Clientes Sekron
  Esqueci a Senha
Conheça nosso site Institucional ›

Posts Tagged ‘ Parceria

Congresso Internacional de Segurança é lançado durante a 15ª Exposec

Durante a 15ª Feira Internacional de Segurança (Exposec), realizada de 08 a 10 de maio em São Paulo, Carlos Alberto Progianti, presidente da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), anunciou a oitava edição do Congresso Internacional de Segurança (CIS), que acontece em 29 e 30 de novembro, no Novotel Jaraguá, em São Paulo, com o tema “Oportunidades e Perspectivas do Vídeo Monitoramento”.

O tema escolhido para a oitava edição do Congresso está relacionado a uma significativa parcela do mercado: o setor de sistema de circuito fechado de TV, que representa 43% do mercado de sistemas eletrônicos de segurança, e reflete o momento aquecido pelo qual esse mercado vem passando. Os temas das palestras vão abordar desde o cenário dos estádios e grandes área para eventos esportivos até o perfil psicológico e traumas em estações de monitoramento. Na programação, estão confirmados palestrantes da Argentina, Espanha, Estados Unidos e Itália, além de importantes instituições como Universidade de São Paulo, Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), Grupo de Estudos Técnicos de Madri, entre outros.

A ABESE também aproveitou a feira para divulgar a parceria que acaba de ser fechada com Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI, por meio do Departamento de Segurança da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). Por meio do acordo, inicialmente serão realizados dois cursos de capacitação para profissionais do mercado de sistemas eletrônicos de segurança, um curso de qualificação para eletricista instalador e outro de aperfeiçoamento profissional. “Esse é um momento especial para o mercado de segurança eletrônica que carece de mão de obra especializada e contará, a partir de agora, com a renomada experiência do SENAI”, afirma Carlos Progianti.

Revista Segurança e Cia

Semana do desarmamento no M’Boi Mirim


Começou nessa segunda-feira (8) a Semana do Desarmamento no M’Boi Mirim. Articulada pelo Instituto Sou da Paz em parceria com os integrantes do Plano de Controle de Armas da Cidade de São Paulo, a ação pretende facilitar e promover a entrega voluntária de armas de fogo e munições na zona sul da capital paulista. A campanha se estenderá até o sábado, dia 13.

Apesar da queda significativa no índice de homicídios no M´Boi Mirim nos últimos 10 anos, a área ainda é uma das mais impactadas pela violência na cidade, o que motivou a criação de ações locais especialmente voltadas para a desvalorização das armas de fogo na região.

A pessoa que entregar sua arma ou munição nos postos do M’Boi Mirim não precisará se identificar e receberá uma indenização entre R$ 100 e R$ 300 dependendo do tipo de arma entregue. Ao todo, seis postos estarão abertos das 8h às 17h para o recolhimento das armas e munições. São eles:

Postos provisórios
CIC Feitiço da Vila (Dias 8,9 e 10)
Estrada de Itapecerica, 8.887, Itapecerica da Serra
(11) 5825-2444

CIC Sul (Dias 11, 12 e 13)
Rua José Manoel Camisa Nova, 100, Jardim São Luís
(11) 5514-0182

Postos fixos (Não funcionam aos fins de semana)
Inspetoria da Guarda Civil Metropolitana no M’Boi Mirim
Rua Nova Tuparoquera, 2.220, Jardim São Luís
(11) 5897-2609 / 5892-0283

47º Distrito Policial
Estrada de Itapecerica, 5.864, Itapecerica da Serra
(11) 5821-2805

92º Distrito Policial
Rua Maria Benedita Rodrigues, 300, Parque Santo Antônio
(11) 5511-8914

100º Distrito Policial
Rua José Carlos dos Santos Marques, 301, Jardim Ângela
(11) 5831-2380

Fonte: Instituto Sou da Paz

Sobreviventes da violência: a dor solitária que nunca acaba

Famílias afetadas pela morte violenta de um parente relatam como enfrentam o sofrimento devastador; psicóloga que teve dois filhos mortos em assalto cria grupo de ajuda para quem vive esse mesmo drama

Filipe Rodrigues
São José dos Campos

“Fico parada e olho para a porta o dia todo. Minha esperança é que meu filho entre dizendo que tudo é mentira. Que nada aconteceu”.

O filho de 16 anos de Valquíria Maria da Silva Mack, 49 anos, é mais uma vítima direta da violência urbana. Ele foi baleado por um policial militar no dia 30 de maio e após receber alta do hospital foi escondido pelos pais em outra cidade.

No Vale do Paraíba, 144 pessoas sofreram tentativa de homicídio e outras 126 foram assassinadas até abril de 2011, segundo a Secretaria de Segurança Pública.

O trauma causado por esta violência não afeta apenas quem a sofreu. Parentes e pessoas próximas também são consideradas vítimas e carregam marcas deste trauma para o resto da vida.

Embora uma lei federal determine o auxílio “aos herdeiros e dependentes carentes de pessoas vitimadas por crime doloso”, a falta de políticas públicas dificulta a recuperação destas pessoas.

Superação
A cada dia, o número de vítimas da violência cresce mais. Sem apoio, elas criam as próprias receitas para superar a dor.

A família do pastor Nério dos Reis, 47 anos, morto na última terça-feira enquanto chegava em casa, no Parque Industrial, zona sul de São José, aposta na união para seguir a vida após a perda.

“Ele era nossa espinha dorsal. Vamos nos unir para voltarmos a ser uma família feliz”, diz Lilian dos Reis, 22 anos, filha do pastor.

União
Em Lorena, a psicóloga Alda Patrícia Fernandes Nunes Rangel, 63 anos, criou o grupo ‘Amor Infinito’ após perder os dois filhos, de 18 e 15 anos, assassinados durante um assalto em 1991.

“Luto compartilhado é luto amenizado. Se a vítima conhecer pessoas na mesma situação, divide a dor”.

O grupo se reúne a cada 15 dias no consultório de Alda, no Jardim Margarida. Mais informações no telefone (12) 3152-1688.

Órgão que dá apoio só atua em São Paulo
São José dos Campos

O governo do Estado de São Paulo criou em 1998 o Cravi (Centro de Referência e Apoio à Vítima), ligado à Secretaria de Justiça, para ajudar pessoas que sofrem direta ou indiretamente com a violência.

Segundo Shigueo Kuwahara, coordenador do programa, hoje o atendimento é voltado para moradores da capital e da grande São Paulo, mas um projeto pretende ampliar o atendimento para todo o Estado.

“Para viabilizar isso é necessário uma grande parceria institucional, com órgãos como OAB, prefeitura, judiciário e representantes da sociedade. O objetivo do trabalho do Cravi é dar voz e visibilidade às vítimas e suas demandas, não só assistenciais”.

O coordenador reforça que para que a iniciativa seja levada a outras cidades é necessário que as prefeituras procurem o Cravi com uma proposta para que a instituição possa ser criada no município.

Lei
O atendimento do Cravi é baseado no artigo 245 da Constituição Federal e no Decreto n.º 42.209/97, no Programa Estadual de Direitos Humanos. Ambas as leis obrigam o poder público a dar assistência a vítimas de crime doloso.

Kuwahara explica que a estrutura do Cravi é formada por 10 pessoas: cinco defensores públicos, três psicólogos e dois assistentes sociais. Para 2011, a expectativa é que 300 pessoas sejam atendidas.

“Nós não vamos até a vítima pois a busca ativa pode assustar a pessoa. Ela nos traz seu relato e a encaminhamos para receber o apoio de uma rede própria”, diz Shigueo.

O coordenador afirma que o órgão trabalha principalmente com a orientação jurídica e psicológica das vítimas.

“Nossa maior preocupação está em não permitir que a vítima entre em processo de autodestruição, o que não é incomum de acontecer”.

Fonte: O Vale

PM vai panfletar contra roubo a banco

25 de maio de 2011

CAMILLA HADDAD

Policiais militares vão distribuir panfletos com alertas de segurança nas agências bancárias da capital, principalmente no setor de autoatendimento e na entrada dos estabelecimentos. O material é ilustrado com desenhos que representam situações pelas quais passam os funcionários de bancos e os clientes.
A medida passa a valer na próxima semana e faz parte de uma estratégia montada pela corporação para combater crimes como ‘saidinha de banco’, sequestro de gerentes e roubos. De madrugada, a ronda foi reforçada no lado de fora até as 6h40 – para evitar os ataques a caixas eletrônicos, que cresceram muito neste ano.
A operação, chamada pela PM de “Saque Seguro”, começou ontem com visitas de policiais aos gerentes e demais funcionários e também conscientização de clientes. O trabalho é desenvolvido das 10h às 16h. Parte do efetivo do bairro entrou nos bancos, andou pelas filas e fez patrulhamentos nos estacionamentos conveniados, o que antes não acontecia.
Os responsáveis pelas visitas são soldados do bairro. Além deles, a PM chamou 32 homens do setor administrativo que receberam treinamento para atuar nas agências consideradas mais críticas. Os bancos entregaram à Polícia Militar uma lista com endereços de agências com maior número de crimes. Entre elas estão estabelecimento no Morumbi, Jabaquara (zona sul), Santana (norte) e Butantã (oeste).
Aplausos
A novidade chamou a atenção. Em uma das agências onde foi feita a visita houve aplausos dos clientes, segundo a Polícia Militar. Em Santana, o funcionário de um estacionamento diz ter se surpreendido com a chegada de duas viaturas. Ele contou que pensou ter havido um roubo, perguntou para os policiais o que estava acontecendo e foi informado sobre a operação.
Em todas as agências visitadas, os gerentes assinam uma espécie de lista de presença trazida pelos PMs, para comprovar que a ronda passou pelo local.
O coronel Marcos Chaves, comandante do policiamento da capital, afirma que espera uma reação positiva das pessoas. Segundo o oficial, uma das metas é justamente a criação de “vínculo” entre funcionários, clientes e policiais do bairro.
“Hoje (ontem) foram 400 agências visitadas” afirmou Chaves. “Aparentemente, o objetivo foi alcançado. Essa aproximação é importante. Se cria uma amizade, o policial começa a interpretar as reações das pessoas e assim pode identificar se há algo errado acontecendo”, avalia.
O especialista em segurança Felipe Gonçalves considera a ronda “muito efetiva”. “A pessoa mal intencionada vai pensar duas vezes antes de agir”, explica. Gonçalves diz ainda que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) também deve intensificar a prevenção e a segurança.
O diretor setorial de Segurança Bancária da Febraban, Pedro Oscar Viotto, disse que a parceria com a PM é importante. “O reforço do policiamento na região da agência beneficia todo o entorno, diminuindo a criminalidade de maneira geral.” Para a Febraban, a principal recomendação é não comentar com estranhos sobre saques de grandes valores.
O Banco do Brasil, que ontem teve uma visita na agência da Rua Voluntários da Pátria, em Santana, informou, em nota, que constantemente orienta seus funcionários através de palestras que abordam temas relacionados com a segurança preventiva; cursos sobre segurança de ambientes e de pessoas; publicações periódicas de mensagens contendo dicas e informações a respeito da segurança bancária, além de adotar instruções normativas específicas para o tratamento do assunto.
Segundo informações da Febraban, a cidade de São Paulo tem 2.449 agências bancárias.