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Jardins terá base fixa e monitoramento por câmeras

Os Jardins, na zona sul, será o segundo bairro de São Paulo a receber o sistema big brother para combater a violência. Moradores da região se uniram e querem transformar a atual base da Polícia Militar móvel em unidade fixa na esquina das Avenidas Cidade Jardim e Brigadeiro Faria Lima. Os gastos com a nova empreitada serão pagos por empresários parceiros da Associação dos Moradores dos Jardins (AME Jardins).

A iniciativa é semelhante à existente na Chácara Klabin, também na zona sul. Ali, as ruas são vigiadas por câmera de segurança instalada na base na Praça Manuel Pedro Pimentel.

A vontade de trazer uma estrutura fixa para os Jardins começou a aumentar no ano passado, quando o diretor da AME Jardins, João Maradei, a convite do então comandante da PM, coronel Álvaro Camilo, foi visitar a base da Chácara Klabin. “Voltei de lá com essa ideia e começamos a procurar recurso para a base se tornar realidade. Aqui temos shoppings, agências bancárias e lojas de decoração, passa muita gente.”

Segundo Maradei, o primeiro passo foi dado recentemente, quando a corporação aprovou a proposta. “Agora, a própria PM é que deve solicitar licença na Prefeitura para o uso da Praça Luiz Carlos Paraná, onde a nova base será construída”, diz.

No local, a intenção é que três PMs trabalhem por turno. Uma das câmeras tem endereço certo: será na Avenida Brasil. “A nossa preocupação é prevenir crimes como roubo a pedestres.”

Quando ficar pronta, a estrutura “terá estilo”. Segundo Maradei, as primeiras “pinceladas” foram dadas pelo arquiteto Ruy Ohtake. “Ele topou nos ajudar gratuitamente.”

A expectativa é positiva. Para Camilo Cristofaro, presidente da Associação de Moradores da Chácara Klabin, a criminalidade no bairro caiu significativamente. “O crime aqui é zero”, diz.

O capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM, confirmou na quinta-feira que a corporação aceitou a proposta. “Mas a Prefeitura será consultada”, afirma. A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou que até sexta-feira não havia recebido pedido.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Governo quer nova lei para vigilância privada

O Ministério da Justiça está prestes a finalizar a proposta de um novo Estatuto da Segurança Privada, para regular a atividade em bancos, shoppings e estádios, no transporte de valores e na escolta armada, incluindo a regulamentação da segurança eletrônica. O número de vigilantes privados no Brasil já é maior que o de policiais. São 600 mil atuando legalmente, enquanto o contingente somado das polícias federal, civil e militar é de 500 mil no país inteiro.

As 2 mil empresas de segurança que atuam hoje no Brasil movimentam cerca de R$ 32 bilhões ao ano, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância (Abrevis). Paralelamente, há o segmento de segurança eletrônica, que fornece serviços como câmeras, alarmes e controles de acesso – que movimentou sozinho R$ 3,6 bilhões no ano passado. A segurança privada tende a crescer ainda mais com a participação em grandes eventos, como a Copa do Mundo, outro ponto que o novo estatuto deve abordar.

Apesar do tamanho do setor, a legislação sobre segurança privada (Lei 7.102) em vigor atualmente, de 1983, é considerada ultrapassada. “Existe um número muito grande de pessoas trabalhando com segurança privada, mas o perfil da área mudou muito”, diz o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira.

O Ministério da Justiça entrou na fase final de discussões com os setores envolvidos e pretende encaminhar ao governo, em breve, uma minuta de projeto de lei sobre a segurança privada. O texto passará por debates internos e, depois, a Presidência da República encaminhará uma proposta final ao Congresso. Segundo Pereira, as carreiras relacionadas à área e requisitos mínimos de segurança ainda precisam ser definidos.

Uma das inovações esperadas é a regulação das empresas de sistemas eletrônicos de segurança – mais especificamente, o segmento responsável pelo monitoramento desses sistemas, como o acompanhamento de sinais de alarmes e imagens a distância, que hoje não está sujeito a nenhum tipo de fiscalização. “São centrais de inteligência que detêm informações confidenciais do cliente”, explica a presidente da Federação Interestadual de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Fenabese), Selma Migliori.

O segmento, que reúne cerca de 18 mil empresas, também passaria a ser controlado pela Polícia Federal, como já ocorre com o setor de segurança privada em geral. Se não estiverem acompanhados do monitoramento de informações, a venda e instalação de equipamentos eletrônicos de segurança ficariam de fora.

Outra novidade prevista no estatuto é a criminalização da exploração de serviços de vigilância clandestina – o responsável seria o dono da empresa que atuar ilegalmente, e não o vigilante. O presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes, José Boaventura Santos, dá a dimensão do problema: ele estima que mais de 2 milhões de vigilantes atuem no país de forma irregular, sem controle da PF.

“É um exército clandestino de pessoas armadas”, diz Santos, apontando que em muitos casos esse tipo de serviço é feito por policiais. “Em alguns lugares, chega ao extremo de virar milícias.”

O novo estatuto incluirá também requisitos mínimos de segurança para as instituições financeiras, como o número de trabalhadores exigido em cada agência bancária. Associações representativas de trabalhadores defendem a obrigatoriedade de equipamentos como portas de segurança com detector de metais.

O critério de formação dos vigilantes nos cursos autorizados pela PF também passará por alterações, com previsão de aumento na carga horária. Os vigilantes formados e cadastrados na PF já são mais de 2 milhões, embora o número de profissionais em atividade regular seja de 600 mil.

Também está em debate o aumento do capital mínimo para a constituição de empresas de segurança, atualmente em cerca de R$ 100 mil. “Hoje, qualquer um pode montar uma empresa de segurança. Com o aumento de capital, haveria um fundo para ser usado em caso de necessidade, aumentando as garantias trabalhistas”, sugere José Jacobson Neto, presidente da Abrevis.

A entidade reúne 200 associadas e contratou para atuar como diretor-executivo o ex-diretor geral da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Paulo Lacerda. A Abrevis defende a criação de um Sistema Nacional de Segurança Privada, com a participação do poder público e de entidades patronais, laborais e tomadores de serviços de segurança privada, além de um Conselho Consultivo para formular políticas na área.

A atuação das empresas de segurança privada no Brasil é controlada pela Polícia Federal. Elas precisam de alvará específico para funcionar, renovado anualmente. Os vigilantes são formados em cursos autorizados pela PF e passam por uma reciclagem a cada dois anos. Entre as exigências está a ausência de antecedentes criminais.

A segurança privada em geral se limita à atuação “intramuros”, ou seja, da calçada para dentro de um imóvel. A função de vigiar as ruas é exclusiva da polícia. Os vigilantes podem atuar nas vias públicas em casos específicos, como na escolta de cargas e no transporte de valores.

Eles também fazem cursos específicos para usar armas. Mas em lugares com grande número de pessoas, como em grandes eventos, se recomenda que estejam desarmados. Os vigilantes não detêm o porte das armas, que é da empresa de segurança. Depois do expediente, os equipamentos têm que ser guardados nas empresas, dentro de cofres.

Por Maíra Magro – Valor Econômico

Lei obriga estacionamentos a ter videomonitoramento e vigilante

Os estacionamentos de shopping, supermercados, hipermercados, lojas de materiais de construção e lojas de departamento com capacidade igual ou superior a 200 vagas estão obrigados, a partir desta sexta-feira (18) a possuir sistema de videomonitoramento interno e externo, iluminação adequada e vigilância motorizada durante todo o expediente.

Com a lei, novos empreendimentos só poderão obter a licença para funcionamento após atender os requisitos. Já os estabelecimentos que estão em funcionamento receberão uma notificação e terão 180 dias para se adequarem as novas exigências.

O comércio que infringir a lei estará sujeito a multa no valor de R$ 5 mil, além da interdição da área destinada ao estacionamento de veículos até as que as adequações necessárias sejam realizadas. A lei número 10.102/2012 entrou em vigor após ser publicada no jornal Município de Sorocaba.

Procurados, os shoppings de Sorocaba afirmaram já contarem com os requisitos exigidos na lei. O Esplanada Shopping conta com videomonitoramento há mais de 20 anos, segundo informou via assessoria de imprensa. Dois vigilantes alternam os turnos para vistoriar as duas mil vagas do estabelecimento durante o expediente.

Já o hipermercado Extra Santa Rosália, que em fevereiro registrava um índice de furtos maior do que o ocorrido em vias públicas, afirma que também atende aos requisitos da lei.

Os dois empreendimentos afirmaram que a presença dos vigilantes motorizados inibe que pessoas cometam atos ilícitos nos estacionamentos.

Ipanema Online

Bandidos atacam em garagens de shopping e mercado

Dos 41 sequestros relâmpagos na região de Santo Amaro neste ano, 38 foram em estacionamentos de centros comerciais
Camilla Haddad/JT

Quadrilhas especializadas em sequestros relâmpagos estão agindo em estacionamentos de shoppings e supermercados de São Paulo. Os assaltantes aproveitam a distração das vítimas para praticar os crimes. “São locais com uma falsa sensação de segurança”, afirma o delegado Alberto Matheus Júnior, titular da 3.ª Delegacia Antissequestro Relâmpago.

Dados da polícia mostram que, nos últimos cinco meses, dos 250 casos de sequestros relâmpagos registrados pela delegacia, 41 foram cometidos na região do 11.º Distrito Policial (Santo Amaro), na zona sul da capital – 38 deles em estacionamentos de centros de compras. A área de atuação dos bandidos inclui garagens nas imediações das Avenidas Roque Petroni Júnior, Vereador José Diniz e Nações Unidas.

A polícia identificou três quadrilhas que agem no bairro. Uma quarta foi desmantelada no mês passado, com a prisão da “gangue das loiras”, que cercava mulheres idosas em estacionamentos de shoppings de luxo. “O criminoso vai procurar facilidade. A zona sul tem grandes shoppings e lojas, além de alto poder aquisitivo, o que atrai os criminosos”, afirmou delegado. “E eles andam bem arrumados, sem causar suspeitas.”

Segundo Matheus Júnior, para agir nos centros comerciais, os ladrões escolhem quem atacar de acordo com o volume de sacolas e objetos ostentados. Mulheres sozinhas em carros são as preferidas. Mas há casos com homens. Em 18 de janeiro, por exemplo, um jovem foi cercado às 22h30, quando entrava no carro, após sair de um shopping da região. Ele foi libertado duas horas depois na Rua Alexandre Dumas.

“Sinceramente, não tomo tantos cuidados. Me sinto mais seguro aqui do que se parasse na rua e não me preocupo tanto”, disse o administrador Roberto Castro, de 41 anos, que estava no estacionamento de um shopping na zona sul na sexta-feira. Ele nunca foi assaltado, mas conhece amigos que foram rendidos no ano passado em um mercado da mesma região.

O especialista em segurança pública e privada Jorge Lordello lembra que antigamente estacionamentos costumavam registrar furtos de carros e estepes. Agora, têm sido alvo de sequestros de curta duração. “Shoppings têm orientado a segurança a convidar quem fica esperando alguém sozinho dentro do carro a aguardar fora do veículo, em lugar movimentado”, afirmou. “É para minimizar os riscos.”

O capitão da PM Cleodato Moises disse que ladrões preferem locais com maior concentração de comércio para atacar. “Eles sabem que nesses lugares as pessoas têm um cartão para gastar.” Em supermercados, a situação é a mesma. “Ali as pessoas também vão colocar as compras no carro e podem estar distraídas.”

Cuidados
A Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings negou que tenha havido uma onda de sequestros. A entidade informou que ocorreram, no máximo, dois ou três casos. A Associação Paulista de Supermercados (APAS) disse que somente os mercados podem comentar o assunto.

O MorumbiShopping, que está na rota de ação das quadrilhas, informou que, diante do aumento de casos, vem intensificando os cuidados e adequando procedimentos. Por questão de segurança, o Shopping Vila Olímpia não quis comentar o assunto. Já o SP Market não respondeu.

Casos de furtos desafiam a segurança dos shoppings

Nem o forte esquema de segurança de shoppings localizados em áreas nobres da capital consegue impedir o furto a clientes. Desde o início do ano, ao menos 48 casos, em cinco centros de compras, chegaram às delegacias. Os itens mais levados são smartphones, carteiras e bolsas.

A Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) alerta que a praça de alimentação é um dos locais mais visados pelos ladrões. Por ano, cada shopping investe, em média, R$ 1,5 milhão em segurança.
Em 2010, quando as joalherias viraram alvo das quadrilhas, shoppings tradicionais de São Paulo reforçaram a segurança. Na época, o Morumbi, na zona sul, por exemplo, instalou guaritas blindadas no lado de fora, assim como o Cidade Jardim, na mesma região. Em outro centro de compras, em Higienópolis, região central, o número de vigilantes aumentou e houve a aquisição de armas e coletes à prova de bala para homens que monitoram o lado de fora do empreendimento.

Segundo a Alshop, os clientes não estão desprotegidos. Atualmente, pessoas consideradas suspeitas, que muitas vezes circulam pelos corredores sem levar nada, são seguidas de forma discreta pelos seguranças. A intenção é fazer o suposto criminoso notar que é observado e deixar o centro de compras. “É uma ação preventiva que não causa alarde”, diz. “Hoje existe uma boa repressão, mas infelizmente ainda há casos”, comenta o diretor de relações institucionais da entidade, Luis Augusto Ildefonso da Silva.

Entre os 48 crimes levantados, há casos nos shoppings Cidade Jardim, Morumbi, Ibirapuera, Bourbon e Iguatemi. Também existem relatos em sites de reclamação do consumidor.

Foi em um almoço de negócios que o administrador de empresas Mendel Sanger, de 46 anos, teve a mala de couro furtada em um restaurante do Morumbi Shopping neste mês. Segundo Sanger, os pedidos feitos ao shopping para que fossem observadas as imagens do circuito interno de câmeras não foram atendidos. “Fiquei sem a mala, que tinha meu computador, celular e chave”, recordou. Segundo ele, sua mala e as de amigos foram deixadas em outra mesa por orientação dos garçons.

Em fevereiro, Tatiana Arata, cliente do Eldorado, teve o carro aberto no estacionamento. Levaram som, mochila e estepe. “O segurança falou que é comum”, conta. Segundo ela, houve contato do shopping.

“Parece que vão me ressarcir.” Em outro caso, uma atendente teve o iPad levado de um balcão do Cidade Jardim.

Para clientes, o cuidado nem sempre é prioridade. “Nunca me preocupei muito em olhar a bolsa. O shopping tem segurança”, diz a corretora Maria do Carmo Soares, de 47 anos.

O delegado Armando Bellio, do 27.º DP (Campo Belo) – responsável pela área onde fica o Shopping Ibirapuera –, comenta que muitas vítimas não fazem queixa por conta do pouco valor dos produtos levados. Para Emerson Caetano, consultor da Migdal Consultin, quem vai ao shopping se preocupa mais com vaga no estacionamento do que com segurança.

“Olhar a vitrine sem manter a atenção é outro problema.” Caetano confirma que a maioria não registra queixa. “Ou pelo valor irrisório ou a pessoa não quer perder tempo na delegacia.”

Vigilantes agora atuam à paisana
Como estratégia antifurto, os centros de compras têm apostado em seguranças à paisana. A assessoria de imprensa do Shopping Eldorado informou que, além de orientar os clientes sobre seus pertences nas mesas, especialmente na praça de alimentação, os vigilantes trabalham 24 horas em todos os pisos e na área externa do local. Já os homens sem uniforme atuam em horários diferentes do dia, quando há pessoas suspeitas identificadas por câmeras.

O trabalho também é feito com segways, um tipo de patinete elétrico. O Eldorado informou que ainda tem câmeras em todo o shopping e uma central com funcionários que monitoram 205 câmeras. Todas as imagens são gravadas 24 horas.

No Bourbon, funcionários disseram ao JT que homens à paisana circulam pelos corredores. A assessoria respondeu que as ações de segurança são “estratégicas” e não iria comentar o assunto. O Ibirapuera também não quis se pronunciar. O Cidade Jardim informou que não recebeu comunicado oficial sobre os casos mencionados na reportagem. O shopping esclareceu que adota medidas de segurança com o objetivo de garantir o bem estar e a integridade de seus clientes, lojistas e colaboradores. O Morumbi Shopping, por questões estratégicas de segurança, não fez comentários.

Já o Iguatemi disse que tem completa infraestrutura de segurança e circuito fechado de televisão, com câmeras que monitoram todos os andares e setores, zelando de forma “efetiva pela segurança de seus clientes e funcionários”.

Para Luis Augusto Ildefonso da Silva, diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), apesar de não ser um crime novo, o furto tem ocorrido pois, com o passar dos anos, os ladrões “progridem” em suas técnicas. Silva alertou que o lugar com mais casos é na praça de alimentação. É lá que, segundo ele, clientes relaxam com os cuidados, principalmente com bolsas. “Até por isso a maioria tem equipamentos com velcro para proteger as bolsas”.

Camilla Haddad – Jornal da Tarde

Veja o que abre e o que fecha no aniversário de SP

Agências bancárias no município de SP não irão funcionar.
Ônibus e Metrô estarão com frota reduzida.

Por conta do feriado do aniversário da cidade de São Paulo, órgãos públicos e privados terão horários especiais nesta quarta-feira (25).
Agências bancárias e dos Correios estarão fechados na terça. Os shoppings funcionarão em horário especial, semelhante a um domingo.
Os transportes públicos também estarão com frota reduzida. Os ônibus municipais circularão com 70% dos veículos.

Confira abaixo os principais serviços:
Bancos
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as agências bancárias da cidade de São Paulo estarão fechadas na quarta.

Shoppings
Os shoppings vão abrir em um horário semelhante a um domingo na quarta-feira. As lojas funcionarão das 14h às 21h. Já a praça de alimentação e as áreas de lazer ficarão abertas das 11h às 22h.

Detran
As unidades do Detran-SP na capital (Armênia, Aricanduva e Interlagos) não farão atendimento ao público na quarta-feira. Também não funcionarão os postos do Detran que ficam dentro das unidades do Poupatempo. Todos os serviços serão retomados normalmente na quinta-feira.

Metrô
Os trens do Metrô irão circular das 4h40 à 0h, como em um domingo normal. De acordo com a companhia, alguns trens serão posicionados em estações estratégicas e irão circular caso haja um aumento no número de passageiros.

Ônibus
Segundo a SPTrans, empresa responsável pelos ônibus do município de São Paulo, a frota dos coletivos nesta quarta será semelhante a de um sábado, com 70% do total de veículos.

Correios
As agências dos Correios estarão fechadas no dia 25. Neste dia, as unidades nos demais municípios da região metropolitana funcionarão normalmente.

Subprefeituras
As Praças de Atendimento não funcionarão nesta quarta e voltam ao trabalho na quinta-feira.

Abastecimento
Segundo a Prefeitura, nesta quarta, os mercados municipais Kinjo Yamato e Paulistano funcionarão das 6h às 18h. O Central Leste ficará aberto das 7h às 13h. O mercado de Pirituba funcionará das 7h às 14h. Os do Ipiranga, Penha, Sapopemba, Tucuruvi, Vila Formosa e Teotônio Vilela atenderão das 8h às 13h. O de Guaianases ficará aberto das 8h30 às 13h. Os mercados municipais da Lapa, de Pinheiros, de Santo Amaro e de São Miguel não abrirão.

O sacolão do Jaguaré funcionará das 6h30 às 13h. O da Brigadeiro e de Piraporinha, das 7h às 13h. Os sacolões da Bela Vista, Rio Pequeno e Butantã funcionarão das 7h às 14h. Os de Avanhandava e da COHAB Adventista abrirão das 7h às 14h30. O da Freguesia do Ó estará aberto das 7h às 15h. Os sacolões da Estrada do Sabão e da João Moura abrirão das 7h às 19h. O do City Jaraguá, das 7h às 21h. O de Cidade Tiradentes funcionará das 8h às 15h e o da Lapa, das 8h às 18h30. Não funcionarão os sacolões de Santo Amaro e de São Miguel.
As feiras livres funcionarão nos horários e locais habituais.

Saúde
Os prontos-socorros e os serviços de Assistência Médica Ambulatorial (AMA) funcionarão normalmente. As AMAs Especialidades não irão funcionar nesta quarta. As Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os Ambulatórios de Especialidades (AEs) também estarão fechados e retornam na quinta-feira.

Assistência Social
Não funcionarão nesta quarta a Loja Social, a Coordenadoria de Assistência Social, o Centro de Referência de Assistência Social, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social e o Centro de Referência de Cidadania do Idoso.

Cultura
A Prefeitura informa que neste feriado irão funcionar o Beco do Pinto, a Biblioteca Mário de Andrade, a Capela do Morumbi, a Casa da Imagem, a Casa do Bandeirante, a Casa do Grito, a Casa Modernista, a Casa do Tatuapé, o Centro Cultural São Paulo, o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, a Galeria Olido, o Monumento à Independência, os Ônibus Bibliotecas, o Pavilhão das Culturas Brasileiras, o Sítio da Ressaca, o Sítio Morrinhos e o Solar da Marquesa.

Educação
As escolas municipais não terão aulas. As creches que atendem durante as férias não abrirão neste feriado e retornam às atividades na quinta-feira. Os Centros de Educação Unificados (CEUs) abrirão no horário habitual para atividades esportivas e de lazer.

Poupatempo
Os postos fixos do Poupatempo na capital (Sé, Luz, Santo Amaro, Itaquera e Cidade Ademar) não vão funcionar no dia 25. Na quinta, o funcionamento voltará no horário normal.

Procon
Os postos de atendimento e a sede do Procon não irão funcionar nesta quarta-feira. Os trabalhos retornam na quinta-feira.

Trabalho
As unidades fixas e móveis do Centro de Apoio ao Trabalho (CET) e do Banco de Microcrédito São Paulo Confia não funcionarão nesta quarta.

Esportes
Os Clubes da Cidade irão funcionar apenas para atividades esportivas e de lazer.

Crimes no entorno mobilizam shoppings

Viatura em frente ao Shopping Plaza Sul, zona sul, previne assaltos na região (Foto: Evelson de Freitas/AE)

Viatura em frente ao Shopping Plaza Sul, zona sul, previne assaltos na região (Foto: Evelson de Freitas/AE)

Camilla Haddad

Os assaltos a pedestres e motoristas em ruas próximas aos shoppings têm preocupado a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). Na próxima quarta-feira, 31, a entidade vai se reunir com a Secretaria da Segurança Pública para discutir medidas de combate aos crimes envolvendo centros de compras. No Plaza Sul, a Polícia Militar já identificou o modo de atuar dos ladrões: gangues de adolescentes cercam as vítimas usando bicicletas. O policiamento foi reforçado.

Esses roubos não se limitam a um endereço. Nas imediações dos shoppings Ibirapuera e Iguatemi, zona sul, e Bourbon e West Plaza, zona oeste, todos em áreas nobres de São Paulo, as pessoas têm enfrentado situações semelhantes. Só que nessas áreas, por exemplo, os assaltantes usam motos ou estão a pé e armados. Levam celulares, compras, cartões, bolsas e dinheiro.

Segundo a PM, muitas vítimas não registram os casos. A corporação lembra que é importante fazer o boletim de ocorrência, pois o policiamento é planejado de acordo com os dados criminais de cada bairro. Levantamento do JT mostra que nos últimos 40 dias, 27 roubos foram praticados nas imediações dos cinco shoppings verificados pela reportagem, 15 deles à noite.

O diretor de relações institucionais da Alshop, Luís Augusto Ildefonso da Silva, diz que a intenção do encontro com a secretaria é proporcionar mais segurança para quem visita os shoppings. “Cem por centro nunca vai estar. A bandidagem não para nunca.” Ele destaca que boa parte dos roubos acontece quando clientes estacionam fora do shopping.

Para Silva, os centros comerciais também acabam sendo trechos de “interesse” para os ladrões – uma vez que eles acreditam que irão encontrar pessoas com pelo menos um cartão de crédito ou carregando compras de valor, de um tênis a um relógio de luxo. Ele lembra que os centros comerciais estão sempre em contato com a polícia e os crimes acabam sendo “diagnosticados” para que se tomem providências.

Para a PM, ruas no entorno de centros de compra são um atrativo natural aos criminosos. O especialista em segurança Felipe Gonçalves lembra que, apesar de não terem poder para atuar nas vias públicas, os shoppings apostam em prevenção constantemente. “Alguns chegam a colocar seguranças desarmados para observar as ruas.”

Os cinco shoppings citados foram procurados. O Plaza Sul informou que tem um efetivo de segurança dimensionado para atuar 24 horas em toda a extensão do shopping e investe em estrutura e treinamento da equipe.

O Iguatemi informou ter uma “completa” infraestrutura de segurança e circuito fechado de televisão, com câmeras que monitoram todos os andares e setores. Os demais centros de compras preferiram não comentar os crimes.

DICAS DE SEGURANÇA
- Evite ostentar joias e relógio de grife ao sair a pé dos centros de compras
- Não carregue muitos pacotes ou sacolas para não chamar a atenção. Também evite ter as duas mãos ocupadas
- Não abra a carteira em público. Se isso for necessário, faça de maneira discreta, longe da visão das pessoas
- Estacione o mais próximo possível de seu destino
- Evite parar em ruas escuras e com pouca movimentação
- Nunca permaneça dentro do carro que está parado em via pública. Esta é uma ótima oportunidade para você ser surpreendido. Se isso for necessário, faça-o em local que permita ampla visão para todos os lados
- Se seu carro, depois de estacionado na rua, apresentar um inexplicável defeito que impeça o funcionamento do motor, desconfie de estranhos que ofereçam ajuda. Eles podem ser criminosos
- No caso de optar por um táxi, calcule previamente uma quantia aproximada que dê para pagar a corrida e deixe o dinheiro separado
- Procure estar sempre atento, especialmente ao comportamento de pessoas estranhas que estejam próximas a você ou paradas perto dos lugares que frequenta
- Fique sempre atento aos pertences, como celular, carteiras e sacolas de compras. Evite deixar esses itens fora de seu alcance de visão
- Em caso de assalto, nunca reaja e não tente dialogar com o criminoso

FONTE: Polícia Militar do Estado de São Paulo

São Paulo lidera crescimento no setor de segurança privada

Um levantamento realizado pelo Sesvesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo) mostra que o Estado de São Paulo foi o que registrou maior crescimento no mercado de segurança privada, no último ano. De 2010 para 2011 foram gerados mais de 19 mil empregos no Estado, uma alta de 12,8%, totalizando mais de 167 mil postos formais. Já o número de empresas efetivas chegou próximo a 400, um ligeiro aumento (3%) em relação ao ano anterior. Atualmente, o Estado concentra 29% das empresas no Brasil; 20% dos cursos de formação de vigilantes e 30% da mão de obra.

“Cada vez mais a segurança privada é requisitada pelo serviço público, bancos, indústrias, condomínios e shoppings, que são os maiores contratantes, e isso gera um impacto positivo na criação de emprego. A segurança privada é um dos setores que, atualmente, tem buscado muita mão de obra”, explica o presidente do Sesvesp, José Adir Loiola.

Ao todo, o Brasil possui cerca de 1.500 empresas de segurança autorizadas pela Polícia Federal a prestar serviço de segurança privada, que engloba transporte de valores, escolta de cargas, cursos de formação, segurança pessoal e segurança patrimonial e um contingente de 540 mil vigilantes habilitados a prestarem serviços de vigilância privada.

(Revista Segurança e Cia/SP)

Shopping de SP contratam homens armados para fazer segurança

Assaltos a joalherias são cada vez mais comuns. A medida é condenada por especialistas em segurança porque pode pôr em risco a vida de clientes.

Um crime que tem sido registrado com cada vez mais frequência é o de roubos a joalherias em shoppings. Autoridades e lojistas discutem qual a melhor solução para conter esse tipo de crime. Quem vai ao shopping anda assustado.

“É perigoso. A gente tem de ficar mais atento. É preciso ter segurança”, conta a auxiliar administrativa Vanessa Cristina da Silva.
“Agora você não tem a segurança para levar seu filho de 5 anos ao shopping, porque ele pode levar um tiro”, conta a operadora de telemarketing Andréia Dias de Figueiroa.

De acordo com a Associação dos Lojistas, somente em 2010 já ocorreram 16 assaltos a shoppings no país, nove deles foram em joalherias. Para tentar conter a criminalidade alguns shoppings de São Paulo, contrataram homens armados pra fazer a vigilância dos estabelecimentos. Uma medida condenada por especialistas em segurança porque pode pôr em risco a vida de clientes.

“Com criminosos dispostos a tudo e funcionários armados e mal preparados, é criado uma situação de confronto em que o cliente está no meio desse tiroteio. Tirando-se a arma de pelo menos de um segurança, é possível reduzir potencialmente a chance de alguém se machucar nessa historia”, explica o especialista em segurança José Vicente da Silva Filho.

A associação que reúne as empresas de vigilância diz que existem de 1,5 mil a 2 mil vigilantes atuando em shoppings no Brasil. “Vigilantes só devem andar armados em momentos extremados na parte periférica externa, na parte interna não, na parte interna é prevenção total, é realmente botões de pânico, câmeras funcionando a contento, câmeras com ótima resolução, gravação de imagem. Isso sim que é o importante”, diz presidente da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância (Abrevis), José Jacobson Neto.

Os empresários pedem reforço no policiamento. Querem rondas diárias e bases comunitárias perto dos shoppings. “O ideal seria que houvesse sempre uma viatura mesmo sendo paga pelo shopping center, isso não tem sido possível e a gente percebe que a secretaria de Segurança também tem limites para poder trabalhar e tem contribuído dentro das limitações deles”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping Nabyl Sahyoun.

“O shopping constitui alvo esporádico da ação de criminosos, não justifica uma intensificação da polícia nesses locais. A polícia tem uma demanda muito mais intensa para fazer cobertura, pode haver cooperação, mas não no sentido de ser um guardião de shopping Center, que deve ficar para segurança própria”, explica especialista em segurança.

As polícias Civil e Militar foram procuradas pela nossa produção, mas não quiseram se manifestar. De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas, os shoppings investem cerca de R$ 3 milhões em segurança por ano.

Fonte: Bom Dia Brasil