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Com a proibição do uso de celular em bancos, bandidos usam nova tática para golpe

Enquanto um ladrão simula uma operação com o gerente, o outro se posiciona na fila. Eles se comunicam por sinais. Policiais desconfiaram do golpe. Bandidos foram identificados por investigadores, passaram a ser vigiados e foram presos.

Fonte: G1

Aumento dos assaltos na saída de agências bancárias assusta clientes

O ataque de assaltantes provocou duas mortes nas últimas 24 horas em São Paulo. A polícia dá orientações para evitar exposição durante saques.

Natália Ariede
São Paulo

Um tiroteio em um bairro nobre de São Paulo assustou quem estava na região. Dois bandidos foram mortos depois de roubar um cliente de um banco. Os tiros foram disparados por um policial à paisana, mas o dinheiro da vítima – 12 mil reais – desapareceu.

Em outro caso de saidinha de banco, em São Bernardo do Campo, os ladrões foram presos e um deles reconhecido por vítimas de outros assaltos. Mas apenas dois mil, dos cinco mil reais da vítima, foram recuperados. Nos dois casos a polícia está investigando o paradeiro dos valores desaparecidos.

Em São Paulo, para combater o crime conhecido como saidinha de banco, a polícia adota como estratégia a presença mais frequente dos PMs. Eles visitam as agências bancárias, dão orientações aos funcionários e distribuem cartilhas aos clientes, com dicas de cuidados para evitar ser vítima desse tipo de crime.

Em Salvador, depois do baterista da banda de forró Estakazero ter sido baleado na cabeça após sacar dinheiro, a prefeitura deu seis meses para que os bancos instalem câmeras de segurança dentro e fora das agências. A multa é de cinco mil reais.

No Ceará, os bancos têm 90 dias para se adaptar a uma lei que proíbe o uso de celulares nas agências.

Para quem vai sacar dinheiro, a Polícia Militar de São Paulo recomenda:
- não avise que vai fazer um grande saque
- vá acompanhado
- não conte dinheiro no caixa
- não peça ajuda a estranhos
- atenção no trajeto
Fonte: Polícia Militar de SP

“No deslocamento, observe se está sendo acompanhado. Antes de entrar no banco veja se tem pessoas que estão olhando de forma diferente. Se for abordado, nunca reaja. Ele quer apenas o bem material. No caso o dinheiro”, diz o capitão Cleodato Moisés, Polícia Militar.

Assista a matéria exibida no Jornal Hoje:

PM vai panfletar contra roubo a banco

25 de maio de 2011

CAMILLA HADDAD

Policiais militares vão distribuir panfletos com alertas de segurança nas agências bancárias da capital, principalmente no setor de autoatendimento e na entrada dos estabelecimentos. O material é ilustrado com desenhos que representam situações pelas quais passam os funcionários de bancos e os clientes.
A medida passa a valer na próxima semana e faz parte de uma estratégia montada pela corporação para combater crimes como ‘saidinha de banco’, sequestro de gerentes e roubos. De madrugada, a ronda foi reforçada no lado de fora até as 6h40 – para evitar os ataques a caixas eletrônicos, que cresceram muito neste ano.
A operação, chamada pela PM de “Saque Seguro”, começou ontem com visitas de policiais aos gerentes e demais funcionários e também conscientização de clientes. O trabalho é desenvolvido das 10h às 16h. Parte do efetivo do bairro entrou nos bancos, andou pelas filas e fez patrulhamentos nos estacionamentos conveniados, o que antes não acontecia.
Os responsáveis pelas visitas são soldados do bairro. Além deles, a PM chamou 32 homens do setor administrativo que receberam treinamento para atuar nas agências consideradas mais críticas. Os bancos entregaram à Polícia Militar uma lista com endereços de agências com maior número de crimes. Entre elas estão estabelecimento no Morumbi, Jabaquara (zona sul), Santana (norte) e Butantã (oeste).
Aplausos
A novidade chamou a atenção. Em uma das agências onde foi feita a visita houve aplausos dos clientes, segundo a Polícia Militar. Em Santana, o funcionário de um estacionamento diz ter se surpreendido com a chegada de duas viaturas. Ele contou que pensou ter havido um roubo, perguntou para os policiais o que estava acontecendo e foi informado sobre a operação.
Em todas as agências visitadas, os gerentes assinam uma espécie de lista de presença trazida pelos PMs, para comprovar que a ronda passou pelo local.
O coronel Marcos Chaves, comandante do policiamento da capital, afirma que espera uma reação positiva das pessoas. Segundo o oficial, uma das metas é justamente a criação de “vínculo” entre funcionários, clientes e policiais do bairro.
“Hoje (ontem) foram 400 agências visitadas” afirmou Chaves. “Aparentemente, o objetivo foi alcançado. Essa aproximação é importante. Se cria uma amizade, o policial começa a interpretar as reações das pessoas e assim pode identificar se há algo errado acontecendo”, avalia.
O especialista em segurança Felipe Gonçalves considera a ronda “muito efetiva”. “A pessoa mal intencionada vai pensar duas vezes antes de agir”, explica. Gonçalves diz ainda que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) também deve intensificar a prevenção e a segurança.
O diretor setorial de Segurança Bancária da Febraban, Pedro Oscar Viotto, disse que a parceria com a PM é importante. “O reforço do policiamento na região da agência beneficia todo o entorno, diminuindo a criminalidade de maneira geral.” Para a Febraban, a principal recomendação é não comentar com estranhos sobre saques de grandes valores.
O Banco do Brasil, que ontem teve uma visita na agência da Rua Voluntários da Pátria, em Santana, informou, em nota, que constantemente orienta seus funcionários através de palestras que abordam temas relacionados com a segurança preventiva; cursos sobre segurança de ambientes e de pessoas; publicações periódicas de mensagens contendo dicas e informações a respeito da segurança bancária, além de adotar instruções normativas específicas para o tratamento do assunto.
Segundo informações da Febraban, a cidade de São Paulo tem 2.449 agências bancárias.

Aumenta o número de assaltos a clientes de banco em São Paulo

Só esta semana, foram registrados quatro casos da chamada “saidinha de banco”,todos com violência.

Jornal Nacional

Edição do dia 24/02/2011

24/02/2011 21h43 – Atualizado em 24/02/2011 21h43

Nesta semana, clientes de bancos foram vítimas de quatro assaltos parecidos, em São Paulo. Duas pessoas foram assassinadas.

Do alto do prédio, um funcionário de um escritório registrou o momento seguinte a um assalto na Zona Sul de São Paulo. Os dois homens dominados por seguranças são ladrões, que tentaram roubar uma mulher, mas eles foram baleados por um bombeiro.

“Eles seguiram a mulher, tomaram o envelope dela, e o segurança do supermercado percebeu a ação e derrubou os dois da moto”, revela o aposentado Cláudio Martins e Martinês.

A vítima foi uma mulher de 76 anos que havia acabado de descontar um cheque. Como nunca havia sido assaltada, ela saiu despreocupada do banco, atravessou a avenida e foi tomar um lanche. Na calçada, ela foi atacada por dois motoqueiros. Naquele instante, ela cometeu um erro: lutou com um dos bandidos. “A polícia orienta que jamais reaja. Patrimônio a gente recupera depois”, orienta o major Marcel Lacerda Soffner, porta-voz da PM.

Esse foi o quarto caso esta semana em São Paulo de um crime registrado como roubo, mas popularmente chamado de “saidinha de banco”, todos com violência.

Na terça-feira (22), um homem foi assassinado na porta da agência. A mãe dele sacou R$ 19 mil. Um ladrão que se passava por cliente avisou os comparsas do lado de fora. Eles cercaram o carro e atiraram. A única pista é a imagem das câmeras de uma empresa. Um ladrão fugiu de moto. Outro correu. No mesmo dia, mais um cliente foi baleado quando chegava ao banco para depositar R$ 11 mil.

Nesta quarta-feira (23), um comerciante foi morto na saída desse banco. Os ladrões atiraram e fugiram sem levar nada. Para a polícia, os clientes devem andar com menos dinheiro no bolso.

“Usar toda tecnologia necessária e disponível, fornecida pela instituição bancária aos seus clientes: internet banking, transferência bancária, cartões de crédito, holerites eletrônicos com cartões pra pagamento de funcionário. Tudo isso facilita e evita maiores problemas”, aponta o major Marcel Lacerda Soffner.