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Câmeras de monitoramento são instaladas em Santos

Comando da GM disse que até o final do ano 48 serão instaladas. Monitoramento diminuiu furtos e roubos em locais onde há câmeras.

Seis câmeras de monitoramento foram instaladas no bairro do Gonzaga, em Santos, para auxiliar na segurança do local.

As câmeras fazem parte do sistema de monitoramento da cidade. Ao todo são 98 câmeras espalhadas por diferentes pontos da cidade, sendo 30 analógicas e 60 digitais. As câmeras giram 360° e utilizam sistema de aproximação de 800 metros.

Os equipamentos estão monitorando a orla da praia, o Centro, a Alemoa Industrial, a sede do Centro de Referência em Aids, o Macuco e o Parque Municipal Roberto Mário Santini. Há câmeras também no José Menino, no cruzamento da Avenida Conselheiro Nébias com a Rua Almeida de Moraes, na Vila Mathias, duas no túnel Rubens Ferreira Martins, no Centro, ao longo da Avenida Pedro Lessa, abrangendo o Embaré e Aparecida, no Gonzaga e na Arena Santos, na Vila Mathias.

A previsão é que até o final do ano sejam instalados mais equipamentos de vigilância, atendendo outros pontos da cidade. Segundo o comandante da Guarda Municipal de Santos (GM), 48 câmeras serão instaladas até o final do governo, 10 na área do orquidário, 20 na praia e 18 na área central.

O comandante conta que alguns casos são evitados e solucionados graças aos equipamentos, como roubos de corrente e roubos de carros.

Na entrada da cidade, onde havia muitos roubos e furtos, desde que as câmeras foram instaladas esses tipos de crimes diminuíram. A Guarda Municipal utiliza ainda um sistema de GPS, que é atualizado a cada 15 segundos, e mostra onde as viaturas estão localizadas. O sistema ajuda a encaminhar as viaturas mais próximas a locais onde ocorrências estão acontecendo.

Portal G1

Santos vai triplicar número de câmeras

Atualmente com 38 câmeras, o Sistema Integrado de Monitoramento (SIM) de Santos vai incorporar outras 49. A projeção não inclui o incremento na segurança do Orquidário, que contará com 48 equipamentos a partir de novembro.

As novidades serão o reforço da vigilância por vídeo no ginásio poliesportivo Arena Santos (Av. Rangel Pestana,184 – Vila Mathias), na orla e a chegada do monitoramento ao Gonzaga.

A Arena Santos já conta com um equipamento ligado ao SIM. “Em breve, vamos dotar este espaço com mais cinco câmeras. Além disso, seis equipamentos serão instalados em áreas comerciais do Gonzaga”, afirma o secretário municipal de Segurança, Claudio Trovão.

A orla é outro ponto que terá o monitoramento por vídeo reforçado: o total de câmeras vai passar de 22 para 40. “Estas 18 câmeras que vão chegar integram o projeto de revitalização, que compreende a reformulação dos quiosques da praia”, diz Trovão.

De acordo com ele, os equipamento serão adquiridos por meio de repasse do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (Dade).

Já as 20 câmeras restantes serão doadas pela Petrobrás para o monitoramento do Centro Histórico e do Valongo.

Michella Guijt – A Tribuna

Santos ganhará 61 novas câmeras de segurança

Hoje, Santos conta com 33 câmeras; com as novas aquisições, cidade terá 94 equipamentos
Do Metro Santos

Santos vai ganhar mais 61 novas câmeras de monitoramento eletrônico até o final do ano, segundo o secretário de Segurança, Carlos Trovão.

Os equipamentos serão adquiridos por entidades privadas, por meio de emenda parlamentar, além de verba do Governo do Estado. As câmeras serão interligados ao SIM (Sistema Integrado de Monitoramento).

Segundo o secretário, a Petrobras instalará 20 câmeras na região Central. Já a orla contará com 18 câmeras, provenientes de verba do Dade (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias). A cidade contará ainda com mais 17 espalhadas pelos bairros: Ponta da Praia, Gonzaga, Pompéia e Marapé, através de verba parlamentar da Câmara Municipal.

Além de 6 equipamentos no Centro Histórico, comprados pela Associação Comercial e Museu do Café. “A nossa meta é estar com todas as câmeras instaladas até o final do ano. As primeiras que devem ser instaladas são as câmeras adquiridas pela Petrobras, na região Central, pois a empresa já fez licitação para a compra. As câmeras que serão adquiridas através de emenda parlamentar também já estão em processo de compra”, disse Trovão.

Hoje, o sistema conta com outras 33 câmeras. Com os outros 61 pontos de monitoramento, no total, 94 câmeras vão gerar imagens 24 horas por dia. “Desde que o SIM foi criado foram feitas mais de 35 mil intervenções, quase 2.500 por mês”.

Auxílio nas investigações
Segundo o especialista em segurança patrimonial e pessoal, Vinícius Vaz Ferreira, as câmeras de monitoramento ajudam a inibir e auxiliam na investigação de alguns crimes.

“A câmera tem efeito psicológico inibidor. Às vezes ela nem funciona, mas a pessoa acha que está sendo filmada. Sem contar no auxílio às investigações. O crime não começa no ato. O marginal, muitas vezes já está seguindo aquela pessoa, ou está rondando o bairro. Esses equipamentos ajudam a compor o cenário do crime, para onde ele fugiu, o carro ou moto que o marginal estava usando, a placa desses veículos. São informações que muitas vezes levam a polícia ao autor do crime”.

Bairros da região Central de Santos terão novas câmeras de monitoramento

Câmeras serão integradas à central do SIM


Em aproximadamente dois meses, a Prefeitura de Santos espera começar a instalar 20 novas câmeras do Sistema Integrado de Monitoramento (SIM) nos bairros Valongo, Vila Mathias, Paquetá, Vila Nova e Centro.

Como ocorre com outras câmeras, estas serão blindadas e integradas por fibra ótica à central do SIM, que opera no Paço Municipal. As câmeras terão alcance mínimo de 500 metros, visibilidade de 360 graus na horizontal (giro completo) e de 180 graus na vertical.

De acordo com o secretário municipal de Segurança, Renato Perrenoud, a licitação para a compra dos equipamentos está em curso, e a previsão é que, ainda neste semestre, o sistema esteja em funcionamento.

Com o incremento, o SIM beneficiará mais 18.129 pessoas em 5.989 imóveis do Centro Histórico e do Centro Expandido (área que agrega Vila Mathias, Paquetá e Vila Nova).

Hoje, o sistema conta com outras 33 câmeras. Vinte e duas ficam na Orla, cinco no Centro, cinco na Alemoa e uma em base móvel.

Com os outros 18 pontos de monitoramento na Orla, com previsão de operação a partir de dezembro, serão, no total, 71 câmeras gerando imagens 24 horas por dia.

A Tribuna

Prefeitura de Santos instala nove câmeras de monitoramento em centros comerciais


Secretaria de Comunicação de Santos / Foto: Tadeu Nascimento

A Prefeitura de Santos firmou nesta segunda-feira (5) parceria para instalar mais nove câmeras de segurança do SIM (Sistema Integrado de Monitoramento) no Gonzaga e na Avenida Pedro Lessa. Além destas, há cerca de uma semana está em operação uma câmera na entrada de Santos (Av. Nossa Senhora de Fátima com Av. Martins Fontes).

Os mais recentes investimentos foram anunciados pelo prefeito João Paulo Tavares Papa durante reunião com representantes do comércio, supermercados e bancos e vereadores, no salão nobre. Serão seis câmeras no Gonzaga, compradas com recursos do CDL Gonzaga e Shopping Miramar, e por meio de emenda parlamentar.

As câmeras serão instaladas nos seguintes trechos: Av. Ana Costa com a Praça da Independência, com Rua Otton Feliciano e com a Av. Francisco Glicério; nos cruzamentos da Av. Floriano Peixoto com R. Pereira Barreto; R. Marcílio Dias com R. Otton Feliciano e R. Galeão Carvalhal com R. Carlos Afonseca.

Já os três equipamentos da Av. Pedro Lessa, adquiridos com emenda parlamentar, serão colocados nas esquinas com a Av. Senador Dantas, canal 5 e Rua Lacerda Franco.

Somadas a outras 18 câmeras que serão subsidiadas pela Petrobras no Valongo, Vila Mathias, Paquetá, Vila Nova (área do Mercado Municipal) e Centro Histórico, por meio de convênio já formalizado com a prefeitura, Santos praticamente dobrará o número de câmeras de monitoramento. Hoje, estão em operação 30 distribuídas na orla da praia, Alemoa, Centro e uma móvel.

“Já temos um dos mais modernos sistemas de monitoramento do país e bons índices de segurança, que podem avançar e melhorar. Esse investimento deve ser expandido através de parcerias para proporcionar à população o melhor em termos de segurança”, diz Papa.

Segundo ele, o grande investimento de implantação foi feito pela Prefeitura, que também promove a manutenção do SIM. Sua operação é compartilhada entre Administração Municipal, CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e polícias Civil e Militar. “O desafio agora é ampliar a rede de monitoramento, por meio de parcerias com a iniciativa privada”.

Cada câmera custa aproximadamente R$ 40 mil. O presidente do CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) Santos-Praia, Nicolau Obeidi, aprovou as medidas: “Elas darão mais tranquilidade ao centro comercial do Gonzaga e à cidade inteira, além de propiciar maior sensação de segurança à população”.

Equipamento
O sistema de monitoramento santista opera 24 horas e tem grande alcance, pois conta com câmeras blindadas e de boa captação noturna. Elas possuem capacidade de rotação e até 800 metros de zoom, incluindo raio de 1.600 metros.

O monitoramento permite também melhor controle do trânsito pela CET e mais rapidez de atuação em casos de acidentes, congestionamentos e outras ocorrências.

Desde sua implantação, em 2006, contribuiu na redução de até 70% da incidência de roubo nos locais servidos por câmeras. As imagens gravadas também servem de subsídio para investigações e como provas para a justiça e polícia.

Fonte: Jornal da Orla

Homens invadem centro de distribuição domiciliar dos Correios.

Os carteiros de Praia Grande estão apreensivos devido à onda de roubos que vêm sofrendo nos últimos dias. Nesta segunda-feira, mais dois entregadores foram assaltados e, no sábado, o Centro de Distribuição Domiciliar (CDD) da Vila Caiçara foi invadido para subtração de encomendas.

Por volta das 9h30 de sábado, três homens encapuzados e armados invadiram o CDD, renderam de 10 a 15 carteiros e funcionários e saquearam as encomendas que lhes interessavam.

Enquete: na sua opinião, o que deve ser feito neste caso?

Durante a investida, um assaltante chutou uma vítima para que ela não o visualizasse. Boa parte dos funcionários foi trancada em um banheiro. Os pacotes roubados foram colocados em um carro dos próprios marginais, cuja placa não foi anotada.

“Os ladrões foram direto para o objetivo deles”, disse Márcio Anselmo Farina, diretor de Relações Sindicais do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. Ainda conforme Farina, os marginais nem passaram por perto das correspondências sem valor.

Roubos frequentes
De julho do ano passado até agora já são aproximadamente 40 roubos contra carteiros em Praia Grande. Só na última sexta-feira houve três casos. A preocupação aumenta porque os ataques também ocorrem em bairros da orla, e não apenas na periferia.

Os ladrões têm interesse pelos talões de cheques e cartões de crédito e bancários transportados, porque eles podem ser usados em estelionatos. Além disso, nos malotes dos Correios são colocadas encomendas valiosas, como relógios, perfumes importados e aparelhos eletrônicos.

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, Márcio Farina, anunciou nesta segunda-feira que a categoria poderá paralisar as suas atividades em Praia Grande por um dia, se providências não forem adotadas. “Será uma forma de protestar e exigir uma solução para o problema”, justificou.

Porém, a greve ainda não tem data definida e, se ocorrer, será antecedida de uma comunicação prévia aos Correios e à população. Na sexta-feira, conforme Farina, as diretorias do sindicado e dos Correios na região se reuniram para discutir a série de assaltos.

“Propusemos várias ações para inibir as ações dos assaltantes e garantir maior segurança aos carteiros”, declarou Farina. Uma das medidas sugeridas é a imediata suspensão de entregas de talões de cheques e cartões de crédito. Outra consiste em providenciar a escolta de empresas terceirizadas de segurança aos carteiros que trabalham em áreas mais críticas.

De acordo com o sindicalista, em locais da Capital considerados de risco, os carteiros contam com esse tipo de proteção. O delegado Luiz Evandro de Souza Medeiros, do 1º DP de Praia Grande, determinou aos seus policiais um minucioso mapeamento dos roubos para desencadear uma repressão mais eficaz contra os crimes.

Correios
Por intermédio de sua assessoria de imprensa, em São Paulo, os Correios informaram que estão adotando várias ações para minimizar a incidência de roubos, entre as quais reuniões com a Secretaria de Segurança Pública, com a Superintendência da Polícia Federal, com a Polícia Militar e com o Departamento de Investigações contra o Crime Organizado (Deic).

Outras medidas adotadas, conforme a estatal, são operações conjuntas com os órgãos de Segurança Pública e ações junto ao Procarga (Programa de Combate ao Roubo de Carga do Estado de São Paulo).

Eduardo Velozo Fuccia – A Tribuna

Carteiros são assaltados constantemente em Praia Grande

Os carteiros em Praia Grande trabalham sob tensão. Os constantes assaltos que vêm sofrendo fazem de sua atividade uma profissão de risco, mesmo sem desempenharem funções de reconhecido perigo como as exercidas por policiais, bombeiros, pilotos de corrida, dublês de filme de cinema e correspondente de guerra, entre outras.

O interesse dos ladrões pelos carteiros, ou melhor, pelo que transportam é compreensível. Entre as correspondências sem valor econômico que eles devem entregar estão cartões de crédito e bancários, talões de cheques e encomendas valiosas, como relógios, perfumes importados, notebooks e outros aparelhos eletrônicos.

O clima de apreensão atingiu o seu ápice na última sexta-feira, quando três carteiros tiveram roubados, mediante ameaça de arma de fogo, os malotes que transportavam. Com medo de represálias dos assaltantes e de retaliações da própria Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), eles não quiseram dar entrevistas.

Porém, outros carteiros e funcionários da ECT ocupantes de cargos diferentes aceitaram falar sob o compromisso de não terem os nomes divulgados. “Estou trabalhando em pânico. Ainda não aconteceu nada de mais grave, mas a gente nunca sabe se um marginal vai atirar”, desabafou um carteiro.

Outro funcionário dos Correios, cujo cargo não exige trabalho externo, comentou que, por causa da série de assaltos, vários carteiros requereram as suas transferências para cidades vizinhas e ameaçam faltar se não forem atendidos.

Mas esse mesmo servidor adverte que a remoção não significa a solução do problema, porque a onda de roubos contra os entregadores da estatal também se verifica nas demais cidades da Baixada Santista, embora em menor proporção do que em Praia Grande.

Nos assaltos registrados na sexta-feira chama a atenção o fato deles terem sido cometidos em bairros da orla. “Os assaltos não acontecem apenas na periferia, como se poderia imaginar”, observou outro carteiro que pediu anonimato.

Eduardo Velozo Fuccia – A Tribuna