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Quadrilha é presa em flagrante após invadir casas de alto padrão no Ibirapuera

Notícia original A Tribuna

Três rapazes foram presos em flagrante na manhã deste domingo após invadirem duas casas de alto padrão no Jardim Luzitânia, na região do Ibirapuera. Os moradores das residências tinham viajado.

De acordo com a Polícia Militar, o furto tinha sido planejado com antecedência. Na sexta-feira  e no sábado, os rapazes foram até as casas para ver se os moradores estavam em casa.

A polícia foi acionada por um vizinho que observou o momento em que os três entraram em uma residência e estacionaram o carro dentro da garagem. Eles invadiram também uma casa vizinha. Ao lado do carro, foram encontradas joias e um cofre.

Quando a polícia chegou, eles fugiram pulando o muro de casas vizinhas. O caso foi encaminhado ao 36º Distrito Policial.

Sete lições que o profissional de segurança precisa aprender

Artigo original – Computerworld

Elas o ajudam a passar a ser visto como um facilitador e deixar para trás a fama de repressor.

Todos já ouviram a frase “a falha é a chave para o sucesso”. Mas os profissionais de segurança estão realmente aprendendo com seus erros? A medida que os roubos de identidade e os riscos de segurança continuam crescendo, a indústria está respondendo a altura? Ou repete falhas do passado? Enquanto as tecnologias para segurança se aprimoram, os criminosos também ganham acesso a ferramentas melhores. Eles é que estão ficando mais espertos?

A sabedoria tradicional diz que é necessário mais equipe com treinamento e certificações de segurança. Outros dizem que salários mais altos, um melhor entendimento dos criminosos ou mais executivos top de linha são necessários. Tudo isso ajuda, mas algumas equipes têm tudo isso e mesmo assim falham. Caem sistematicamente em armadilhas parecidas.

Com base em experiências reais, confira as sete lições que qualquer profissional de segurança precisa aprender para ter sucesso:

1 – Segurança costuma ser vista como um problema
Geralmente,  profissionais de segurança são vistos como estraga prazeres, que trazem mais problemas que soluções. No mundo da computação em nuvem, por exemplo, milhares de artigos positivos são escritos por quem fala da tecnologia, mas os artigos da área de segurança só sabem falar quão ruim a nuvem é para segurança da informação.

A dica para superar isso é se esforçar para se tornar um facilitador. Pare de dizer não para os clientes e ofereça soluções seguras para as propostas apresentadas. Diga como garantir que o projeto seja entregue no prazo, no orçamento e com um nível de segurança adequado. Enquanto isso, vá analisando se e como a área de negócios enxerga valor nas suas abordagens.

2 – Segurança é encarada como uma solução única
Outro erro comum dos profissionais de segurança é achar que um tipo de solução pode resolver os problemas de cibersegurança de todos os tipos e tamanhos de empresa. Essa abordagem é errada porque erros de dimensionamento podem colocar uma empresa maior sob risco ou fazer uma empresa menor gastar desnecessariamente em uma solução muito abrangente.

A solução é oferecer aos clientes diferentes níveis de solução para as empresas. Estudar o mercado, acompanhar avaliações de consultorias como Gartner e Forrester, ficar em contato constante com associações de segurança, tudo isso ajuda a bolar o melhor pacote de soluções para cada caso e auxiliar as áreas de negócios a entenderem os riscos e benefícios associados com cada opção.

3 – Um pouco mais de humildade ajudaria
Não há dúvida que todos os clientes do mundo gostam de trabalhar com pessoas positivas, amigáveis, humildes e com atitudes pacientes. Essa descrição, infelizmente, não cabe à maioria dos profissionais de segurança. A conseqüência é que eles tendem a desprezar processos e trabalhar somente nas demandas que parecem mais ameaçadoras. O profissional de segurança adora combater inimigos e acaba se esquecendo a razão da segurança e da existência do seu time.

Para driblar esse problema, é necessário mostrar humildade genuína aliada à excelência profissional. Admitir que os criminosos estão cada vez melhores e trabalhando mais duro para derrotar o que você está fazendo é uma atitude interessante. Pensar assim fará o profissional de segurança pensar em ter  mais planejamento, colaboração e trabalhar em processos com ciclo me vida projetada. Paralelamente, uma boa atitude do profissional é se engajar em atividade sociais da companhia e mostrar que faz parte do time.

4 – Profissionais tendem a achar que o cliente não sabe nada da área
Alguns profissionais de segurança veem clientes como agentes irritantes, que não sabem do que estão falando quando o assunto é segurança. Combinada com a falta de paciência em realizar explicações claras, essa atitude leva o profissional a concluir que o cliente nunca entenderá o real problema. Um grande erro.

Ocorre que 90% das questões mal compreendidas, segundo especialistas, são erros relacionados às pessoas e a relacionamentos ruins. Os profissionais precisam entender que as pessoas que surgem com demandas não têm, como missão, irritá-los: elas têm família, torcem para times, praticam seus hobbies.  Relacione-se, conheça melhor cada pessoa, construa confiança e constate que cada um tem seus conhecimentos e que vale a pena um esforço para compartilhá-los.

5 – Cyber-ética: você é uma ameaça interna?
Muitos profissionais de segurança costumam se ver como hackers do bem que não devem seguir políticas que os outros funcionários seguem. No entanto, quanto mais o profissional aprende e se torna “hacker do bem”, mais a tentação cresce. As informações com as quais vai se deparar testará a ética e a honestidade do profissional o tempo todo.

O ideal é não ter essa atitude. Respeitar as políticas da empresa, mesmo que tenha o poder de desrespeitá-lo, é a melhor forma de manter o emprego, reputação e ainda dar um bom exemplo. É bom nunca subestimar o risco aos quais se expõe, pois ninguém age sem deixar rastros.

6 – Esgotamento mental na carreira
Muitos profissionais de segurança sentem sintomas de esgotamento em algum ponto da carreira. Pesquisas indicam que a área de segurança é onde se encontra a maioria desses profissionais. Eles acham que todos os dias são ruins, levam para casa o que têm de negativo no trabalho, sentem-se exaustos o tempo todo, acham que todas as tarefas são tediosas e acham que nada do que fazem é valorizado.

Superar isso é difícil, mas requer uma boa dose de perseverança e equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. A melhor coisa na carreira é antecipar possíveis estresses e trabalhar em cima de sinais que podem levar ao esgotamento. Em segundo lugar, o profissional deve analisar sua situação pelo menos uma vez por ano para avaliar o que está bom, o que está ruim e o que poderia causar um problema. Não seria hora de planejar folgas, férias, buscar alguma realização pessoal?

Reconhecer a carreira como uma maratona, e não um sprint final, é uma boa atitude também. O profissional não vai ser usado, esgotado e descartado, como um ciclo único. A carreira é repleta de ciclos.

7 – Perspectivas ruins e sensação de estagnação
Muitos profissionais de segurança se esquecem de características comportamentais, como atitude, relacionamento, liderança, entre outros, para se concentrar só nas técnicas. Isso quase sempre leva à sensação de estagnação vivida pela maioria.

Para evitar que isso ocorra, a melhor forma é desenvolver estratégicas práticas, como respeitar sua própria posição como um papel importante na empresa, se voluntariar para comitês ou equipes de atividades paralelas na empresa e tentar gerar boas ideias para a organização, participando de discussões sobre problemas e eventuais soluções. Essas atitudes práticas auxiliam o desenvolvimento de características pessoais e melhoram as perspectivas de crescimento e as chances de avanço na carreira.

Estupradas demoram para buscar médico, é comum engravidarem e não poderem abortar.

Simone, 27, foi estuprada a caminho do trabalho. Carmem, 28, indo para a casa de uma amiga. Mara, 42, quando voltava de um posto de saúde. Taís, 18, estava em um parque. Karina, 29, em casa.

Mulheres contam sobre dificuldade em pedir ajuda após estupro. Em comum, essas mulheres também compartilham o fato de terem engravidado por falta de um atendimento médico imediato após o estupro. A anticoncepção de emergência, se usada até 72 horas após a relação sexual, pode evitar a gravidez.

Um estudo inédito do Hospital Pérola Byington mostra que essa é a realidade de 88,9% das grávidas vítimas de estupro atendidas em um projeto da instituição Bem-Me-Quer, que oferece ajuda médica e psicológica, informa reportagem de Cláudia Collucci, publicada na edição desta segunda-feira, da Folha. (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Para o ginecologista Thomaz Gollop, coordenador do Grupo de Estudos sobre Aborto, as mulheres ainda não têm noção de seus direitos e temem procurar ajuda.

‘Há também uma questão vinculada à vergonha que impede a mulher de revelar a violência praticada contra ela. Quando engravidam, escondem a gravidez e só procuram assistência quando ela é claramente evidente.’

Foram avaliadas 936 mulheres ao longo de 15 anos do projeto: 65% optaram pelo aborto. O restante (326) não fez o procedimento porque não houve aprovação para o aborto (60,7%) ou porque a gestante desistiu de interromper a gravidez.

Segundo a psicóloga Daniela Pedroso, a maioria dos casos de não aprovação (39%) do aborto ocorreu em razão de a idade gestacional estar acima da prevista pelo serviço de saúde –após a 22ª semana de gravidez ou com o feto pesando mais do que 400 gramas.

Fonte: Folha de São Paulo

Sou da Paz lança Plano de Controle de Armas

Matéria original – Instituto Sou da Paz

Reduzir os homicídios por armas de fogo na cidade de São Paulo. Este é o objetivo do Plano de Controle de Armas que o Instituto Sou da Paz lança hoje, dia 16 de dezembro de 2010, na capital paulista.

O Plano – que contempla medidas técnicas de controle de armas e ações de sensibilização da sociedade – começou a ser desenhado em julho, a partir da elaboração de um diagnóstico participativo sobre o controle de armas na cidade.

São parceiros na iniciativa diversas organizações da sociedade civil, Polícias Militar, Civil, Técnico-Científica, Federal, Secretaria Municipal de Segurança Urbana, Secretaria da Segurança Pública do estado de São Paulo, Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania, Ministério da Justiça e outros órgãos governamentais.

Quadrilha invade casa e faz idosos reféns na zona sul de SP

Fonte – Estadão

SÃO PAULO – Quatro ladrões armados invadiram uma residência e renderam um casal de idosos e seu filho em Indianópolis, zona sul da capital, por volta das 22 horas de segunda-feira, 13. Após fazer uma devassa em todos os cômodos da casa, a quadrilha fugiu no Citröen C4 Pallas das vítimas levando computadores, televisores, joias, bebidas, roupas e outros pertences. Os moradores, além de um vigilante de rua e uma empregada também rendidos, foram imobilizados com lacres plásticos nos pulsos.

A dentista aposentada Luísa, 70 anos, que preferiu não revelar o sobrenome, estava na cama vendo televisão quando um homem mascarado invadiu o quarto e apontou a arma para sua cabeça. O marido, de 75 anos e também aposentado, escovava os dentes no banheiro do casal e, ao gritar por socorro, foi agredido. “Eles levaram tudo: roupas, perfumes, faqueiro, bebidas, celulares. Diziam que eram profissionais”, contou Luísa.

Segundo ela, os ladrões usaram uma chave mixa para abrir o portão da garagem e entraram pela cozinha da residência, na Alameda dos Anapurus, nº 180. A porta que dá acesso ao segundo andar, onde ficam os quartos, foi arrombada. “Durante a ação eles se comunicavam por rádio com alguém que estava do lado de fora”, contou. É a segunda vez em dois anos que a residência da família é assaltada – na primeira, criminosos aproveitaram a chegada do filho para invadir o local. “Quero me mudar daqui”, disse Luísa. Aos moradores, o vigilante afirmou que viu os ladrões tentando abrir o portão e, quando se aproximou, foi rendido.

Luísa disse que a Polícia Militar demorou 40 minutos para chegar à residência após ser acionada e, até a madrugada de terça-feira, 14, a perícia ainda não havia aparecido. “Este lugar está cheio de impressões digitais dos bandidos”, disse. “A Constituição diz que segurança é um dever do Estado. Só se for estado de coma”, criticou.

A Polícia Militar, por meio de sua assessoria, informou que chegou ao local 6 minutos após ser acionada e que em casos de roubo consumado cabe às vítimas ir à delegacia registrar a ocorrência. Os moradores disseram que estavam emocionalmente abalados e que só iriam à delegacia na manhã desta terça-feira.

Quadrilhas organizadas miram residências

Levantamento da Secretaria de Segurança Pública mostra aumento de roubos elaborados a residências e prédios.

Matéria original no Estadao.com.br

Roubos sofisticados por região
Entre 1º de janeiro de 2008 e 30 de junho de 2009, foram registrados 223 roubos classificados como sofisticados, diz a Secretaria de Segurança pública. O ‘roubo sofisticado’ é aquele em que a invasão da casa ou prédio conta com 2 ou mais assaltantes usando armas, disfarces ou outros métodos que indiquem um mínimo de organização. A região sul é a que registra mais casos.

Horário dos roubos
Os bandidos mais organizados agem mais de manhã, enquanto os semiamadores atacam mais à noite.

Disfarces mais usados
O disfarce de carteiro é o preferido entre os bandidos (19 casos registrados). Uma dica de segurança para evitar a abordagem é confirmar a origem da encomenda com o remetente ou com a prestadora de serviço.

Arrastões em condomínios
O crescimento no número de casos de arrastão em condomínios em relação ao ano passado levou à decisão da Secretaria de Segurança Pública de criar uma delegacia especializada em apurar esses delitos.