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Empresa de segurança desiste de Copa e Olimpíada no Rio

Companhia não conseguiu recrutar mínimo de seguranças exigido pelo governo

Após não conseguiu recrutar o número exigido de pessoas para trabalhar como segurança da Olimpíada de Londres, a empresa G4S anunciou nesta terça-feira que desistiu de concorrer aos contratos dos dois próximos grandes eventos esportivos mundiais: a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos de 2016, ambos no Brasil. Para cobrir a falha em Londres, foram recrutados mais 3.500 soldados para participar da competição que começa dia 27. Eles vão se somar aos 13.500 já escalados pelo projeto inicial – os soldados extras serão custeados pela empresa de segurança e não pelo governo britânico. Além dos soldados do exército, a polícia britânica confirmou que 12.500 policiais também vão participar da segurança dos Jogos.

Diante de uma comissão que fiscaliza a segurança olímpica, o executivo-chefe da G4S, Nick Buckles, disse estar envergonhado por não conseguir cobrir todos os postos de segurança requeridos, pediu desculpas, mas negou que deixará o cargo.

A G4S vai colocar 7.000 guardas particulares durante os Jogos, mas o governo inglês considerava necessários 10.400 para garantir a segurança. “Estamos arrependidos de ter assinado este contrato, mas agora é preciso seguir adiante. Não era lucrativo. Pensamos que serviria para que a empresa ganhasse reputação”, disse Buckles. As ações da empresa caíram 15% na bolsa de valores nesta semana.

O contrato representaria para a empresa lucro de 10 milhões de libras (cerca de 31,7 milhões de reais). Segundo Buckles depois da falha em cumprir o contrato, a empresa deverá perder aproximadamente 50 milhões de libras (158,7 milhões de reais), quase 10% dos lucros anuais.

O presidente do Comitê Organizador Local, Sebastian Coe, garantiu que o plano olímpico não será afetado, já que soldados ou policiais substituirão os agentes particulares que a empresa não conseguiur recrutar.

“Fomos atrás de pessoas desempregadas, estudantes e gente que buscasse trabalho durante as férias”, disse Buckles. Os agentes ganharão 8,50 libras por hora (27 reais) durante a Olimpíada.

Fonte: Site da Revista Veja com agência EFE

PMs terão de usar coletes à prova de balas sob a farda

Determinação é do comando, que considera que a mudança vai tornar a imagem da polícia menos repressora.

Camilla Haddad – O Estado de S.Paulo.
Até o fim do ano, todos os policiais militares de São Paulo vão aparecer nas ruas com um visual diferente. Soldados, cabos, sargentos e oficiais vão utilizar os coletes à prova de bala sob a farda. A determinação partiu do comandante da corporação, Álvaro Camilo. Para ele, o policial com o colete exposto sugere uma imagem repressora da PM. A mudança pretende aproximar a população dos policiais, dentro da filosofia de polícia comunitária.

Segundo Camilo, o equipamento sob a roupa causará um impacto menos agressivo às pessoas que passam pela rua. Em junho, 2.500 recrutas formados pela Escola de Soldados de Pirituba, zona oeste, foram os primeiros a receber o equipamento. Na fase de estágio, eles foram para as ruas diariamente com os coletes dentro da camisa. Depois, foram compradas mais 15 mil peças que já fazem parte do dia a dia de outros policiais.

De acordo com corporação, cada colete custa R$ 350, em média. Nessa nova versão, eles são cinza claro. Agora, o tecido dos modelos comprados é mais mole, o que não causa tanto desconforto. O policial que quiser poderá usar o colete diretamente na pele, uma vez que, segundo a PM, é preparado com material antibacteriano. Mesmo assim, alguns policiais têm optado por colocar uma camiseta por baixo.

Quem for flagrado fugindo à nova regra será advertido pelo seu comandante. Cada oficial responsável por batalhões fará uma espécie de check-list antes de mandar o efetivo para a rua.

Carolina Ricardo, coordenadora de gestão local de segurança Pública do Instituto Sou da Paz, diz que a medida é válida, mas acredita que outras atitudes devem ser tomadas para aproximar a população dos PMs. “É importante a aparência física, mas sozinha não dá conta. É preciso aprimorar, fazendo a PM ajudar o cidadão nas ruas, conhecendo a região onde atua e sendo treinada para se comunicar.”

Secretário fala sobre investimentos na Baixada

A presença ostensiva do Estado para combater a criminalidade e melhorar ações de segurança estão entre as reivindicações mais antigas da população da Baixada Santista.

Nesta quinta-feira, após participar da plenária da Agenda Metropolitana de Santos, realizada no Mendes Convention Center, o secretário de Estado da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afirmou ser sensível aos apelos locais.

Em entrevista concedida a A Tribuna, o secretário reconheceu que há ainda muito a avançar e ressaltou o empenho do governador Geraldo Alckmin em reduzir os índices de criminalidade, principalmente em Guarujá e Praia Grande.

A Tribuna – Quais ações na área de Segurança Pública estão previstas para a Baixada?

Ferreira Pinto – A secretaria é muito sensível à Baixada Santista. Já reforçamos consideravelmente o efetivo em abril com 290 homens da PM e vamos dotar a região com mais 300 soldados até o fim do ano. Também contamos com melhoria de equipamentos e ampliação de bases da PM. Mas temos dificuldades de suprir as lacunas da Polícia Civil em função das carências de recursos humanos. Também nesse setor buscaremos dotar a região de maior efetivo.

A Tribuna – Qual região da Baixada mais precisa de investimentos?

Ferreira Pinto – Todas as cidades necessitam de aprimoramento na área de segurança pública, mas a situação mais crítica é a Guarujá e Praia Grande. Tanto em relação a efetivos quanto a recursos materiais. Nós estamos atentos a isso.

A Tribuna – Qual seria o número ideal de policiais militares por habitantes nessas cidades com déficit maior? Quando virá esse reforço?

Ferreira Pinto – Nós vamos disponibilizar um efetivo considerável de reforço em breve. Serão 300 novos soldados até o fim do ano. A distribuição deste contingente ficará a cargo do comandante da região, a quem cabe o emprego da tropa de acordo com a necessidade dos municípios. Haverá, evidentemente, uma prioridade para Guarujá e Praia Grande.

A Tribuna – Cadeias femininas ainda são muito improvisadas aqui na região. Há projetos para mudar isso?

Ferreira Pinto – Nós estamos construindo ou em vias de construir sete presídios femininos no Estado para, que num tempo bastante breve, não existam mais mulheres cumprindo pena ou à espera de julgamento em cadeias públicas. Para a Baixada, está prevista uma unidade em São Vicente. Existe um esforço do Governo neste sentido. Na semana que vem deve ser inaugurado um presídio em Tupi Paulista e foi também inaugurado um presídio em Tremembé. Existe um presídio com obra em andamento em Votorantim e outro em Pirajuí. Aqui na Baixada Santista, os problemas são de licença ambiental. São mais demorados, mas os projetos estão em curso.

A Tribuna – O programa Atividade Delegada, que terá a adesão das prefeituras de Santos e Guarujá, pode contribuir para a redução da criminalidade na região?

Ferreira Pinto – Sem dúvida, principalmente os crimes patrimoniais. Na Capital, ele foi implantado com sucesso e várias prefeituras estão empenhadas em aderir a esse modelo. Temos bons exemplos em Sorocaba e Mogi das Cruzes. Há procedimentos em andamento nas cidades de Santos e Guarujá. A iniciativa é dos municípios e a Polícia Militar vê com bons olhos.

A Tribuna – Santos

PM vai panfletar contra roubo a banco

25 de maio de 2011

CAMILLA HADDAD

Policiais militares vão distribuir panfletos com alertas de segurança nas agências bancárias da capital, principalmente no setor de autoatendimento e na entrada dos estabelecimentos. O material é ilustrado com desenhos que representam situações pelas quais passam os funcionários de bancos e os clientes.
A medida passa a valer na próxima semana e faz parte de uma estratégia montada pela corporação para combater crimes como ‘saidinha de banco’, sequestro de gerentes e roubos. De madrugada, a ronda foi reforçada no lado de fora até as 6h40 – para evitar os ataques a caixas eletrônicos, que cresceram muito neste ano.
A operação, chamada pela PM de “Saque Seguro”, começou ontem com visitas de policiais aos gerentes e demais funcionários e também conscientização de clientes. O trabalho é desenvolvido das 10h às 16h. Parte do efetivo do bairro entrou nos bancos, andou pelas filas e fez patrulhamentos nos estacionamentos conveniados, o que antes não acontecia.
Os responsáveis pelas visitas são soldados do bairro. Além deles, a PM chamou 32 homens do setor administrativo que receberam treinamento para atuar nas agências consideradas mais críticas. Os bancos entregaram à Polícia Militar uma lista com endereços de agências com maior número de crimes. Entre elas estão estabelecimento no Morumbi, Jabaquara (zona sul), Santana (norte) e Butantã (oeste).
Aplausos
A novidade chamou a atenção. Em uma das agências onde foi feita a visita houve aplausos dos clientes, segundo a Polícia Militar. Em Santana, o funcionário de um estacionamento diz ter se surpreendido com a chegada de duas viaturas. Ele contou que pensou ter havido um roubo, perguntou para os policiais o que estava acontecendo e foi informado sobre a operação.
Em todas as agências visitadas, os gerentes assinam uma espécie de lista de presença trazida pelos PMs, para comprovar que a ronda passou pelo local.
O coronel Marcos Chaves, comandante do policiamento da capital, afirma que espera uma reação positiva das pessoas. Segundo o oficial, uma das metas é justamente a criação de “vínculo” entre funcionários, clientes e policiais do bairro.
“Hoje (ontem) foram 400 agências visitadas” afirmou Chaves. “Aparentemente, o objetivo foi alcançado. Essa aproximação é importante. Se cria uma amizade, o policial começa a interpretar as reações das pessoas e assim pode identificar se há algo errado acontecendo”, avalia.
O especialista em segurança Felipe Gonçalves considera a ronda “muito efetiva”. “A pessoa mal intencionada vai pensar duas vezes antes de agir”, explica. Gonçalves diz ainda que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) também deve intensificar a prevenção e a segurança.
O diretor setorial de Segurança Bancária da Febraban, Pedro Oscar Viotto, disse que a parceria com a PM é importante. “O reforço do policiamento na região da agência beneficia todo o entorno, diminuindo a criminalidade de maneira geral.” Para a Febraban, a principal recomendação é não comentar com estranhos sobre saques de grandes valores.
O Banco do Brasil, que ontem teve uma visita na agência da Rua Voluntários da Pátria, em Santana, informou, em nota, que constantemente orienta seus funcionários através de palestras que abordam temas relacionados com a segurança preventiva; cursos sobre segurança de ambientes e de pessoas; publicações periódicas de mensagens contendo dicas e informações a respeito da segurança bancária, além de adotar instruções normativas específicas para o tratamento do assunto.
Segundo informações da Febraban, a cidade de São Paulo tem 2.449 agências bancárias.