Clientes Sekron
  Esqueci a Senha
Conheça nosso site Institucional ›

Posts Tagged ‘ Tecnologia

Número de roubos a condomínios de SP já é maior que todo 2011


Fonte: SBT

EXPOSEC 2012 gera R$ 520 milhões em negócios

Entre os dias 08 e 10 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, aconteceu uma das maiores feiras mundiais do setor de segurança privada e vitrine tecnológica na América Latina: XV EXPOSEC | Internacional Security Fair.

Evento considerado polo gerador de tecnologia, conteúdo, negócios e relacionamento, organizada pelo Grupo Cipa Fiera Milano, em parceria com a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), reuniu 34 mil profissionais do setor. Nesta 15ª edição, 1.100 marcas, representadas por 700 expositores nacionais e internacionais, apresentaram cerca de 2.000 itens em soluções de centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, cofres, controles de acesso, detecção de incêndio, detecção de metais, fechaduras de segurança, inteligência industrial, portas de segurança, radiocomunicação, sistemas de identificação, vigilância, dispositivos de identificação por biometria, rastreamento de veículos e de pessoas, segurança eletrônica e da informação, segurança privada, pessoal e residencial.

O reflexo de crescimento tanto do segmento quanto da feira, (20% em relação ao ano anterior) é o espelho do setor. Nos últimos dez anos, o mercado de sistemas eletrônicos de segurança vem crescendo com taxas médias de 11% ao ano. As oportunidades de negócios estão aquecidas por auxiliarem no combate à criminalidade, além da demanda gerada pela realização dos grandes eventos esportivos a serem realizados no Brasil, como a Copa de Futebol, a Copa das Confederações e as Olimpiadas.

Fonte: Site Abese

A Exposec começa hoje!

Soluções em centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, cofres, controle de acesso, detecção de incêndio, detecção de metais, fechaduras de segurança, inteligência industrial, portas de segurança, radiocomunicação, sistemas de identificação, vigilância, dispositivos de identificação por biometria, rastreamento de veículos e de pessoas, segurança eletrônica e da informação, segurança privada, pessoal e residencial. Essas são algumas das novidades que serão apresentadas pelos 700 expositores, representados por mais de 1.100 marcas na 15ª edição EXPOSEC | Internacional Security Fair, de 08 a 10 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

Confira a alta tecnologia, inovações e as últimas tendências e soluções para os mais diversos sistemas eletrônicos de segurança, mercado que deve crescer 11% este ano.

Nos últimos dez anos, o mercado de sistemas eletrônicos de segurança vem crescendo com taxas médias de 11% ao ano. Os fatores que influenciam o crescimento do mercado incluem o aumento do padrão de vida da população e o aumento da criminalidade nas grandes cidades.

São esperados como motores deste mercado os grandes eventos sediados no país, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Segundo a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), no Brasil, existem mais de 18 mil empresas atuando no segmento de sistemas eletrônicos de segurança, gerando cerca de 200 mil empregos diretos e mais de 1,7 milhão indiretos. Entre os principais clientes citam-se: consumidores residenciais, condomínios, comércio, indústrias, bancos e governo. Deste mercado, o segmento residencial, participa com 12% e o não residencial com 88%.

Serviço:
www.exposec.tmp.br
XV Exposec | Internacional Security Fair
08 a 10 de maio de 2012 – das 13h às 20h30
ENTRADA GRATUITA – para profissionais do setor
Local : Centro de Exposições Imigrantes/ Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil

Capital tem janeiro menos violento dos últimos 11 anos

A cidade de São Paulo apresentou o menor número de homicídios durante o mês de janeiro em sua história recente. Foram 84 casos, 383 a menos que em janeiro de 2001, o que representa uma queda de 82,39%. Foram seis assassinatos a menos em comparação com o ano passado, uma redução de 6,67%. As informações constam das Estatísticas Mensais da Criminalidade, contabilizadas pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

Também houve diminuição no comparativo dos últimos 12 meses. De fevereiro de 2011 a janeiro deste ano, foram contabilizadas 1.018 mortes intencionais na cidade, 143 a menos que no período de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011 – uma redução de 12,32%.

Nos últimos 12 meses, a capital alcançou a taxa de 8,95 homicídios por grupo de 100 mil habitantes. O número é menor que o do Estado, que apresentou taxa de 9,99. A taxa média do Brasil é de 22,3/100 mil.

A SSP atribui a redução dos homicídios à intensificação do patrulhamento ostensivo, com retirada da armas ilegais das ruas, e à investigação de crimes, identificação e prisão dos autores.

Roubo de carga diminui 23,3%
Outro indicador criminal que apresentou relevante queda na cidade de São Paulo foi o roubo de carga. A diminuição foi de 23,3%. Em janeiro deste ano, foram registrados 339 roubos de carga, 103 a menos que no mesmo mês do ano passado, quando houve 442 casos. Também houve queda no comparativo dos últimos 12 meses. De fevereiro de 2011 a janeiro deste ano, foram contabilizados 447 registros a menos – uma redução de 9,71% deste tipo de crime.

Roubos a banco
O número de roubos a banco, em janeiro, diminuiu de 11, no ano passado, para sete, este ano.

Roubos em geral
No comparativo dos últimos 12 meses, os roubos em geral apresentaram queda de 0,78% na cidade de São Paulo, com uma diminuição de 862 casos. De fevereiro de 2011 a janeiro deste ano foram contabilizadas 109.880 ocorrências de roubo em geral – de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011, houve 110.742.

Furtos de veículo
Também no comparativo de 12 meses, a capital registrou queda de 17 casos de furtos de veículo.

Sequestros
Pela primeira vez desde 2001, a cidade de São Paulo não registrou nenhum caso de extorsão mediante sequestro no mês de janeiro. No mesmo mês do ano passado, foram contabilizados dois casos.

A redução dos crimes contra o patrimônio foi alcançada graças ao aprimoramento no trabalho das polícias. O tempo de resposta da Polícia Militar para atender a chamados de emergência tem diminuído, em decorrência tanto do contínuo treinamento, como da adoção de novas tecnologias adquiridas pelo Governo do Estado. O trabalho da Polícia Civil também vem se aperfeiçoando, a fim de identificar e prender os autores dos crimes contra o patrimônio.

Estupro
Apesar da mudança na legislação – que agora considera todos os crimes de abuso como estupro –, esse tipo de crime apresentou queda de 1,69% no comparativo de fevereiro de 2011 a janeiro de 2012 com fevereiro de 2010 a janeiro de 2011, com uma diminuição de 42 ocorrências.

Aumento da produtividade policial
Os flagrantes de tráfico de drogas no mês de janeiro na cidade de São Paulo alcançaram os maiores índices dos últimos anos. Foram registrados 735 boletins de ocorrência de tráfico de drogas. Em comparação com janeiro do ano passado – quando foram registrados 423 BOs –, houve um aumento de 73,76% desse indicador. Esse tipo de ocorrência depende totalmente da ação policial, e o crescimento indica maior eficiência das polícias para apreender drogas e prender traficantes.

O número de prisões realizadas pelas polícias na capital aumentou 2,58% nos últimos 12 meses, com 724 a mais. De fevereiro de 2011 a janeiro de 2012 foram feitas 28.796 prisões, contra 28.072 de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011.

Fonte: SSP – SP

Homicídios caem 3,9% e SP continua abaixo de 10/100 mil

O número de homicídios dolosos no Estado caiu 3,95% nos primeiros 11 meses deste ano. Foram 3.789 casos entre janeiro e novembro de 2011, contra 3.945 no mesmo período de 2010, ou seja, 156 ocorrências a menos neste ano. Contabilizando-se somente o mês de novembro, as mortes intencionais tiveram queda de 5,85% em relação aos mesmos 30 dias do ano passado. Foram 22 casos a menos, de 376 para 354. As informações constam das Estatísticas Mensais da Criminalidade, contabilizadas pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

Faltando apenas um mês para fechar as estatísticas do ano, São Paulo tem taxa de 9,89 homicídios por grupo de 100 mil habitantes. É a primeira vez na história recente que o Estado completa 11 meses com taxa de homicídios abaixo de 10/100 mil, fora, portanto, da zona considerada epidêmica pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A redução dos homicídios no Estado é liderada pela capital, que registrou 180 casos a menos de janeiro a novembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Uma diminuição de 16,3%.

Também houve recuo dos crimes contra a vida nas regiões de Campinas (Deinter-2), Ribeirão Preto (Deinter-3), Bauru (Deinter-4) e São José do Rio Preto (Deinter-5), além de leve oscilação para baixo na Baixada Santista (Deinter-6).

O número absoluto de homicídios tem caído continuamente desde 1999, quando foram registrados 12.818 crimes contra a vida no Estado. Onze anos depois, no ano passado, o número de mortes intencionais em São Paulo despencou para 4.321. Em 2011 a taxa de homicídios iniciou o ano e vem se mantendo abaixo de 10/100 mil habitantes, recomendada pela OMS.

Também em 2011, as políticas de segurança adotadas por São Paulo têm ganhado reconhecimento internacional. Primeiro a ONU elogiou as ações desenvolvidas no Estado para recolher armas ilegais, identificar e punir os autores de homicídios.

Depois, o Unicef (Fundo Mundial de Proteção à Infância) atestou que São Paulo é a unidade federativa do Brasil com menor índice de homicídio de adolescentes e com menor exposição de jovens à violência.

Finalmente, o Mapa da Violência, produzido pelo Instituto Sangari em parceria com o Ministério da Justiça, com base em dados do Datasus, do Ministério da Saúde, informou que, nos últimos 10 anos, São Paulo foi o Estado que mais reduziu homicídios, passando da 4ª para a 25ª posição no ranking nacional de unidades da federação.

A cidade de São Paulo, a maior do país e terceira maior do planeta, com 11 milhões de habitantes, lidera a redução de homicídios no Estado e no País, tornando-se a última colocada no ranking das 27 capitais, ainda de acordo com o governo federal. Ou seja, é a capital mais segura do país.

Políticas para redução dos homicídios
A Secretaria da Segurança Pública atribui a redução dos homicídios ao aumento dos investimentos do Estado em segurança pública, tecnologia e inteligência, à investigação especializada capitaneada pelo DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), à retirada de armas ilegais das ruas, conduzida principalmente pela Polícia Militar, e à melhoria da gestão policial.

O governo do Estado elevou o orçamento da Secretaria da Segurança Pública de R$ 2,4 bilhões, em 1997, para os R$ 11,9 bi atuais. A Polícia Civil tem esclarecido a maior parte dos homicídios, o que contribui para a queda da sensação de impunidade. Medidas de gestão levaram mais de 12 mil policiais a deixarem atividades de apoio e suporte e reforçarem o policiamento nas ruas.

Trânsito mata mais que assassinatos
De janeiro a novembro, as mortes no trânsito já superam em mais de 900 os assassinatos. Foram registrados 4.735 homicídios culposos (sem intenção) e 3.789 homicídios dolosos (com intenção). De janeiro a setembro, 93% dos homicídios culposos ocorreram em acidentes de trânsito.

Nesses primeiros 11 meses o número de homicídios culposos cresceu 5,76%, com 258 casos a mais que no mesmo período do ano passado. Foram 4.735 homicídios culposos até novembro de 2011, e 4.477 nos primeiros 11 meses do ano passado.

Apreensões de armas crescem 2%
Um dos mais importantes medidores da atividade policial, a apreensão de armas ilegais aumentou 2,36% de janeiro a novembro. Foram recolhidas 17.616 armas ilegais até novembro deste ano, contra 17.210 no mesmo período do ano passado. A retirada de armas ilegais das ruas é considerada uma dos principais vetores da redução de mais de 70% dos homicídios no estado, desde 1999.

Em 11 anos, foram retiradas das ruas mais de 390 mil armas ilegais. Além de colaborar para a diminuição dos crimes contra a vida, a apreensão de armas contribui, também, para impedir roubos em geral e outros crimes praticados mediante grave ameaça.

Prisões aumentam 12,86%
Outro indicador da produtividade policial, o número de prisões realizadas pelas polícias aumentou 12,86% nos primeiros 11 meses, de 108.564 para 122.530. Obviamente, esta quantidade inclui prisões administrativas e por alimentos, revertidas depois do pagamento de pensões ou dívidas. Neste universo estão também algumas das prisões em flagrante, relaxadas depois do pagamento de fiança pelos autores. Porém, a maior parte são prisões por mandado, em flagrante ou capturas de procurados ou fugitivos, que aumentam a tranqüilidade social e contribuem para reduzir a criminalidade.

Flagrantes de tráfico aumentam 17,52%
Terceiro indicador de atividade policial, os flagrantes de tráfico de entorpecentes aumentaram 17,52% nos primeiros 11 meses do ano, de 28.016 casos para 32.924. Estes flagrantes têm grande importância, não só porque o tráfico assume destacado papel na hierarquia da criminalidade, como por ter a capacidade de alimentar outras atividades criminosas, como a lavagem de dinheiro, ou de fomentar outros crimes, alugando ou emprestando armas e dinheiro.

Roubos de carga em queda
Os roubos de carga caíram 4,04% nos primeiros 11 meses do ano, de 6.564, até novembro de 2010 para 6.299 até novembro deste ano. O número de roubos de carga no mês passado caiu de 739 para 611. Os roubos de carga estão em queda desde 2009.

Extorsões mediante sequestro
Até novembro deste ano houve queda de 1,47% nas extorsões mediante sequestro, comparado com os primeiros 11 meses do ano passado. Passou de 68 para 67 casos.

Roubos em geral
De janeiro a novembro, os roubos em geral se mantiveram numa faixa de estabilidade, com oscilação positiva de 1,33%, o que corresponde a 2.838 casos a mais que no mesmo período do ano passado. Foram registrados 217.014 casos até novembro, contra 214.176 nos primeiros 11 meses do ano passado. Em novembro foram registrados 231 roubos a mais que no mesmo mês do ano anterior – aumento de 18.929 para 19.160 casos.

As polícias têm intensificado o trabalho para reduzir os roubos e, sobretudo, para identificar e prender os autores de crimes contra o patrimônio e a vida praticados mediante grave ameaça ou com armas. O tempo de resposta da Polícia Militar para responder a chamados de emergência tem diminuído, em decorrência, tanto do contínuo treinamento, como da adoção de novas tecnologias adquiridas pelo Governo do Estado.

Todas as viaturas da PM na capital, Grande São Paulo, Baixada Santista e boa parte do interior estão equipadas com tablets, que permitem que os policiais, da rua, possam consultar os bancos de dados criminais, além de placas de veículos suspeitos e RGs. A comunicação por rádio digital, mais segura, que não pode ser interceptada por terceiros, foi implantada na capital, Grande São Paulo e no entorno das principais cidades do interior, como São José dos Campos, Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Santos, Sorocaba, Presidente Prudente e Araçatuba.

Além disso, desde o ano passado, todos os 645 municípios contam com os sistemas RDO (Registro Digital de Ocorrências) e Infocrim, que permitem o mapeamento da criminalidade, com indicação de dias, horários e locais de maior incidência de delitos. O Infocrim é utilizado para a elaboração do Plano de Policiamento Inteligente da Polícia Militar. O RDO é uma das ferramentas à disposição da Polícia Civil para investigação e identificação de modus operandi de criminosos.

Nas localidades que apresentam elevação dos índices de criminalidade, a exemplo do bairro do Morumbi, na Zona Oeste da capital, e nas Marginais Tietê e Pinheiros, a Polícia Militar realiza operações especiais, com concentração de tropas, bloqueios, abordagens, prisões de suspeitos, apreensão de drogas e armas.

Algumas ações especiais, que serão adotadas ainda este mês, deverão contribuir para a redução do número de roubos no Estado. É o caso da Operação Verão, que será lançada no próximo dia 29, na Baixada Santista, voltada para aumentar a segurança da população que aproveitará o começo do verão no litoral.

Pela primeira vez, a Operação Verão atenderá também aos que frequentam represas, como Guarapiranga e Mairiporã, além dos terminais de ônibus rodoviários da capital, que tem o movimento aumentado nesta época do ano. A Operação Verão contará com reforço de 2.000 policiais militares. Na Polícia Civil, foram suspensas férias e licenças prêmio para reforçar as atividades de polícia judiciária. Quando a população necessitar, encontrará equipes reforçadas nas delegacias, tanto para registrar ocorrências, como para investigar crimes.

Latrocínios
Os latrocínios registram aumento de 15,58% nos primeiros 11 meses no ano, de 231 para 267 casos. Latrocínios são crimes contra o patrimônio, fazem parte do universo dos roubos em geral, que têm sido mantidos numa faixa de estabilidade, com oscilação positiva acumulada no ano de 1%.

A Secretaria da Segurança Pública e as polícias recomendam que as vítimas de roubos não reajam, entreguem os bens e, no momento imediatamente posterior, avisem à Polícia Militar pelo telefone 190 (Emergência). São cada vez mais freqüentes os casos que os autores dos crimes são presos pela polícia, que consegue reaver e devolver aos proprietários os bens subtraídos.

A Polícia Civil criou, no DHPP, uma delegacia especializada na investigação de latrocínios, que nos primeiros dias conseguiu esclarecer três casos. A investigação dos latrocínios é tarefa considerada ainda mais difícil que a dos homicídios. Se nos crimes contra a vida há, na maioria das vezes, um histórico de divergências entre o autor e a vítima, nos latrocínios a escolha das vítimas pelo autor é, em geral, fortuita, ocasionada pela oportunidade.

Fonte: SSP – SP

Crescimento das câmeras IP no Brasil

Há alguns anos atrás, dar uma espiadinha no que acontece em sua casa de qualquer lugar do mundo, evitar um assalto mesmo longe de casa ou então descobrir o que acontece em sua casa quando você está fora era quase impossível, mas com as câmeras IP, isso se tornou tarefa fácil.

Esses equipamentos revolucionaram o mercado de segurança eletrônica, e trouxeram facilidades. Com apenas um computador, acesso à Internet de alta velocidade e câmeras IP tornou-se possível montar um sistema completo de vigilância. Com a ajuda de softwares, as câmeras IP são verdadeiros olhos mágicos digitais que transmitem áudio e vídeo para um computador ou diretamente para a Internet, permitindo que se tenham imagens ao vivo e simultaneamente. Possuem recursos de visualização, controle, monitoramento e gravação.

Os modelos de câmeras IP consistem basicamente de um sensor de imagem, circuito de análise e processamento de vídeo, servidor de vídeo web e interface de rede, integrados no mesmo equipamento com funções e programação otimizados para uma operação em conjunto com sistemas de rede.

Um dos grandes diferenciais entre estes equipamentos e os modelos analógicos é que elas possuem uma comunicação através de redes ethernet, utilizando protocolos de transmissão de dados, baseados principalmente em TCP/IP.

Outro ponto importante é a questão das imagens. Enquanto uma câmera convencional digital tem uma resolução máxima de 640 x 480, com aproximadamente, 0,3 Megapixel, uma câmera IP poderá ter resoluções de até 2592 x 1944 ou aproximadamente 5 Megapixel.

Com resoluções desta dimensão, a capacidade de reconhecimento e verificação de detalhes em uma imagem fica muito facilitada, mas, acima de tudo são possíveis novos recursos como movimentação no escopo da área de visualização e zoom em parte da imagem. Os modelos mais recentes ainda contam com uso de luz infravermelha para uso noturno.

Apesar de tanta tecnologia, especialistas em segurança destacam que a maioria das redes e conexões de internet ainda não está preparada para gerenciar o tráfego gerado por imagens destas dimensões, e por isso é muito importante uma análise criteriosa na escolha do sistema.

As aplicações das câmeras IP são as mais diversas. Para uso doméstico, elas podem oferecer o monitoramento de crianças, animais, empregados, entre outras funções. Alguns modelos ainda possibilitam a saída de áudio e a pessoa pode do outro lado, falar pelo microfone do computador, enquanto o som sai pela câmera. Já no caso de empresas, o monitoramento 24 horas garante maior segurança.

Hospitais, parques, locais de trânsito de carros e pessoas, escolas, podem contar com recursos como o zoom e foco automático, que ajudam na detecção da pessoas em caso de roubo. As imagens capturadas podem ser de grande ajuda na identificação de suspeitos.

A câmera IP foi criada pelo engenheiro sueco, Martin Gren que lançou o primeiro modelo em 1996. Projetada para transmitir imagens via rede e desbancar os modelos analógicos, a Axis 200, primeira câmera IP lançada no mundo, ditou os passos que o mercado daria a partir daí, e mostrou que era possível embutir nos aparelhos um mini-servidor Web que permitia assistir às imagens ao vivo de qualquer lugar do mundo.

Hoje, quinze anos depois, podemos afirmar que a aposta de Martin e sua equipe deu certo. O mercado de câmeras IP não para de crescer em todo o mundo e a expectativa é de que ele movimente cerca de US$ 2,5 bilhões em 2011.

E o mercado de câmeras IP no Brasil vai muito bem. O país é um dos mais avançados na transição da tecnologia analógica para a digital.

Segundo Projeções da empresa de análise IMS Research, o setor de câmeras IP no Brasil, terá, pelo menos até 2012, o crescimento mais acelerado de todo o continente americano. É aqui onde as câmeras IP se igualarão às analógicas primeiro, e isso deve acontecer até o fim de 2012, segundo o levantamento.

Ainda de acordo com a IMS Research, o mercado de câmeras de segurança analógicas terá uma taxa composta de crescimento anual de apenas 1,3% entre 2009 e 2014 na América Latina. Por outro lado, a previsão é que o mercado de câmeras de segurança em rede tenha uma taxa composta de crescimento anual de 39,2% no mesmo período.

Revista Segurança e Cia

Lojistas investem em tecnologia para evitar furtos em Sorocaba, SP

O Comércio estendeu o horário de funcionamento até 22h, e por conta do movimento no comércio, muitos lojistas estão investindo em segurança, para evitar assaltos.

Fonte: TV Tem

Congresso Internacional de Segurança destaca a evolução do vídeo monitoramento

A Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE, atenta aos desafios e oportunidades do setor, promove a sétima edição do Congresso Internacional de Segurança-VII CIS, em 24 e 25 de novembro, em São Paulo.

Com o tema “A evolução do vídeo monitoramento além da segurança”, o VII CIS terá rico conteúdo envolvendo diferentes aspectos relacionados à imagem. A programação trará discussões sobre tecnologia IP e HD, gestão para central de vídeo monitoramento, gestão de identificação e controle de acesso, responsabilidade legal das centrais de monitoramento, importância da segurança da informação, a evolução dos sistemas integrados de segurança, oportunidades e desafios para bons projetos de segurança, a importância do vídeo monitoramento público no Brasil, entre outros.

“O tema foi escolhido devido ao crescimento expressivo do mercado de Circuito Fechado de TV (CFTV), refletindo uma necessidade do próprio mercado de sistemas eletrônicos de segurança (SES). Até então, significativa parcela da comercialização de equipamentos de SES está focada em sistemas de intrusão. Por isso preparamos esse conteúdo especifico de vídeo monitoramento abordando diferentes aspectos do setor. Será uma oportunidade única para as empresas e os profissionais de nosso mercado se atualizar e trocar experiências, ampliando suas oportunidades de negócios”, avalia Carlos Progianti, presidente da ABESE.

Conforme dados da ABESE, em 2010, o segmento de sistemas eletrônicos de segurança registrou crescimento de 12%, com faturamento de US$ 1,68 bilhão. No Brasil, aproximadamente 88% do consumo de equipamentos de segurança eletrônica são originários do setor não-residencial.

Nesse cenário, a principal tecnologia aplicada em segurança eletrônica é o sistema de circuito fechado de TV com 40% do mercado de SES, seguido pelos sistemas de alarmes contra intrusos com 26% de participação.

As tecnologias de sistemas de controle de acesso, que representam 24% do mercado, e que incluem equipamentos de identificação, cartões de acesso, número de identificação pessoal e equipamentos biométricos (impressão digital, iris, voz, palma da mão e facial), também estão em expansão e assim devem permanecer devido à demanda de dois grandes eventos que terão lugar no país: Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos de 2016.

Nesta edição, o CIS trará também como iniciativas paralelas, uma exposição de empresas de sistemas eletrônicos de segurança e a realização do Jantar de Confraternização da ABESE, que será realizado no dia 24 de novembro, ambos no Novotel Jaraguá. O CIS é uma realização da ABESE, com promoção da CIPA e apoio da ABSEG, FENABESE e SIESE.

Serviço
VII CIS – Congresso Internacional de Segurança
Quando: 24 e 25 de Novembro
Local: Novotel Jaraguá (na Rua Martins Fontes, 71), São Paulo-SP.
Mais informações acesse www.abese.org.br e www.pacin.com.br

Embu das Artes implanta 62 câmeras de monitoramento

Embu das Artes contará a partir de agora com 62 câmeras de monitoramento no centro histórico, centro expandido e na região do Jardim Vista Alegre. A Prefeitura da cidade inaugurou a ampliação do Sistema de Monitoramento Urbano com a instalação de 36 novos equipamentos de vigilância. Outros pontos estratégicos do Centro Histórico já contavam com 26 câmeras funcionando 24 horas por dia. O valor total do investimento superou R$ 2 milhões, incluindo a 1ª fase. Parte dos recursos é proveniente de convênios com o Ministério da Justiça, através do Pronasci, e, com o Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (DADE), do Governo Estadual.

O investimento em tecnologia ajuda a manter a segurança nas áreas monitoradas. De acordo com o delegado titular de Embu, Israel Prezoto, as câmeras ajudam a evitar os crimes e facilitam a elucidação no caso deles ocorrerem.

O delegado apontou uma redução significativa nos casos de violência na região central de Embu das Artes, após a instalação das primeiras 26 câmeras de segurança, há pouco mais de um ano. Segundo ele, a redução mais significativa foi dos casos de saidinhas de banco, crime que acabou migrando para outras regiões como o comércio do Santo Eduardo, onde existem várias agências bancárias. “Nós usamos muito as imagens. Esse é um investimento importante e com resultado certo”, contou Israel Prezoto.

O prefeito Chico Brito disse que a ampliação da central de monitoramento deixou o local com capacidade para acompanhar 100 câmeras. Ele declarou que a medida visa atender aos estudos realizados que apontaram a necessidade de ampliação para garantir o funcionamento das instalações que serão feitas futuramente.

“Teremos monitoramento futuro nos bairros e nas regiões comerciais. Esse é um investimento importante que ajuda a garantir a segurança na nossa cidade”, observou o prefeito lembrando que o município vem investindo em infraestrutura, educação e na área social visando ampliar a segurança.

“Não se faz segurança somente com polícia e câmeras de vigilância é preciso investir em outras áreas também e cuidar da questão social”, ensinou.

Quem visita a central de monitoramento se surpreende com a qualidade das imagens captadas pelas câmeras que é de alta tecnologia. A nitidez impressiona, além disso, os equipamentos são capazes de girar 360 graus. As imagens são monitoradas por vários profissionais, com auxílio de dois telões de 7 metros de largura por 1,70 metros de altura cada um.

Câmeras de vigilância ajudam a polícia no combate à violência nas grandes cidades

Em algumas cidades, o número de assaltos diminuiu em mais de 40% depois que os policiais passaram a trabalhar com a ajuda da tecnologia. No Recife, as câmeras de segurança ajudam na prisão dos bandidos.

Fonte: G1