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Senado terá 900 câmeras e custará R$ 8,1 mi até o fim do ano

O Senado vai comprar e instalar, até o fim do ano, 900 câmeras de vigilância para monitorar as dependências da Casa. A renovação do sistema vai custar R$ 8,1 milhões. Atualmente, o Senado tem 142 equipamentos do gênero, espalhados pelas dependências do prédio, mas, desse total, apenas 50 estão em funcionamento. Servidores da Polícia Legislativa reclamam que a deficiência no sistema deixa a Casa vulnerável, pois há diversos pontos cegos no edifício.

O atentado ocorrido na escola Tasso de Silveira, no bairro de Realengo, no Rio de Janeiro, em abril deste ano, preocupou os responsáveis pela segurança do Senado. Diante da invasão que resultou na morte de 12 crianças, a Polícia Legislativa passou a pressionar a direção da Casa por investimentos na área de prevenção.

A imagem desgastada do parlamento perante a população e a repercussão da tragédia na escola carioca fizeram com que o Senado atendesse a uma solicitação de renovação do sistema de segurança. “As câmeras têm mais de 15 anos.

Vai melhorar na parte de prevenção, acompanhamento e investigação. A gente vem pedindo a modernização do sistema há anos. O Senado está vulnerável. O sistema é antigo e tem manutenção difícil.

A Casa agora vai ficar realmente resguardada”, acredita o diretor da Polícia Legislativa do Senado, Pedro Ricardo Carvalho.

Com a ampliação do número de câmeras, corredores dos gabinetes, dos andares do Anexo I, as dependências externas e até mesmo as residências oficiais dos senadores serão monitoradas em tempo real por um sistema integrado. Atualmente, a imagem das 50 câmeras em funcionamento são observadas por um operador em uma sala da Polícia Legislativa que tem 16 monitores e uma mesa de comando.

Entre as 900 novas câmeras que o Senado está comprando, há previsão de que pelo menos 10 sejam comandadas com sistema remoto, por meio de um joystick, para que o operador direcione o ângulo da imagem para a área que merecer atenção. Outros servidores serão designados para fiscalizar os monitores.

Na lista das áreas que carecem de monitoramento estão o Salão Negro, a Chapelaria, o térreo do Anexo I e os jardins de inverno da Casa.

As informações são do Jornal Correio Braziliense

Bandidos compram dados de clientes e kit para clonar cartões pela internet

Jornal Hoje – Quinta-feira, 18/08/2011

São negociados aparelhos para gravar dados dos cartões. Há até promoções e troca de aparelho. Especialistas recomendam cuidado ao enviar as informações pela internet. Deve-se evitar fazer compras em servidores de reputação desconhecida.

Justiça solta 1.972 presos em 43 dias em SP

Número de beneficiados subiu com força-tarefa para analisar processos.
Atualmente, faltam 7 mil vagas no regime semiaberto do estado de SP.

Da Agência Estado

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) está mandando presos para o regime aberto e concedendo liberdade condicional em ritmo recorde no estado. Os beneficiados são os detentos do semiaberto.

Entre 3 de maio e 15 de junho, foram colocados nas ruas 1.972 presidiários, média de 61 por dia útil, volume duas vezes maior do que o que vinha sendo feito. Naquele dia, começou a nova fase dos trabalhos da força-tarefa de oito juízes e 15 funcionários do TJ que analisou 23 mil processos de execução.

O trabalho dos magistrados desperta polêmica até dentro do TJ paulista. “Nos processos da capital, isso não se justificaria. Os pedidos de progressão estão em andamento. Pode ser que no interior tenha algum atraso. Vejo com surpresa”, afirma o promotor Pedro de Jesus Juliotti.

Já a Defensoria Pública aprova a medida e diz que serve para combater uma situação de ilegalidade nas penitenciárias. E os juízes-corregedores defendem a força-tarefa. “Ninguém é colocado na rua sem ter o direito.

Não é abrir a porta da cadeia e jogar a chave fora”, diz o juiz Claudio Augusto Pedrassi, integrante da força-tarefa.

Sobre o exame criminológico, integrantes da força-tarefa dizem que o ideal seria aplicá-lo, mas isso não ocorre por falta de recursos humanos.

Hoje, é medida excepcional e a liberdade tem sido concedida, principalmente, com base nas informações do boletim de conduta, fornecido pelo agente penitenciário. “Não havia estrutura e o pouco de exame que se fazia era malfeito. Nunca foi um índice fiel, daí veio a alteração”, diz Paulo Eduardo de Almeida Sorci, coordenador da força-tarefa do tribunal.

Os juízes dizem que, mesmo com exames científicos, não é possível saber se um ex-detento vai reincidir no crime. “Nem com a Mãe Dinah”, brinca Marcelo Matias Pereira, integrante da força-tarefa. Sorci ressalta que não houve aumento da criminalidade desde setembro de 2008, quando foi adotada a medida pela primeira vez.

Mas ele se diz consciente sobre as possíveis cobranças. “Soltamos 1.972 pessoas até agora. Se tiver um erro aqui, só esse erro vai aparecer. Os acertos, não.”

Déficit
Atualmente, faltam 7 mil vagas no regime semiaberto do estado de São Paulo. E esse foi justamente um dos motivos que levaram o Tribunal de Justiça a acelerar o ritmo de análise de processos de progressão de pena nas varas de execução. “Se não tivesse sido adotada a força-tarefa, teriam sido soltos 500 presos desde maio. Soltamos 1.500 a mais, porque houve uma regularização. Reunimos o que há de melhor no funcionalismo e aproveitamos para fazer um curso com os servidores, que vão reproduzir isso nas comarcas”, afirma Sorci.