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Adesivos sobre assaltos são colados em placas na Zona Oeste de SP

Ação é protesto contra violência na cidade de São Paulo.
Segundo internauta, Pompéia sofre com número de assaltos.
Adesivos avisando sobre o perigo de assalto foram colados em placas de trânsito do bairro da Vila Pompéia, na Zona Oeste de São Paulo. As imagens foram enviadas por um internauta, que preferiu não se identificar. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) retirou os adesivos porque atrapalhavam a sinalização.
Segundo o internauta, ele e um amigo decidiram protestar contra a falta de segurança na cidade de São Paulo depois de sofrerem com assaltos. “Meu amigo, por exemplo, teve a casa roubada duas vezes na Zona Sul e também o seu carro roubado. Eu mesmo fico sabendo de vários assaltos em frente ao meu prédio e em todo meu bairro, que é a Pompéia”, disse.
Segundo ele, a intervenção é uma forma de protesto. A ação seria uma forma de ironizar a segurança da cidade. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou, por meio da assessoria de imprensa, que o número de crimes não aumentou no bairro neste ano.
Fonte: G1

Cresce procura por sistemas de segurança

Tradicionalmente, os últimos meses do ano marcam o período mais aquecido para as empresas de segurança eletrônica. Nessa época, a procura por pacotes de tecnologias que incluem desde cercas elétricas até complexos sistemas de videomonitoramento cresce exponencialmente, muito em função da proximidade das festas de fim de ano e das férias. Neste ano, um novo componente vem ampliando o interesse de clientes empresariais e residenciais por esse arsenal de proteção: a onda recente de violência na Grande São Paulo.

Segundo fornecedores ouvidos pelo Valor, o aumento da demanda por sistemas e equipamentos foi de 20%, em média, desde o início dos incidentes. A maioria dessas consultas está sendo realizada por novos clientes.

Grande parte da população e das empresas está distante da zona de confronto entre policiais e criminosos. Os incidentes têm se concentrado em determinados pontos da Grande São Paulo. Para os especialistas, no entanto, esse aspecto não deixa de trazer reflexos diretos na demanda. “Momentos como esse aumentam a sensação de insegurança, mesmo que as pessoas não sejam diretamente ameaçadas”, disse Carlos Progianti, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese).

Progianti disse que uma mudança recente no perfil das consultas dos clientes é um bom indicador desse cenário. Em períodos de normalidade, tecnologias de monitoramento, como os circuitos fechados de TV, respondem pela maioria das solicitações. Por outro lado, em situações atípicas aumenta a procura por recursos mais ligados à proteção efetiva frente a um perigo iminente. Nessa vertente, estão incluídos alarmes, sensores e cercas elétricas, entre outras tecnologias. “É o que vem acontecendo. Os clientes têm mostrado um interesse maior por tecnologias ligadas a barreiras físicas”, afirmou.

O mercado brasileiro de segurança eletrônica cresceu a um ritmo anual de 11% nos últimos cinco anos, segundo dados da Abese. Em 2011, o setor movimentou US$ 1,83 bilhão no país. Cerca de 88% dos negócios estão relacionados a clientes não residenciais.

A concentração no segmento empresarial, entretanto, tende a diminuir. De acordo com as companhias, esse movimento é anterior à onda de ataques, mas vem sendo reforçado por esse contexto. A mudança é expressa na adoção de tecnologias mais sofisticadas, como o controle de acesso de pedestres e veículos, e os sistemas de videomonitoramento. Antes, mais restrito a grandes empresas e condomínios comerciais, esse nível de proteção está começando a migrar também para os condomínios residenciais.

Essa migração vem acontecendo pouco a pouco. Os condomínios residenciais de alto padrão foram os primeiros a investir em recursos como códigos e sistemas de biometria para controlar o acesso a elevadores, garagens, áreas de lazer e outras áreas comuns das instalações. Hoje, é raro que um novo empreendimento nessa categoria não compreenda essas tecnologias desde a concepção do projeto.

Da mesma forma, os condomínios de alto padrão mais antigos puxaram uma segunda onda de adoção, ao substituírem suas tecnologias por ferramentas mais avançadas. Agora, os fornecedores dizem que os condomínios residenciais de menor porte, instalados em diferentes regiões de São Paulo, estão começando a seguir o mesmo caminho.

As tecnologias de segurança eletrônica estão acompanhando a busca por um nível de proteção diferenciado. A principal tendência é o desenvolvimento de softwares que acrescentam inteligência aos circuitos de videomonitoramento. Essas novidades são reforçadas pela transição das câmeras analógicas para as câmeras IP, que são conectadas à internet, têm sensores infravermelho e oferecem melhor qualidade de imagem.

Com o auxílio de softwares e algoritmos, esses equipamentos são capazes de detectar qualquer padrão que destoe dos parâmetros preestabelecidos pelos clientes. Entre outras aplicações, as câmeras conseguem medir a velocidade de movimentos e contar quantas pessoas estão em um recinto. Uma joalheria, por exemplo, pode definir que certo número de pessoas paradas em frente à vitrine da loja, por um determinado período, é uma situação de atenção.

A partir da identificação de qualquer exceção à regra, as câmeras podem – entre outras ações – emitir um alerta de atenção para uma central remota de monitoramento. Já existem ofertas disponíveis para que o cliente acesse em tempo real as imagens por meio de smartphones e tablets. Ao mesmo tempo, os sistemas permitem a gravação remota, o que evita a perda das imagens em caso de destruição ou captura das gravações no local pelos criminosos.

Jornal Valor Econômico

Resiliência ao estresse

A capacidade de ser resiliente em lidar com o estresse é apenas parcialmente genética. Aprender os conjuntos de habilidades específicas (formação consciência) pode expandir nossas habilidades em lidar com o estresse e nos permitir desenvolver respostas positivas em lidar com as adversidades da vida.

A principal área do cérebro que lida com o estresse é o sistema límbico, ou seja, a unidade responsável pelas emoções.

Sempre que percebemos uma ameaça iminente, ou imaginada, o sistema límbico responde imediatamente através de seu sistema nervoso autônomo – complexa rede de glândulas endócrinas que automaticamente regula o metabolismo. Depois que o perigo percebido passou, o seu corpo, então, tenta voltar ao normal. Mas isso pode não ser tão fácil, e torna-se ainda mais difícil quando ativado repetidamente em um curto período de tempo, ou à medida que envelhecemos.

Apesar do sistema nervoso simpático entrar em ação imediatamente ao percebemos uma ameaça iminente ou imaginada, é muito lento para se desligar e permitir que o sistema nervoso parassimpático se tranquilize para acalmar as coisas.

Uma vez que sua resposta ao estresse tenha sido ativada, o sistema sabiamente se mantém em um estado de prontidão. Este estado de prontidão, caso continue ao longo do tempo, tem um preço na saúde física e emocional.

Quando estamos trabalhando em um ambiente que por sua própria natureza, dispara automaticamente uma “resposta de medo” primitivo como percebido pelo nosso sistema nervoso central, ou seja, o perigo pode ser real ou imaginária do nosso cérebro, respondendo da mesma forma para qualquer situação, que pode facilmente tornar-se um estresse crônico, que quando não bem administrado, pode resultar em estresse pós-traumático e em seguida em um estado de esgotamento físico e mental, cuja causa está intimamente ligada à vida profissional.

Os problemas físicos relacionados ao estresse crônico incluem a redução da resposta imunológica, a tensão muscular crônica, e o aumento da pressão sanguínea. Estes problemas podem levar a sérias doenças potencialmente fatais, como ataques cardíacos, doenças renais e câncer. Os primeiros sintomas são relativamente leves, como dores de cabeça crônicas e maior susceptibilidade a resfriados e outros. Com mais exposição ao estresse crônico, os problemas de saúde mais graves podem se desenvolver da seguinte forma:
• depressão
• diabetes
• perda de cabelo
• doença cardíaca
• hipertireoidismo
• obesidade
• transtorno obsessivo-compulsivo ou ansiedade
• disfunção sexual
• dentária e doença periodontal
• úlceras
• câncer e outros
A gestão do estresse é a chave e não a eliminação do estresse. O desafio nos dias de hoje é não deixar que o sistema nervoso simpático fique cronicamente excitado. Isso requer conhecimento e uso adequado de técnicas que trabalham para ativar suas respostas de relaxamento, diminuindo a excitação do sistema simpático.

Ao avaliar a natureza e a cultura da corporação conseguimos determinar o que está causando e disparando o estresse. Uma vez, que estes gatilhos são identificados, uma receita individualizada pode ser desenvolvida para apoiar e construir a resiliência ao estresse através do treinamento de conscientização para as pessoas que trabalham dentro desta determinada empresa, como por exemplo, uma simples pausa de 15 minutos, duas ou três vezes durante o dia pode reduzir muito a resposta ao estresse através de um fortalecimento do sistema parassimpático ou tranquilizante do nosso sistema nervoso central.

Isso resulta em uma maior produtividade do trabalhador, na criatividade, uma melhor saúde e mais longevidade. Uma vez que as pessoas entendem o dano potencial que o estresse crônico pode causar e como as práticas específicas podem reprogramar nossas respostas neurobiológicas, podendo trabalhar para o nosso próprio interesse para tornarmos mais resilientes ao estresse.

Algumas dicas:
• Atitude: o desenvolvimento de auto falar positivamente, ao invés de ir com uma resposta de medo;
• Conscientização: compreensão sobre o que e por que você sente algo e como isso ajuda a acalmar o sistema nervoso;
• Controle: saber o que está dentro do controle e o que está fora do controle e aceitá-lo;
• Cultive o otimismo: anotar cinco pequenas coisas de cada dia que são positivas e trazer um sorriso ao seu rosto, levando 30 segundos para experimentar cada um deles, permite uma mudança bioquímica em um quadro mais positivo e uma estrutura mais resistente de espírito;
• Humor riso: aumenta a imunidade;
• Meditação: Sentar-se em silêncio por 5 minutos todos os dias com um foco simples, como por exemplo, apenas experimentando e repetindo, “eu estou aqui agora, eu estou aqui agora, eu estou aqui agora”, somente repedindo esta frase, aceite o que vir em sua mente e volte para o seu foco, “Eu estou aqui agora, eu estou aqui agora”;
• Cultive Espiritualidade: isso atrai confiança na vida;
• Tenha paciência com você mesmo.

Trabalhos de sensibilização, conscientização e treinamento podem proporcionar uma resistência a vida e tudo o que ela nos oferece.

Além do estresse crônico, as pessoas que trabalham principalmente na área de proteção de segurança terá que lidar com sequestros. Nestas situações, o sistema nervoso central permanece perpetuamente ligado.

Tudo o que eu já escrevi acima é muito amplo, se uma pessoa foi vítima de um sequestro, não apenas a pessoa que passou pela experiência do sequestro, mas também toda a família, amigos e colegas de trabalho são afetados.

Estresse pós traumático pode impactar negativamente em todas as áreas de sua vida. É importante compreender e trabalhar com esta situação sistemicamente, a fim de restaurar a família, amigos e colegas de trabalho. Muito do que precisa ser feito é contra-intuitivo e deve ser delicadamente tratado por um especialista, para que o trauma do sequestro provoque o mínimo impacto em suas vidas e que o processo de cura ocorra.

Tenho trabalhado por 46 anos nesta área e felizmente pesquisas e descobertas recentes em neurobiologia nos permite trabalhar de forma rápida e eficaz com estas questões. As abordagens tradicionais e terapias são muito menos eficientes nessas situações. Pois os sentimentos de perigo, desesperança, desespero, privação podem dominar a vida das vítimas.

Assim, criei uma abordagem que se chama Resolução Neurobiologica do Trauma que reúne meu pós doutorado e mais de 18 tipos de especializações que fiz em minha carreira profissional.

Saber por que, quando e como aplicar as técnicas certas no momento certo, pode fazer toda a diferença na transformação de uma vítima ou o sobrevivente que passou por uma trauma.

E Lembre-se: “A vida é 10% do que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso”. John Maxwell

*Stephen Paul Adler é Autoridade Sênior em Psicanálise, atuando há 46 anos em Nova Iorque. Pós-doutor em TEPT, é certificado em 18 tipos diferentes de psicoterapia, lecionando eminstituições como a New School for Social Research (Nova Escola de Pesquisa Social), da Universidade de Nova Iorque, a NationalPsychologicalAssociation for Psychoanalysis (Associação Psicológica Nacional de Psicanalistas) eno NationalInstitute for Psychotherapies (Instituto Nacional de Psicoterapias).Um dos maiores experts do mundo em Hipnose Ericksoniana.É reconhecido por lidar com questões relacionadas a sequestro, abuso físico e sexual, e atos de terrorismo, ele tem dado treinamentos no Brasil, China, Guatemala, Índia, México, e Estados Unidos.

Prefeituras devem enfrentar causas da violência para garantir segurança

Fatores sociais, como falta de educação e emprego, geram criminalidade.
Proteção de bens, serviços e instalações públicas também é dever municipal.

A segurança pública é uma preocupação constante de todos os administradores de cidades brasileiras. A Constituição Federal determina que o estado preserve a ordem pública e mantenha as pessoas e os patrimônios longe do perigo. Às prefeituras, cabe o papel de proteger os bens, serviços e instalações públicas. Mas a responsabilidade do governo municipal não se encerra por aí.

Fatores sociais, como falta de educação, emprego e apoio familiar, geram criminalidade, mas podem ser sanados com ações em favor do bem estar da população. E o cidadão pode e deve fiscalizar a atuação do poder executivo.

Violência e repressão
O artigo 144 da Constituição Federal de 1988 diz que a segurança pública é dever do estado, direito e responsabilidade de todos; é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. Assim, a polícia deve agir em tudo que gerar perigo ou insalubridade à sociedade de forma geral.

Quem faz esse papel repressor são as polícias Federal, Rodoviária Federal, Ferroviária Federal, Militar e Civil, corporações geridas pela União e pelo Estado. Já os municípios, de acordo com a Constituição, podem constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações.

“Nesses termos, a guarda municipal é destinada apenas para a segurança patrimonial. Ela não tem uma atuação repressiva, de polícia mesmo”, explicou a juíza do Trabalho Roberta Araújo, doutoranda em Direito Constitucional.

Assim, se a loja onde você trabalha acaba de ser assaltada, procure a Polícia Militar para ir atrás do suspeito. Se quiser registrar um Boletim de Ocorrência, vá a uma delegacia da Polícia Civil. Um acidente na estrada? Registre na Polícia Rodoviária. Apreensão de drogas em aeroporto é a Polícia Federal quem investiga.

Já a guarda municipal mantém a vigilância dos prédios públicos e das áreas de preservação do patrimônio natural e cultural do município. Também fiscaliza a utilização adequada dos parques, jardins, praças e monumentos, além de outras atividades. Tem gente usando drogas ou pichando os bancos da pracinha ao lado da sua casa? Reclame aos guardas municipais.

Violência e ações sociais
Violência não se resolve apenas com repressão. Não basta a polícia prender, a Justiça julgar e, após cumprir a pena, a pessoa voltar à condição anterior, que a levou a cometer o crime. É preciso agir antes, na prevenção.

A violência tem dois fatores: internos (psicológicos ou psicopáticos), que fogem do controle social, e externos, que incluem aspectos sociais, econômicos e políticos. Esse último contribui para a criminalidade. Isto é, a desigualdade social, a falta de oportunidade, projetos educacionais e centros de atenção a usuários de drogas e álcool deixam a população vulnerável ao crime.

Essa nova forma de pensar a segurança é conhecida como criminologia moderna, que não considera o problema da segurança pública estritamente policial. “Essa velha noção deixa o município ausente da sua parcela de responsabilidade. A criminalidade tem, sobretudo, influências decisivas do meio onde as pessoas vivem, por isso é necessário uma visão multidisciplinar para tratar do assunto, que promova ações preventivas, focadas em políticas sociais que incrementem a cidadania do indivíduo”, explica Roberta Araújo.

É criando uma política de inclusão social de grupos e áreas de risco que as prefeituras podem ajudar no combate à violência. Entre as ações, aumentar as oportunidades para os cidadãos, urbanizar as áreas críticas, iluminar as ruas, construir escolas, creches, postos de saúde, praças, áreas de lazer e esporte, qualificar os jovens e tirá-los da situação de rua. Atualmente, por exemplo, os conselhos estaduais de trânsito, entorpecentes, criança e adolescente têm representantes das prefeituras, que participam diretamente das decisões.

Fonte: G1

A melhor arma que possuímos: prevenção

Estatística apavorante. O Instituto Latino Americano para a Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente (Ilanud) em recente pesquisa constatou que, nos últimos 5 anos, 4,3 milhões de paulistanos foram vítimas de crimes com violência. Esse número corresponde a 63% dos cidadãos com mais de 16 anos.

O crime mais corriqueiro é o assalto atingindo um quinto da população, ou seja, 1.360.000 vítimas. Esse número não incluiu as pessoas que não registraram ocorrência policial. O vandalismo penalizou 30% dos veículos dos paulistanos. O prejuízo causado pela criminalidade é impressionante. Se computarmos os gastos com atendimento médicos às vítimas de crimes, policiamento, manutenção de cadeias, despesas com o poder judiciário e perdas de produtividade das empresas e vítimas, o custo anual para o Brasil fica em torno de R$ 84 bilhões, o que representa 10,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

Uma pessoa leiga, pensa que o prejuízo de um assalto é somente o bem subtraído. As perdas são muito maiores, tais como traumas psicológicos, danos materiais e queda na produtividade da vítima. Não podemos esquecer a imagem arranhada que macula a empresa, vítima de crime.

A solução que encontramos para toda essa problemática está em métodos eficazes de “prevenção”. O segredo é ter o que chamamos de conduta pró-ativa, ou seja, antecipar a ação dos marginais.

Vamos a um teste prático:
Você esta com pressa e tem que descer uma escada de mármore, molhada com sabão. Quais as precauções que você toma?
a) Desço devagar;
b) Coloco a mão no corrimão;
c) Olho atentamente para os degraus;
d) Todas as anteriores;
e) A pressa não me deixa ver os perigos.

A pressa é inimiga da perfeição e aliada dos bandidos. Acredito que você não desceria uma escada ensaboada sem as devidas cautelas.

Portanto, tente enxergar o invisível, prever o imprevisível e sentir o perigo antes que ele aconteça. Ande a pé e dirija seu veiculo com a mente voltada para sua segurança. Freqüente o banco, caixa eletrônico e o comércio, prestando atenção no que esta acontecendo ao seu redor.

Da mesma maneira que você pode evitar um tombo ao descer uma ladeira, podemos evitar crimes usando o armamento mais eficaz e barato existente no mercado: prevenção.

Fonte: Tudo Sobre Segurança

Entendendo o funcionamento e a importância dos Sistemas de Alarmes

Um sistema de alarme é um conjunto de equipamentos eletro-eletrônicos que tem por finalidade informar a violação do perímetro ou local protegido, através de sinal sonoro visual.

É um dos meios mais eficientes e baratos para prevenir acessos não autorizados, detectar incêndios, situações de perigo, etc.

Sistemas de alarmes, além de eficientes na prática, ainda afastam os ladrões. Os invasores observam muito bem os costumes e horários dos moradores e principalmente os recursos de segurança de que a casa dispõe antes de realizar uma ação. Normalmente escolhem casas que não possuem recursos de segurança para roubar.

Escolher bem um sistema de segurança e a empresa ou profissional que vai prestar os serviços de instalação é o ponto fundamental para a obtenção de bons resultados. De nada adianta ter modernos equipamentos, se estes forem instalados sem qualquer critério. Neste caso, o sofisticado sistema de segurança não demorará muito para revelar-se num grande problema. Para evitar problemas é fundamental que se realize um projeto de segurança. A experiência de técnicos especializados no assunto evita que dinheiro seja desperdiçado e garante que o equipamento instalado funcione adequadamente.

» Sistemas de Alarmes Monitorados
Os sistemas monitorados funcionam, basicamente, através de sinais enviados por linha telefônica a uma central de monitoramento que os processa e registra. Os sinais podem ser enviados à central pelo acionamento manual de um controle remoto ou por sensores instalados em pontos vulneráveis ou de maior risco, que captam movimento, calor, abertura de portas ou magnéticos.

Eficientes e preventivos, os sistemas de monitoramento de alarmes são boas opções para deixar seu lar mais seguro. Alguns têm ligação direta com uma central de operações 24 horas, que recebe os sinais sonoros em tempo real.

O Monitoramento consiste em fazer um serviço de rastreamento através dos sensores instalados com uma “Central de Alarmes”. Toda vez que uma área é violada o sensor envia imediatamente uma mensagem através da linha telefônica para a “Central de Monitoramento”.

Uma vez que a informação chega à central, o proprietário é prontamente informado da situação e qual a zona “quarto-sala-garagem-etc.” em que houve a violação. A Central de Monitoramento irá, através de uma de suas viaturas, checar no local o que houve e acionará os órgãos policiais para dar suporte.

» Como Escolher um Alarme
Há diversos tipos de alarmes no mercado, que se diferenciam pela sofisticação e preço. É possível optar por modelos simples ou por sistemas de alarmes mais sofisticados, porém mais seguros e confiáveis, projetados e montados especificamente para um ambiente estabelecido.

Caso queira a opção mais simples e barata verifique cuidadosamente as características do local onde vai instalar o equipamento e as indicações do prestador, para checar se a escolha é adequada.

Fonte: Tudo Sobre Segurança

Dicas de Segurança: Férias de Final de Ano

Nesta época do ano, meses de festas e férias, costumam aumentar o número de furtos a residências, apartamentos, condomínios e empresas.
Para isso existem alguns conselhos, fornecidos por empresas de segurança e pela polícia, que de fato, podem ajudar a afastar um pouco mais o perigo. Sabemos que segurança 100% eficiente não existe.

Na maioria das vezes, as barreiras físicas podem ser inúteis se não houver hábitos e atitudes de segurança, tanto dos moradores, quanto dos funcionários ou empregados.

Lembramos que o Sistema de Alarme é uma prevenção e tem como principal objetivo inibir eventos criminosos. Ter um alarme monitorado por uma empresa idônea faz toda a diferença, porém sua colaboração no sentido de reforçar a segurança é fundamental.

A SEKRON ALARMES, pensando na segurança e bem estar de seus clientes, recomenda algumas dicas para evitar problemas e surpresas desagradáveis nos períodos de férias:

Não comente com estranhos sua viagem.

Feche bem janelas e portas, mesmo as do carro que permanecerem na garagem.

Não deixe luzes acesas. Esse é um truque manjado, que tem efeito contrário: atrai os ladrões.

Temporizadores nas luzes internas e externas podem dar a aparência de que alguém está em casa e são mais eficientes.

Quem mora em casa deve tomar algumas precauções extras. Solicitar a interrupção da entrega de jornais dos quais eventualmente seja assinante é a primeira delas. Evite deixar carros na garagem por longos períodos.

Quem mora em condomínio não deve comentar o dia de retorno aos funcionários do edifício.

Também é aconselhável não deixar chaves com empregados, a não ser em casos de confiança absoluta ou de necessidade inadiável.

Nunca deixe mensagens em sua secretária eletrônica dizendo que estará ausente por certo período de tempo. Em vez disso mantenha uma mensagem genérica. Abaixe o volume da máquina e do telefone para que seu som não seja ouvido fora de casa.

Sua empresa vai entrar de férias? Ótimo, mas não é prudente colocar na fachada da empresa a data de saída e retorno, mande um comunicado ou email para seus clientes e fornecedores, você evita de meliantes ficarem sabendo o período que não haverá ninguém na empresa.

Antes de sair de viagem informe a SEKRON ALARMES a data de sua saída / retorno de viagem e atualize os telefones para contato caso haja algum problema, como demais recomendações que você achar necessário.

Nós da SEKRON ALARMES queremos que você e sua família fiquem tranqüilos em relação à segurança de seu patrimônio, para isso estamos colocando toda nossa equipe a sua inteira disposição para melhor atendê-lo.

Prevenção em edifícios e condomínios

A Violência Urbana não encontra fronteiras, há alguns anos muitos saíram de casas para procurar segurança nos condomínios verticais e mais recentemente nos horizontais, no entanto, vez ou outra, surge a notícia que uma quadrilha de infratores da lei tomou de roubo um condomínio, fazendo com que todos fiquem assustados e de certa forma receosos, para saber se o seu condomínio está seguro e se é capaz de suportar ações desse tipo.

A reflexão que se deve ter neste momento é a consciência de que o Brasil, um país intercontinental e capitalista, tornou-se um país violento, pois como se estimula o consumo e a ostentação do ganho, isto desperta a atenção dos infratores da lei.

Infelizmente não há soluções mágicas para a erradicação da Violência Urbana, tem-se que investir em Prevenção, até por que nada é 100% seguro. Assim, é importante valorizar a Prevenção Primária, que defino como sendo a adoção de ações que possam minimizar ser você uma vítima de crime.

É importante que nos organizemos em comunidade, que não nos isolamos como cidadãos, portanto, orientamos que você participe das reuniões ordinárias do Conselho Comunitário de Segurança de sua região, e exija que ao menos um integrante da diretoria de seu condomínio participe, pois o Conseg é o principal elo da comunidade com a Segurança Pública local, a Polícia Militar e a Polícia Civil (www.conseg.sp.gov.br).

Pensando em prevenção como sua forte aliada, pois esta se ousa afirmar que representa 90% das suas ações contra 5% de sorte e outros 5% de uma possível reação com sucesso, quando a matéria é condomínio temos que dividir o assunto em:

1- Cuidado nos condomínios e edifícios
2- Cuidados para os funcionários
3- Cuidados para você condômino

Como todas as dicas que iremos trazer são simples e de puro bom senso, mas devem ser encaradas com seriedade, pois viver em condomínio é abrir mão do seu direito pessoal e individual para o bem estar do coletivo, nesta quinzena, começaremos com 10 dicas que dizem respeito as instalações físicas do condomínio:

1- Tão importante quanto a função do síndico e do administrador, pensa-se que nos dias atuais seja a função do responsável pela segurança, sugere-se que haja uma comissão de 3 moradores e, recomenda-se que as normas de segurança a serem adotadas devam ser decididas em assembléia de condôminos, com ampla difusão para todos os moradores do prédio, sob pena de perderem a eficiência.

2- Na era da tecnologia, esta deve ser buscada sempre, para melhor auxiliar os funcionários do condomínio, sendo assim, é importantíssimo um sistema de segurança com iluminação em todas as entradas, câmeras nos principais pontos sensíveis do condomínio (cuidando para que não haja obstáculos impedindo a visão) e alarmes em centrais de monitoramento.

3- Nos casos de acesso de estranhos (visitantes e/ou prestadores de serviço), deve ser adotado o que segue: prévia identificação e confirmação, antes da efetiva entrada. Entrega de encomendas, que não tenham sido solicitadas ou que não estejam sendo esperadas, devem ser recusadas. Em todos os casos é importante que a portaria seja instruída para receber as encomendas, evitando a presença de estranhos nas dependências do condomínio e no apartamento.

4- É importante que o prédio tenha um sistema de gaiola, para que haja esta triagem.

5- Os funcionários, principalmente aqueles que desempenham funções na portaria do prédio, devem ser alertados para os diferentes expedientes usados pelos infratores da lei, bem como devem estar capacitados para ligar para o telefone de emergência da Polícia Militar (190), quando necessário.

6- É importante que estejam disponíveis para o funcionário e demais moradores o endereço e telefone da Companhia da PM e DP da área em que está situado o prédio.

7- As guaritas e recepções devem ter vidros escurecidos ou espelhados além de ficarem afastadas da rua de forma que impeçam que seus funcionários possam ser facilmente rendidos.

8- Os acessos aos apartamentos devem ser dotados de boa iluminação, controlada do interior da residência. As portas devem ser sólidas e dotadas de “olhos mágicos” ou outros dispositivos que permitam a observação da área externa.

9- O interfone é fundamental para a comunicação de situações de emergência (presença de suspeitos ou de indivíduos indesejáveis em seu “hall” de entrada).

10- Havendo outros prédios próximos, por consenso dos moradores, poderá ser instalada uma ligação pelo interfone de suas portarias, ou mesmo de um simples alarme sonoro ou visual, que funcione como pedido de auxílio nos momentos de perigo.

Temístocles Telmo Ferreira Araújo
Capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Atualmente é Comandante da 1ª Companhia do 41º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano município de Santo André-SP e escreve para a Redenoticias.net

Escuridão leva perigo a ruas perto do metrô

Passageiros se queixam de falta de iluminação no entorno de estações; Ilume promete mandar equipes aos locais

03 de agosto de 2011
Monique Arantes – O Estado de S.Paulo
JORNAL DA TARDE

Jose Patricio/AE - Rua Capri. Passageiros andam em grupos até estação

Jose Patricio/AE - Rua Capri. Passageiros andam em grupos até estação

A falta de iluminação nos arredores de algumas estações do Metrô de São Paulo tem propiciado a ação de ladrões e causado insegurança entre os usuários. A reportagem constatou o problema no entorno das Estações Pinheiros, da Linha 4-Amarela, Santos-Imigrantes, da 2-Verde, e Tatuapé, da 3-Vermelha.

A advogada Renata Bayer Simões Esteves, por exemplo, foi perseguida por um homem no dia 21 de julho, entre a Estação Santos-Imigrantes e o estacionamento conveniado com o Metrô. Segundo ela, a via por onde tem de passar está completamente às escuras. “Eram 21h30 e vi que estava sendo seguida por um homem assim que saí da estação.

Comecei a correr quando notei que ele se aproximava. Ele foi atrás de mim até o estacionamento e só parou quando viu o funcionário do local”, lembra.

A insegurança causada pela falta de luz também é sentida pela analista Marina Almendro. Ela trabalha a quatro quadras da Estação Pinheiros, a mais recente da Linha 4, e reclama que várias vias vizinhas estão às escuras. “Antes da inauguração (da estação), a empresa onde trabalho oferecia transporte para os funcionários por causa do risco de roubos, mas isso acabou.”

A opção de Marina e seus colegas foi sair em grupo. Para chamar a atenção do Ilume, ela criou uma petição pública na internet, em que pede mais pontos de luz em ruas como Eugênio de Medeiros, Paes Leme, Butantã, Sumidouro e Capri. O mesmo problema é enfrentado pela psicopedagoga Mônica Nardy Marzagão Silva, moradora da Rua Felipe Camarão, perto da Estação Tatuapé. “Há mais de dois anos encaminho pedidos de novos pontos de luz para o Ilume.”

Resposta
O Metrô informa que já pediu ao Ilume reforço na iluminação da Estação Santos-Imigrantes. A empresa diz que, se alguma ocorrência perto dos terminais for identificada, a PM é avisada. A ViaQuatro, concessionária da Linha 4, afirma que encaminhou a reclamação dos usuários da Estação Pinheiros à Prefeitura. O Ilume diz que “programou a visita de equipes de manutenção nas três estações” citadas na reportagem para “verificar a necessidade de intervenções e solucionar possíveis falhas pontuais”.

COLABORARAM GIO MENDES E TIAGO DANTAS

PRESTE ATENÇÃO…
1. Evite expor celulares e notebooks dentro e fora da estação. Não use bolsas e mochilas que demonstrem conter objetos de valor em seu interior.

2. Não use fones de ouvido enquanto estiver caminhando, pois eles podem distraí-lo.

3. Procure vias mais iluminadas e que tenham movimento de veículos e pedestres.

4. Em ruas mal iluminadas, prefira caminhar pela rua ou em grupos. E fique atento a seu redor.