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Posts Tagged ‘ Prejuízos

Cansado de violência, morador faz apelo aos bandidos em S. José


Morador protesta contra roubos em São José. Foto: Thiago Leon

De uma forma inusitada, ele pendurou uma faixa vermelha na frente da sua casa na região sul da cidade
João Paulo Sardinha e Natália Senóbio
Bom Dia São José

Um apelo desesperado a todos os criminosos: ‘Senhores ladrões: parem de roubar minha casa, trabalho muito e ganho pouco. Por isso, peço que me ajudem: Por favor, deixem-me em Paz!’.

O pedido é de um morador da Vila Anhembi, zona sul de São José dos Campos, que escreveu a mensagem numa faixa e a colocou no portão de casa.

Segundo vizinhos, que não quiseram se identificar, o morador é novo no bairro e foi vítima de três assaltos. “Ele é professor e trabalha o dia todo. O assalto a residência tornou-se constante no bairro e tem gente vendendo casa por causa da violência”, disse uma moradora da Vila Anhembi .

A sensação de insegurança é forte no bairro. Segundo um morador, que não quis se identificar, um grupo de seis pessoas efetua os furtos e a polícia não prende os assaltantes.

“Falta policiamento na região. A bandidagem corre solta. Eles não têm hora para roubar e as pessoas trabalhadoras que sofrem os prejuizos”, afirmou.

A Polícia Militar não se manifestou sobre o assunto.

Segurança: por que resistir à prevenção?

Todos os dias, boa parte do noticiário é recheada de ações criminosas e expõe, por meio de tristes histórias das vítimas, as mazelas da segurança no país. São casos que deixam sequelas nos protagonistas e amedronta a população em geral. E como reagimos? Embora cada pessoa tenha seu jeito próprio de lidar com a questão, alguns comportamentos coletivos merecem ser destacados.

A nós, especialistas em segurança, intriga o fato de que muitos dos casos de violência – noticiados ou não – são evitáveis, ou pelo menos passíveis de causar menos danos, mas para isso é necessário adotar medidas preventivas, muitas vezes bem simples, que os indivíduos parecem não enxergar; as autoridades, não alertar e a sociedade, desconsiderar.

Hoje, só retiramos um carro da concessionária com uma apólice de seguro em vigor, travamos os cintos de segurança antes de engatar a primeira marcha e mantemos um ciclista no solo, imóvel, mesmo após uma colisão leve. Sabemos que acidentes graves também acontecem com carro zero kilômetro, que podemos quebrar um pára-brisa com a cabeça (e morrer) após um choque frontal a 60 km km/h e causarmos uma lesão definitiva na coluna vertebral se não tivermos a paciência de aguardar quinze minutos, deitados no asfalto, pela chegada de uma equipe de resgate profissional.

Bons exemplos, mas quando o assunto é a segurança da sua casa e moradores ou da sua empresa e funcionários, os brasileiros ainda estão longe de um patamar desejado. A grande maioria investe pela primeira em vez em vigilantes profissionais, câmeras, alarmes, monitoramento remoto ou controle de acesso somente depois de um forte trauma, de perdas significativas de bens materiais ou até de vidas. Então, que tal comprar uma apólice de seguro para o veículo ou usar cintos de segurança somente a partir do primeiro acidente? (se sobreviver, puder dirigir novamente e tiver dinheiro para pagar a oficina ou comprar um novo carro). Em casa, que tal colocar álcool, remédios e produtos de limpeza fora do alcance das crianças somente após as primeiras queimaduras e intoxicações?

Um dos segmentos da segurança que mais cresce atualmente no Brasil é o da eletrônica, porém ainda está longe do potencial gerado por um país com 190 milhões de habitantes. Temos hoje cerca de um milhão de câmeras auxiliando na segurança dos brasileiros. Com um quarto da nossa população e índices de violência bem menores, a Inglaterra tem mais de 3 milhões de câmeras somente em áreas públicas, enquanto a China, só em 2010, instalou mais de 10 milhões de câmeras.

De um total de mais de seis milhões de imóveis com condições de receber sistemas de alarmes monitorados no Brasil, apenas 11% efetivamente têm esses serviços (700 mil imóveis); os demais 89% participam diariamente das brincadeiras “coisa ruim só acontece com os outros” ou “quando tem que acontecer, acontece”, enquanto o número de imóveis com TV por assinatura passou da casa dos 13 milhões no último mês de janeiro.

É preciso mudar a cultura da segurança preventiva no País, volto a repetir. E para isso, essa mensagem terá de ser trabalhada exaustivamente. Voltando aos cintos de segurança, quantos ‘senões’, quanta resistência, quanta demora, para – enfim – reconhecermos e usufruirmos dos inegáveis benefícios preventivos deste equipamento? A grosso modo, podemos dizer que os cintos estão para os acidentes automobilísticos como os alarmes e as câmeras de segurança estão para os crimes. Os cintos não evitam uma batida, mas minimizam as conseqüências; um vigilante, um sensor de presença e uma câmera têm um forte apelo à prevenção de delitos e quando não os evitam, contribuem para a diminuição do tempo da ocorrência, minimizam os prejuízos e ajudam na identificação dos autores.

Quer um outro exemplo? Recentemente, a prefeitura de uma grande cidade brasileira noticiou a instalação de 100 câmeras inteligentes em pontos estratégicos do centro. A “inteligência” é um software que identifica vários eventos indesejáveis (pessoas pulando um muro ou veículos na contra-mão, por exemplo) que, se ocorrerem, disparam um alarme na tela do monitor e chamam a atenção do vigilante de plantão da central de monitoramento 24 horas (ou alguém acredita que uma pessoa, após 15 minutos de trabalho nesta função, consegue manter o nível de concentração necessário para olhar 16 câmeras divididas em pequenos retângulos num monitor de 20 polegadas e identificar todas movimentações suspeitas?)

Você, cidadão de bem, deve estar achando ótimo a instalação dessas câmeras, não é? Pois saiba que há vários tipos de resistências: os que dizem “os equipamentos são bons, mas não adianta instalar se não tiver mão de obra adequada para operar” poderiam mudar o discurso para “ótima notícia, mas vamos comprar também um programa de treinamento e reciclagem dos operadores”. Uma das manchetes dos jornais chamou os equipamentos de “câmeras dedo-duro”, dando uma conotação pejorativa a uma ótima solução para melhoria da segurança pública; assim fica difícil avançarmos: que tal renomear para “câmeras olho-vivo”?

Erasmo Prioste

Vândalos invadem e furtam escola em Sorocaba

Estragos foram constatados na manhã desta segunda (19).
Duas janelas foram arrombadas; portão de ferro foi levado.

Da Agência Estado

Depois de ter o muro derrubado por um carro, a Escola Municipal Professor Norma Justa Dall’ara, no Parque Vitória Régia I, Zona Norte de Sorocaba, cidade do interior de São Paulo, foi invadida e depredada por vândalos neste final de semana. O problema só foi constatado na manhã desta segunda-feira (19), com a chegada dos funcionários.

Duas janelas e uma porta foram arrombadas, um portão de ferro foi levado e vários pacotes de alimentos usados para a merenda escolar foram espalhados na área externa da escola.

Segundo informações da diretora da escola, Leila Prado Alves da Silva, o alarme existente no local não chegou a ser acionado. O equipamento de segurança é controlado pela Guarda Civil Municipal, que, em situações semelhantes, envia carros até os prédios públicos municipais imediatamente após o alerta.

A invasão pode ter ocorrido pelos fundos da escola, onde um muro foi derrubado ao ser atingido por um carro, durante a madrugada de sábado (17). Para os guardas-civis que estiveram no local, a queda do muro não tem relação com o vandalismo praticado na escola.

“Alguém bateu o carro no muro por razões desconhecidas, facilitando a entrada dos responsáveis pelos prejuízos”, diz a diretora da escola. O causador do acidente não foi identificado. Apesar dos estragos, as aulas para os quase 1.500 alunos que frequentam o estabelecimento não foram suspensas.

Escola no interior de SP foi assaltada 16 vezes em 2011

Copiadora e TV já foram levadas de escola em São José dos Campos.
Secretaria Estadual de Educação diz que câmeras serão instaladas.

Do G1 SP, com informações da TV Vanguarda

A escola estadual Marta Habib, de São José dos Campos, a 91 km da capital paulista, foi assaltada na madrugada desta sexta-feira (15) pela 16ª vez em 2011. A metade dos crimes ocorreu nas últimas duas semanas.

Desde o dia 29 de junho, a escola foi assaltada oito vezes. Nesta madrugada, os criminosos levaram refrigerantes e alimentos. Os assaltantes já roubaram também material de construção, produtos de limpreza, cortador de grama, aparelhos de televisão e de som, copiadora e filmadora.

Em um dos boletins de ocorrência, a direção da escola relata que comunicou à Secretaria Estadual de Educação os constantes assaltos e os prejuízos, mas que mesmo assim nenhuma providência foi tomada. Em nota, a Secretaria Estadual disse que uma empresa de vigilância já faz a segurança no local e que câmeras de monitoramento serão instaladas na escola.

Câmeras de segurança ajudam a reduzir furtos nas lojas

Lojas de roupas, supermercados, joalherias e outros estabelecimentos comerciais sofrem prejuízos com furtos. O diretor de comunicação de segurança de uma loja diz que a evolução da tecnologia tem ajudado a flagrar e evitar os roubos.

Fonte: Jornal Hoje edição de 05/07/2011

Comerciante diz já ter sido assaltado 42 vezes no interior de SP

24/03/2011 08h20 – Atualizado em 24/03/2011 08h20

Dono de comércio pensa em mudar de bairro de São José dos Campos.
Moradores reclamam de falta de policiamento nas redondezas.

Do G1 SP

Moradores reclamam de falta de policiamento nas redondezas da Rua Mário Frigi, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Um mercadinho já foi assaltado 42 vezes em menos de seis anos.

O dono do comércio, Célio Gomes Pedro, pensa em deixar o bairro. Ele e a família não aguentam mais conviver com o medo e os prejuízos dos roubos. “Não é só o prejuízo financeiro, mas o moral também. Não tem organismo que aguente isso”, diz.  

O pedreiro Ivanildo Corrêa já teve a residência invadida por três vezes. “A polícia veio, mas não deu em nada.”

Já a auxiliar de enfermagem Ivone Donati decidiu cercar a casa, colocando arame e grades nas janelas depois de ter a casa invadida. “É um jeito de me sentir segura, porque policiamento a gente não tem visto”, afirma.

A Polícia Militar reconhece que os roubos aumentaram no bairro e, por isso, pretende intensificar o policiamento na região. “O cidadão precisa acreditar e ligar para a polícia, fazer o registro do boletim de ocorrência para que tanto a Polícia Militar como a Polícia Civil analisem as estatísticas e direcionem o policiamento com base nos eventos criminosos ocorridos na área”, afirma o capitão Luís de Souza Júnior.