CET informou que o rodízio municipal de carros será suspenso na segunda e na terça-feira. No entanto, a Zona de Restrição Máxima para os caminhões valerá na segunda-feira. A companhia espera que 1,6 milhão de carros deixem a capital paulista. A estimativa é feita com base nos números divulgados pelas concessionárias responsáveis pelas estradas.

Transporte
Segundo a SPTrans, empresa responsável pelos ônibus na cidade de São Paulo, a frota de veículos coletivos será reduzida nos dias do feriado. No sábado (12) e na segunda-feira (14), os ônibus irão circular com 70% da frota. No domingo (13) e na terça-feira (15), esse número será reduzido para 50%.

A Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) informou que irá circular com 50% da frota na terça-feira. Na segunda, a operação será de um dia útil normal.

Trens e Metrô
O Metrô irá aumentar o número de viagens durante a noite desta sexta-feira (11) na Linha 1 – Azul para facilitar o acesso aos terminais rodoviários do Jabaquara e do Tietê. Na segunda-feira, a circulação de trens será igual a de um dia útil. Na terça, a operação será semelhante a de um domingo.

Segundo a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), a circulação dos trens acontecerá com maior intervalo de tempo por conta de obras de manutenção que serão realizadas nas vias.

Bancos
As agências bancárias da capital paulista estarão abertas na segunda-feira. De acordo com a Febraban, na terça-feira não haverá expediente.

Poupatempo
Os postos do Poupatempo não abrirão no dia do feriado, na terça-feira. O Disque-Poupatempo também não irá funcionar. O serviço funcionará normalmente na segunda-feira.

Correios
As agências dos Correios abrirão normalmente na segunda-feira. Na terça, segundo a empresa, somente a agência do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, estará de plantão.

Abastecimento
No dia 15, os sacolões e mercados devem abrir, com exceção dos da Lapa, de Pinheiros, de Santo Amaro e de São Miguel. As feiras livres atenderão nos locais e horários habituais.

Assistência Social
Estarão abertos nos dias 14 e 15, apenas os serviços de emergência e acolhida que são oferecidos o dia inteiro: Abrigos, Centros de Acolhida e Central de Atendimento Permanente e de Emergência.

Cultura
Funcionarão nos dias 14 e 15 o Centro Cultural São Paulo, o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, a Galeria Olido, o Teatro Municipal, o Museu do Teatro Municipal, o Teatro Cacilda Becker, o Sítio da Ressaca, o Sítio Morrinhos, a Capela do Morumbi, a Casa do Bandeirante, a Casa do Grito, a Casa Modernista, a Casa do Tatuapé, o Monumento à Independência, o Pavilhão das Culturas Brasileiras e o Ponto de Leitura do Piqueri.

Educação
Não haverá aula na segunda e terça-feira, e os Centros Educacionais Unificados abrirão para atividades esportivas e culturais nos horários habituais.

Esporte
Os Clubes da Cidade e os Clubes Escola abrirão nos dias 14 e 15 só para as atividades esportivas e de lazer, nos horários habituais.

Saúde
Os hospitais e prontos-socorros funcionarão ininterruptamente. As Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs) tradicionais abrem de segunda a sábado das 7 às 19 horas. As AMAs Especialidades fecham nos dias 14 e 15 e voltam a funcionar normalmente na quarta-feira (16). As AMAs que funcionam 24 horas abrem todos os dias, sem interrupções. As Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os Ambulatórios de Especialidades fecham nos dois dias, voltando a funcionar na quarta.

Subprefeituras
As Praças de Atendimento não funcionarão durante o feriado prolongado. O funcionamento volta ao normal no dia 16.
Trabalho
Os postos do Centro de Apoio ao Trabalho (Cat), da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho e da Tenda do Trabalhador não prestarão serviço ao público na segunda e terça. Já as agências do banco de microcrédito “São Paulo Confia” que estão instalados fora dos postos do CAT e das sedes das Subprefeituras funcionarão normalmente na segunda. No dia 15 estarão fechadas.

Verde e Meio Ambiente
Os Parques Municipais funcionarão no horário habitual. Os parques da Luz e Guarapiranga não abrirão na segunda-feira.