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Segurança Pública: responsabilidade de todos

Por Eduardo Henrique de Souza
Há tempos que em nossos jornais se tornou quase regra os destaques aos temas relacionados a violência, e a reação mais comum é de indignação e perplexidade com as notícias e questionamentos sobre as responsabilidades por sucessivos fatos lamentáveis e medonhos que parecem cada vez mais próximos de nós.

Nossa Carta Magna preconiza entre seus inúmeros artigos estruturantes que a segurança pública é dever do Estado e direito e responsabilidade de todos. Isso nos leva a refletir que somos todos responsáveis tanto pela segurança quanto pela ausência dela. Se for instalada em determinada comunidade uma sensação de insegurança em qualquer grau, essa comunidade tem paralelamente o direito x responsabilidade.

De um lado incumbe-nos a cobrança do dever do Estado em nos promover segurança pública e do outro lado a nossa responsabilidade em desenvolver ações pela reversão do quadro indesejado.

Temos que entender que essa ação não é somente pelo fato de estarmos cumprindo norma constitucional, obrigação legal, mas por ser antes disso uma obrigação social. Além do que somos possuidores da arma mais eficaz para combater a violência em nossa comunidade: acessos aos embriões e poder de manipulá-lo e incutí-lo características positivas e construtivas.

Estudos e pesquisas apontam que o mais eficaz meio de combate à violência é aquele que, cuja ação, não permite que essa manifestação antissocial venha à tona, aquele que cuida de seus jovens e de suas crianças, os “embriões” da sociedade, a começar pelo menor núcleo social que é a família, trabalhando valores e princípios de moralidade e respeito, com compartilhamento de atenção, amor e carinho por todos dentro desse núcleo, propiciando o nascimento dos bons sonhos e desejos que esperamos de qualquer jovem ou criança. Depois, essa mesma atenção deve se estender à vizinhança e bairro, que pode ser com ajuda a programas comunitários como os da Rede Cidadã, por exemplo, que é desenvolvido pela Polícia Militar e assiste a jovens e crianças em períodos diferentes aos da educação formal, com esporte, cultura e reforço educacional com sucesso significativo.

Os sonhos e desejos de ser um cidadão bem sucedido ou ser um megabandido nascem e se desenvolvem, normalmente, na primeira fase da vida, a escolha depende basicamente do ambiente em que esse “embrião” é formado e o que lhe é apresentado. Nossa obrigação social é, portanto, criar ambientes saudáveis e oferecer oportunidades concretas para que esses bons sonhos se tornem realidades para todos. Assim, eu acredito que estaremos combatendo eficazmente a violência, pela raiz.

Morte de policiais de folga caiu 38% neste ano

PM atribui queda à troca do ‘bico’ pela Operação Delegada; Prefeitura quer investir R$ 150 milhões em 2012, um aumento de R$ 50 milhões

O número de mortes de policiais militares de folga na capital caiu 38% (entre janeiro e outubro), em relação ao mesmo período de 2010. Passou de 21 para 13. O Comando-Geral da Polícia Militar atribui a redução ao aumento do emprego de policiais na Operação Delegada da Prefeitura. Anteriormente, na folga, eles faziam “bico” como seguranças particulares, afirma a corporação.

O chamado “bico oficial” foi criado em novembro de 2009. Sob orientação do governo municipal e ganhando extra, policiais passaram a patrulhar zonas de comércio ambulante. Se comparados os dados de 2011 com os de 2009, a queda foi maior ainda: chegou a 60% (33 morreram entre janeiro e outubro de 2009).

As somas consideram apenas as mortes de policiais pertencentes ao Comando de Policiamento da Capital (CPC) – área onde a operação efetivamente atua, além de Mogi das Cruzes. Mas a tendência também pode ser observada no balanço geral do Estado: foram 27 mortes até outubro ou 41% a menos que em 2010 (46 óbitos). Se comparada com 2009, quando 61 morreram no período, a redução chega a 56%.

O levantamento tem por base as estatísticas da Secretaria da Segurança Pública publicadas no Diário Oficial do Estado. “Na Operação Delegada o policial trabalha protegido, fardado e com os companheiros. Ele deixou de morrer no ‘bico’. Foi uma forma de tirá-lo da atividade irregular”, disse o comandante-geral da PM, Álvaro Batista Camilo.

Camilo reconhece que nem todos os mortos em folga tinham emprego alternativo, mas diz que a maioria trabalhava para complementar a renda salarial – o que a PM desaprova. O capitão Emerson Massera explica que as mortes em folga estão associadas a serviços de escolta de valores, cargas, segurança em escolas e postos de gasolina. “O policial trabalha sozinho, não tem colete nem rádio e usa arma particular (menos potente), porque usar a da PM é infração grave.”

Resultados
Segundo Camilo, o patrulhamento reduziu em 60% o índice de criminalidade em zonas de comércio popular do centro, em ruas como a 25 de Março e a José Paulino.

A Prefeitura e a PM pretendem expandir ainda mais a Operação Delegada no ano que vem. As tropas estão nas 31 subprefeituras e empregam mais de 9 mil homens. Para isso, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) reservou R$ 150 milhões na proposta orçamentária enviada à Câmara Municipal. São R$ 50 milhões a mais que neste ano. Falta aprovar.

Desde maio, o foco da Operação Delegada, o terror dos camelôs, é a área do Brás e da Feirinha da Madrugada. Ambulantes queimaram carros e fecharam ruas para pedir o fim da operação.

FELIPE FRAZÃO – O Estado de S.Paulo

A violência e a criminalidade no Brasil

“A fome, a desigualdade e a exclusão social constituem alguns dos fatores condicionantes do crescimento da criminalidade. Todavia é necessário também afirmar que a dimensão e a continuidade da existência destes fatores revelam o quadro estrutural da violência no Brasil. Este contexto provoca mudanças culturais que enfraquecem valores importantes para convivência em sociedade.

Qualquer medida que não tenha tais fatores em conta tende a fracassar em suas intenções.

Pretender aumentar o período de internação do adolescente infrator nos estabelecimentos sócio-educativos ou aumentar as penas dos imputáveis, em nada contribui para enfrentar a criminalidade neste contexto. Torna-se necessário buscar as causas determinantes dos crimes, porque a pessoa humana não é intrinsecamente vocacionada para o delito.

Ao se pretender uma legislação mais rigorosa, é fundamental refletir sobre o momento no qual a mesma está sendo deliberada: a emoção e indignação justa. Emocionado e indignado, o legislador deve decidir sobre os mecanismos geradores de tal quadro social.

O fim da impunidade certamente tem efeitos mais significativos na redução da criminalidade que diversas alterações na legislação vigente. E para tal são necessárias ações como a efetiva execução da lei e o conseqüente aparelhamento do Estado no que se refere à capacidade de investigação, julgamento e cumprimento das penas previstas.

Infelizmente os sistemas prisional e sócio-educativo do país não estão preparados para exercer o mister de recuperação dos internos. Muitos dos presídios e estabelecimentos destinados aos adolescentes infratores tendem a se tornar escolas de aprimoramento da delinquência.

Algumas medidas preventivas devem ser adotadas, como por exemplo, um policiamento bem preparado em todos os sentidos e um sistema de justiça ágil. A situação criminal exige do Estado e da sociedade soluções urgentes: do Estado, poder de polícia; e da sociedade, preservação dos valores da ética e da moral, a começar pela família.

Marcelo Fedeli – “A violência e a criminalidade no Brasil”

Principal vitrine latino-americana do setor de segurança privada Exposec acontece entre 24 e 26 de maio

Após a solenidade de abertura no dia 24.04, às 13h00, serão divulgados números atualizados do setor de segurança eletrônica no Brasil no ano de 2010.
De acordo com levantamentos da organização a edição de 2010 movimentou aproximadamente R$ 125 milhões em negócios, e em 2011 a expectativa é que o setor vai crescer 14 %.

Realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) e organizada pelo Grupo Cipa, a 14ª edição da Exposec (Feira Internacional de Segurança) será realizada entre os dias 24 e 26 de maio de 2011 no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
Com entrada franca, o evento tem como objetivo apresentar novidades, antecipar tendências, gerar negócios e, principalmente, difundir conhecimentos e atualização para quem atua neste mercado.

“A cada ano, a Exposec consegue superar as expectativas atuando como o ponto de encontro e de fortalecimento do mercado. Este é um segmento que reserva grandes oportunidades de negócios e muitas possibilidades de crescimento e nesta ocasião, o setor consegue reafirmar ainda mais seu potencial, principalmente por conta dos eventos esportivos inéditos que serão realizados no Brasil e demandarão um olhar muito mais atento à questão da segurança preventiva, por meio de dispositivos eletrônicos e monitoramento urbano inteligente”, afirma Carlos Alberto Progianti, presidente nacional da ABESE. Já em 2010 observamos um incremento de 10% no setor, principalmente pela necessidade cada vez maior de apoiar estrategicamente o combate da criminalidade e auxílio na identificação de crimes e suspeitos, tanto privado, em eventos públicos de grandes dimensões, ligados também à infraestrutura geral como em aeroportos, rodoviárias e vias públicas, complementa.

Na feira deste ano, estarão presentes mais de 600 empresas de mais de 15 países que serão visitadas por mais de 34 mil pessoas durante os três dias. A expectativa é superar o número de visitantes e também os negócios gerados em 2010, que foram de cerca de R$ 125 milhões. A edição 2011 será a maior de todas, ressalta José Roberto Sevieri, presidente do Grupo CIPA.

Com mais de 600 expositores, a feira espera movimentar aproximadamente R$ 135 milhões em negócios. Segundo o presidente do Grupo CIPA, José Roberto Sevieri, o evento reafirmou a importância de reunir em um único local empresas especializadas dos mais variados países. Essa edição comprova que o mercado está aquecido e mostra também que o público está interessado em inovações. Para a edição 2011 certamente esperamos resultados ainda melhores, conclui.

Os números da Exposec acompanham o aquecido mercado de Sistemas Eletrônicos de Segurança. Nos últimos dez anos, o mercado vem crescendo com taxas médias de 13% anualmente, embora o potencial seja ainda maior. De um total de 6,18 milhões de imóveis com possibilidade de receber sistemas de alarmes monitorados, apenas pouco mais de 11% desse total ou 710 mil imóveis são monitorados no país, número distribuído entre as grandes e pequenas empresas de monitoramento do mercado que vem registrando significativo crescimento nos últimos três anos.

Abrangente e completa, a 14ª Exposec reunirá em seu espaço empresas que atuam com diversos gêneros da segurança eletrônica, como: centrais de monitoramento, centrais perimétricas, circuitos fechados, controle de acessos, detecção de incêndio, fechaduras de segurança, portas de segurança, dentre outras. Além disso, a feira também contemplará entidades e companhias que atuam com segurança pessoal e patrimonial, cofres, transporte de valores e veículos blindados.

SERVIÇO
Exposec – XVI Feira Internacional de Segurança Eletrônica
Local:
Centro de Exposições Imigrantes – Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 – São Paulo (SP)
Dias: 24 a 26 de maio
Horário: das 13h às 20h
OBS: Também será oferecido diariamente transporte gratuito (ida e volta), saindo da Estação Jabaquara do Metrô (Rua Nelson Fernandes, 400 – ao lado do terminal de ônibus)

* Mais informações pelo telefone: (11) 3294-8033 e (11) 5585-4355 ou pelo site:  www.exposec.tmp.br