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Seis homens são presos depois de roubarem casa e invadirem empresa

Fonte: G1

Dupla gastou 14 minutos em assalto a casa de câmbio de Congonhas

Ladrões levaram R$ 250 mil na noite desta terça-feira.
Polícia Civil analisa imagens de câmeras do aeroporto da Zona Sul de SP.

Renato Jakitas
Do G1 SP

A Polícia Civil analisa nesta quarta-feira (4) as imagens do assalto a uma casa de câmbio Cotação que opera dentro do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, na noite desta terça (3). A tentativa é identificar os dois criminosos que entraram armados, fizeram três funcionários reféns, e levaram cerca de R$ 250 mil dos cofres.

Os assaltantes levaram 14 minutos para chegar e sair do aeroporto. Segundo a polícia, chama a atenção a facilidade que tiveram, principalmente na forma como acessaram o interior da casa de câmbio, que dispõe de um sistema de “clausura” – duas portas até o interior, sendo que uma delas só se abre quando a outra é fechada. No momento do assalto, o sistema não operava adequadamente.

“O que chama a atenção foi a relativa facilidade que tiveram acesso à casa de câmbio. A casa tem todo um aparato de segurança. Os funcionários são orientados a seguirem essas linhas de segurança, mas, curiosamente, ontem [terça-feira], esse aparato foi quebrado”, disse o delegado Marcelo Palhares, titular da delegacia do Aeroporto de Congonhas.

As imagens gravadas pelas câmeras de segurança do aeroporto mostram dois criminosos vestidos de terno, perucas e portando cada um deles uma mala. Eles chegam ao aeroporto em um automóvel Honda Fit dourado às 21h57. Às 21h59 entram na casa de câmbio e às 22h07 passam pela mesma porta que entraram em Congonhas.

Tudo aconteceu a cerca de 20 metros de um posto da Polícia Militar, que estava vazio no momento do assalto. Os dois PMs que ficam de plantão até as 23h, quando o aeroporto encerra suas atividades, faziam uma ronda do lado externo, segundo o capitão da 1ª Companhia do 12º Batalhão da PM, Ednilson Staff, responsável pelo policiamento em Congonhas.

Assalto com reféns acaba com PM e suspeito mortos na zona sul de SP

Outro policial também foi baleado, mas não corre risco de morte; reféns foram liberados ilesos

João Paulo Carvalho e Pedro da Rocha – estadão.com.br

SÃO PAULO – O major Sandro Moretti Silva Andrade, subcomandante do 1º Batalhão da Polícia Militar (PM), e um assaltante morreram após troca de tiros em uma loja de construção no Jardim Regina, zona sul de São Paulo, no início da noite desta quarta-feira, 7. O soldado da PM Cesar Aurélio Cavalcanti também foi baleado, mas não corre risco de morte.

No momento em que foi atingido, o major não usava colete à prova de balas. Ele negociava com o assaltante a liberação de sete pessoas, mantidas reféns na loja. De acordo com nota emitida pela PM, Andrade “ao se dirigir para a ocorrência não o utilizou (colete balístico) conforme normas da Polícia Militar quanto ao uso de tal equipamento em situações de deslocamentos e atividades ostensivas”.

Andrade, que tinha 46 anos, trabalhava na PM há 26 anos, atualmente em função administrativa. Era casado e pai de três filhos.

Segundo informações da PM, três bandidos invadiram a loja de material de construção em M’Boi Mirim, na altura do número 2.454, para assaltarem o estabelecimento. Quando estavam deixando o local, entretanto, os homens avistaram uma viatura da PM e decidiram retornar à loja. Sete funcionários foram feitos reféns.

A polícia cercou o estabelecimento. O helicóptero Águia e o Grupo de Ações Táticas Especiais, da PM, também foram acionados para ajudar no cerco. O tiroteio começou quando um dos suspeitos negociava a liberação dos reféns.

Dois assaltantes conseguiram fugir antes dos disparos. Todos os reféns foram liberados sem ferimentos, de acordo com informações da PM. Andrade deu entrada no Hospital Municipal M’Boi Mirim em estado de choque e morreu antes de chegar à sala de cirurgia. O assaltante chegou morto ao mesmo hospital. O soldado permanece internado, está estável e não corre risco de morte.

A PM informou que “a Corregedoria da Polícia Militar através da equipe que apura casos onde policiais militares são vitimas de crime está investigando o caso”.

Criminosos invadem casa no Morumbi e trocam tiros com a polícia

Crime aconteceu na Rua Fonseca Teixeira.
Segundo PM, três suspeitos morreram; um foi detido.

No confronto com os policiais, três criminosos morreram após tentar assaltar casa (Foto: Bruno Araújo/G1)

Uma casa foi invadida por criminosos na manhã desta segunda-feira (7) na Rua Fonseca Teixeira, na região do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo. Segundo a PM, os policiais chegaram ao local quando os criminosos ainda estavam na residência. Houve troca de tiros e três suspeitos foram atingidos. Eles chegaram a ser levados a hospitais, mas morreram. Um quarto integrante do grupo foi detido. Quatro adultos e uma criança foram feitos reféns durante o assalto.

Segundo o major Edinaldo Soares de Alexandre, da Polícia Militar, a família trabalha em uma mesma empresa. Na manhã desta segunda, o dono da residência saiu para trabalhar mais cedo e estranhou quando seus filhos não chegaram na empresa no horário habitual. Ele tentou entrar em contato com o resto da família, mas não conseguiu. Preocupado, acionou a PM e voltou para casa.

Ainda de acordo com o major, o homem tocou a campainha da residência diversas vezes, mas ninguém atendeu. Os policiais arrombaram a porta quando chegaram e encontraram um grupo de assaltantes no local fazendo a família refém. Houve troca de tiros entre o grupo armado e a polícia, e três suspeitos foram atingidos e um preso.

Segundo o major, há a suspeita de que outros integrantes do grupo podem ter conseguido fugir durante a troca de tiros.
Os integrantes da família não ficaram feridos. Segundo Edinaldo Soares de Alexandre, os assaltantes colocaram uma meia na boca da criança, um menino, para que ele não chorasse e alertasse os vizinhos. Cinco armas foram apreendidas. Os assaltantes não conseguiram levar nada da casa.

Ainda segundo o major, a polícia desconfia que a mesma quadrilha que invadiu a casa nesta segunda tentou assaltar uma outra residência na mesma rua na semana passada. Imagens de câmeras de segurança serão usadas para confirmar a suspeita.

São Paulo tem oito roubos a residências por dia

A capital paulista registrou no primeiro semestre deste ano uma média superior a oito roubos a residência por dia. Entre janeiro e junho, 1.520 casas foram atacadas por ladrões que fizeram famílias inteiras reféns. Só neste mês, até o dia 10, foram 93 crimes dessa modalidade, contra 73 no mesmo período de 2010. A parte nobre da zona sul é a mais atingida. Juntos, os bairros de Vila Sônia, Morumbi, Jabaquara, Campo Belo e Vila Clementino acumulam 16%, ou 240 do total das ocorrências.

Na sexta-feira, um engenheiro de 70 anos foi atingido por um tiro de fuzil em um assalto a sua casa, no Jardim Morumbi. Policiais do 16.º Batalhão da Polícia Militar, que atende a área afirmam que são constantes os chamados de ataques contra residências no bairro. Eles estão sendo orientados a andar com uma relação de placas dos veículos que foram roubados ou furtados nas últimas 72 horas e que possivelmente são usados na prática de crimes.

No próximo domingo, moradores do Morumbi farão um protesto contra a onda de violência, dando um abraço simbólico na Praça Vinicius de Morais.

Vigilância
Moradores da capital têm reforçado a segurança. Alguns relatam que estão saindo menos de casa. “A gente fica trancada e os ladrões estão pelas ruas. É assim que está a cidade”, conta uma engenheira de 31 anos. A casa dela, no Bosque da Saúde, na zona sul, foi invadida por quatro criminosos no dia 10.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), nos últimos dez anos, o mercado de segurança vem crescendo com taxas médias anuais de 13%.

A entidade diz que as principais tecnologias procuradas são câmeras, com 40% das vendas, seguidas de alarmes contra intrusos com 26%, sistema de controle de acesso, com 24%, e produtos de combate a incêndios, com 10% das vendas.

As informações são do Jornal da Tarde.

Polícia surpreende bandidos que planejavam explodir caixa eletrônico

Após denúncia anônima, policiais entraram em confronto com bando armado. Houve troca de tiros e seis bandidos morreram.

Monalisa Perrone
São Paulo

Dois pelotões de policiais surpreenderam 15 bandidos que planejavam explodir um caixa eletrônico, dentro de um supermercado em São Paulo, nesta sexta-feira (5). O local fica ao lado de uma escola e a poucos metros de uma delegacia. Houve troca de tiros e seis bandidos morreram.

A polícia já tinha informações sobre a intenção dos criminosos. Recebeu um telefonema anônimo e se preparou para impedir o roubo do caixa eletrônico. Os bandidos invadiram o supermercado de madrugada. Lá dentro havia apenas três funcionários da manutenção que foram feitos reféns. Um deles ficou trancado no frigorífico. Enquanto isso os bandidos agiam.

Os policiais encontraram alguns dos ladrões ainda dentro do supermercado. Outros estavam fora dando cobertura. A troca de tiros foi intensa. Os ladrões usavam pelo menos seis armas pesadas, como fuzis, metralhadoras e espingardas, toucas para esconder o rosto e coletes a prova de balas.

De acordo com a polícia, seis bandidos foram baleados. Cinco morreram quando eram transferidos para o hospital e um outro morreu dentro do carro que seria usado para a fuga. Os outros assaltantes fugiram.

O tiroteio foi tão forte que é possível encontrar marcas de tiros dentro da escola que fica bem ao lado do supermercado. Nesta sexta-feira (5), a escola e também o comércio foram fechados. O bairro inteiro está parado e assustado.

Desde o dia 1º de abril, foram registrados 106 casos de roubo a caixas eletrônicos em São Paulo.