Clientes Sekron
  Esqueci a Senha
Conheça nosso site Institucional ›

Posts Tagged ‘ Pós-venda

Alarme Monitorado – Dicas ao consumidor

Com o constante aumento da violência urbana, cada vez mais os cidadãos se preocupam em proteger seus imóveis, sejam residenciais ou comerciais. Uma das alternativas mais procuradas é a instalação de sistemas de segurança eletrônica.

Segundo dados do setor, a cada 100 tentativas de furtos em imóveis com alarmes, 94% fracassam. Porém, a contratação de prestadores de serviços nesse segmento requer cautela por parte do consumidor.

É fundamental levar em conta critérios como solidez financeira e idoneidade da empresa, procedência dos equipamentos, capacitação dos profissionais e relação custo-benefício. Outro ponto importante é saber se a empresa possui um serviço de pós-venda estruturado, o que engloba o monitoramento do imóvel e a manutenção dos equipamentos.

Normalmente, quando uma tentativa de intrusão é detectada, o sinal de alarme chega à central de monitoramento através de uma linha telefônica fixa convencional. No entanto, quando essa linha não funciona, seja por questões técnicas ou cortes intencionais, o sinal de alarme não é transmitido. Daí a importância do consumidor levantar se a empresa cogitada também possui serviços complementares, tais como uma segunda via de comunicação que assegure o funcionamento do sistema de segurança.

Segurança eletrônica não se compra no balcão

Com o objetivo de ajudar o consumidor em todas as etapas que antecedem a instalação de um sistema eletrônico de segurança eficiente, a ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança disponibiliza a Cartilha do Consumidor, que define de forma sucinta, objetiva e didática os principais equipamentos desenvolvidos para a proteção de imóveis de todos os portes.

A importante ferramenta define o papel da segurança eletrônica e esclarece sobre os principais sistemas, como alarmes monitorados, CFTV e cercas elétricas. Além disso, o material orienta sobre a necessidade da análise de risco do projeto de segurança e mostra alternativas para se escolher uma empresa confiável.

É fundamental ressaltar que segurança eletrônica não se compra no balcão. O consumidor precisa se conscientizar que cada imóvel possui uma característica diferente e, consequentemente, precisa de um projeto específico, realizado por uma empresa capacitada.

Nesse sentido, a Cartilha do Consumidor traz o passo a passo para ajudar na escolha correta do serviço que atenda às particularidades da propriedade de cada pessoa.

O material está disponível para todos no site da ABESE (www.abese.org.br). Basta acessar e fazer o download.

De forma geral, os consumidores não têm conhecimento da necessidade de se exigir a elaboração de um projeto personalizado para o seu estabelecimento. Já no caso de edifícios comerciais, essa prática é mais comum, uma vez que estes locais direcionam maiores investimentos para a segurança pela responsabilidade de proteger um grande número de pessoas e de bens.

Dicas importantes
Uma das dicas recomendadas pela ABESE e que constam na Cartilha é que o consumidor realize sempre três orçamentos e observe em todos eles se a infraestrutura está inclusa no projeto (tubulações adequadas para cada ambiente). Outro ponto importante: escolher a empresa com base no pacote de soluções oferecidas. Afinal, o barato pode sair caro. E com segurança é bom não correr esse risco.

O passo seguinte é a escolha da empresa, quando é imprescindível que o consumidor analise o histórico do prestador de serviço que fornecerá e instalará o sistema de segurança. O mais importante é procurar empresas que lhe ofereçam garantias da procedência dos equipamentos e serviços pós-venda, como manutenção e suporte técnico.

É fundamental também exigir um contrato de prestação de serviços e manutenção dos equipamentos, que deve prever a garantia dos produtos e serviços e o prazo de atendimento em caso de manutenção corretiva.

Esses passos são relevantes para que essa tecnologia cumpra com os seus principais objetivos: detectar, comunicar e inibir ações criminosas.

Existe uma grande logística por trás de um projeto de segurança eletrônica e, para cada imóvel, existe um equipamento, um serviço e um tipo de tecnologia adequada.

O consumidor deve sempre se informar, pesquisar e fazer um investimento de qualidade. Se respeitar essas regras, não colocará a segurança de seu patrimônio e das pessoas em risco.

Fonte: Tecvoz News