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Sorria, você esta sendo 28x filmado por dia

As Câmeras de monitoramento, que até recentemente eram utilizadas apenas para proteção patrimonial, hoje incorporaram à vida das pessoas e estão por toda parte, a ponto de muita gente afirmar que não consegue mais passar sem elas. São Paulo é o maior big brother do Brasil.

Aqui se concentram 78,7% dos 1,65 milhão de equipamentos do pais, segundo levantamento da RCI (Fírst Security and Inteligence Advinsíng) , empresa especializada em projetos de segurança privada com atuação em 18 países. O estudo, concluído em agosto deste ano, revela ainda que, das 1,3 milhão de câmeras do estado, um milhão estão instaladas na região metropolitana.

O empresário Ricardo Chilelli, diretor presidente da RCI, explica que, com essa quantidade de câmeras, uma pessoa produtiva tem a probabilidade de ser filmada 28 vezes por dia na Grande São Paulo.

Já em Londres, onde estão instalados 1,5 milhão de equipamentos, ela seria filmada 300 vezes. O principal motivo da diferença, diz Chilelli, é que aqui só 15 % das câmeras são externas. Já em Londres e no resto do mundo, entre 50% a 70% delas são públicas e interligadas. “Apesar da grande quantidade de câmeras, a maioria ainda é de baixa qualidade e voltada apenas a áreas internas”, diz.

Na opinião do presidente da Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), Oswaldo Oggiam, a evolução tecnológica e a facilidade de acesso aos equipamentos estão levando cada vez mais pessoas a aderirem ao monitoramento doméstico. “A sensação de segurança foi mais além e qualificou a relação de custo- benefício e bem-estar”, afirma. Segundo Oggiam, as pessoas descobriram que podem se sentir mais tranquilas vendo a distância, por exemplo, o filho brincar na escola ou dentro de casa em vez de ligar para ele. “É efeito big brother”, compara.

Autaír Iuga, vice-presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo, explica que os projetos de monitoramento são feitos de acordo com a necessidade das pessoas. “Tem gente, por exemplo, que só quer observar o marido e o filho chegando ou saindo da garagem, outros querem monitorar o movimento em suas lojas ou dentro de casa. Há até quem prefere acompanhar os fatos do computador ou ainda ser avisado por uma empresa de segurança, caso ocorra anormalidades.

Câmera parece eletrodoméstico
• A que ponto chegamos. A sensação de insegurança é tamanha que investir em câmera de vídeo é quase tão banal quanto a Compra de uma geladeira, fogão ou máquina de lavar. Virou gênero de primeira necessidade. Se no passado o equipamento era objeto de desejo para registrar momentos felizes familiares, hoje serve para evitar prejuízo financeiro ou para garantir integridade física.

Jornal Diário de S. Paulo

Prefeituras devem enfrentar causas da violência para garantir segurança

Fatores sociais, como falta de educação e emprego, geram criminalidade.
Proteção de bens, serviços e instalações públicas também é dever municipal.

A segurança pública é uma preocupação constante de todos os administradores de cidades brasileiras. A Constituição Federal determina que o estado preserve a ordem pública e mantenha as pessoas e os patrimônios longe do perigo. Às prefeituras, cabe o papel de proteger os bens, serviços e instalações públicas. Mas a responsabilidade do governo municipal não se encerra por aí.

Fatores sociais, como falta de educação, emprego e apoio familiar, geram criminalidade, mas podem ser sanados com ações em favor do bem estar da população. E o cidadão pode e deve fiscalizar a atuação do poder executivo.

Violência e repressão
O artigo 144 da Constituição Federal de 1988 diz que a segurança pública é dever do estado, direito e responsabilidade de todos; é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. Assim, a polícia deve agir em tudo que gerar perigo ou insalubridade à sociedade de forma geral.

Quem faz esse papel repressor são as polícias Federal, Rodoviária Federal, Ferroviária Federal, Militar e Civil, corporações geridas pela União e pelo Estado. Já os municípios, de acordo com a Constituição, podem constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações.

“Nesses termos, a guarda municipal é destinada apenas para a segurança patrimonial. Ela não tem uma atuação repressiva, de polícia mesmo”, explicou a juíza do Trabalho Roberta Araújo, doutoranda em Direito Constitucional.

Assim, se a loja onde você trabalha acaba de ser assaltada, procure a Polícia Militar para ir atrás do suspeito. Se quiser registrar um Boletim de Ocorrência, vá a uma delegacia da Polícia Civil. Um acidente na estrada? Registre na Polícia Rodoviária. Apreensão de drogas em aeroporto é a Polícia Federal quem investiga.

Já a guarda municipal mantém a vigilância dos prédios públicos e das áreas de preservação do patrimônio natural e cultural do município. Também fiscaliza a utilização adequada dos parques, jardins, praças e monumentos, além de outras atividades. Tem gente usando drogas ou pichando os bancos da pracinha ao lado da sua casa? Reclame aos guardas municipais.

Violência e ações sociais
Violência não se resolve apenas com repressão. Não basta a polícia prender, a Justiça julgar e, após cumprir a pena, a pessoa voltar à condição anterior, que a levou a cometer o crime. É preciso agir antes, na prevenção.

A violência tem dois fatores: internos (psicológicos ou psicopáticos), que fogem do controle social, e externos, que incluem aspectos sociais, econômicos e políticos. Esse último contribui para a criminalidade. Isto é, a desigualdade social, a falta de oportunidade, projetos educacionais e centros de atenção a usuários de drogas e álcool deixam a população vulnerável ao crime.

Essa nova forma de pensar a segurança é conhecida como criminologia moderna, que não considera o problema da segurança pública estritamente policial. “Essa velha noção deixa o município ausente da sua parcela de responsabilidade. A criminalidade tem, sobretudo, influências decisivas do meio onde as pessoas vivem, por isso é necessário uma visão multidisciplinar para tratar do assunto, que promova ações preventivas, focadas em políticas sociais que incrementem a cidadania do indivíduo”, explica Roberta Araújo.

É criando uma política de inclusão social de grupos e áreas de risco que as prefeituras podem ajudar no combate à violência. Entre as ações, aumentar as oportunidades para os cidadãos, urbanizar as áreas críticas, iluminar as ruas, construir escolas, creches, postos de saúde, praças, áreas de lazer e esporte, qualificar os jovens e tirá-los da situação de rua. Atualmente, por exemplo, os conselhos estaduais de trânsito, entorpecentes, criança e adolescente têm representantes das prefeituras, que participam diretamente das decisões.

Fonte: G1

Dia 23 termina prazo do edital para financiar videomonitoramento

Termina na sexta-feira (22/6) o prazo de inscrição de projetos de municípios e consórcios municipais para implementação ou expansão de sistema de videomonitoramento. Voltadas à prevenção da violência e criminalidade, as propostas serão financiadas pelo Ministério da Justiça, que irá liberar R$ 10 milhões dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para contemplar todos os projetos selecionados.

Os municípios interessados devem cadastrar e enviar suas propostas para análise por meio do Sistema de Convênios e Contratos de Repasse do Governo Federal (Siconv). Para concorrer, o município deve manter guarda municipal, implantar Conselho Comunitário de Segurança ou desenvolver ações de policiamento comunitário; ter população acima de 30 mil habitantes ou estar localizados em áreas de fronteira ou regiões metropolitanas; não possuir convênio em aberto; comprovar capacidade técnica e gerencial para execução das metas e cumprir os demais requisitos do edital.

A análise das propostas será realizada pelo Departamento de Políticas, Programas e Projetos da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), mediante instituição de uma comissão julgadora. Após as fases de habilitação, seleção e análise, a relação dos projetos será encaminhada para aprovação do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Fonte: Ministério da Justiça

PM cadastra famílias para conter violência


Uapc é esperança da corporação para frear crimes na zona sul; mais de 2.300 famílias são visitadas
Filipe Rodrigues
São José dos Campos

Implantadas em novembro de 2010, as Uapcs (Unidade Avançada de Polícia Comunitária) são a principal esperança da Polícia Militar para reduzir os elevados índices de criminalidade na zona sul de São José em 2012.

A região teve 21 homicídios em 2011, além de puxar o crescimento de 26% que a cidade teve em roubos de carro com relação a 2010.
A Uapc visa estreitar laços entre moradores e PM. Para conhecer a população de um bairro, é feito um cadastramento com os moradores da casa.

Só na zona sul, já são 2.347 famílias de cinco bairros (Campo dos Alemães, Pinheirinho, Colonial, Interlagos e Residencial União) cadastradas pelos policiais.

Em bairros carentes, policiais fazem parcerias com escolas para dar aulas de futebol, judô, entre outras atividades para as crianças.

As visitas no sexto bairro começaram na semana passada. Comerciantes do Jardim Morumbi conheceram o trabalho e receberam dicas de segurança dos policiais.

“Ter a PM por perto é sempre bom. Às vezes, a gente relaxa com segurança com o tempo. Receber dicas e saber que eles estão aqui, nos faz sentir melhor”, diz o comerciante Marcos Antonio Pereira, 31 anos.

Mudança
A PM aposta que as unidades implantem na sociedade, uma nova cultura de polícia.

“Nossa função continua prevenir crimes, mas com uma mentalidade diferente: ir à sociedade sem ser acionado”, diz o capitão Ricardo Ivo Gobbo, responsável pelo trabalho das Uapcs da zona sul.

O aumento da convivência visa conhecer a realidade de uma região que enfrenta problemas de segurança.
“No Jardim Morumbi, por exemplo, estamos dando dicas de segurança à população para evitar que estas pessoas sejam assaltadas enquanto chegam em casa, por exemplo”, diz.

O bairro foi o líder de roubos em São José em 2011 e, por isso, foi escolhido para receber a ação, que não tem prazo para terminar.

“A ideia é conversar com as pessoas. Uma casa pode durar tanto 10 minutos quanto uma hora”, afirma o capitão.

Durante as visitas, uma base comunitária fica no bairro. Os policiais também recebem a orientação de revisitar as casas para não perder contato.

Tráfico
A aproximação visa conquistar a confiança da população para algo considerado fundamental na luta contra o crime –a denúncia.

Quando o projeto foi criado no Campo dos Alemães, essa foi a principal intenção. “Sabemos que o tráfico ainda existe no Campo dos Alemães, mas agora, recebemos informação dos locais e a partir daí, traçamos um plano de ação.”

Atuação social ajuda na aproximação
São José dos Campos
Nos bairros por onde passou, a Unidade Avançada de Polícia Comunitária deixou projetos sociais para afastar jovens da criminalidade.

No Campo dos Alemães, por exemplo, crianças e adolescentes receberam aulas de judô e futebol de policiais que têm experiência na área.

Por meio de parcerias, a corporação também conseguiu cursos de qualificação como computação e inglês para pessoas que querem aperfeiçoar o currículo.

“Em regiões carentes, é preciso dar uma oportunidade a esses jovens para que eles não sejam seduzidos para cometer crimes. O policial por perto serve como um bom exemplo”, diz o capitão Gobbo.

Também são realizados eventos abertos à população em datas comemorativas. Destes eventos, a PM contabiliza a participação de 15 mil pessoas desde 2010.

Atuação
Ações semelhantes foram adotadas no Parque Interlagos. “Tínhamos problemas com pequenos furtos e consumo de entorpecentes por jovens. Já tínhamos um programa e pedimos que a PM nos desse suporte”, diz Mario Sérgio de Oliveira, 46 anos, líder comunitário.

Congresso Internacional de Segurança destaca a evolução do vídeo monitoramento

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE, atenta aos desafios e oportunidades do setor, promove a sétima edição do Congresso Internacional de Segurança-VII CIS, em 24 e 25 de novembro, em São Paulo.

Com o tema “A evolução do vídeo monitoramento além da segurança”, o VII CIS terá rico conteúdo envolvendo diferentes aspectos relacionados à imagem. A programação trará discussões sobre tecnologia IP e HD, gestão para central de vídeo monitoramento, gestão de identificação e controle de acesso, responsabilidade legal das centrais de monitoramento, importância da segurança da informação, a evolução dos sistemas integrados de segurança, oportunidades e desafios para bons projetos de segurança, a importância do vídeo monitoramento público no Brasil, entre outros.

“O tema foi escolhido devido ao crescimento expressivo do mercado de Circuito Fechado de TV (CFTV), refletindo uma necessidade do próprio mercado de sistemas eletrônicos de segurança (SES). Até então, significativa parcela da comercialização de equipamentos de SES está focada em sistemas de intrusão. Por isso preparamos esse conteúdo especifico de vídeo monitoramento abordando diferentes aspectos do setor. Será uma oportunidade única para as empresas e os profissionais de nosso mercado se atualizar e trocar experiências, ampliando suas oportunidades de negócios”, avalia Carlos Progianti, presidente da ABESE.

Conforme dados da ABESE, em 2010, o segmento de sistemas eletrônicos de segurança registrou crescimento de 12%, com faturamento de US$ 1,68 bilhão. No Brasil, aproximadamente 88% do consumo de equipamentos de segurança eletrônica são originários do setor não-residencial.

Nesse cenário, a principal tecnologia aplicada em segurança eletrônica é o sistema de circuito fechado de TV com 40% do mercado de SES, seguido pelos sistemas de alarmes contra intrusos com 26% de participação.

As tecnologias de sistemas de controle de acesso, que representam 24% do mercado, e que incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, iris, voz, palma da mão e facial), também estão em expansão e assim devem permanecer devido à demanda de dois grandes eventos que terão lugar no país: Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos de 2016.

Nesta edição, o CIS trará também como iniciativas paralelas, uma exposição de empresas de sistemas eletrônicos de segurança e a realização do Jantar de Confraternização da ABESE, que será realizado no dia 24 de novembro, ambos no Novotel Jaraguá. O CIS é uma realização da ABESE, com promoção da CIPA e apoio da ABSEG, FENABESE e SIESE.

Serviço
VII CIS – Congresso Internacional de Segurança
Quando: 24 e 25 de Novembro
Local: Novotel Jaraguá (na Rua Martins Fontes, 71), São Paulo-SP.
Mais informações acesse www.abese.org.br e www.pacin.com.br

Vale é excluído de pacote federal para a segurança

Seleção de projetos divulgada sexta-feira deixa fora as quatro cidades da região concorrentes à verba

Filipe Rodrigues – O Vale
São José dos Campos

O Ministério da Justiça excluiu as cidades da região que participaram do edital que prevê R$ 31 milhões em recursos para serem investidos em segurança pública.

O resultado preliminar foi publicado na sexta-feira e as quatro cidades — São José dos Campos, São Sebastião, Aparecida e Guaratinguetá — que pleitearam recursos, tiveram propostas recusadas.

Os municípios contavam com os recursos para investir na compra de câmeras de segurança e realização de cursos para guardas civis.

O ministério afirma que priorizou cidades com alto índice de homicídios.

Em todo o país, foram 61 projetos aprovados que passarão agora por uma avaliação técnica. Os recursos devem ser repassados até novembro, segundo a pasta.

São José
A Secretaria de Defesa do Cidadão pediu R$ 1 milhão para financiar a compra de 10 câmeras, capacitação de profissionais e ações de prevenção.

O dinheiro ajudaria a pagar um edital que a prefeitura deve lançar para a compra de 181 câmeras, mesmo assim, a prefeitura afirmou que não abrirá mão do projeto.

São José possui 300 câmeras, sendo 147 para fiscalização de ruas e outras 153 em prédios públicos.

Em nota, a prefeitura afirmou que já tentou convênios com o Ministério em 2009 e 2010, mas apesar de cumprir as normas do edital, nunca teve o projeto aprovado.

Segundo o Ministério da Justiça, São José teve a proposta rejeitada por estar em desacordo com sete exigências da publicação.

Taubaté
A cidade montou o projeto, mas desistiu devido aos critérios do Ministério.

“Eles pediram uma comparação dos indicadores em 2009, com 2010, quando houve queda”, diz Orlando Lima, secretário de Segurança Pública.

O secretário afirma que no ano que vem, quando a comparação for 2010 com 2011, solicitará recursos para a compra de 100 câmeras.

Até outubro deste ano, Taubaté registrou 62 homicídios. No ano passado inteiro, foram 45 ocorrências.

Cidades
Aparecida esperava aumentar a Guarda Municipal e colocar mais câmeras na região central com os recursos do Governo Federal.

“Recebemos gente de todo o Brasil. Durante a semana, não há problemas, mas no final de semana, recebemos 150 mil pessoas, quase cinco vezes nossa população”, diz o secretário de Segurança Pública, João Luiz Mota.

Guaratinguetá e São Sebastião não responderam as solicitações do O VALE sobre detalhes do projeto.

Segundo a divulgação, Guará teve a proposta recusada por não possuir Guarda Municipal, uma das exigências.

Já São Sebastião teve problemas técnicas relacionados ao preenchimento do edital.

Secretário fala sobre investimentos na Baixada

A presença ostensiva do Estado para combater a criminalidade e melhorar ações de segurança estão entre as reivindicações mais antigas da população da Baixada Santista.

Nesta quinta-feira, após participar da plenária da Agenda Metropolitana de Santos, realizada no Mendes Convention Center, o secretário de Estado da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afirmou ser sensível aos apelos locais.

Em entrevista concedida a A Tribuna, o secretário reconheceu que há ainda muito a avançar e ressaltou o empenho do governador Geraldo Alckmin em reduzir os índices de criminalidade, principalmente em Guarujá e Praia Grande.

A Tribuna – Quais ações na área de Segurança Pública estão previstas para a Baixada?

Ferreira Pinto – A secretaria é muito sensível à Baixada Santista. Já reforçamos consideravelmente o efetivo em abril com 290 homens da PM e vamos dotar a região com mais 300 soldados até o fim do ano. Também contamos com melhoria de equipamentos e ampliação de bases da PM. Mas temos dificuldades de suprir as lacunas da Polícia Civil em função das carências de recursos humanos. Também nesse setor buscaremos dotar a região de maior efetivo.

A Tribuna – Qual região da Baixada mais precisa de investimentos?

Ferreira Pinto – Todas as cidades necessitam de aprimoramento na área de segurança pública, mas a situação mais crítica é a Guarujá e Praia Grande. Tanto em relação a efetivos quanto a recursos materiais. Nós estamos atentos a isso.

A Tribuna – Qual seria o número ideal de policiais militares por habitantes nessas cidades com déficit maior? Quando virá esse reforço?

Ferreira Pinto – Nós vamos disponibilizar um efetivo considerável de reforço em breve. Serão 300 novos soldados até o fim do ano. A distribuição deste contingente ficará a cargo do comandante da região, a quem cabe o emprego da tropa de acordo com a necessidade dos municípios. Haverá, evidentemente, uma prioridade para Guarujá e Praia Grande.

A Tribuna – Cadeias femininas ainda são muito improvisadas aqui na região. Há projetos para mudar isso?

Ferreira Pinto – Nós estamos construindo ou em vias de construir sete presídios femininos no Estado para, que num tempo bastante breve, não existam mais mulheres cumprindo pena ou à espera de julgamento em cadeias públicas. Para a Baixada, está prevista uma unidade em São Vicente. Existe um esforço do Governo neste sentido. Na semana que vem deve ser inaugurado um presídio em Tupi Paulista e foi também inaugurado um presídio em Tremembé. Existe um presídio com obra em andamento em Votorantim e outro em Pirajuí. Aqui na Baixada Santista, os problemas são de licença ambiental. São mais demorados, mas os projetos estão em curso.

A Tribuna – O programa Atividade Delegada, que terá a adesão das prefeituras de Santos e Guarujá, pode contribuir para a redução da criminalidade na região?

Ferreira Pinto – Sem dúvida, principalmente os crimes patrimoniais. Na Capital, ele foi implantado com sucesso e várias prefeituras estão empenhadas em aderir a esse modelo. Temos bons exemplos em Sorocaba e Mogi das Cruzes. Há procedimentos em andamento nas cidades de Santos e Guarujá. A iniciativa é dos municípios e a Polícia Militar vê com bons olhos.

A Tribuna – Santos

Childhood pela proteção da infância

A Sekron Alarmes apóia a divulgação de projetos e instituições que colaboram com a Paz Mundial e indica o site da organização Childhood Brasil.
A Childhood Brasil é um braço da World Childhood Foundation (Childhood), organização criada em 1999, por S. M. Rainha Silvia da Suécia, para defender os direitos da infância e promover melhores condições de vida para crianças em situação de vulnerabilidade em todo o mundo.
Além do Brasil, a Childhood também possui escritórios na Suécia, Estados Unidos e Alemanha, tendo apoiado mais de 500 projetos em 16 países.
A Childhood Brasil trabalha pela proteção da infância contra o abuso e a exploração sexual. Com esse foco, a organização desenvolve programas próprios de abrangência regional ou nacional e apóia projetos em diferentes localidades.

Saiba mais sobre a Childhood Brasil: http://www.childhood.org.br

A luta contra a violência

 

A Sekron Alarmes vai divulgar  neste blog, projetos e propostas de ações contra a violência.  Nossa idéia é divulgar e ampliar a cultura da paz.

Da mesma forma que o problema do aquecimento global, do lixo, da escassez de recursos naturais, o tema da violência é comentado no mundo todo. Todos os tipos de violência tem se exacerbado nas últimas décadas, desde guerras regionais, terrorismo, narcotráfico, abuso de mulheres e crianças.   

Entendemos que todo o ato violento, não é apenas fruto de um problema econômico e social, mas está também relacionado com a nossa cultura, com a  maneira que vivemos.

Como agimos no nosso dia a dia, como educamos nossos  filhos, como nos relacionamos com nossos companheiros e colegas de trabalho, como nos divertimos, como amamos e rezamos. Também faz parte do nosso modo de vida, a forma que adoecemos, morremos e cultuamos nossos  parentes que já se foram.

Podemos viver e fazer todo nosso dia a dia de um jeito violento, com raiva, medo, agressividade, competição. Porém podemos fazer de outra maneira, dando preferência a atitudes de colaboração, cordialidade e imparcialidade.

É uma opção nossa participar de uma “rinha de galo” ou ir à praia. Comprar um game de guerra para o nosso filho ou levá-lo a um show de música. Discutir com a vizinha por causa do lixo na calçada ou simplesmente colocar nosso ponto de vista de uma maneira pacífica e não emocional.

Talvez, não seja fácil em algumas ocasiões, mas é uma opção de cada um contribuir com a sua parte para a cultura da não violência.

Há 24 anos trabalhamos na prevenção de certos tipos de atos criminosos e percebemos no nosso cotidiano as conseqüências que estes atos representam para a vítima. Com base na experiência que adquirimos nesses anos de trabalho, percebemos que por mais difícil que seja, a melhor opção ainda é a Paz.