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Acabou a luz e ai? Meu alarme funciona?

O Sistema de segurança funcionará? Por quanto tempo o equipamento funcionará? A comunicação entre o sistema (centrais de alarmes) e a central de monitoramento 24 horas estará garantida? Afinal, a segurança do imóvel e das pessoas continuará eficiente durante a interrupção de energia?

Essas dúvidas vem surgindo nos usuários de sistemas eletrônicos de segurança. E podemos dizer que os equipamentos e as centrais de monitoramentos estão preparadas para esse fato, caso ele aconteça. Aliás, por se tratar de um equipamento de segurança, o fator interrupção de energia é um item já previsto nos equipamento e nas instalações de sistemas eletrônicos de segurança.

Essa garantia de funcionamento está relacionada a dois itens existentes nos equipamentos: Nas centrais de monitoramento 24 horas, os NO BREAKS e GERADORES de energia, e nas centrais de alarme instaladas nas residências e estabelecimentos comerciais, as BATERIAS. Assim toda a rede de sistemas eletrônicos de segurança fica mantida, no caso de falta de energia.

A maior preocupação é com o estado das baterias das centrais de alarme que ficam no cliente. Selma Crusco Migliori, Presidente Nacional da ABESE, comenta em entrevista à revista Proteger: “Existe a necessidade de verificação das baterias dos equipamentos fazendo testes e substituindo aquelas que estejam com a validade vencida. E mesmo que ainda estejam em plena carga elas são submetidas a descargas e recargas contínuas que podem danificar ou encurtar o tempo de vida das baterias, pois essa não é a programação delas.”

Podemos dizer então que, observadas as questões acima citadas e tomando os cuidados necessários, os sistemas eletrônicos de alarmes funcionarão normalmente no caso de ocorrer falta de energia, garantindo assim a preventiva segurança do lugar e das pessoas.

Fonte: Abese

SP vai ganhar mais 500 câmeras de segurança

Prefeitura pretende instalar equipamentos em 166 pontos estratégicos da capital para coibir de crimes leves e de trânsito a assassinatos
Artur Rodrigues e Rodrigo Burgarelli (Estadão)

SÃO PAULO – Quinhentas câmeras com sistema OCR, que identifica placas e faz o cruzamento com um banco de dados, serão instaladas em 166 pontos estratégicos da cidade para coibir de crimes leves a assassinatos. A consulta pública para a contratação do serviço foi publicada na quinta-feira, 24, no Diário Oficial da Cidade. Hoje concentradas na região central, as câmeras passarão a cobrir áreas que não costumam ser monitoradas, como as rotas de fuga da capital e a periferia.

A administração municipal quer instalar as câmeras até o fim do ano, prazo estipulado inicialmente. Mas afirma que isso ainda dependerá do andamento das licitações, que devem acontecer nas próximas semanas.

O sistema será interligado a um banco de dados nacional, muito mais moderno do que o usado nas outras 1.400 câmeras da cidade. “Se um carro foi furtado no Piauí ou tiver R$ 50 mil em multa, a câmera vai detectar”, afirma o secretário municipal de Segurança Urbana, Edsom Ortega. O sistema poderá ser utilizado pelas Polícias Civil, Militar e Federal, além da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da Guarda Civil Metropolitana.

Cerca de 60 câmeras serão instaladas em todas as saídas da cidade, de rodovias a áreas conurbadas. O objetivo é cobrir os trajetos de fugas de criminosos, facilitando a localização de carros roubados e furtados.

Nessas áreas também se espera flagrar veículos transportando caçambas e entulho de forma irregular.

Bairros da periferia, como Campo Limpo, Brasilândia e Itaquera, terão 187 câmeras em 47 pontos. Nessas regiões, a ideia é identificar veículos usados em homicídios e outros crimes violentos.

A maioria das câmeras, porém, será usada no centro expandido paulistano. Serão 253 espalhadas por 39 pontos. Nessa região, a demanda é coibir transporte de produtos piratas, contrabando e roubo de carga, além de veículos irregulares.

Parte das câmeras será móvel e pode ser realocada de acordo com a variação dos índices de criminalidade.

O desafio da proteção

Por Sérgio Tauhata
Os irmãos Claudio e Marcos Berthault frustraram um arrombamento na casa de um deles por meio de um sistema de câmeras de vigilância que permitia o monitoramento do local pela internet.

Em uma manhã de janeiro, como faz todos os dias ao chegar ao seu escritório na Vila Mariana, bairro da zona sul da capital paulista, o empresário Marcos Berthault, deu uma espiada nas imagens de sua residência no outro lado da cidade, na Zona Leste. Aquela verificação logo cedo se tornara quase um ritual de segurança, desde que havia sido assaltado um ano antes. Após o episódio, que lhe rendeu um prejuízo de “alguns milhares de reais”, Berthault decidiu instalar um sistema de quatro câmeras ligadas a um servidor de internet que lhe possibilitava ver à distância e em tempo real as imagens a partir de qualquer computador ou celular.

Naquela manhã, à primeira vista, ele nada percebeu de diferente. Levantou-se, tomou um café e voltou à mesa de trabalho. Uma nova olhadela antes do batente, no entanto, mostrou o que ele mais temia desde o início da vigilância: de um modo suspeito, um carro havia acabado de estacionar bem em frente à sua casa, sobre a calçada. Alarmado, chamou o irmão e sócio Cláudio para ver também. Os dois presenciaram toda a ação pela internet.

Na tela do computador, viram um rapaz sair do automóvel e acionar insistentemente a campainha. Após verificar não haver ninguém no imóvel, o visitante chamou outra pessoa, que passou a forçar a porta com um tipo de ferramenta. Assim que o roubo começou, os Berthault telefonaram para a polícia. “Avisei logo de cara ao atendente: estamos assistindo ao vivo alguns sujeitos arrombando a porta da residência do meu irmão”, conta Cláudio. Em menos de 10 minutos uma viatura da Polícia Militar chegou ao local. Por pouco, os ladrões não foram mais rápidos: tinham acabado de sair quando a unidade da PM os alcançou. Os oficiais conseguiram prendê-los em flagrante.

Para especialistas, o caso do empresário paulistano mostra como a proteção de bens vai muito além do cofre. “Existe um mito de que cofre é sinônimo de segurança. Mas um equipamento desses em casa pode até aumentar o risco para os moradores”, afirma Tatiana Diniz, diretora da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (ABSEG).

Guardar bens – como joias, relógios ou dinheiro – em casa requer mais que uma caixa blindada. “Cada tipo de ambiente exige um planejamento específico, que poderia incluir alarmes, sensores, câmeras e monitoramento externo”, afirma Roberto Costa, diretor de Cursos da ABSEG.

Ter um cofre é apenas parte de uma solução – entre várias possíveis – para a guarda de bens. E com ressalvas. “Apenas estar dentro do compartimento não significa que os objetos estão fora do alcance. Muitas pessoas deixam de executar procedimentos básicos, como fixá-lo na parede ou no chão”, diz o consultor Marcy de Campos Verde, com especialização Certified Protection Professional (CPP) pela American Society for Industrial Security.

Foi o que aprendeu em fevereiro um empresário da cidade baiana de Cruz das Almas. O comerciante, que tem a identidade mantida sob sigilo pela polícia, guardava parte do faturamento de seu empreendimento em um cofre dentro da própria residência. Durante uma viagem com a família, ladrões invadiram a casa, encontraram o equipamento de segurança e não tiveram dúvidas: levaram-no em um dos veículos que estavam garagem. Semanas mais tarde, a polícia encontrou a peça com a porta arrombada e sem os R$ 180 mil guardados em seu interior.

Em situações nas quais os bens têm valor muito alto – joias de herança, relógios raros, metais preciosos ou itens de coleção – e precisam ser guardados sem limite de tempo, especialistas sugerem até mesmo transformar um imóvel à parte em uma espécie de caixa-forte. “Hoje é comum a blindagem de quartos em um ambiente longe da casa e a criação de sistemas sob medida que podem incluir cofres com leitores biométricos, câmeras e sensores”, afirma o consultor Emir Pinho.

A combinação de soluções como sensores de movimento ou pressão, para identificar uma tentativa de levar o cofre, com câmeras de vigilância remota é uma das recomendações dos profissionais para evitar eventuais roubos. “Em qualquer objeto que a pessoa queira proteger é possível instalar um sensor. E o monitoramento tem de ser externo”, explica Tatiana, da ABSEG.

O risco de perdas de bens guardados em bancos, embora muito menor que em uma residência, existe. Em agosto de 2011, uma quadrilha com 12 assaltantes conseguiu roubar 170 cofres de aluguel em uma agência do Itaú Unibanco, em plena Avenida Paulista, em São Paulo. Durante uma madrugada, o grupo entrou no subsolo para saquear as caixas blindadas. A polícia conseguiu prender, meses mais tarde, vários integrantes do bando. Mas ficou uma preocupação a mais para quem busca segurança para os bens, embora alguns especialistas ainda considerem os cofres bancários a melhor opção, apesar da possibilidade de ocorrências similares.

A consultora Tatiana, da ABSEG, é uma das que defende o aluguel de cofres em instituições bancárias como a opção mais segura, mesmo com a possibilidade de assaltos a agências. “Deixar bens no cofre de casa pode colocar a família em risco”, diz ela. Ou seja, no banco, se acontecer algo, será só com os bens e não com as pessoas.

O consultor Emir Pinho aponta como uma opção para proteção de bens o uso dos serviços de uma empresa especializada em guarda e transporte de valores. Para os casos nos quais a pessoa tenha de manter seus pertences e documentos em segurança por um tempo limitado, esse tipo de custódia pode ser mais vantajosa que as caixas de aluguel dos bancos. As empresas do gênero costumam ter processos mais rígidos que os próprios bancos e mantêm seguro para itens sob sua guarda. “Mas o custo é mais alto que o de cofres de aluguel. Além disso, não seria indicado para quem precisa ter acesso constante aos bens, no caso de joias, por exemplo.”

Quem já montou sua própria solução caseira para a guarda de bens deve ficar atento a alguns pontos. Diversificar os locais é uma das dicas. “A pessoa deve manter dois ou mais cofres. Um dos quais falso, que pode ser usado para dissimular, com conteúdo de algum valor ou com peças de uso dia a dia”, explica o consultor Roberto Costa.

Camuflar os equipamentos é outra providência. “Quanto mais discreto, melhor. Um erro é deixar o cofre exposto”, afirma o especialista Marcy de Campos Verde.

Criar processos e controles de acesso é essencial para diminuir os riscos. “O sistema mais moderno vale pouco se as pessoas que têm a ‘chave’ do cofre não estiverem protegidas também”, diz Tatiana Diniz, da ABSEG. Para isso, algumas precauções ajudam, como ter um serviço externo de monitoramento 24 horas, além de treinar e estabelecer limites de acesso aos empregados. Afinal, informações em ouvidos errados podem multiplicar as chances de seu patrimônio virar um alvo.

Publicado no Jornal Valor Econômico – Caderno Eu&Investimento

ABCD terá 549 novas câmeras de segurança

São Bernardo é cidade que mais ampliará o sistema, com 400 equipamentos em um ano

O ABCD aumentará em 549 o número de câmeras de segurança. A cidade que mais investirá é São Bernardo, com projeto de 400 equipamentos a serem instalados dentro de um ano. Mauá terá 25 olhos eletrônicos em 60 dias. Em setembro do ano passado, Santo André anunciou que aumentaria em 103 o número de equipamentos, mas a proposta não saiu do papel. São Caetano tem estudo de aumentar em 16 suas câmeras, e Diadema prevê a instalação de mais cinco equipamentos. Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra não se manifestaram.

O programa Cidade Segura, da Prefeitura de São Bernardo, que já está em sua segunda fase, irá instalar 400 câmeras em pontos estratégicos da cidade, como nas escolas municipais e arredores, nos principais corredores de ônibus e nas entradas e saídas do município. Na primeira fase do projeto, em 2010, foram instaladas oito câmeras, sendo sete delas na região do Alvarenga, monitorando dez escolas, e uma na região do Paço Municipal.

Para o secretário de Segurança Urbana de São Bernardo, Benedito Mariano, após a conclusão do projeto, a cidade será uma das mais bem monitoradas do Brasil. “Nossa Central de Monitoramento irá integrar, além da GCM (Guarda Civil Municipal), a Defesa Civil, o Trânsito e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Ou seja, nossa cidade será monitorada 24 horas por dia por quatro órgãos”, explica.

Estado pode internar além da capacidade

O TJ (Tribunal de Justiça) do Estado de São Paulo, por meio do CSM (Conselho Superior de Magistratura), autoriza a Fundação Casa a ultrapassar em até 15% a capacidade total de vagas aos adolescentes nas unidades de internação de seu município. A medida, caso não seja bem fiscalizada, pode abrir precedente para superlotações, avaliam os especialistas entrevistados pelo Diário.

A situação já dá os primeiros sinais preocupantes no Grande ABC.
Funcionários da unidade de Mauá, inaugurada em julho de 2006, acusam a presença de 20 adolescentes a mais no módulo de internação – a capacidade é de 40 vagas (mais 16 para internação provisória). O excedente, segundo os servidores, dorme em colchonetes no chão, em quartos, que, por vezes, alagam. Há ainda constantes boatos de rebelião e fuga.

A Fundação Casa admitiu nove adolescentes a mais.
Dos 14 quartos da unidade (cada um para quatro meninos), em nove existe um interno a mais. Segundo a instituição estadual, o quadro não se traduz em situação desumana ou degradantes nem mesmo em superlotação.

Nos últimos anos, a Fundação Casa tem construído unidades descentralizadas e compactas – com capacidade para 56 vagas.
Com os até 15% admitidos “excepcionalmente” pelo TJ, no artigo 7, parágrafo único, do Provimento 1.962/12, publicado ontem no Diário da Justiça, o limite chegará a mais oito jovens. No caso de Mauá, por exemplo, nos números apresentados pela entidade, o excedente já seria de um a mais ao limite estabelecido.

Para o vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente da OAB e coordenador do Criança Prioridade 1, Grupo de Trabalho do Consórcio Intermunicipal, Ariel de Castro Alves, a nova legislação pode abrir precedentes não favoráveis ao trabalho de reintegração dos adolescentes. “O problema é que as exceções se tornam regras. Se trabalha sempre no limite”, afirmou.

Opinião compartilhada por Leila Spoton, coordenadora do Núcleo da
Infância e da Juventude da Defensoria Pública do Estado de São Paulo. “É uma situação que nos preocupa, afinal a tendência é aumentar o número de internos”, apontou.

Em Araraquara, cidade do interior paulista, a Defensoria Pública tem
ação civil pública contra o Estado.
Ali, a unidade tem capacidade para 88 adolescentes – hoje está com 99. “O TJ reconhece que há muitos adolescentes hoje internados, mas agora vai de encontro ao que determina o próprio Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente)”, afirmou Leila, com o aval de Ariel.

Em São Bernardo, que possui dois prédios de internação cada um com 56 vagas, a Fundação Casa informou que em uma das unidade está hoje com 51 jovens; a outra, com 59.
No Estado, são 8.120 internos.

Para Estado, há excesso de internações desnecessárias
Para a Fundação Casa, há atualmente excesso de internações desnecessárias pelo Poder Judiciário, principalmente de jovens
primários apreendidos por tráfico de drogas, que provocam o esgotamento do sistema.

Não é esse o mesmo entendimento do juiz da Vara da Infância e da
Juventude da Comarca de São Bernardo, Luiz Carlos Ditommaso.
“A não internação para o tráfico de drogas de adolescente primário é regra geral, mas não absoluta”, defendeu.

Em reportagem do dia 12, o Diário registrou que o tráfico de drogas
tem sido a principal causa de internação do adolescente infrator da
região, juntamente do roubo qualificado. “Não basta apenas o infrator
ser primário, mas um conjunto de fatores para colocarmos o adolescente em cumprimento de medida socioeducativa em meio aberto (liberdade assistida ou prestação de serviços à comunidade)”, avaliou Ditommaso, que há 28 anos atua na área.

O juiz se surpreendeu com a queda de 30% de adolescentes que deram entrada na Fundação Casa, de 2009 a 2011, segundo levantamento da entidade estadual e divulgado na mesma edição do Diário.

Em São Bernardo, município onde atua, Ditommaso disse não ter sentido a redução. “Não trabalho com estatísticas, mas com julgamentos.

Em meados de março, em uma única semana (segunda a sexta-feira), por exemplo, tivemos 26 adolescentes apreendidos em flagrante”, contou em geral são entre três e dez. Naquele dia, o magistrado tinha 61 custodiados no aguardo de uma decisão – desses, 39 por tráfico de drogas.

Fonte: Diário do Grande ABC

Garanta a segurança

Uma pesquisa recente da associação de Defesa do Consumidor Proteste feita com 1274 pessoas revelou que duas em cada dez já foram vítimas de assalto ou de tentativa desse tipo de crime em sua residência.

De acordo com a polícia a maior parte das ocorrências poderia ser evitada com algumas precauções simples. O levantamento apontou, por exemplo, que apenas 2% dos entrevistados mantêm hábitos como averiguar quem está batendo à porta antes de abri-la ou fechar as janelas ao sair de casa.

Já nos condomínios, os assaltos geralmente ocorrem devido a falhas no controle de portarias e garagens. “Não existe sistema de segurança intransponível, mas há condutas que ajudam a reforça-lo”, diz o capitão José Elias de Godoy, da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

A pedido de VEJA, ele e outros especialistas em segurança indicam como ocorrem os principais tipos de roubo e as medidas que podem ser empregadas para evítá-los.

Casas
Como ocorrem os roubos: em residências, as abordagens são mais comuns durante a semana, no período da manhã (entre 6 e 8 horas), quando os funcionários chegam e os moradores saem.

O que dizem os especialistas
1-Contrate um vigia – Apesar de não andarem armados nem terem curso de formação, os vigias de rua inibem a ação de criminosos e podem avisar a polícia sobre atitudes suspeitas. Na cidade de São Paulo, os moradores devem exigir que eles façam um cadastro no Departamento de Identificação e Registros Diversos da Polícia Civil, que vai verificar, entre outras coisas, se o candidato possui antecedentes criminais.

2 – Aproxime-se dos vizinhos – Quando for viajar, o morador deve suspender a entrega de revistas e jornais e pedir a um vizinho de confiança que recolha sua correspondência.

Nas áreas externas, os especialistas recomendam a colocação de lâmpadas que se acendem quando começa a escurecer e se apagam quando está claro.

3 – Mantenha o padrão da rua – Construir uma fortaleza numa rua em que todas as outras casas são bem mais modestas pode ser literalmente uma roubada: é o tipo de discrepância que chama a atenção dos ladrões.

Isso não significa que se deve deixar a moradia desprotegida. É aconselhável construir muros com cerca de 3 metros de altura no entorno da residência e instalar grades em sua entrada. “Elas são melhores do que os portões fechados porque permitem que policiais e pedestres notem a presença de um eventual Invasor”, diz José Elias de Godoy.

4 – lnvista em equipamentos de segurança – Aparatos como portões automáticos, grades nas janelas, cercas elétricas e alarmes são considerados bons aliados das seguradoras. “Recomendamos ainda trincos e fechaduras com chave tetra, mais difícil de ser copiada”, diz Eduardo Marcelino, da Federação Nacional de Seguros Gerais. Os vídeo porteiros também são eficazes. “Se, além do interfone, houver uma câmera no alto que permita visualizar a rua, melhor ainda: assim o morador saberá se quem toca a campainha está ou não rendido”, ressalta.

Como ocorrem os roubos: no pontual, o mais comum deles, os ladrões aproveitam uma oportunidade uma entrada ou saída, por exemplo para invadir o prédio sem render a portaria. Já nos arrastões, a ação é planejada por quadrilhas que têm como alvo prédios de alto padrão.

O que dizem os especialistas
1 – Obedeça às normas do condomínio – Tudo é feito para garantir a segurança do morador, mas muitas vezes ele próprio torna o condomínio vulnerável a roubos ao se recusar, por exemplo, a abrir os vidros do carro para entrar na garagem. “Isso é importante, pois ele pode estar rendido ou ter tido o veículo clonado ou roubado”, explica o delegado Mauro Fachini, do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado. Outros erros comuns dos condôminos são pedir ao porteiro que abandone seu posto para carregar compras, manter os portões abertos enquanto se despede de visitantes e deixar a chave na portaria. “Tudo isso facilita a vida das quadrilhas”, alerta Fachini.

2 – Preste atenção nos controles de acesso – Cerca de 90% dos assaltos a condomínios ocorrem pelas entradas de pedestres e de veículos. A melhor solução é ter dois portões independentes, de modo que um só se abra quando o outro já estiver fechado. O primeiro portão pode ser acionado por sistemas alfanuméricos ou de biometria. O segundo, pelo próprio porteiro. “O confinamento impede a entrada de ‘caronas’ ou de falsos entregadores que usam pacotes grandes para ter acesso ao prédio, alegando que não cabem no portas-volume”, diz Fachini.

3 – Invista em equipamentos de segurança – Os especialistas recomendam que os condôminos instalem ao menos um olho mágico nas portas que dão acesso aos halls. Já nas áreas externas e comuns dos condomínios, cercas elétricas e câmeras são bem-vindas. O ideal é que as imagens sejam compartilhadas com os prédios ao lado e gravadas remotamente. Para que tudo isso funcione, os funcionários devem, a cada seis meses, passar por treinamentos dados por órgãos como o Secovi, sindicato do ramo imobiliário que oferece cursos para zeladores e porteiros.

4 – Teste a segurança do condomínio – É prudente que moradores e interessados em se mudar para um condomínio testem a segurança dele forçando, por exemplo, a entrada na garagem ou pedindo a um parente que se passe por morador. Ao síndico, devem-se solicitar as imagens para conferir se estão mesmo sendo gravadas. “Na maioria dos assaltos que investigamos havia câmeras, mas elas não estavam funcionando ou tinham uma imagem tão ruim que impossibilitava qualquer tipo de identificação”, lamenta Fachini.

Revista Veja – Abril / 2012

Sistema de vídeo-monitoramento opera em novo local em Sorocaba, SP

Nova sede fica na Vila Angélica, zona norte da cidade.
Secretaria de Segurança também funcionará no prédio.

A central que abriga o sistema de vídeo-monitoramento de Sorocaba, no interior de São Paulo, começa a funcionar em março, em um novo endereço. Além dele, o prédio abrigará a Secretaria de Segurança Comunitária (Sesco), a Guarda Civil Municipal, a Defesa Civil, a Diretoria de Fiscalização e Centro de Operação Integrado (COI).

O prédio, localizado na rua Castanho Taques, na Vila Angélica, zona norte da cidade, conta com 1.600 m² de área construída e foi totalmente reformado e adaptado para receber a estrutura da Sesco, em uma região considerada estratégica em termos de segurança.

“A sede está num ponto que nos permitirá rápida mobilidade, seja para atender ocorrências na zona norte como no centro”, afirma o titular da pasta, Roberto Montgomery Soares. Ele destaca ainda a proximidade do novo endereço com as avenidas Santos Dumont e Ipanema, que integram o Programa Sorocaba Total, em fase de execução.

A mobilidade citada por Montgomery prevê o aumento de demanda nas ocorrências da Guarda Civil, por conta do início do funcionamento do COI. Segundo ele, as primeiras 41 câmeras, já instaladas em vários locais de Sorocaba, permitirão a realização de operações de combate à criminalidade de forma mais rápida e objetiva, garantindo a intervenção permanente da corporação em situações de delito.

Em fase final de testes, as câmeras do vídeo-monitoramento estão operando em parques municipais, escolas, terminais de ônibus, unidades de pronto atendimento e no centro. “O equipamento será fundamental para a segurança da população, garantindo também um crescimento nas ações integradas com as polícias Civil e Militar”, ressalta o secretário.

Com a mudança para a nova sede, a Sesco manterá uma base da Guarda Civil no prédio atual, no Alto da Boa Vista, por orientação do próprio prefeito Vitor Lippi. De acordo com Montgomery, a base terá como função atender a região leste de Sorocaba e o chamado centro administrativo, formado pelo Palácio dos Tropeiros (sede da Prefeitura), Câmara Municipal, além do Fórum e outras instituições públicas que funcionam nas imediações. “A médio prazo, devem ser criadas novas bases da GCM para o atendimento específico de outras regiões de Sorocaba, conforme determinação do prefeito”, lembra.

Fiscalização e Defesa Civil
As 24 salas do prédio são suficientes para abrigar todos os setores subordinados à Sesco, entre os quais se incluem a diretoria de Área da Fiscalização e a coordenadoria da Defesa Civil. Conforme explica Montgomery, os cargos de chefia da Fiscalização serão transferidos para a nova sede, enquanto o atendimento ao público e os fiscais municipais permanecerão no prédio da Unidade Seminário da Prefeitura de Sorocaba, na rua Pernambuco, n° 100, no Centro.

Montgomery destaca, ainda, que as novas dependências da Sesco também vão oferecer espaço para as polícias Civil e Militar poderem fazer uso do sistema de vídeo-monitoramento, assim como uma das salas deverá ser utilizada para as ações do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Este tem como função discutir e implantar políticas de segurança no município com a participação de representantes da Guarda Civil, das polícias Civil e Militar e integrantes dos Conselhos de Segurança (Consegs).

Fonte: G1

Segurança da capital chega a condomínios do interior de SP

Para entrar no condomínio, o morador passa por um sistema de identificação biométrica, dois portões e portaria blindada. A cena, recorrente na capital paulista, está se tornando comum também no interior do Estado.

Condomínios estão virando “fortalezas” até em localidades sem registro de arrastões a prédios e com índices de criminalidade menores que os de São Paulo.

Síndico de um prédio de 228 apartamentos em São José do Rio Preto (438 km de SP), Junior Villanova já aplicou cerca de R$ 40 mil e investirá mais R$ 20 mil em segurança –incluindo um sistema que fotografa visitantes, equipamentos biométricos e “vaga do ladrão”, onde o morador estaciona para alertar se há um bandido no carro.

“As cidades estão crescendo e, com isso, vêm os problemas. A gente tem que investir pesado na segurança.”

Para o delegado Genival Santos, no entanto, esses “problemas” não existem. “Temos dezenas de condomínios, mas não há assaltos ou arrastões. Teve um furto no ano passado”, diz.

Para o diretor de condomínios da regional do Secovi (sindicato das empresas do setor imobiliário), Alessandro Nadruz, “as pessoas estão se adiantando ao problema”.

Em Sertãozinho (333 km de SP), a apresentadora de TV Letícia Bighetti Savegnago, 32, decidiu construir sua casa num condomínio com “gaiola” –são dois portões, e o interno só abre quando o outro é fechado.

O residencial, em área nobre, conta ainda com câmeras e monitoramento privado. O condomínio custa de R$ 1.000 a R$ 1.500.

“A primeira razão [para morar no local] é a segurança. Sei de pessoas de casas em ruas abertas que, quando abrem o portão eletrônico, o ladrão entra junto”, disse.

Viviane Cubas, do Núcleo de Estudos da Violência da USP, diz que, mesmo com índices de criminalidade baixos, essas cidades têm violência, o que pode justificar a adoção dos sistemas.

Folha.com (Cotidiano)

Masp recebe sistema de segurança de última geração

O novo sistema de segurança do Museu de Arte de São Paulo (Masp), doado por um grupo de empresas, contará com 48 equipamentos de última geração, que só serão instalados nas próximas semanas, afirmou a assessoria da companhia responsável.

O museu terá câmeras robotizadas antivandalismo e antichuva do lado de fora, sensores de voz em algumas obras para evitar a aproximação de visitantes e microcâmeras com infravermelho em todos os acessos do prédio.

Ainda estão sendo definidos detalhes como quais obras terão os sensores e que tipo de câmera terá cada sala.

O pacote de doação ao Masp, que não teve divulgado valores nem os nomes das empresas, inclui um reforço na segurança física.

Enquanto as novidades não chegam, o museu atualizou seus equipamentos antigos, como câmeras e alarmes, para a reabertura ao público.

O roubo no Masp em dezembro, por três ladrões, gerou críticas sobre a fragilidade da segurança e da administração do museu.

A segurança era feita por homens desarmados, e as obras avaliadas em 55 milhões de dólares também não tinham alarmes ou sensores.

Portal Reuters

Alarmes nos postes de Fortaleza ajudam a evitar crimes


Nem todas as situações anormais, observadas pelos operadores, viram abordagens policiais. Em muitos casos, o sistema é utilizado para evitar crimes. A população pode dar pistas à polícia usando o botão dos postes, que aciona a central.
Fonte: G1