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Posts Tagged ‘ Sou da Paz

Disque Denúncia aprimora atendimento de denúncias sobre armas


Sou da Paz capacita profissionais para melhor atender e triar as ligações referentes às armas de fogo

O Instituto Sou da Paz e o Instituto São Paulo Contra a Violência – organização responsável pelo Disque Denúncia 181 – firmaram uma parceria visando à implementação de projetos conjuntos de conscientização sobre os perigos representados pelas armas de fogo e a promoção da retirada de armas em circulação na cidade de São Paulo.

As instituições já participam juntas do Comitê de Controle de Armas e Desarmamento – institucionalizado em março de 2012 pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana da cidade de São Paulo – trocando experiências e compartilhando dados sobre a questão.

A parceria prevê a realização de campanhas de conscientização da sociedade sobre o tema, além do desenvolvimento de manuais de orientação e de procedimentos que aprimorarão o trabalho dos atendentes do Disque Denúncia (181) no recebimento de denúncias sobre armas de fogo.

Essas medidas tem o intuito de potencializar a coleta de denúncias que ajudem principalmente na identificação e apreensão de arsenais criminosos.

Fonte: Instituto Sou da Paz

PMs terão de usar coletes à prova de balas sob a farda

Determinação é do comando, que considera que a mudança vai tornar a imagem da polícia menos repressora.

Camilla Haddad – O Estado de S.Paulo.
Até o fim do ano, todos os policiais militares de São Paulo vão aparecer nas ruas com um visual diferente. Soldados, cabos, sargentos e oficiais vão utilizar os coletes à prova de bala sob a farda. A determinação partiu do comandante da corporação, Álvaro Camilo. Para ele, o policial com o colete exposto sugere uma imagem repressora da PM. A mudança pretende aproximar a população dos policiais, dentro da filosofia de polícia comunitária.

Segundo Camilo, o equipamento sob a roupa causará um impacto menos agressivo às pessoas que passam pela rua. Em junho, 2.500 recrutas formados pela Escola de Soldados de Pirituba, zona oeste, foram os primeiros a receber o equipamento. Na fase de estágio, eles foram para as ruas diariamente com os coletes dentro da camisa. Depois, foram compradas mais 15 mil peças que já fazem parte do dia a dia de outros policiais.

De acordo com corporação, cada colete custa R$ 350, em média. Nessa nova versão, eles são cinza claro. Agora, o tecido dos modelos comprados é mais mole, o que não causa tanto desconforto. O policial que quiser poderá usar o colete diretamente na pele, uma vez que, segundo a PM, é preparado com material antibacteriano. Mesmo assim, alguns policiais têm optado por colocar uma camiseta por baixo.

Quem for flagrado fugindo à nova regra será advertido pelo seu comandante. Cada oficial responsável por batalhões fará uma espécie de check-list antes de mandar o efetivo para a rua.

Carolina Ricardo, coordenadora de gestão local de segurança Pública do Instituto Sou da Paz, diz que a medida é válida, mas acredita que outras atitudes devem ser tomadas para aproximar a população dos PMs. “É importante a aparência física, mas sozinha não dá conta. É preciso aprimorar, fazendo a PM ajudar o cidadão nas ruas, conhecendo a região onde atua e sendo treinada para se comunicar.”

Semana do desarmamento no M’Boi Mirim


Começou nessa segunda-feira (8) a Semana do Desarmamento no M’Boi Mirim. Articulada pelo Instituto Sou da Paz em parceria com os integrantes do Plano de Controle de Armas da Cidade de São Paulo, a ação pretende facilitar e promover a entrega voluntária de armas de fogo e munições na zona sul da capital paulista. A campanha se estenderá até o sábado, dia 13.

Apesar da queda significativa no índice de homicídios no M´Boi Mirim nos últimos 10 anos, a área ainda é uma das mais impactadas pela violência na cidade, o que motivou a criação de ações locais especialmente voltadas para a desvalorização das armas de fogo na região.

A pessoa que entregar sua arma ou munição nos postos do M’Boi Mirim não precisará se identificar e receberá uma indenização entre R$ 100 e R$ 300 dependendo do tipo de arma entregue. Ao todo, seis postos estarão abertos das 8h às 17h para o recolhimento das armas e munições. São eles:

Postos provisórios
CIC Feitiço da Vila (Dias 8,9 e 10)
Estrada de Itapecerica, 8.887, Itapecerica da Serra
(11) 5825-2444

CIC Sul (Dias 11, 12 e 13)
Rua José Manoel Camisa Nova, 100, Jardim São Luís
(11) 5514-0182

Postos fixos (Não funcionam aos fins de semana)
Inspetoria da Guarda Civil Metropolitana no M’Boi Mirim
Rua Nova Tuparoquera, 2.220, Jardim São Luís
(11) 5897-2609 / 5892-0283

47º Distrito Policial
Estrada de Itapecerica, 5.864, Itapecerica da Serra
(11) 5821-2805

92º Distrito Policial
Rua Maria Benedita Rodrigues, 300, Parque Santo Antônio
(11) 5511-8914

100º Distrito Policial
Rua José Carlos dos Santos Marques, 301, Jardim Ângela
(11) 5831-2380

Fonte: Instituto Sou da Paz

Das 16 milhões de armas que circulam no país, metade é ilegal

 

Bom Dia Brasil – Edição do dia 08/04/2011

08/04/2011 09h02 – Atualizado em 08/04/2011 09h02 

São armas furtadas, roubadas, desviadas de colecionadores e empresas de segurança e uma parte vinda pelas fronteiras do país. 

Estima-se que 16 milhões de armas de fogo estejam em circulação no Brasil – metade delas ilegalmente. Muitas vezes nas mãos de bandidos ou nas mãos de quem não tem qualquer condição de usá-las.

Há pouco mais de cinco anos, os brasileiros participaram de um referendo para decidir se o governo deveria proibir o comércio de armas e decidiram que esse comércio deveria continuar. A morte das crianças no Rio traz de volta a pergunta: como evitar tragédias provocadas por armas de fogo?

A história reacende uma discussão recente no Brasil. Em 2005, a maioria dos brasileiros votou a favor do comércio de armas. O referendo poderia ter mudado um artigo do Estatuto do Desarmamento, um dos mais rígidos do mundo. Desde que virou lei federal, em 2003, mais de 500 mil armas foram entregues no país.

Pelo estatuto, apenas oficiais podem andar armados. Para civis, o porte é considerado crime inafiançável. Ter uma arma em casa para defesa pessoal só é permitido a quem tem mais de 25 anos, passa por teste psicológico e treinamento na Polícia Federal e prova a necessidade de posse da arma. O especialista internacional em criminalidade, Wálter Fanganiello Maierovitch, diz que na prática não é bem assim.

“Basta ter o dinheiro. Não interessa se é bandido, se é psicopata ou não. É uma lei de mercado que não tem nenhum sentido de dosagem ética”, afirma Wálter Fanganiello Maierovitch.

A verdade é que se sabe muito pouco sobre o mercado de armas no Brasil. Não há números oficiais. Estima-se que 16 milhões de armas estejam em circulação – quase a metade ilegais, furtadas, roubadas, desviadas de colecionadores e empresas de segurança e uma parte vinda pelas fronteiras do país.

“Em São Paulo, 70% das armas apreendidas são armas brasileiras, de calibre pequeno. São revólveres e pistolas que vitimam brasileiros. Por isso, é importante controlar as indústrias de armas e munições no país”, explica a coordenadora do controle de armas do Instituto Sou da Paz, Alice Ribeiro.

O Brasil encabeça o terceiro grupo de países que mais exportam armas de fogo. “A maior parte dos homicídios no país são por armas de fogo. Esses homicídios são motivados por motivos banais: brigas de bares, brigas de trânsito ou desavenças entre casais. São desentendimentos banais que, por se ter uma arma na mão, se tornam fatais”, afirma a coordenadora do controle de armas do Instituto Sou da Paz, Alice Ribeiro.

Ainda de acordo com o Instituto Sou da Paz, das 16 milhões de armas em circulação no país, apenas 2 milhões estão com as forças de segurança pública. Ou seja, 14 milhões de armas estão nas mãos de civis. Pelo menos uma das armas usadas na tragédia em Realengo pertencia a civis. Foi roubada há mais de uma década da casa de uma família e agora foi usada para matar 12 crianças e adolescentes.

Sou da Paz lança Plano de Controle de Armas

Matéria original – Instituto Sou da Paz

Reduzir os homicídios por armas de fogo na cidade de São Paulo. Este é o objetivo do Plano de Controle de Armas que o Instituto Sou da Paz lança hoje, dia 16 de dezembro de 2010, na capital paulista.

O Plano – que contempla medidas técnicas de controle de armas e ações de sensibilização da sociedade – começou a ser desenhado em julho, a partir da elaboração de um diagnóstico participativo sobre o controle de armas na cidade.

São parceiros na iniciativa diversas organizações da sociedade civil, Polícias Militar, Civil, Técnico-Científica, Federal, Secretaria Municipal de Segurança Urbana, Secretaria da Segurança Pública do estado de São Paulo, Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania, Ministério da Justiça e outros órgãos governamentais.